10 motivos para ser contra a monarquia


1- Pura sacanagem

O papel da família real é servir de exemplo para seus súditos. Porém, como todos estamos cansados de saber,  escândalos são recorrentes em monarquias. Não raramente a família real usa de seu poder para favorecer determinados grupos. Além do mais, o monarca, por ter nascido em berço de ouro, nunca saberá como é ser pobre. Sendo assim, nunca terá como representar quem vive na pobreza, posto que nunca sofreu seus efeitos em sua própria pele.

2- Privilégio

A maioria das monarquias do mundo também bancam privilégios para seu governo e para a família real. A máquina pública brasileira numa monarquia seria muito maior e provavelmente muito mais cara, posto que a família real não iria acabar com os gastos com o sistema político.

3- Tamanho

A maioria das monarquias do mundo são compostas por países pouco populados. Como a maioria das monarquias são governos cuja população não chega nem à metade da população de um país como o Brasil, fica impossível prever os reais efeitos positivos

4- Golpe de Estado

A maioria dos monarquistas afirma que a República é ilegítima neste país porque foi instaurada por golpe. Pouco importa a forma como um governo foi instaurado, sobretudo mais de um século depois do ocorrido. O que importa é a aceitação continuada do mesmo ao longo do tempo.

5- Concentração do poder

Se um monarca não depende de aceitação popular para permanecer no poder, não há razões para crer que seus interesses coincidirão com os do povo ou que suas políticas atentarão para as prioridades do Estado.

6- Preparação para o poder

Numa monarquia o rei é um indivíduo que se preparou desde criança para assumir o poder. Neste ponto, realmente, a monarquia parece levar a vantagem num primeiro momento. Porém, esta forma de tecnocracia ignora o fato de que pessoas de distintas atividades profissionais e setores sociais podem trazer conhecimentos relevantes para a arena política, o âmbito público. Do contrário política perderia o seu sentido original de âmbito público, reduzindo-se meramente a uma atividade administrativa.

7- Propriedade dos bens do Estado
Monarquistas dizem que numa República os políticos cuidam do dinheiro como se fosse propriedade alheia e, portanto, não estão interessados na integridade do erário público ou no controle de gastos. Partindo do pressuposto que o monarca disporia do erário público como se fosse sua propriedade privada (patrimonialismo) este argumento poderia estar certo. Infelizmente para os monarquistas, o patrimonialismo não é visto como legítimo nem mesmo em governos monárquicos atuais.

8- Corrupção
Dizemque a Monarquia faz com que os índices de corrupção dimuam. No entanto, os países menos corruptos do mundo apresentam uma coincidência, que é a forma de governo é parlamentar, seja monárquica ou republicana. A conclusão é óbvia: é o parlamentarismo, e não a monarquia, o responsável pela baixa corrupção.

9- Continuidade
Os monaquistas dizem que o rei governa “para as próximas gerações e não para as próximas eleições”. O fato dele não governar paras as próximas eleições é verdade, uma vez que ele não precisa de respaldo popular para se manter no cargo. Como o monarca não é eleito, não necessita de aprovação popular. Somente a morte, a deposição ou a renúncia podem tirá-lo do governo, uma vez que ele exerce seu cargo de modo vitalício e hereditário.

10- Democracia

Com é um direito do povo eleger os seus governantes e o seu um dever garantir os direitos da próxima geração, uma geração não pode escolher tirar da próxima o direito de escolher o seu governante. Daí todos os cargos políticos vitalícios ou hereditários são ilegítimos: não se pode escolher tirar o direito de escolha dos outros, mesmo que estes outros sejam a geração vindoura. Uma geração não tem o direito de impedir a outra de escolher o seu próprio governante. Isto seria uma defesa aberta da tirania.

Adaptado do brilhante site Direitas Já.

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92 comentários

      • Mas dai é uma Monarquia absolutista,enquanto a monarquia defendida no Brasil é a Monarquia constitucional parlamentarista que é usada em países como Noruega,Reino Unido,Suécia,Japão e etc…

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      • A forma de governo da Arábia Saudita é absoluto. Estamos falando de Monarquia Parlamentarista, onde o poder é dividido entre o do Rei/Imperador e o do Ministro selecionado.

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    • O rei não assumiria o executivo e sim o Poder Moderador. Não justifica chamar monarquia de tirania só porque o rei não é eleito, no Poder Judiciário os magistrados também não são eleitos pelo povo.
      Por mais que o titular desse site tente negar, a monarquia é a forma de governo mais estável que existe atualmente. Existem repúblicas parlamentaristas que não são estáveis como as monarquias parlamentares, e os gastos com o monarca não chegam a ser exorbitantes como com os presidentes e ex-presidentes: prova disso são os gastos do Lula só no ano de 2006, que foram maiores que as despesas das coroas inglesas, holandesas e espanholas juntas.
      Outro ponto que deve ser lembrado é que, numa república parlamentar quem é que garante que alguém dissolva o parlamento quando necessário? Um presidente? Talvez, a menos que não estivesse interferindo em seus interesses partidários. Imaginemos Dilma como presidente e Lula como primeiro ministro, sendo que este não conseguisse formar uma base governista solida no Congresso, será que Dilma dissolveria o parlamento convocando novas eleições? Acho que não. Já o rei não teria interesses partidários ao fazê-lo, a probabilidade dele declarar dissolução seria bem maior, pois não depende de partidos para permanecer no cargo.
      Todo sistema é falho, no entanto a monarquia parlamentar é de longe o melhor caminho: tudo de bom sempre vem por meio de sacrifícios, se os caros leitores enxergam como um fardo o fato de sustentar alguém que possui direitos hereditários, encarem como um preço a ser pago pela estabilidade política e diplomática nacional.
      Para finalizar lembremos que o Brasil nasceu por meio de uma monarquia, que conseguiu conservar toda unidade territorial que temos hoje, algo que nossos vizinhos republicanos não conseguiram devido a natureza da forma de governo que adotaram. Melhor ser súdito da monarquia que escravo do caudilhismo e da oligarquia que a Republiqueta do Brasil nos proporciona.

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    • O Brasil não é a Arábia Saudita e o Brasil quando sofreu o golpe republicano era uma monarquia parlamentarista igual a Inglaterra e hoje.O Império foi responsável pelo fim da escravidão e aliás se não fosse pela princesa Izabel era demoraria muito mais para acontecer todos os descendentes de escravos deveriam ser monarquistas. A queda do Império só aconteceu por causa da abolição da escravidão. A República uma máquina de moer dinheiro e direitos fez de todos os brasileiros escravos pois nos mantém na ignorância no medo pela falta de segurança e a saúde pública em alguns estados é uma lástima das lágrimas. Quer ver um exemplo de tirania? A guerra do contestado feita pela República contra os nossos sertanejos apenas para dar concessão das nossas araucárias a uma empresa americana que teve livre acesso par matar brasileiros que defendiam suas terras ora por mão de capangas contratados ora pelo exército brasileiro da época.
      Este é e foi o papel da República golpista e ilegal inconstitucional que é um trator e passa por cima de tudo apenas para destruir as possibilidades de o Brasil ser uma grande potência como foi no tempo em que era uma monarquia parlamentar, e que o imperador era considerado o melhor governador do mundo e em que o brasil era o maior império do mundo do oitavo maior d2a história..

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  1. Fica aqui muito claro que o sujeito que fez estes 10 comentários incoerentes não tem o conhecimento dos 2 lado da moeda. Como os brasileiros foram educados para não ter visão ampla e se contentar com esta república “democrática” não posso julga-lo nem usar palavras pejorativas. Fico triste, mas espero que ele estude um pouco mais da história de seu país, e veja que este pais já foi próspero na época da Monarquia.

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      • 10 MOTIVOS PARA SER A FAVOR DA MONARQUIA 1. De natureza política – o Rei é supra partidário – condição fundamental (única) para arbitragem dos Partidos ou forças políticas, e de toda a esfera política, deste modo, garantindo o interesse nacional. O Rei é, portanto, livre, não estando penhorado pelo seu passado político-partidário; 2. De natureza histórica – A Chefia de Estado sendo efetuada por descendência confere uma linha de continuidade histórica à Nação. Neste sentido, incrementa e mantém o sentimento de pertença, tanto do Chefe de Estado como do Povo; 3. De competência – O Rei tem uma formação específica para o cargo desde muito cedo, incomparável à formação arbitrária ou casual de um candidato presidencial; a formação é, desde o início, totalmente vocacionada para o exercício da Chefia do Estado; 4. De natureza Comunicacional/Institucional – A permanência no cargo de Chefe de Estado confere ao Rei uma notoriedade inigualável. Isto permite uma maior projeção da imagem do País em todo o mundo; 5. De natureza ética e moral – O Rei é o garante da preservação dos valores morais da Nação, permitindo a coesão e harmonia sociais; 6. De natureza patrimonial cultural – Tendo uma profunda comunhão histórica, a Monarquia tem uma especial preocupação pelo patrimônio arquitectónico e cultural, tendo sempre presente uma política de conservação do mesmo, perspectivando-o como legado cultural e agente formador da cultura nacional. 7. De natureza sentimental/emocional – O orgulho nacional constitui uma força anímica com efeitos muito surpreendentes, apenas sustentado por uma Monarquia; 8. De natureza diplomática – Numa visita oficial a outro País, o Rei é uma figura nacional isenta não criando a possibilidade de colisão ideológica e política com a realidade política do País que visita; 9. Sustentabilidade da Paz – Eventuais casamentos entre Casas Reais são autênticos pilares da Paz, que atenuam ou eliminam sentimentos de adversidades nacionais; 10. Despesa da Chefia do Estado – A Monarquia pesa menos no Orçamento de Estado que a república. Na Monarquia não existem Chefes de Estado de 4 em 4 anos com as consequentes pensões vitalícias de reforma. Além disso, a Casa Real tem a fatia orçamental que o Parlamento decidir;

        50 Motivos para não se apoiar o Regime Republicano Brasileiro

        A tragédia do Golpe de Traição e Lesa-Pátria, executada por alguns membros da Seita Positivista de Auguste Comte que acabou com o Brasil

        01 • O Brasil foi o único país das Américas que fez sua independência não se tornando uma República. – Mas e o Canadá?… O Canadá, um dos países mais desenvolvidos do mundo, é uma monarquia parlamentar constitucional, que tem como Chefe de Estado na atualidade a Rainha Elizabeth II (Isabel II). “Ao contrário de seus vizinhos (inclusive dos Estados Unidos da América do Norte, e do Canadá), o Brasil tornou-se independente e soberano sob um Imperador. D. Pedro I e seu filho D. Pedro II cumpriram um enorme trabalho histórico de criação e afirmação de um país gigantesco, entregando-o unido, indiviso, falando um mesmo idioma, sem enclaves estrangeiros, com suas fronteiras praticamente definidas, livre da escravidão e aceitando uma transição para a república democrática feita sem derramamento de sangue*. Como imperadores, personificavam um poder do Estado – o Poder Moderador – que dirimia dúvidas e dava a última palavra nos mais graves assuntos nacionais. Seus atos políticos não eram sujeitos a julgamento, pois eram inimputáveis.” *A princípio sim… Entretanto, principalmente após a morte de D. Pedro II em 5 de dezembro de 1891, a República massacrou impiedosamente nos seus 10 primeiros anos de consolidação em torno de 200.000 opositores ao novo regime, numa época em que a população brasileira era 11 vezes menor que a atual.

        02 • Segundo João Camillo Torres, a razão da existência do Poder Moderador era devido ao fato de que o monarca, pela continuidade dinástica, não fazendo parte de grupos, classes, nem possuindo ligações regionais, não devendo seu poder a partidos, grupos econômicos, não tendo promessas eleitorais a cumprir, não precisando de “pensar no futuro” – o futuro de sua família estará garantido se a paz e a grandeza nacional estiverem preservadas – que não está sujeito à tentação de valer-se de uma rápida passagem pelo seu governo para tirar benefícios e vantagens particulares à custa da nação, deixando o ônus a seus sucessores.

        03 • Dentre todas as Ex-Colônias até 1889, o Império do Brasil foi o que mais prosperou ombro a ombro com os EUA, chegando ao status de 4ª potência global. O Brasil do Reinado de Pedro II foi uma nação próspera e internacionalmente respeitada, que detinha a liderança incontestável na América Latina. De 1880 até o Golpe de 1889, a Armada Imperial (Marinha de Guerra) com os navios de guerra mais poderosos do hemisfério ocidental, foi a terceira do planeta, que somada à Marinha Mercante foi a segunda Marinha da terra. O Imperador era amado e venerado pelo povo brasileiro, e respeitado no exterior, tanto pelos seus ideais democráticos liberais e progressistas, quanto por suas ações.

