Pesquisa Ibope Religião na cidade de São Paulo: judeus apresentam a maior renda média, já evangélicos apresentam a menor


Religiões na cidade de São Paulo (IBOPE)

Católicos 60%

Evangélicos 21%

Agnósticos/ateus 9%

Espíritas 5%

Judeus 1%

Religiões afro 1%

Budistas 1%

Testemunhas de Jeová 1%

Outras 2%

Católicos

Segundo o Ibope, os católicos se distribuem de forma consideravelmente homogênea pelas regiões da cidade, mas com maior concentração na zona Sul 1 (65%) e em menor número na zona Leste 2 (52%).

Crentes

Ainda em São Paulo, outros 21% da população se declara evangélicos. Eles se concentram em maior percentual na zona Leste 2 (30%) e em menor proporção nas zonas Sul 1 (12%), Oeste (14%) e no Centro (12%). No Brasil, evangélicos somam 22% da população, percentual que em 2000 era de 15%.

Outras religiões

No total, 9% dos moradores de São Paulo dizem não ter religião, serem agnósticos ou ateus, com maior concentração do grupo entre os que residem da região Central (13%). Entre os brasileiros, a média é de 8%.

Já os espíritas somam 2% da população do país, mas representam 5% da população paulistana. Em São Paulo, os seguidores do espiritismo estão em maior número na zona Sul 1 (8%) e com menor concentração na Sul 2 e Leste 2, ambos 3%.

Religiões afrobrasileiras, testemunhas de Jeová e budistas representam 1% da população paulistana cada.

Judeus não somam 1% da população da cidade, mas representam 3% dos moradores do Centro e 1% dos que vivem nas zonas Leste 2 e Oeste. Outras religiões somam 2% da população.

Religião e renda

Quando analisado a renda familiar da população de acordo com as religiões, os judeus apresentam a maior média: R$ 13.415,66. Na sequência aparecem os espíritas, com renda média de R$ 7.224,49 e budistas, com renda em torno de R$ 6.934,19. Católicos têm renda média de R$ 5.116,54, seguidores de religiões afrobrasileiras, R$ 5.039,94, sem religião, agnósticos e ateus, R$4.954,74, evangélicos, R$ 3.301,60 e testemunhas de Jeová R$3.267,47.

Grupos evangélicos

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11 thoughts on “Pesquisa Ibope Religião na cidade de São Paulo: judeus apresentam a maior renda média, já evangélicos apresentam a menor

  1. É claro , os evangélicos tem que alimentar a ganância dos pastores e dos donos de igreja !!! Não sobra dinheiro pra investir em educação ou outro meio que possa fazê-los prosperar de verdade . Dinheiro que alimentará ainda mais um ciclo de ignorância e não deixará que essas pessoas se libertem desses estelionatários vestidos em pele de cordeiro . O pior que essa cambada é contra qualquer tipo de mudança e alimenta a cabeça dos seus discípulos com o repúdio às mudanças que poderiam libertá-los . Qualquer influência aleia é tratado com violência e discriminação , inclusive contra outras religiões , contrárias às suas ideias . É como diria o próprio Cristo : estão chegados os fins dos tempos !!!

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  2. Caro Narutão, obrigado pelo comentário.

    1- Até concordo que existe um perigoso fanatismo em algumas religiões evangélicas e que muitas delas se alimentam da estupidez das pessoas. Contudo, devemos ser pragmáticos em alguns pontos. Vivemos num Estado laico que goza da liberdade de culto. Sendo assim, todas as religiões (tanto as boas quanto as ruins) devem ter liberdade. O que elas não podem é infrigir a lei lavando dinheiro.

    2- Sou favorável a liberdade de expressão. Se podemos criticar qualquer nuance do comportamento humano, também podemos criticar a religião. O que é perigoso é generalizar. Existem crentes sensatos e crentes insensatos. Ao dizer que todo o membro de uma religião é um imbecil estamos apenas afastando eles dos ideais que defendemos.

    3- Quanto ao dinheiro, creio que cada um tem o direito de fazer com o seu dinheiro aquilo que quiser. O que sou contrário é sermos obrigados a pagar mais de 30% do nosso salário para os “pastores do governo” não nos oferecerem serviço algum. Se alguém quer pagar, 1%, 2%, 10% ou 30% para uma igreja, simplesmente não me compete. A vida é de cada um.

    4- O que sou contra mesmo é a isenção de impostos para igrejas sem que haja prestação de contas. Na minha opinião, as igrejas só poderiam gozar de isenção caso comprovassem o trabalho social que fazem. Do jeito que está hoje qualquer malandro pode abrir uma igreja, viver das ofertas do fiéis e não fazer trabalho social algum. Isso acaba virando um prato cheio para a lavagem de dinheiro.