        04 • O primeiro partido republicano no Brasil foi o Partido Republicano Paulista, (PRP), criado na Convenção de Itu em 1873. O PRP era um partido legalizado apesar de o Brasil ser uma Monarquia. O PRP conseguiu eleger apenas três deputados na Assembléia Geral de Deputados durante toda a sua existência no Império do Brasil (1822-1889), porém, conseguiu infiltrar-se no meio militar, o que foi decisivo para a Queda da Democracia daMonarquia Parlamentar Constitucional Representativa Imperial Brasileira, conseguintemente do Imperador Dom Pedro II. A despeito da intensa propaganda republicana, a idéia da mudança de regime político não ecoava no país. Em 1884, foram eleitos para a Câmara dos Deputados, apenas três republicanos. Na legislatura seguinte, apenas um conseguiu ser eleito. Na última eleição parlamentar realizada no Império do Brasil, a 31 de agosto de 1889, o Partido Republicano só elegeu dois Deputados. Percebendo que não conseguiriam realizar seu projeto político pelo voto, os republicanos contrariando a democracia da Monarquia Parlamentar (Constitucional) Representativa do Império do Brasil, optaram por concretizar seus ideais alienígenas adversos à autêntica Identidade Nacional pelos piores caminhos possíveis. Apelando sem honra ou grandeza pela traição. Com o Golpe Militar de 15 de novembro de 1889, foi inaugurada a primeira e mais sangrenta Ditadura da História do Brasil. Neste sentido a República Brasileira além de assassina, continua sendo moralmente ilegal (fora da lei) e marginal. O resultado aí está para que todos vejam e reflitam.

        05 • O fim do próspero e respeitado Império do Brasil foi decretado em 15 de novembro de 1889, pelo Marechal Deodoro da Fonseca com um Golpe de Traição e Lesa-Pátria, sob a forma de uma quartelada quase sem força política e nenhum apoio popular… É o início do primeiro Estado de Exceção Republicano da História do Brasil, que destituiu o último Imperador Brasileiro. Sem o conhecimento da população, Em 24 horas D. Pedro II com sua família foram expulsos sem o menor respeito do Território Nacional, como se fossem perigosos criminosos, às escondidas na calada da noite em exílio para a Europa, e seus bens foram espoliados. Esta República de Mentira alienígena às nossas Raízes Históricas e a Legítima Identidade Nacional, seguiu convertendo nas escolas segundo seus mórbidos interesses sabotando a História… Reduziu o povo numa legião desorientada, sem identidade, sem referência de pátria, sem vontade própria, sem orgulho ou amor pelo seu país… Sem nada. Isso é destruir uma nação na sua essência. Numa tentativa de consertar esta grande lambança, os militares antes do Golpe 31 março de 1964 (mais um Contra-Golpe aplicado no Golpe de 15 de novembro de 1889), tentaram reparar o erro cometido pelo Exército Brasileiro em 1889, devolvendo a Monarquia Parlamentar aos brasileiros – Aos 05:30 do vídeo.

        06 • Em 15 de novembro de 1889, Deodoro da Fonseca influenciado por intrigas de alguns republicanos, liderou um punhado de jovens Cadetes junto à tropa local, nada expressiva em relação ao efetivo do Exército e da Armada Imperial (Marinha de Guerra), na Cidade do Rio de Janeiro. À margem da Lei, traiu a Nação Brasileira apunhalando pelas costas o seu Imperador amado pelo povo. Assim! sem honra ou grandeza, Deodoro se promove Presidente da República dos Estados Unidos do Brasil que inventou, inaugurando a primeira Ditadura Militar da História do Brasil. O Golpe de Traição e Lesa-Pátria ocorreu na Praça da Aclamação (atual Praça da República) na Cidade do Rio de Janeiro, então Capital do Império do Brasil. Num ato inconstitucional, um grupo de militares do Exército Brasileiro liderados pelo aliciado Marechal Deodoro da Fonseca, destituiu arbitrariamente alheio a opinião pública o Imperador D. Pedro II amado pelo povo, assumindo o poder no país.

        07 • “Na noite de 15 de novembro de 1889, foi constituído o Governo Provisório da República recém-proclamada, tendo como chefe o Marechal Deodoro, com poderes ditatoriais. O Ministério foi composto de republicanos históricos, como Campos Sales, Benjamin Constant Botelho de Magalhães, Quintino Bocaiuva, e de liberais da Monarquia que aderiram de primeira hora ao novo regime, como Ruy Barbosa, Almirante Eduardo Wandenkolk e o Marechal Floriano Peixoto como Vice-Presidente do primeiro Estado de Exceção que inventaram. Toda a composição do novo governo republicano, era formada por membros regulares da Maçonaria Brasileira. Deodoro, o primeiro Ditador da História do Brasil, foi o 13º Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil, eleito a 19 de dezembro de 1889 e empossado a 24 de março de 1890.”

        08 • Ainda nesta mesma noite do dia 15, na casa de Deodoro, foi decidido pelo Decreto nº 1, de 15 de Novembro de 1889, que se faria um Referendo Popular, para que o povo brasileiro aprovasse ou não, por meio do voto, a República que inventaram. Porém esse Plebiscito só ocorreu 104 anos depois em 1993, pelo artigo segundo do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição de 1988, quando todos que possuíam algum parâmetro comparativo entre o Império e a República haviam morrido; além da República nestes 104 anos ter tido tempo mais do que suficiente para desconstruir a Aura Democrática (considerada a mais liberal do seu tempo) da Monarquia Parlamentar Constitucional Representativa do Império do Brasil, no decorrer de quatro gerações nos bancos das escolas… Obviamente que o povo na ocasião votou naquilo que mais conhecia: na República Presidencialista.

        09 • Em seu Art. 1º, o decreto informa que a proclamação da república inicialmente não foi um ato acabado, mas sim uma medida provisória. No Art. 7º, quando assume o compromisso de consultar a nação para saber se o povo concordava com a mudança do regime, o Governo Provisório se declara consciente de que isso, a consulta, era um dever do novo governo, e que então haveria um plebiscito para legitimar a nova forma de governo. Esse compromisso é bem claro no Art. 7º na parte em que diz: “aguardando, como lhe cumpre, o pronunciamento definitivo do voto da nação, livremente expressado pelo sufrágio popular”. Assim, o Decreto nº 1 do Governo Provisório, que se declara provisório, implicitamente porque o novo regime também o era, nos diz duas coisas bem claras que infelizmente foram esquecidas:
        1) Não houve uma mudança de regime de forma definitiva, logo de início, mas sim provisória.
        2) Foi prometido um plebiscito para confirmar a mudança, mas isso só foi feito mais de cem anos após, em 1993.

        10 • Uma das alegações dos republicanos para a derrubada da Monarquia, era o que eles chamavam de custo excessivo da Família Imperial… Mesmo assim! o então recém Ditador Deodoro se remunera com um salário correspondente ao dobro do que esta família recebia. Além do banimento ocorreu confisco dos bens (particulares) da família imperial. Praticamente todos os bens e pertences dos Orleans e Bragança foram leiloados. (…) Sustentar uma Família Imperial ou Real é muito mais barato do que sustentar um Presidente e sua Família. Na monarquia sustenta-se apenas a Família do Monarca, em certos casos apenas o Monarca e o Herdeiro. Na República Brasileira, por exemplo, sustenta-se o presidente, sua família e assessores, sustentam-se também todos os ex-presidentes (pelas aposentadorias “concedidas” ao fim de seus mandatos), inclusive aqueles que por algum motivo, na falta do presidente eleito, ocuparam a presidência da república, ou seja, o vice-presidente, os presidentes do Senado e Câmara federal ou o ministro do Supremo Tribunal Federal que tenham ocupado, mesmo que por apenas um dia a presidência. Esta República também continua sustentando até os Ex-Presidentes depostos e/ou suas viúvas. (…)

        11 • Insuflados pelos radicais positivistas, pela maçonaria e apoiados pelos fazendeiros, os militares depuseram o gabinete do Visconde de Ouro Preto e instauraram uma ditadura republicana. O livro analisa as motivações do golpe republicano e traz informações importantes sobre as revoltas e ressentimentos pessoais do líder Benjamin Constant contra o monarca, fator considerado decisivo para a realização da quartelada que ensejou a proclamação a República. Os chamados “ideais republicanos”, na verdade, constituiriam um simples pano de fundo para justificar a insurreição que mudou a forma de Governo em 1889. “Na época da Proclamação da República o país passava por grande desenvolvimento. As novidades européias foram rapidamente absorvidas na moda, no transporte, nas comunicações, no turismo. Por exemplo, o navio a vapor fazia grande sucesso e na cosmopolita cidade do Rio de Janeiro falava-se ao lado do português, o francês. Ruas calçadas percorridas por charmosos bondes elétricos faziam parte da paisagem carioca. Indubitavelmente, o país mudava econômica e politicamente, pois novos Estados eram criados, exigindo sofisticada máquina administrativa. Cabo submarino ligava o Brasil à Europa e aos Estados Unidos facilitando as comunicações. A imprensa e o mercado editorial prosperavam. O Brasil, graças às dimensões e ao desenvolvimento, era um Império Tropical”.

        12 • Imediatamente após o dia 15 de novembro, durante todo o dia 16 de novembro a Família Imperial ficou presa e praticamente incomunicável no Paço da Cidade (o povo neste ínterim, não sabia o que acontecia de fato). Por volta de três horas da tarde, ouviu-se o estrépito de patas de cavalos, era um esquadrão da cavalaria. Liderado pelo Major Frederico Solón, o mesmo que houvera espalhado o boato, na Rua do Ouvidor, de que Dom Pedro II decretara a prisão de Deodoro e Benjamin Constant (o que precipitou o golpe, com a cavalaria na rua). Este subiu as escadas do palácio com uma mensagem para o imperador. Foi introduzido no Salão chamado das Damas, onde se encontrava a Família Imperial. Era o comunicado do Governo Provisório da República, notificando o Imperador de sua destituição, e lhe dando um prazo de 24 horas para deixar o país. Mas os republicanos temiam que o povo, que vendo o Imperador e sua família sendo humilhados pelas ruas do Rio se rebelassem. Resolveram então que a Família Imperial deveria embarcar na madrugada de 17 de novembro de 1889, às escondidas, na calada da noite.

        13 • D. Teresa Cristina, a Imperatriz do Brasil, que sempre tivera uma postura digna e reservada diante de assuntos políticos, chorava convulsamente no momento da partida forçada. Afirmaria ao Barão de Jaceguai que a tentava consolar, pedindo-lhe resignação. – “Tenho-a e muito. Mas a resignação não impede as lágrimas. E como deixar de verte-las, ao sair desta minha terra, que nunca mais hei de ver”. A madrugada do embarque para o exílio era chuvosa e o mar estava revolto com graves riscos para as embarcações. Dom Pedro II sofria uma crise aguda do diabetes e embarcou, com dificuldade, amparado por seu médico particular, o Dr. Mota Maia, que com ele seguiu viagem. Foi nesse contexto dramático que a Família Imperial rumou para o exílio. Segundo suas próprias palavras, Isabel deixou a pátria aos soluços, sob as ordens e intimações do tenente-coronel João Nepomuceno Mallet, que mais tarde iria insurgir-se contra o próprio Governo Republicano que ele ajudou a instalar.

        14 • Não faltou quem quisesse reagir, como foi o caso do Almirante Tamandaré, mas Dom Pedro II recusou qualquer reação e pacificamente deixou o território nacional, para entrar na História. O Imperador debilitado por uma crise de diabetes, não teve condições nem tempo de pensar. Preso com a sua família sem que o povo soubesse (detido segundo os republicanos), a Família Imperial brasileira foi banida às escondidas, na calada da noite em menos de 24 horas, e o Brasil inaugurou a República sob forte crise, com fechamento do Congresso, banimentos, censura à imprensa, perseguição de jornalistas, autoritarismos. A inflação disparou e a economia entrou em crise. E assim foi praticamente durante toda a primeira década do primeiro Regime de Exceção Republicano Brasileiro… (…)

        15 • A pequena Quadrilha de Conspiradores, logo descartou a Bandeira Imperial, substituindo-a por uma caricatura (Bandeira Provisória) da Bandeira dos Estados Unidos da América do Norte, idealizada por Ruy Barbosa. Simplesmente foram adulteradas as cores das 13 listras horizontais, para correspondentes verdes e amarelas, e a quantidade de estrelas referente aos Estados. Esta réplica republicana da bandeira dos E.U.A. foi hasteada ao Mastro do Navio Alagoas, que conduziu a Família Imperial banida do solo brasileiro rumo ao exílio. O nome Estados Unidos do Brasil só foi alterado em 1968 durante o último Regime Militar.

        16 • “Na manhã do dia 19 de novembro, o Marechal Deodoro recebia em sua casa alguns republicanos, liderados por Lopes Trovão, os quais iam submeter, já como fato consumado, à sua apreciação, o projeto da nova Bandeira do Brasil. Deodoro, porém, desejava manter a antiga Bandeira Imperial, dela retirando apenas a Coroa, e considerou a bandeira que lhe fora apresentada por Lopes Trovão como um arremedo grosseiro da bandeira dos Estados Unidos. Os republicanos insistiram que só restava a Deodoro oficializar a bandeira por eles apresentada, pois a mesma já tremulava em alto mar, no mastro do Alagoas, navio que conduzia o Imperador deportado com sua família ao exílio. Irritado, o Marechal deu um soco na mesa, exclamando: Senhores, mudamos o regime, não a Pátria! Nossa Bandeira é reconhecidamente bela e não vamos mudá-la de maneira nenhuma!”. URL da Primeira Bandeira Nacional da República dos Estados Unidos do Brasil (Bandeira Provisória)

        17 • Os republicanos ficaram sem resposta e a sua bandeira foi, posteriormente, para o Museu da Marinha, ficando conhecida como a “Bandeira Provisória da República”, embora nunca tenha sido oficializada. Diante da decisão inflexível de Deodoro, foram mantidos na bandeira nacional o losango amarelo no retângulo verde, da antiga Bandeira do Império, substituindo-se as Armas da Monarquia, por uma esfera celeste, tendo ao centro o Cruzeiro do Sul, e cortada por uma faixa branca, com o mote Ordem e Progresso. A bandeira foi desenhada por Teixeira Mendes, presidente do Apostolado Positivista do Brasil, com o auxílio de Miguel Lemos e do professor de Astronomia Manuel Pereira Reis. URL da atual Bandeira Nacional da República Brasileira.

        18 • As condições humilhantes a que foram submetidos a família imperial brasileira, provam o total despreparo, a incapacidade, e o desrespeito a nação brasileira pelos homens que usurparam o poder e proclamaram a República. A Imperatriz deposta D. Tereza Cristina, foi a primeira vítima do dia 15 de novembro. Durante o processo de expulsão/banimento “O traslado foi difícil. Chovia e o mar esta encrespado. Riscos de escorregões e afogamento não faltaram. O traslado se fez de madrugada. Praticamente pendurados por cabos, oscilando de uma embarcação para a outra, a Imperatriz dava gritos que penalizavam a todos”. Durante toda a viagem marítima que conduziu a Família Imperial Brasileira rumo ao exílio, Teresa Cristina esteve em estado de choque, entorpecida pelo tratamento rude que os republicanos dedicaram à dinastia deposta. Ao embaixador da Áustria presente no embarque, perguntou: “Que fizemos para sermos tratados como criminosos?” No desembarque em Portugal retirou-se para um hotel simples na cidade do Porto, onde sentiu-se mal. Um médico chamado às pressas nada pôde fazer.

        19 • D. Teresa Cristina, após o banimento (expulsão sumária da Família Imperial em 24 horas do Solo Brasileiro), não resistindo as atribulações das últimas semanas desde o Golpe de Traição e Lesa-Pátria de 15 de novembro de 1889, logo após a chegada do Vapor Alagoas à Portugal, acabou por falecer no exílio. Nos seus últimos instantes, ainda confidenciou à Baronesa de Japurá: “Maria Isabel, eu não morro de doença. Morro de dor e desgosto”. Suas últimas palavras teriam sido: “Brasil, terra abençoada que nunca mais verei”. Era 28 de dezembro de 1889. Os jornais europeus comentaram a morte da imperatriz. Le Figaro escreveu em 29 de dezembro de 1889: “A Europa saudará respeitosamente esta Imperatriz morta sem trono, e dir-se-á, falando-se dela: sua morte é o único desgosto que ela causou a seu marido durante quarenta e seis anos de casamento”. No Brasil de 1890 deram-se 13 leilões dos bens da Casa Imperial – objetos, móveis e semoventes. Procederam à avaliação dos móveis, carros, animais e objetos existentes na Quinta da Boa Vista, e os vindos do Paço da Cidade. O Juiz da 2ª vara, Dr. Honório Coimbra nomeou para proceder ao leilão o leiloeiro Joaquim Dias dos Santos. Francisco Marques dos Santos, em seu artigo intitulado O leilão do Paço de São Cristóvão, publicado no Anuário do Museu Imperial, vol. 1, 1940, fala dos absurdos, da desordem, da avaliação arbitrária e venda forçada dos bens da família.

        20 • Em uma viagem a Paris, Ruy Barbosa se encontra com D. Pedro II e fala: “Majestade, me perdoe, eu não sabia que a República era isso”, tamanha era a decepção com o estado do país após a proclamação da República. Em 1892 abandona a bancada do Senado, depois de feita a justificativa em discurso. Dias mais tarde lança um manifesto à nação no qual diz a famosa frase: “Com a lei, pela lei e dentro da lei; porque fora da lei não há salvação. Eu ouso dizer que este é o programa da República”. Em 23 de abril do mesmo ano sobe as escadarias do Supremo Tribunal Federal, sob ameaça de morte, para defender, como patrono voluntário, o habeas corpus dos desterrados de Cucui.

        21 • Em 14 de dezembro do mesmo ano, Ruy Barbosa, então ministro da Fazenda da República dos Estados Unidos do Brasil, mandou queimar os livros de matrícula de escravos existentes nos cartórios das comarcas e registros de posse e movimentação patrimonial envolvendo todos os escravos, o que foi feito ao longo de sua gestão e de seu sucessor. A razão alegada para o gesto teria sido apagar “a mancha” da escravidão do passado nacional. Todavia, especialistas afirmam que Ruy Barbosa quis, com a medida, inviabilizar o cálculo de eventuais indenizações que vinham sendo pleiteadas pelos antigos proprietários de escravos. Apenas onze dias depois da Abolição da Escravatura pelo ainda Regime Monárquico Imperial, um projeto de lei foi encaminhado à Câmara, propondo ressarcir senhores dos prejuízos gerados com a medida.

        22 • Certo dia D. Pedro II realizou um longo passeio pelo Rio Sena em carruagem aberta, apesar da temperatura extremamente baixa. Ao retornar para o Hotel Bedford à noite, sentiu-se resfriado. A doença evoluiu nos dias seguintes até tornar-se uma pneumonia. O estado de saúde de Pedro II rapidamente piorou até a sua morte às 00:35 da manhã do dia 5 de dezembro de 1891. Suas últimas palavras foram: “Deus que me conceda esses últimos desejos—paz e prosperidade para o Brasil.” Enquanto preparavam seu corpo, um pacote lacrado foi encontrado no quarto com uma mensagem escrita pelo próprio Imperador: “É terra de meu país, desejo que seja posta no meu caixão, se eu morrer fora de minha pátria”. O pacote que continha terra de todas as províncias brasileiras foi colocada dentro do caixão.

        23 • Os membros do governo republicano brasileiro, “temerosos da grande repercussão que tivera a morte do Imperador”, negaram qualquer manifestação oficial. Contudo, o povo brasileiro não ficou indiferente ao falecimento de Pedro II, pois a “repercussão no Brasil foi também imensa, apesar dos esforços do governo para a abafar. Houve manifestações de pesar em todo o país: comércio fechado, bandeiras a meio pau, toques de finados, tarjas pretas nas roupas, ofícios religiosos”. Foram realizadas “missas solenes por todo o país, seguidas de pronunciamentos fúnebres em que se enalteciam D. Pedro II e o Regime Monárquico”.

        24 • Os brasileiros se mantiveram apegados a figura do Imperador popular a quem consideravam um herói e continuaram a vê-lo como o Pai do Povo personificado. Esta visão era ainda mais forte entre os brasileiros negros ou de ascendência negra, que acreditavam que a monarquia representava a libertação. O fenômeno de apoio contínuo ao Monarca deposto é largamente devido a uma noção generalizada de que ele foi “um governante sábio, benevolente, austero e honesto” Esta visão positiva de Pedro II, e nostalgia por seu reinado, apenas cresceu a medida que a nação rapidamente caiu sob o efeito de uma série de crises políticas e econômicas que os brasileiros acreditavam terem ocorridas devido a deposição do Imperador. Ele nunca cessou de ser considerado um herói popular, mas gradualmente voltaria a ser um herói oficial.

        25 • Surpreendentemente fortes sentimentos de culpa se manifestaram dentre os republicanos, que se tornaram cada vez mais evidentes com a morte do Imperador no exílio. Eles elogiavam Pedro II, que era visto como um modelo de ideais republicanos, e a era imperial, que acreditavam que deveria servir de exemplo a ser seguido pela jovem república. No Brasil, as notícias da morte do Imperador “causaram um sentimento genuíno de remorso entre aqueles que, apesar de não possuirem simpatia pela restauração, reconheciam tanto os méritos quanto as realizações de seu falecido governante.”

        26 • Exilada, espoliada, com a saúde frágil, extremamente abalada pela morte de dois de seus filhos (Antônio, em 1918, e Luís, em 1920), a Princesa Isabel faleceu em 14 de novembro de 1921. Foi sepultada no cemitério local, de onde seria trasladada em 6 de julho de 1953 para um jazigo no Mausoléu Imperial da Catedral de Petrópolis. Como afirma Nelly Martins Ferreira Candeias: “A Princesa Isabel conviveu com o predomínio agrário do tempo e declínio dos escravagistas marginalizados pelo golpe fatal da Abolição. Enfrentou a ideologia republicana dos adversários, a extinção da monarquia e as tristezas do exílio.”

        27 • O período de 1889 até 1930, chamado de República Velha, também ficou conhecido como “Primeira República”, “República dos Bacharéis”, “República Maçônica” e “República da Bucha”, pois todos os presidentes civis daquela época eram bacharéis em direito. Quase todos foram formados na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da Universidade de São Paulo, exceto Epitácio Pessoa. Artur Bernardes iniciou os estudos de direito na Faculdade Livre de Direito (atual Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais) e o concluiu em São Paulo. Quase todos eram membros da Maçonaria.

        28 • Quase todos, menos Epitácio Pessoa, foram membros de uma sociedade secreta da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da Universidade de São Paulo, chamada de “Bürschenschaft Paulista”, ou “Studentenverbindung” (algo como confraria da camaradagem, em alemão), mais conhecida como “Bucha”, criada, em 1831, pelo professor Julius Frank (1808 – 1841). Os membros da Bucha procuravam, quando alcançavam um alto cargo político, chamar seus colegas da Bucha para sua equipe. Carlos Lacerda descreveu assim a Bucha: “Uma sociedade secreta em que os sujeitos confiavam nos companheiros, digamos “da mesma origem”, que passam pelas faculdades, futuras elites dirigentes. Um dia, um sobe e chama o outro para ser governador, para ser secretário, para ser ministro e assim por diante.” — Carlos Lacerda

        29 • Os candidatos de oposição à presidência da República também foram maçons: Ruy Barbosa, também membro da Bucha, foi três vezes candidato, o Grão-Mestre Lauro Sodré, foi duas vezes candidato e o Ex-Presidente da República (1909-1910) e Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil, Nilo Peçanha foi candidato de oposição em 1922. Afrânio de Melo Franco que governou de fato o Brasil quando Delfim Moreira adoeceu também era da Bucha. Epitácio Pessoa foi o único presidente civil que não pertenceu à Bucha, pois bacharelou-se em direito em Recife.

        30 • “De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.” (Ruy Barbosa) Frase de um dos Traidores da Pátria que após a tragédia do Golpe de estado de 15 de novembro de 1889, vendo a grande lambança na primeira Ditadura Republicana da História do Brasil que talvez ingenuamente ajudou que se consumasse… Arrependido, percebeu tardiamente as virtudes da Democracia da Monarquia Parlamentar (Constitucional) do Império do Brasil que desprezou, quando se deu conta que haviam substituído e reduzido o Respeitado Império que ombreava com as outras três potências do planeta, a um país ditatorial de terceira categoria. Pelas suas discordâncias e ameaças recebidas… Exilou-se na Monarquia da Inglaterra.