    5- Você chamou os religiosos de cambada. Me desculpe mas devo discordar. Existem muitas pessoas religiosas que são conscientes, da mesma forma que existem muitos irreligiosos que também são. Não acho certo rotular as pessoas só por causa de seu credo. Isso consiste no preconceito. Se existem erros, que critiquemos os erros e não o todo.

    6- Quanto à baixa renda de evangélicos, isso tem uma explicação clara. Os membros da religião evangélica(pentecostal) são aqueles que possuem a maior taxa de natalidade. Além disso, os pentecostais são o grupo que tem a maior taxa de conversão dentre todas as religiões (tirando os ateus e agnósticos). Como o público alvo dos pentecostais são pessoas de baixa escolaridade, explica-se assim sua baixa renda. Ainda assim, nos últimos anos o aumento da classe C acabou alimentando o poder de compra dos evangélicos. Prova disso é o crescente mercado voltado a produtos evangélicos.

    7- Me desculpe mas você começou seu comentário falando algo muito estranho do ponto de vista econômico:

    É claro , os evangélicos tem que alimentar a ganância dos pastores e dos donos de igreja !!! Não sobra dinheiro pra investir em educação ou outro meio que possa fazê-los prosperar de verdade.

    Olha, devemos nos desvencilhar de preconceitos. Aqui mesmo já publiquei uma estatística apontando que somente 50% dos crentes contribui para suas igrejas. Sendo assim, fica difícil concordar com isso. Caso o Estado oferecesse um ensino público descente não estaríamos reclamando disso.

    O problema é que o governo não oferece um ensino bom e deixa impostos tão elevados que realmente não sobra muita coisa para os pobres. Portanto, acho que os pastores ladrões acabam sendo úteis demais para o governo, pois servem de boi de piranha. Enquanto todos falam do dinheiro que roubam dos crentes pouca gente fala dos altíssimos impostos que todos somos obrigados a pagar.

    8- Concordo 100% com você num ponto: o crescente evangelho da prosperidade (pregado não em todas, mas em muitas seitas protestantes) é algo diabólico e nocivo para a sociedade.

    Abraços!

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  3. Não chamei os fiéis de cambada , chamei de cambada os que usam a religião para tirar proveito da fragilidade e ignorância das pessoas em proveito próprio .

    Abraços !

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  4. HEHHE , obrigado. Falha minha, me desculpe.

    Abraços.

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  5. Ainda tem mais uma coisa que eu gostaria de dizer : aquelas religiões que usam o dinheiro dos fiéis para prática de esquemas , seja lavagem de dinheiro , seja para enriquecimento ilícito , eu não chamaria de religião , mas somente um método para a prática do estelionato ! Mas como estamos no Brasil , onde tudo é possível e onde muita gente está recebendo vantagem e faz vista grossa , dificilmente estas práticas verão seus dias finais .

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  6. odailson bezerra 25/07/2013 — 20:11

    Que bom, e quero que a catolica creça mais que a evangelica que não dá nada pra ninguem só tira.

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  7. Matheus costa 13/04/2014 — 22:48

    Os catolicos e evangelicos nao deveriam serem rivais pois creem no mesmo deus e em jesus cristo.ja o lslã que dizem que a maior parte fica em sp nao esta na lista.fico feliz em ver os cristoes dominarem.

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  8. MARCOS MELLO 24/04/2014 — 18:01

    faço minha as suas palavras. bem conizas.

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  9. MARCOS MELLO 24/04/2014 — 18:02

    quis dizer concisas.

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  10. Oi, pessoal! Bem, só queria dizer que essa questão de renda/escolaridade varia muito entre as diferentes igrejas evangélicas: A Anglicana e a Presbiteriana, por exemplo, têm um nível de instrução e renda similar ao dos espíritas e ateus, enquanto a Batista é mais parecida com a Católica e as pentecostais e neopentecostais tem baixa renda, especialmente as que pregam a teologia da prosperidade – o que não deixa de ser irônico. Ou seja, a questão não é a religião protestante/evangélica em si, que em muitos países ricos tem forte presença, mas sim a teologia do “aproveitamento”, como a chamo. Aqui o link:http://oglobo.globo.com/infograficos/censo-religiao-detalhes/. A propósito, chama a atenção o sucesso dos judeus, que deveria ser uma lição para outros pais religiosos cuidarem da educação dos seus filhos – mas acaba, infelizmente, servindo para alguns idiotas em sites (não aqui, no site da Globo, onde foram divulgados os dados) fazerem comentários anti-semitas. Raiva.

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