        31 • Eleito pelo Congresso Nacional (indiretamente), Deodoro iniciou seu mandato sob forte tensão política. Tinha a oposição do Congresso e da população devido à crise econômica que a mudança do regime provocou. Tal ato gerou violenta reação, fazendo com que, entre agosto e novembro de 1891, o Congresso tentasse aprovar a “Lei de Responsabilidades”, que reduzia os poderes do presidente. Deodoro contra-atacou a decisão do Congresso e em 3 de novembro de 1891, decretou a dissolução do Congresso, lançando um “Manifesto à Nação” para explicar as razões do seu ato. Enquanto isso, tropas militares cercaram os prédios do legislativo e prenderam líderes oposicionistas e a imprensa do Distrito Federal foi posta sob censura total, decretando, assim, o estado de sítio no país. Este fato entrou para a história como o Golpe de Três de Novembro e foi o último feito de Deodoro em sua carreira política, pois alguns dias depois renunciaria ao mandato de presidente.

        32 • A primeira Revolta da Armada (Marinha de Guerra) ocorreu no dia 23 de novembro de 1891, quando o Almirante Custódio de Melo, acionado por Floriano Peixoto, a bordo do Encouraçado Riachuelo, ameaçou bombardear o Rio de Janeiro caso Deodoro não renunciasse. O Marechal Deodoro, então, cedeu às pressões e renunciou ao cargo de Presidente da República, entregando o poder ao Vice-Presidente, Floriano Peixoto.

        33 • Os Estados Unidos, nação que os republicanos brasileiros preconizavam como padrão a ser imitado pelo Brasil, retardaram o reconhecimento oficial da República Brasileira até 29 de janeiro de 1890. De acordo com seu então presidente Benjamin Harrison, o reconhecimento foi adiado até que fosse comprovado que o novo governo teria apoio popular (…). O Império Alemão reconheceu o governo republicano brasileiro em 29 de novembro de 1890. A Grã-Bretanha aguardou que se promulgasse a nova Constituição, e só em 4 de maio de 1891 o representante diplomático do Brasil foi recebido pela Rainha Vitória do Reino Unido. Até o fim de 1891, a República Brasileira estava reconhecida por todas as nações civilizadas. Só o Império Russo é que não quis reconhecer o novo regime, senão depois do falecimento de D. Pedro II ocorrido em 5 de dezembro de 1891 (dois anos após ser traído), por ato de 26 de maio de 1892.

        34 • Os membros do governo republicano brasileiro, “temerosos da grande repercussão que tivera a morte do Imperador”, negaram qualquer manifestação oficial. Contudo, o povo brasileiro não ficou indiferente ao falecimento de Pedro II, pois a “repercussão no Brasil foi também imensa, apesar dos esforços do governo para a abafar. Houve manifestações de pesar em todo o país: comércio fechado, bandeiras a meio pau, toques de finados, tarjas pretas nas roupas, ofícios religiosos”. Foram realizadas “missas solenes por todo o país, seguidas de pronunciamentos fúnebres em que se enalteciam D. Pedro II e o Regime Monárquico.

        35 • “Maior prova de arrependimento e vergonha, daquele que encarnava a virtude do exército não poderia existir. A República foi proclamada sem grandeza à custa de mentiras, e seu proclamador quis ser enterrado sem a farda que caracterizava a instituição que dizia liderar. E hoje temos paradoxo do Brasil se pretender democrático e sério, e fazer um FERIADO NACIONAL em dia de GOLPE DE ESTADO.

        36 • Nos países desenvolvidos de verdade, não existe coisa semelhante. O que se comemora no dia 15 de novembro é o dia da Alta Traição, talvez seja por isso um feriado ao qual o povo brasileiro não dá a mínima importância. Inconscientemente nós sabemos que não há o que comemorar… Quem tem um pingo de dignidade e honra, sabe que é a data da Vergonha Nacional, pois a História do Brasil Republicano fala por si própria, e a realidade republicana que vivemos é a prova viva da tragédia começada naquela infeliz data.

        37 • Maior prova de que os protagonistas daquele movimento sabiam dos seus atos de traição contra àquele que juraram defender, é a atitude do Marechal Floriano nos movimentos de consolidação do regime, agindo com arbítrio e violência, numa seqüência de prisões e assassinatos de opositores, pois sabia o marechal, que restaurada a Monarquia, seu destino seria a forca, que está destinada aos traidores, então de ferro o marechal não tinha nada, pensava somente em garantir a integridade do seu pescoço.

        38 • “Concidadãos, contra a Constituição e contra a integridade da própria Nação, o Chefe do Executivo [Floriano Peixoto] mobilizou o Exército discricionariamente, pô-lo em pé de guerra e despejou-o nos infelizes Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Contra quem? Contra o inimigo do exterior, contra estrangeiros? Não. O Vice-Presidente armou brasileiros contra brasileiros; levantou legiões de supostos patriotas, levando o luto, a desolação e a miséria a todos os ângulos da República (…). Sentinela do Tesouro Nacional como prometera, o chefe do Executivo perjurou, iludiu a Nação, abrindo com mão sacrílega as arcas do erário público a uma política de suborno e corrupção. (…) Viva a Nação Brasileira! Viva a República! Viva a Constituição! – Capital da República, 6 de setembro de 1893. Contra-Almirante Custódio José de Melo” (in: Jornal do Brasil)”

        39 • Em 6 de setembro de 1893, um grupo de altos oficiais da Marinha exigiu a imediata convocação dos eleitores para a escolha dos governantes. Entre os revoltosos estavam os almirantes Saldanha da Gama, Eduardo Wandenkolk e Custódio de Melo, ex-ministro da Marinha e candidato declarado à sucessão de Floriano. Sua adesão refletia o descontentamento da Armada com o pequeno prestígio político da Marinha em comparação ao do Exército. No movimento encontravam-se também jovens oficiais e muitos monarquistas.

        40 • A revolta teve pouco apoio político e popular na Cidade do Rio de Janeiro, onde a partir de 13 de setembro diversas unidades encouraçadas trocaram tiros com a artilharia dos fortes em poder do Exército. Houve sangrenta batalha na Ponta da Armação, em Niterói, área guarnecida por aproximadamente 3.000 governistas, os quais eram compostos entre outros por batalhões da Guarda Nacional. A capital do estado do Rio de Janeiro, então a Cidade de Niterói, foi transferida para a Cidade de Petrópolis em 1894, de onde só retornou em 1903. Sem chance de vitória na Baía da Guanabara, os revoltosos dirigiram-se para sul do país. Alguns efetivos desembarcam na Cidade de Desterro (atual Florianópolis) e tentaram, inutilmente, articular-se com os federalistas gaúchos.

        41 • No conflito conhecido como Revolta da Armada, ao final do século XIX, no alvorecer da recém proclamada República Brasileira, o seu segundo Presidente da República, Marechal Floriano Peixoto, apoiado pelo Exército Brasileiro e pelo Partido Republicano Paulista, conteve esse movimento de rebelião surgido na Marinha de Guerra, em março de 1894, e para o qual fez adquirir, às pressas, no exterior, por meio do empresário e banqueiro estadunidense Charles R. Flint, alguns navios de guerra, a chamada “frota de papel”.

        42 • Essa frota, adquirida nos Estados Unidos, foi também denominada pelos governistas como “Esquadra Flint” e viajou, para o Brasil, do porto de Nova York nos Estados Unidos da América, até a Baía de Guanabara, no Estado do Rio de Janeiro, tripulada por mercenários estadunidenses. De acordo com Joaquim Nabuco, as tropas contratadas para auxiliar o Governo federal eram “a pior escória de filibusteiros americanos”. Era uma esquadra improvisada, com embarcações obsoletas e alguns navios de uso comercial transformados em navios de guerra.

        43 • A partir daí a República de Mentira dos Estados Unidos do Brasil praticamente desmantelou a imponente Indústria Naval do Império; passando a condição de ridículo país de terceira categoria, mero importador das sucatas dos outros. A dependência tecnológica só se agigantou. As Repúblicas da França e dos Estados Unidos da América do Norte agradeceram. No último gabinete do regime monárquico o Ministro da Marinha, o Almirante José da Costa Azevedo, Barão do Ladário, deixou um amplo projeto que estava preste a ser realizado (…) Entretanto jamais levado adiante com o mesmo espírito de Grandeza Imperial. É o início do retrocesso.

        44 • O Golpe de Estado que instaurou a República no Brasil não foi bem aceito pelos militares da Armada Imperial. Marinheiros foram rechaçados a tiros ao darem vivas ao Imperador quando este estava aprisionado no Paço Imperial. O Marquês de Tamandaré implorou ao seu amigo Dom Pedro II que o permitisse debelar o golpe, mas, este o negou tal possibilidade (talvez tenha sido o Grande erro de D. Pedro II). O idoso almirante, com quase noventa anos de idade, seria preso mais tarde por ordem do ditador Floriano Peixoto sob a acusação de financiar militares monarquistas na Revolução Federalista.

        45 • Não se consegue ver nada de sensato na curiosa sucessão de desastres ocorridos após o Golpe republicano que descaracterizou e mutilou este país, fazendo com que perdesse seu status de nação respeitada, perdesse o seu rumo, a autonomia e a auto-estima, adotando um permanente sentimento de inferioridade perante os outros povos, que numa ridícula postura submissa, suas culturas passou a admirar e imitar… Enquanto suas Raízes Históricas e a Legítima Identidade Nacional, criminosamente foram sabotadas por uma República de Mentira importada, que seguiu convertendo segundo seus mórbidos interesses, reduzindo o povo numa legião desorientada, sem identidade, sem referência de pátria, sem vontade própria, sem orgulho ou amor pelo seu país… Sem nada. Isso é destruir uma nação na sua essência. Esta República de Mentira nada acrescentou de útil, virtuoso e verdadeiro ao Brasil.

        46 • Existe um paradoxo entre as posturas das Repúblicas, quanto suas autoridades de opinarem sobre Golpe de Estado Inconstitucional, quando 99% delas principiaram com um criminoso Golpe de Estado. No caso da Fundação do primeiro Estado de Exceção da História do Brasil em 1889, houve um genocídio nos seus 10 primeiros anos de fracassos em nome da sua consolidação, onde 200.000 pessoas foram mortas; a maioria delas sumariamente, numa época em que a população brasileira era 11 vezes menor que a atual, o que corresponde quantitativamente na atualidade a 2.000.000 de mortos. Quando estas repúblicas questionam seus golpes menores dados nos Golpes delas mesmas, é o mesmo que se estivessem questionando suas próprias legitimidades.

        47 • A tragédia da experiência republicana brasileira definitivamente acabou com o Brasil. Esse Moralmente Ilegítimo Regime caricaturado das Repúblicas dos outros, principiou na ilegalidade inaugurando o primeiro e mais sanguinário Estado de Exceção da História do Brasil. Ditadura Militar que para se consolidar nos seus 10 primeiros anos de fracassos, massacrou impiedosamente em torno de 200.000 brasileiros, o que corresponderia na atualidade a um genocídio de 2.000.000 de pessoas (inclusive mulheres, crianças, anciões e ex-escravos), sendo a maioria monarquistas contrários a arbitrária ilegítima imposição republicana. A França quanto o Brasil que a imitou, possuem históricos de Repúblicas Malfadadas: 1ª República, 2ª República… 6ª República. Nesse Travestido Brasil Republicano, ainda não satisfeitos com a tragédia dos sucessivos fracassos que foram essas Seis Repúblicas que acabaram com o Brasil, Políticos priorizando suas ambições pessoais e coalizões, pretendem continuar insistindo nos mesmos erros, colando os cacos dessa moralmente Ilegítima Fracassada Decadente Republicana, com o lodo das suas lambanças, iludindo os brasileiros que desta vez os resultados finalmente serão diferentes, REFUNDANDO a desgraça que foram estas Seis Repúblicas no Brasil com as suas burrices, uma tal de 7ª República Salvadora da Pátria.

        48 • A maioria das mazelas do país, em todos os âmbitos, se resume neste Sistema Republicano Presidencialista de Governo alienígena as nossas raízes históricas. Há uma dívida genocida que esta República de Mentira finge que esqueceu. Enquanto essa dívida não for ao menos reconhecida oficialmente, a Nação Brasileira estará condenada ao fracasso. Este fato vem historicamente sendo comprovado nestes tortuosos meandros desta Ilegal República, que foi imposta por alguns maçons republicanos sem uma consulta popular. Ignorá-la tem sido o pior dos caminhos. O resultado desta insanidade republicana aí está para que todos vejam. Não existe saída para o Brasil mantendo-se esta Caricatura de Forma de Governo Republicano. As Crises Constitucionais cada vez mais se agigantam nesta Decadente REPÚBLICA. Fazem menções e comparações entre os Mandos e Desmandos dos Governos… Lembram dos 12 Estados de Sítios, 17 Atos Institucionais, 6 Dissoluções do Congresso, 19 Revoluções ou Intervenções Militares, 2 Renuncias Presidenciais, 3 Presidentes Impedidos, 4 Presidentes Depostos, 6 Constituições Diferentes, 4 Ditaduras e 9 Governos Autoritários… Ao longo destes últimos 125 anos dos tortuosos meandros de falcatruas, fracassos… Ilusões. Se limitam a discutir apenas os efeitos da desgraça que tem sido esta República, e ninguém, por conveniência ou burrice… Questiona a República em si.

        49 • E ainda tem gente que defende a manutenção desse Ilegítimo Modelo Republicano de Governo Brasileiro, iludido com não sei o mais o quê?… Acreditando que simplesmente basta colar os cacos com o lodo do fundo do fosso dessa fossa moral republicana pela 12ª vez, nestes tortuosos angustiantes meandros de retrocessos e fracassos, que já perdura por quase o dobro do nosso Período Imperial… Insistindo em investir nos mesmos erros históricos à partir da lambança desastrosa e criminosa de 15 de novembro de 1889, acreditando que reinventar uma nova República adubada com o esterco da 1ª Ditadura da História do Brasil, germinada com o sangue das execuções sumárias… Sem reconhecer oficialmente seus crimes a partir de 1889; sem discutir a legitimidade do Golpe em si, e do genocídio que se seguiu nos seus primeiros 7 anos de violenta repressão de “consolidação” republicana… E mesmo assim, alheio a todas estas mazelas republicanas, supõe que é o melhor caminho ou a solução. Ou por alguma outra razão estranha, ainda defende alguma tese admitindo uma suposta esperança de se obter desta vez resultados diferentes…

        50 • Não satisfeitos agora mais uma vez querem REFUNDAR a desgraça que foi e está sendo esta 6ª REPÚBLICA, reinventando uma tal 7ª República salvadora da pátria, porque finalmente descobrem que não tem funcionado como pretendiam ou pretendem… Nem a abusiva arrecadação de impostos tem sido suficiente para manter aFarra Republicana. Nada falam do GOLPE DE ESTADO, que numa trágica mágica reduziu o IMPÉRIO DO BRASIL que ombreava com as três mais poderosas nações do planeta, à condição de NAÇÃO DE TERCEIRA CATEGORIApertencente a um Terceiro-Mundismo que providencialmente inventaram, lambuzada no pegajoso lodo do submundo de um inimaginável Mar de Esgoto, Paraíso deste suposto Violentado Estado Democrático de Direito, dirigido por Organizações Criminosas Interpartidárias Aliadas e Coligadas ao Poder Constituído da República Federativa do Brasil. Isso à eles não interessa. Até parece, que por alguma razão estranha estes Senhores nas suas fúteis particulares utopias republicanas acreditam mesmo que o Brasil foi inventado pela República em 15 de novembro de 1889, marco fundamental da inauguração da primeira DITADURA BRASILEIRA.

        NOSSO DESTINO DE GRANDEZA FOI INTERROMPIDO POR UMA TRAIÇÃO.
        Essa República de Mentira nada acrescentou de útil, virtuoso e verdadeiro ao Brasil. Por mais que me esforce, não consigo ver nobreza alguma em vossos representantes políticos republicanos brasileiros… Tampouco algo em suas atitudes que os honrem ou engrandeçam.
        Emanuel Nunes Silva

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      • Nesses 127 anos de República, quais foram as vitórias? Três golpes de estado, cinco repúblicas, três ditaduras, seis constituições, inflação na casa dos quadrilhões (não, você não leu errado), censura aos meios de comunicação, tortura, estagnação do crescimento econômico, moeda fraca, aumento da desigualdade social e por aí vai.

        Entretanto, num passado distante, o Brasil tomava um rumo diferente em busca da plena democracia, crescimento econômico e tecnológico. Você vai conhecer esta parte do Império que foi esquecida (ocultada, na verdade) dos livros de história. Antes de mais nada, retire suas dúvidas e se esclareça sobre a monarquia.

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      • Claro, lesotho é um país extremamente pobre da África, e durante a guerra fria o EUA e a Nato apoiaram ditaduras em países no mundo todo( inclusive o Brasil) para que os líderes acabassem com a influência do comunismo no mundo. Sua pobreza e instabilidade governamental são as causas para que o governo seja tão “pra lá e pra cá” e improdutivo.

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    • Você defendeu a monarquia atacando a propria KFLÇDSFKÇLSDKFSDÇLFKDSÇFL
      Claro que a republica não vai funcionar num povo semi selvagem como nós, desde que não funciona faz 129 anos, acho que já é suficiente pra dizer que esse nosso lado não civilizado, ainda não aprendeu a não corromper, e fazer golpe de estados não acha?

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  2. 1 – O fato dos escândalos independem do tipo de regime governamental, existem em todos os países.
    2 – A Presidência Brasileira é muito mais cara que a Casa Real Britânica (a mais cara monarquia), sendo a segunda uma importante geradora de lucros ao governo (mais lucro que gastos).
    3 – O Brasil já foi um império, e teve estabilidade política, econômica e social durante mais de meio século. E naquela época o Brasil era quase do mesmo tamanho que hoje.
    4 – Na verdade, a República foi repudiada logo em seu início pela população, que via em D. Pedro e na Princesa Isabel as figuras de verdadeiros líderes. À época do golpe republicano, o império passava pelo seu auge de aceitação popular. Não é à toa que houveram muitas revoltas populares.
    5 – Numa monarquia absolutista isso é verdade, numa Monarquia Parlamentar Constitucional não.
    6 – Para isso serviria o Parlamento, que seria constituído de pessoas de diversas áreas e especialidades.
    7 – Esse é um assunto que não possuo domínio, pois me falta conhecimento em economia para tal. Mas acredito que um governo sério e bem intencionado para com o povo procurará administrar o erário da forma eficiente, independente do regime.
    8 – Concordo, por isso mesmo a Monarquia deve ser aliada ao Parlamentarismo, para que sejam aproveitadas todas as vantagens institucionais.
    9 – A continuidade, a meu ver, só traz vantagens. Se o rei não cumprir o seu dever, pode ser deposto pelo parlamento.
    10 – A democracia plena é burra. Precisa-se de um líder que conheça o seu território, seu povo, e sua política para tomar decisões que sejam as melhores para o povo. Gosto de ver o rei como um pai, e o povo como o seu filho. E todos nós sabemos o que acontece quando se faz absolutamente tudo o que uma criança quer, rs.

    Desculpe por ter me alongado, mas essa é apenas a minha opinião, e não é imutável. Seja qual for a forma de governo, todas são imperfeitas e podem não ser o que prometem se o seu líder for mal intencionado ou mal preparado. Mas acredito que a monarquia faria muito bem para o Brasil. Pena que por enquanto, é apenas um sonho distante… Quem sabe um dia!

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    • 2 ► Isso não invalida o fato de que uma monarquia é como sustentar uma dinastia que não foi eleita e vive de benefícios de forma hereditária.

      3 ► MITO.
      Houve muitas revoltas na época imperial. A princesa Isabel só assinou lei Aurea por pressão, pois Dom Pedro II por exemplo sabia que o que mantia o imperio era a escravidão. Depois de liberto os escravos os donos de terra nao viram mais motivo pra apoiar monarquia. E ainda havia o perigo do Brasil ser governado por um estrangeiro após D. Pedro II, o Conde d’Eu. Muita gente não via com bons olhos ter um estrangeiro governando aqui.

      4 ► A republica implantada do jeito que foi pelo Marechal Deodoro sim, mas não a republica em si.
      Voce tem cneso da população da epoca pra afirmar com absoluta certeza a aceitação popular? E detalhe: quem era considerado povo na epoca? Os donos de terras ricos, ex-escravos?

      5 ► E um republica parlamentar, por que nao pode em vez de monarquia? Nao convem botar uma familia de novo no poder so por capricho ideologico-politico.

      __ Contra-exemplo: Lesoto — monarquia constitucional, nem por isso é desenvolvido e teve muitos golpes de estado:

      https://pt.wikipedia.org/wiki/Lesoto
      https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADtica_do_Lesoto

      __ Curiosamente, Tailandia (predominatemente Budista; mas mesmo essa teve golpe de estado em 2014) e Brunei (predominatemente Islamica; com monarquia ) ambos com IDH alto, não devido a tradição moral conservadora ocidental cristã.

      FONTES:
      https://pt.wikipedia.org/wiki/Brunei
      https://pt.wikipedia.org/wiki/Tail%C3%A2ndia
      https://pt.wikipedia.org/wiki/Golpe_de_Estado_na_Tail%C3%A2ndia_em_2014

      6 ► Nisso concordo. Mas republica tambem pode ser parlamentarista. Entao qual diferencial favoravel a monarquia em vez da republica?

      7 ► Certo. Entao a discussão sobre implantar monarquia tendo que mudar toda maquina e sistema pra haver adaptação se torna irrelevante.

      8 ► Novamente pergunto: Por que nao republica parlamentarista?

      9 ► Isso ja acontece na Republica. E tao tentando fazer impeachment. Ainda voce nao mostrou vantagem da monarquia sobre republica.

      10 ► Ou seja um salvado-da-patria, um caudilho. Pensamento tipico de latino que nao conhece a democracia e nem tenta ver democracia, confundindo democracia com “liberou geral”.

      RESUMINDO: EUA é maior republica não-parlamentarista do mundo e desenvolvido. A questão nao é politica mas economica-cientifica-educacional. Querer mudar forma de governo pra ver se Brasil se desenvolver é pensamento muito comum de terceiro-mundistas.

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      • OI concordo com vc, qual a vantagem de colocar uma família de forma vitalícia num sistema de poder onde “dizem” que quem manda é o primeiro ministro?? Só mais um bando de parasitas pra gente sustentar?? Eu creio que isto de primeiro ministro nos países que tem monarquias antigas foi um jeito de modernizar a administração sem mexer com o povo que idolatra gente como se fosse deus, por puro condicionamento. Parece um jardim da infância, precisam de paizinho, affff. Agora aqui que já nos livramos desse absurdo, vamos regredir?? dizendo que é a única forma de melhorar?? absurdo.

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      • Pois é Regina. E me parece quem é mais entusiasta dessa coisa sao os mais jovens, muito provavelmente influenciados por midias de extrema-direita q virou moda hj em dia. Eu citei exemplos num post q fiz mostrando exemplo e contra-exemplos de paises com monarquia que eram parlamentares e eram pobres (como Lesoto); e tinha um com IDH alto mas era islamico (Brunei), que cristoas irão torcer o nariz ignorar pra não admitir.

        E detalhe mais importante: Note que TODOS PAÍSES com monarquia são relativamente pequenos e NENHUM tem dimensões continentais como Brasil.

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      • Nunca li tanta baboseira e falacias de quem defende monarquia.

        Deixar claro q o fato de um país de ser monarquia nao impede dele ser desenvolvido, assim como o fato dele ser monarquia nao é causa desenvolvimento

        Chega cansa ver mesmas lorotas sobre lorotas pra defender monarquia, citando Canadá como exemplo, q na vdd nem é monarquia de forma direta mas faz parte da Commonwealth britanica. Porque ignoram exemplos de varios outros vassalos do Reino Unido como Jamaica e muitos outros paises do Caribe, q sao pobres?

        Podem postar blogs cheios de blablabla q da vtde de dormir pois nao argumentam, so contam estorinhas eruditas pra elogiar monarquia. Parece uma opera chata e repetitiva.

        Podem continuar crendo na utopia de vcs.

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      • 10 MOTIVOS PARA SER A FAVOR DA MONARQUIA 1. De natureza política – o Rei é supra partidário – condição fundamental (única) para arbitragem dos Partidos ou forças políticas, e de toda a esfera política, deste modo, garantindo o interesse nacional. O Rei é, portanto, livre, não estando penhorado pelo seu passado político-partidário; 2. De natureza histórica – A Chefia de Estado sendo efetuada por descendência confere uma linha de continuidade histórica à Nação. Neste sentido, incrementa e mantém o sentimento de pertença, tanto do Chefe de Estado como do Povo; 3. De competência – O Rei tem uma formação específica para o cargo desde muito cedo, incomparável à formação arbitrária ou casual de um candidato presidencial; a formação é, desde o início, totalmente vocacionada para o exercício da Chefia do Estado; 4. De natureza Comunicacional/Institucional – A permanência no cargo de Chefe de Estado confere ao Rei uma notoriedade inigualável. Isto permite uma maior projeção da imagem do País em todo o mundo; 5. De natureza ética e moral – O Rei é o garante da preservação dos valores morais da Nação, permitindo a coesão e harmonia sociais; 6. De natureza patrimonial cultural – Tendo uma profunda comunhão histórica, a Monarquia tem uma especial preocupação pelo patrimônio arquitectónico e cultural, tendo sempre presente uma política de conservação do mesmo, perspectivando-o como legado cultural e agente formador da cultura nacional. 7. De natureza sentimental/emocional – O orgulho nacional constitui uma força anímica com efeitos muito surpreendentes, apenas sustentado por uma Monarquia; 8. De natureza diplomática – Numa visita oficial a outro País, o Rei é uma figura nacional isenta não criando a possibilidade de colisão ideológica e política com a realidade política do País que visita; 9. Sustentabilidade da Paz – Eventuais casamentos entre Casas Reais são autênticos pilares da Paz, que atenuam ou eliminam sentimentos de adversidades nacionais; 10. Despesa da Chefia do Estado – A Monarquia pesa menos no Orçamento de Estado que a república. Na Monarquia não existem Chefes de Estado de 4 em 4 anos com as consequentes pensões vitalícias de reforma. Além disso, a Casa Real tem a fatia orçamental que o Parlamento decidir;

        50 Motivos para não se apoiar o Regime Republicano Brasileiro

        A tragédia do Golpe de Traição e Lesa-Pátria, executada por alguns membros da Seita Positivista de Auguste Comte que acabou com o Brasil

        01 • O Brasil foi o único país das Américas que fez sua independência não se tornando uma República. – Mas e o Canadá?… O Canadá, um dos países mais desenvolvidos do mundo, é uma monarquia parlamentar constitucional, que tem como Chefe de Estado na atualidade a Rainha Elizabeth II (Isabel II). “Ao contrário de seus vizinhos (inclusive dos Estados Unidos da América do Norte, e do Canadá), o Brasil tornou-se independente e soberano sob um Imperador. D. Pedro I e seu filho D. Pedro II cumpriram um enorme trabalho histórico de criação e afirmação de um país gigantesco, entregando-o unido, indiviso, falando um mesmo idioma, sem enclaves estrangeiros, com suas fronteiras praticamente definidas, livre da escravidão e aceitando uma transição para a república democrática feita sem derramamento de sangue*. Como imperadores, personificavam um poder do Estado – o Poder Moderador – que dirimia dúvidas e dava a última palavra nos mais graves assuntos nacionais. Seus atos políticos não eram sujeitos a julgamento, pois eram inimputáveis.” *A princípio sim… Entretanto, principalmente após a morte de D. Pedro II em 5 de dezembro de 1891, a República massacrou impiedosamente nos seus 10 primeiros anos de consolidação em torno de 200.000 opositores ao novo regime, numa época em que a população brasileira era 11 vezes menor que a atual.

        02 • Segundo João Camillo Torres, a razão da existência do Poder Moderador era devido ao fato de que o monarca, pela continuidade dinástica, não fazendo parte de grupos, classes, nem possuindo ligações regionais, não devendo seu poder a partidos, grupos econômicos, não tendo promessas eleitorais a cumprir, não precisando de “pensar no futuro” – o futuro de sua família estará garantido se a paz e a grandeza nacional estiverem preservadas – que não está sujeito à tentação de valer-se de uma rápida passagem pelo seu governo para tirar benefícios e vantagens particulares à custa da nação, deixando o ônus a seus sucessores.

        03 • Dentre todas as Ex-Colônias até 1889, o Império do Brasil foi o que mais prosperou ombro a ombro com os EUA, chegando ao status de 4ª potência global. O Brasil do Reinado de Pedro II foi uma nação próspera e internacionalmente respeitada, que detinha a liderança incontestável na América Latina. De 1880 até o Golpe de 1889, a Armada Imperial (Marinha de Guerra) com os navios de guerra mais poderosos do hemisfério ocidental, foi a terceira do planeta, que somada à Marinha Mercante foi a segunda Marinha da terra. O Imperador era amado e venerado pelo povo brasileiro, e respeitado no exterior, tanto pelos seus ideais democráticos liberais e progressistas, quanto por suas ações.

        04 • O primeiro partido republicano no Brasil foi o Partido Republicano Paulista, (PRP), criado na Convenção de Itu em 1873. O PRP era um partido legalizado apesar de o Brasil ser uma Monarquia. O PRP conseguiu eleger apenas três deputados na Assembléia Geral de Deputados durante toda a sua existência no Império do Brasil (1822-1889), porém, conseguiu infiltrar-se no meio militar, o que foi decisivo para a Queda da Democracia daMonarquia Parlamentar Constitucional Representativa Imperial Brasileira, conseguintemente do Imperador Dom Pedro II. A despeito da intensa propaganda republicana, a idéia da mudança de regime político não ecoava no país. Em 1884, foram eleitos para a Câmara dos Deputados, apenas três republicanos. Na legislatura seguinte, apenas um conseguiu ser eleito. Na última eleição parlamentar realizada no Império do Brasil, a 31 de agosto de 1889, o Partido Republicano só elegeu dois Deputados. Percebendo que não conseguiriam realizar seu projeto político pelo voto, os republicanos contrariando a democracia da Monarquia Parlamentar (Constitucional) Representativa do Império do Brasil, optaram por concretizar seus ideais alienígenas adversos à autêntica Identidade Nacional pelos piores caminhos possíveis. Apelando sem honra ou grandeza pela traição. Com o Golpe Militar de 15 de novembro de 1889, foi inaugurada a primeira e mais sangrenta Ditadura da História do Brasil. Neste sentido a República Brasileira além de assassina, continua sendo moralmente ilegal (fora da lei) e marginal. O resultado aí está para que todos vejam e reflitam.

        05 • O fim do próspero e respeitado Império do Brasil foi decretado em 15 de novembro de 1889, pelo Marechal Deodoro da Fonseca com um Golpe de Traição e Lesa-Pátria, sob a forma de uma quartelada quase sem força política e nenhum apoio popular… É o início do primeiro Estado de Exceção Republicano da História do Brasil, que destituiu o último Imperador Brasileiro. Sem o conhecimento da população, Em 24 horas D. Pedro II com sua família foram expulsos sem o menor respeito do Território Nacional, como se fossem perigosos criminosos, às escondidas na calada da noite em exílio para a Europa, e seus bens foram espoliados. Esta República de Mentira alienígena às nossas Raízes Históricas e a Legítima Identidade Nacional, seguiu convertendo nas escolas segundo seus mórbidos interesses sabotando a História… Reduziu o povo numa legião desorientada, sem identidade, sem referência de pátria, sem vontade própria, sem orgulho ou amor pelo seu país… Sem nada. Isso é destruir uma nação na sua essência. Numa tentativa de consertar esta grande lambança, os militares antes do Golpe 31 março de 1964 (mais um Contra-Golpe aplicado no Golpe de 15 de novembro de 1889), tentaram reparar o erro cometido pelo Exército Brasileiro em 1889, devolvendo a Monarquia Parlamentar aos brasileiros – Aos 05:30 do vídeo.

        06 • Em 15 de novembro de 1889, Deodoro da Fonseca influenciado por intrigas de alguns republicanos, liderou um punhado de jovens Cadetes junto à tropa local, nada expressiva em relação ao efetivo do Exército e da Armada Imperial (Marinha de Guerra), na Cidade do Rio de Janeiro. À margem da Lei, traiu a Nação Brasileira apunhalando pelas costas o seu Imperador amado pelo povo. Assim! sem honra ou grandeza, Deodoro se promove Presidente da República dos Estados Unidos do Brasil que inventou, inaugurando a primeira Ditadura Militar da História do Brasil. O Golpe de Traição e Lesa-Pátria ocorreu na Praça da Aclamação (atual Praça da República) na Cidade do Rio de Janeiro, então Capital do Império do Brasil. Num ato inconstitucional, um grupo de militares do Exército Brasileiro liderados pelo aliciado Marechal Deodoro da Fonseca, destituiu arbitrariamente alheio a opinião pública o Imperador D. Pedro II amado pelo povo, assumindo o poder no país.

        07 • “Na noite de 15 de novembro de 1889, foi constituído o Governo Provisório da República recém-proclamada, tendo como chefe o Marechal Deodoro, com poderes ditatoriais. O Ministério foi composto de republicanos históricos, como Campos Sales, Benjamin Constant Botelho de Magalhães, Quintino Bocaiuva, e de liberais da Monarquia que aderiram de primeira hora ao novo regime, como Ruy Barbosa, Almirante Eduardo Wandenkolk e o Marechal Floriano Peixoto como Vice-Presidente do primeiro Estado de Exceção que inventaram. Toda a composição do novo governo republicano, era formada por membros regulares da Maçonaria Brasileira. Deodoro, o primeiro Ditador da História do Brasil, foi o 13º Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil, eleito a 19 de dezembro de 1889 e empossado a 24 de março de 1890.”

        08 • Ainda nesta mesma noite do dia 15, na casa de Deodoro, foi decidido pelo Decreto nº 1, de 15 de Novembro de 1889, que se faria um Referendo Popular, para que o povo brasileiro aprovasse ou não, por meio do voto, a República que inventaram. Porém esse Plebiscito só ocorreu 104 anos depois em 1993, pelo artigo segundo do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição de 1988, quando todos que possuíam algum parâmetro comparativo entre o Império e a República haviam morrido; além da República nestes 104 anos ter tido tempo mais do que suficiente para desconstruir a Aura Democrática (considerada a mais liberal do seu tempo) da Monarquia Parlamentar Constitucional Representativa do Império do Brasil, no decorrer de quatro gerações nos bancos das escolas… Obviamente que o povo na ocasião votou naquilo que mais conhecia: na República Presidencialista.

        09 • Em seu Art. 1º, o decreto informa que a proclamação da república inicialmente não foi um ato acabado, mas sim uma medida provisória. No Art. 7º, quando assume o compromisso de consultar a nação para saber se o povo concordava com a mudança do regime, o Governo Provisório se declara consciente de que isso, a consulta, era um dever do novo governo, e que então haveria um plebiscito para legitimar a nova forma de governo. Esse compromisso é bem claro no Art. 7º na parte em que diz: “aguardando, como lhe cumpre, o pronunciamento definitivo do voto da nação, livremente expressado pelo sufrágio popular”. Assim, o Decreto nº 1 do Governo Provisório, que se declara provisório, implicitamente porque o novo regime também o era, nos diz duas coisas bem claras que infelizmente foram esquecidas:
        1) Não houve uma mudança de regime de forma definitiva, logo de início, mas sim provisória.
        2) Foi prometido um plebiscito para confirmar a mudança, mas isso só foi feito mais de cem anos após, em 1993.

        10 • Uma das alegações dos republicanos para a derrubada da Monarquia, era o que eles chamavam de custo excessivo da Família Imperial… Mesmo assim! o então recém Ditador Deodoro se remunera com um salário correspondente ao dobro do que esta família recebia. Além do banimento ocorreu confisco dos bens (particulares) da família imperial. Praticamente todos os bens e pertences dos Orleans e Bragança foram leiloados. (…) Sustentar uma Família Imperial ou Real é muito mais barato do que sustentar um Presidente e sua Família. Na monarquia sustenta-se apenas a Família do Monarca, em certos casos apenas o Monarca e o Herdeiro. Na República Brasileira, por exemplo, sustenta-se o presidente, sua família e assessores, sustentam-se também todos os ex-presidentes (pelas aposentadorias “concedidas” ao fim de seus mandatos), inclusive aqueles que por algum motivo, na falta do presidente eleito, ocuparam a presidência da república, ou seja, o vice-presidente, os presidentes do Senado e Câmara federal ou o ministro do Supremo Tribunal Federal que tenham ocupado, mesmo que por apenas um dia a presidência. Esta República também continua sustentando até os Ex-Presidentes depostos e/ou suas viúvas. (…)

        11 • Insuflados pelos radicais positivistas, pela maçonaria e apoiados pelos fazendeiros, os militares depuseram o gabinete do Visconde de Ouro Preto e instauraram uma ditadura republicana. O livro analisa as motivações do golpe republicano e traz informações importantes sobre as revoltas e ressentimentos pessoais do líder Benjamin Constant contra o monarca, fator considerado decisivo para a realização da quartelada que ensejou a proclamação a República. Os chamados “ideais republicanos”, na verdade, constituiriam um simples pano de fundo para justificar a insurreição que mudou a forma de Governo em 1889. “Na época da Proclamação da República o país passava por grande desenvolvimento. As novidades européias foram rapidamente absorvidas na moda, no transporte, nas comunicações, no turismo. Por exemplo, o navio a vapor fazia grande sucesso e na cosmopolita cidade do Rio de Janeiro falava-se ao lado do português, o francês. Ruas calçadas percorridas por charmosos bondes elétricos faziam parte da paisagem carioca. Indubitavelmente, o país mudava econômica e politicamente, pois novos Estados eram criados, exigindo sofisticada máquina administrativa. Cabo submarino ligava o Brasil à Europa e aos Estados Unidos facilitando as comunicações. A imprensa e o mercado editorial prosperavam. O Brasil, graças às dimensões e ao desenvolvimento, era um Império Tropical”.

        12 • Imediatamente após o dia 15 de novembro, durante todo o dia 16 de novembro a Família Imperial ficou presa e praticamente incomunicável no Paço da Cidade (o povo neste ínterim, não sabia o que acontecia de fato). Por volta de três horas da tarde, ouviu-se o estrépito de patas de cavalos, era um esquadrão da cavalaria. Liderado pelo Major Frederico Solón, o mesmo que houvera espalhado o boato, na Rua do Ouvidor, de que Dom Pedro II decretara a prisão de Deodoro e Benjamin Constant (o que precipitou o golpe, com a cavalaria na rua). Este subiu as escadas do palácio com uma mensagem para o imperador. Foi introduzido no Salão chamado das Damas, onde se encontrava a Família Imperial. Era o comunicado do Governo Provisório da República, notificando o Imperador de sua destituição, e lhe dando um prazo de 24 horas para deixar o país. Mas os republicanos temiam que o povo, que vendo o Imperador e sua família sendo humilhados pelas ruas do Rio se rebelassem. Resolveram então que a Família Imperial deveria embarcar na madrugada de 17 de novembro de 1889, às escondidas, na calada da noite.

        13 • D. Teresa Cristina, a Imperatriz do Brasil, que sempre tivera uma postura digna e reservada diante de assuntos políticos, chorava convulsamente no momento da partida forçada. Afirmaria ao Barão de Jaceguai que a tentava consolar, pedindo-lhe resignação. – “Tenho-a e muito. Mas a resignação não impede as lágrimas. E como deixar de verte-las, ao sair desta minha terra, que nunca mais hei de ver”. A madrugada do embarque para o exílio era chuvosa e o mar estava revolto com graves riscos para as embarcações. Dom Pedro II sofria uma crise aguda do diabetes e embarcou, com dificuldade, amparado por seu médico particular, o Dr. Mota Maia, que com ele seguiu viagem. Foi nesse contexto dramático que a Família Imperial rumou para o exílio. Segundo suas próprias palavras, Isabel deixou a pátria aos soluços, sob as ordens e intimações do tenente-coronel João Nepomuceno Mallet, que mais tarde iria insurgir-se contra o próprio Governo Republicano que ele ajudou a instalar.

        14 • Não faltou quem quisesse reagir, como foi o caso do Almirante Tamandaré, mas Dom Pedro II recusou qualquer reação e pacificamente deixou o território nacional, para entrar na História. O Imperador debilitado por uma crise de diabetes, não teve condições nem tempo de pensar. Preso com a sua família sem que o povo soubesse (detido segundo os republicanos), a Família Imperial brasileira foi banida às escondidas, na calada da noite em menos de 24 horas, e o Brasil inaugurou a República sob forte crise, com fechamento do Congresso, banimentos, censura à imprensa, perseguição de jornalistas, autoritarismos. A inflação disparou e a economia entrou em crise. E assim foi praticamente durante toda a primeira década do primeiro Regime de Exceção Republicano Brasileiro… (…)

        15 • A pequena Quadrilha de Conspiradores, logo descartou a Bandeira Imperial, substituindo-a por uma caricatura (Bandeira Provisória) da Bandeira dos Estados Unidos da América do Norte, idealizada por Ruy Barbosa. Simplesmente foram adulteradas as cores das 13 listras horizontais, para correspondentes verdes e amarelas, e a quantidade de estrelas referente aos Estados. Esta réplica republicana da bandeira dos E.U.A. foi hasteada ao Mastro do Navio Alagoas, que conduziu a Família Imperial banida do solo brasileiro rumo ao exílio. O nome Estados Unidos do Brasil só foi alterado em 1968 durante o último Regime Militar.

        16 • “Na manhã do dia 19 de novembro, o Marechal Deodoro recebia em sua casa alguns republicanos, liderados por Lopes Trovão, os quais iam submeter, já como fato consumado, à sua apreciação, o projeto da nova Bandeira do Brasil. Deodoro, porém, desejava manter a antiga Bandeira Imperial, dela retirando apenas a Coroa, e considerou a bandeira que lhe fora apresentada por Lopes Trovão como um arremedo grosseiro da bandeira dos Estados Unidos. Os republicanos insistiram que só restava a Deodoro oficializar a bandeira por eles apresentada, pois a mesma já tremulava em alto mar, no mastro do Alagoas, navio que conduzia o Imperador deportado com sua família ao exílio. Irritado, o Marechal deu um soco na mesa, exclamando: Senhores, mudamos o regime, não a Pátria! Nossa Bandeira é reconhecidamente bela e não vamos mudá-la de maneira nenhuma!”. URL da Primeira Bandeira Nacional da República dos Estados Unidos do Brasil (Bandeira Provisória)

        17 • Os republicanos ficaram sem resposta e a sua bandeira foi, posteriormente, para o Museu da Marinha, ficando conhecida como a “Bandeira Provisória da República”, embora nunca tenha sido oficializada. Diante da decisão inflexível de Deodoro, foram mantidos na bandeira nacional o losango amarelo no retângulo verde, da antiga Bandeira do Império, substituindo-se as Armas da Monarquia, por uma esfera celeste, tendo ao centro o Cruzeiro do Sul, e cortada por uma faixa branca, com o mote Ordem e Progresso. A bandeira foi desenhada por Teixeira Mendes, presidente do Apostolado Positivista do Brasil, com o auxílio de Miguel Lemos e do professor de Astronomia Manuel Pereira Reis. URL da atual Bandeira Nacional da República Brasileira.

        18 • As condições humilhantes a que foram submetidos a família imperial brasileira, provam o total despreparo, a incapacidade, e o desrespeito a nação brasileira pelos homens que usurparam o poder e proclamaram a República. A Imperatriz deposta D. Tereza Cristina, foi a primeira vítima do dia 15 de novembro. Durante o processo de expulsão/banimento “O traslado foi difícil. Chovia e o mar esta encrespado. Riscos de escorregões e afogamento não faltaram. O traslado se fez de madrugada. Praticamente pendurados por cabos, oscilando de uma embarcação para a outra, a Imperatriz dava gritos que penalizavam a todos”. Durante toda a viagem marítima que conduziu a Família Imperial Brasileira rumo ao exílio, Teresa Cristina esteve em estado de choque, entorpecida pelo tratamento rude que os republicanos dedicaram à dinastia deposta. Ao embaixador da Áustria presente no embarque, perguntou: “Que fizemos para sermos tratados como criminosos?” No desembarque em Portugal retirou-se para um hotel simples na cidade do Porto, onde sentiu-se mal. Um médico chamado às pressas nada pôde fazer.

        19 • D. Teresa Cristina, após o banimento (expulsão sumária da Família Imperial em 24 horas do Solo Brasileiro), não resistindo as atribulações das últimas semanas desde o Golpe de Traição e Lesa-Pátria de 15 de novembro de 1889, logo após a chegada do Vapor Alagoas à Portugal, acabou por falecer no exílio. Nos seus últimos instantes, ainda confidenciou à Baronesa de Japurá: “Maria Isabel, eu não morro de doença. Morro de dor e desgosto”. Suas últimas palavras teriam sido: “Brasil, terra abençoada que nunca mais verei”. Era 28 de dezembro de 1889. Os jornais europeus comentaram a morte da imperatriz. Le Figaro escreveu em 29 de dezembro de 1889: “A Europa saudará respeitosamente esta Imperatriz morta sem trono, e dir-se-á, falando-se dela: sua morte é o único desgosto que ela causou a seu marido durante quarenta e seis anos de casamento”. No Brasil de 1890 deram-se 13 leilões dos bens da Casa Imperial – objetos, móveis e semoventes. Procederam à avaliação dos móveis, carros, animais e objetos existentes na Quinta da Boa Vista, e os vindos do Paço da Cidade. O Juiz da 2ª vara, Dr. Honório Coimbra nomeou para proceder ao leilão o leiloeiro Joaquim Dias dos Santos. Francisco Marques dos Santos, em seu artigo intitulado O leilão do Paço de São Cristóvão, publicado no Anuário do Museu Imperial, vol. 1, 1940, fala dos absurdos, da desordem, da avaliação arbitrária e venda forçada dos bens da família.

        20 • Em uma viagem a Paris, Ruy Barbosa se encontra com D. Pedro II e fala: “Majestade, me perdoe, eu não sabia que a República era isso”, tamanha era a decepção com o estado do país após a proclamação da República. Em 1892 abandona a bancada do Senado, depois de feita a justificativa em discurso. Dias mais tarde lança um manifesto à nação no qual diz a famosa frase: “Com a lei, pela lei e dentro da lei; porque fora da lei não há salvação. Eu ouso dizer que este é o programa da República”. Em 23 de abril do mesmo ano sobe as escadarias do Supremo Tribunal Federal, sob ameaça de morte, para defender, como patrono voluntário, o habeas corpus dos desterrados de Cucui.

        21 • Em 14 de dezembro do mesmo ano, Ruy Barbosa, então ministro da Fazenda da República dos Estados Unidos do Brasil, mandou queimar os livros de matrícula de escravos existentes nos cartórios das comarcas e registros de posse e movimentação patrimonial envolvendo todos os escravos, o que foi feito ao longo de sua gestão e de seu sucessor. A razão alegada para o gesto teria sido apagar “a mancha” da escravidão do passado nacional. Todavia, especialistas afirmam que Ruy Barbosa quis, com a medida, inviabilizar o cálculo de eventuais indenizações que vinham sendo pleiteadas pelos antigos proprietários de escravos. Apenas onze dias depois da Abolição da Escravatura pelo ainda Regime Monárquico Imperial, um projeto de lei foi encaminhado à Câmara, propondo ressarcir senhores dos prejuízos gerados com a medida.

        22 • Certo dia D. Pedro II realizou um longo passeio pelo Rio Sena em carruagem aberta, apesar da temperatura extremamente baixa. Ao retornar para o Hotel Bedford à noite, sentiu-se resfriado. A doença evoluiu nos dias seguintes até tornar-se uma pneumonia. O estado de saúde de Pedro II rapidamente piorou até a sua morte às 00:35 da manhã do dia 5 de dezembro de 1891. Suas últimas palavras foram: “Deus que me conceda esses últimos desejos—paz e prosperidade para o Brasil.” Enquanto preparavam seu corpo, um pacote lacrado foi encontrado no quarto com uma mensagem escrita pelo próprio Imperador: “É terra de meu país, desejo que seja posta no meu caixão, se eu morrer fora de minha pátria”. O pacote que continha terra de todas as províncias brasileiras foi colocada dentro do caixão.

        23 • Os membros do governo republicano brasileiro, “temerosos da grande repercussão que tivera a morte do Imperador”, negaram qualquer manifestação oficial. Contudo, o povo brasileiro não ficou indiferente ao falecimento de Pedro II, pois a “repercussão no Brasil foi também imensa, apesar dos esforços do governo para a abafar. Houve manifestações de pesar em todo o país: comércio fechado, bandeiras a meio pau, toques de finados, tarjas pretas nas roupas, ofícios religiosos”. Foram realizadas “missas solenes por todo o país, seguidas de pronunciamentos fúnebres em que se enalteciam D. Pedro II e o Regime Monárquico”.

        24 • Os brasileiros se mantiveram apegados a figura do Imperador popular a quem consideravam um herói e continuaram a vê-lo como o Pai do Povo personificado. Esta visão era ainda mais forte entre os brasileiros negros ou de ascendência negra, que acreditavam que a monarquia representava a libertação. O fenômeno de apoio contínuo ao Monarca deposto é largamente devido a uma noção generalizada de que ele foi “um governante sábio, benevolente, austero e honesto” Esta visão positiva de Pedro II, e nostalgia por seu reinado, apenas cresceu a medida que a nação rapidamente caiu sob o efeito de uma série de crises políticas e econômicas que os brasileiros acreditavam terem ocorridas devido a deposição do Imperador. Ele nunca cessou de ser considerado um herói popular, mas gradualmente voltaria a ser um herói oficial.

        25 • Surpreendentemente fortes sentimentos de culpa se manifestaram dentre os republicanos, que se tornaram cada vez mais evidentes com a morte do Imperador no exílio. Eles elogiavam Pedro II, que era visto como um modelo de ideais republicanos, e a era imperial, que acreditavam que deveria servir de exemplo a ser seguido pela jovem república. No Brasil, as notícias da morte do Imperador “causaram um sentimento genuíno de remorso entre aqueles que, apesar de não possuirem simpatia pela restauração, reconheciam tanto os méritos quanto as realizações de seu falecido governante.”

        26 • Exilada, espoliada, com a saúde frágil, extremamente abalada pela morte de dois de seus filhos (Antônio, em 1918, e Luís, em 1920), a Princesa Isabel faleceu em 14 de novembro de 1921. Foi sepultada no cemitério local, de onde seria trasladada em 6 de julho de 1953 para um jazigo no Mausoléu Imperial da Catedral de Petrópolis. Como afirma Nelly Martins Ferreira Candeias: “A Princesa Isabel conviveu com o predomínio agrário do tempo e declínio dos escravagistas marginalizados pelo golpe fatal da Abolição. Enfrentou a ideologia republicana dos adversários, a extinção da monarquia e as tristezas do exílio.”

        27 • O período de 1889 até 1930, chamado de República Velha, também ficou conhecido como “Primeira República”, “República dos Bacharéis”, “República Maçônica” e “República da Bucha”, pois todos os presidentes civis daquela época eram bacharéis em direito. Quase todos foram formados na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da Universidade de São Paulo, exceto Epitácio Pessoa. Artur Bernardes iniciou os estudos de direito na Faculdade Livre de Direito (atual Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais) e o concluiu em São Paulo. Quase todos eram membros da Maçonaria.

        28 • Quase todos, menos Epitácio Pessoa, foram membros de uma sociedade secreta da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da Universidade de São Paulo, chamada de “Bürschenschaft Paulista”, ou “Studentenverbindung” (algo como confraria da camaradagem, em alemão), mais conhecida como “Bucha”, criada, em 1831, pelo professor Julius Frank (1808 – 1841). Os membros da Bucha procuravam, quando alcançavam um alto cargo político, chamar seus colegas da Bucha para sua equipe. Carlos Lacerda descreveu assim a Bucha: “Uma sociedade secreta em que os sujeitos confiavam nos companheiros, digamos “da mesma origem”, que passam pelas faculdades, futuras elites dirigentes. Um dia, um sobe e chama o outro para ser governador, para ser secretário, para ser ministro e assim por diante.” — Carlos Lacerda

        29 • Os candidatos de oposição à presidência da República também foram maçons: Ruy Barbosa, também membro da Bucha, foi três vezes candidato, o Grão-Mestre Lauro Sodré, foi duas vezes candidato e o Ex-Presidente da República (1909-1910) e Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil, Nilo Peçanha foi candidato de oposição em 1922. Afrânio de Melo Franco que governou de fato o Brasil quando Delfim Moreira adoeceu também era da Bucha. Epitácio Pessoa foi o único presidente civil que não pertenceu à Bucha, pois bacharelou-se em direito em Recife.

        30 • “De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.” (Ruy Barbosa) Frase de um dos Traidores da Pátria que após a tragédia do Golpe de estado de 15 de novembro de 1889, vendo a grande lambança na primeira Ditadura Republicana da História do Brasil que talvez ingenuamente ajudou que se consumasse… Arrependido, percebeu tardiamente as virtudes da Democracia da Monarquia Parlamentar (Constitucional) do Império do Brasil que desprezou, quando se deu conta que haviam substituído e reduzido o Respeitado Império que ombreava com as outras três potências do planeta, a um país ditatorial de terceira categoria. Pelas suas discordâncias e ameaças recebidas… Exilou-se na Monarquia da Inglaterra.

        31 • Eleito pelo Congresso Nacional (indiretamente), Deodoro iniciou seu mandato sob forte tensão política. Tinha a oposição do Congresso e da população devido à crise econômica que a mudança do regime provocou. Tal ato gerou violenta reação, fazendo com que, entre agosto e novembro de 1891, o Congresso tentasse aprovar a “Lei de Responsabilidades”, que reduzia os poderes do presidente. Deodoro contra-atacou a decisão do Congresso e em 3 de novembro de 1891, decretou a dissolução do Congresso, lançando um “Manifesto à Nação” para explicar as razões do seu ato. Enquanto isso, tropas militares cercaram os prédios do legislativo e prenderam líderes oposicionistas e a imprensa do Distrito Federal foi posta sob censura total, decretando, assim, o estado de sítio no país. Este fato entrou para a história como o Golpe de Três de Novembro e foi o último feito de Deodoro em sua carreira política, pois alguns dias depois renunciaria ao mandato de presidente.

        32 • A primeira Revolta da Armada (Marinha de Guerra) ocorreu no dia 23 de novembro de 1891, quando o Almirante Custódio de Melo, acionado por Floriano Peixoto, a bordo do Encouraçado Riachuelo, ameaçou bombardear o Rio de Janeiro caso Deodoro não renunciasse. O Marechal Deodoro, então, cedeu às pressões e renunciou ao cargo de Presidente da República, entregando o poder ao Vice-Presidente, Floriano Peixoto.

        33 • Os Estados Unidos, nação que os republicanos brasileiros preconizavam como padrão a ser imitado pelo Brasil, retardaram o reconhecimento oficial da República Brasileira até 29 de janeiro de 1890. De acordo com seu então presidente Benjamin Harrison, o reconhecimento foi adiado até que fosse comprovado que o novo governo teria apoio popular (…). O Império Alemão reconheceu o governo republicano brasileiro em 29 de novembro de 1890. A Grã-Bretanha aguardou que se promulgasse a nova Constituição, e só em 4 de maio de 1891 o representante diplomático do Brasil foi recebido pela Rainha Vitória do Reino Unido. Até o fim de 1891, a República Brasileira estava reconhecida por todas as nações civilizadas. Só o Império Russo é que não quis reconhecer o novo regime, senão depois do falecimento de D. Pedro II ocorrido em 5 de dezembro de 1891 (dois anos após ser traído), por ato de 26 de maio de 1892.

        34 • Os membros do governo republicano brasileiro, “temerosos da grande repercussão que tivera a morte do Imperador”, negaram qualquer manifestação oficial. Contudo, o povo brasileiro não ficou indiferente ao falecimento de Pedro II, pois a “repercussão no Brasil foi também imensa, apesar dos esforços do governo para a abafar. Houve manifestações de pesar em todo o país: comércio fechado, bandeiras a meio pau, toques de finados, tarjas pretas nas roupas, ofícios religiosos”. Foram realizadas “missas solenes por todo o país, seguidas de pronunciamentos fúnebres em que se enalteciam D. Pedro II e o Regime Monárquico.

        35 • “Maior prova de arrependimento e vergonha, daquele que encarnava a virtude do exército não poderia existir. A República foi proclamada sem grandeza à custa de mentiras, e seu proclamador quis ser enterrado sem a farda que caracterizava a instituição que dizia liderar. E hoje temos paradoxo do Brasil se pretender democrático e sério, e fazer um FERIADO NACIONAL em dia de GOLPE DE ESTADO.

        36 • Nos países desenvolvidos de verdade, não existe coisa semelhante. O que se comemora no dia 15 de novembro é o dia da Alta Traição, talvez seja por isso um feriado ao qual o povo brasileiro não dá a mínima importância. Inconscientemente nós sabemos que não há o que comemorar… Quem tem um pingo de dignidade e honra, sabe que é a data da Vergonha Nacional, pois a História do Brasil Republicano fala por si própria, e a realidade republicana que vivemos é a prova viva da tragédia começada naquela infeliz data.

        37 • Maior prova de que os protagonistas daquele movimento sabiam dos seus atos de traição contra àquele que juraram defender, é a atitude do Marechal Floriano nos movimentos de consolidação do regime, agindo com arbítrio e violência, numa seqüência de prisões e assassinatos de opositores, pois sabia o marechal, que restaurada a Monarquia, seu destino seria a forca, que está destinada aos traidores, então de ferro o marechal não tinha nada, pensava somente em garantir a integridade do seu pescoço.

        38 • “Concidadãos, contra a Constituição e contra a integridade da própria Nação, o Chefe do Executivo [Floriano Peixoto] mobilizou o Exército discricionariamente, pô-lo em pé de guerra e despejou-o nos infelizes Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Contra quem? Contra o inimigo do exterior, contra estrangeiros? Não. O Vice-Presidente armou brasileiros contra brasileiros; levantou legiões de supostos patriotas, levando o luto, a desolação e a miséria a todos os ângulos da República (…). Sentinela do Tesouro Nacional como prometera, o chefe do Executivo perjurou, iludiu a Nação, abrindo com mão sacrílega as arcas do erário público a uma política de suborno e corrupção. (…) Viva a Nação Brasileira! Viva a República! Viva a Constituição! – Capital da República, 6 de setembro de 1893. Contra-Almirante Custódio José de Melo” (in: Jornal do Brasil)”

        39 • Em 6 de setembro de 1893, um grupo de altos oficiais da Marinha exigiu a imediata convocação dos eleitores para a escolha dos governantes. Entre os revoltosos estavam os almirantes Saldanha da Gama, Eduardo Wandenkolk e Custódio de Melo, ex-ministro da Marinha e candidato declarado à sucessão de Floriano. Sua adesão refletia o descontentamento da Armada com o pequeno prestígio político da Marinha em comparação ao do Exército. No movimento encontravam-se também jovens oficiais e muitos monarquistas.

        40 • A revolta teve pouco apoio político e popular na Cidade do Rio de Janeiro, onde a partir de 13 de setembro diversas unidades encouraçadas trocaram tiros com a artilharia dos fortes em poder do Exército. Houve sangrenta batalha na Ponta da Armação, em Niterói, área guarnecida por aproximadamente 3.000 governistas, os quais eram compostos entre outros por batalhões da Guarda Nacional. A capital do estado do Rio de Janeiro, então a Cidade de Niterói, foi transferida para a Cidade de Petrópolis em 1894, de onde só retornou em 1903. Sem chance de vitória na Baía da Guanabara, os revoltosos dirigiram-se para sul do país. Alguns efetivos desembarcam na Cidade de Desterro (atual Florianópolis) e tentaram, inutilmente, articular-se com os federalistas gaúchos.

        41 • No conflito conhecido como Revolta da Armada, ao final do século XIX, no alvorecer da recém proclamada República Brasileira, o seu segundo Presidente da República, Marechal Floriano Peixoto, apoiado pelo Exército Brasileiro e pelo Partido Republicano Paulista, conteve esse movimento de rebelião surgido na Marinha de Guerra, em março de 1894, e para o qual fez adquirir, às pressas, no exterior, por meio do empresário e banqueiro estadunidense Charles R. Flint, alguns navios de guerra, a chamada “frota de papel”.

        42 • Essa frota, adquirida nos Estados Unidos, foi também denominada pelos governistas como “Esquadra Flint” e viajou, para o Brasil, do porto de Nova York nos Estados Unidos da América, até a Baía de Guanabara, no Estado do Rio de Janeiro, tripulada por mercenários estadunidenses. De acordo com Joaquim Nabuco, as tropas contratadas para auxiliar o Governo federal eram “a pior escória de filibusteiros americanos”. Era uma esquadra improvisada, com embarcações obsoletas e alguns navios de uso comercial transformados em navios de guerra.

        43 • A partir daí a República de Mentira dos Estados Unidos do Brasil praticamente desmantelou a imponente Indústria Naval do Império; passando a condição de ridículo país de terceira categoria, mero importador das sucatas dos outros. A dependência tecnológica só se agigantou. As Repúblicas da França e dos Estados Unidos da América do Norte agradeceram. No último gabinete do regime monárquico o Ministro da Marinha, o Almirante José da Costa Azevedo, Barão do Ladário, deixou um amplo projeto que estava preste a ser realizado (…) Entretanto jamais levado adiante com o mesmo espírito de Grandeza Imperial. É o início do retrocesso.

        44 • O Golpe de Estado que instaurou a República no Brasil não foi bem aceito pelos militares da Armada Imperial. Marinheiros foram rechaçados a tiros ao darem vivas ao Imperador quando este estava aprisionado no Paço Imperial. O Marquês de Tamandaré implorou ao seu amigo Dom Pedro II que o permitisse debelar o golpe, mas, este o negou tal possibilidade (talvez tenha sido o Grande erro de D. Pedro II). O idoso almirante, com quase noventa anos de idade, seria preso mais tarde por ordem do ditador Floriano Peixoto sob a acusação de financiar militares monarquistas na Revolução Federalista.

        45 • Não se consegue ver nada de sensato na curiosa sucessão de desastres ocorridos após o Golpe republicano que descaracterizou e mutilou este país, fazendo com que perdesse seu status de nação respeitada, perdesse o seu rumo, a autonomia e a auto-estima, adotando um permanente sentimento de inferioridade perante os outros povos, que numa ridícula postura submissa, suas culturas passou a admirar e imitar… Enquanto suas Raízes Históricas e a Legítima Identidade Nacional, criminosamente foram sabotadas por uma República de Mentira importada, que seguiu convertendo segundo seus mórbidos interesses, reduzindo o povo numa legião desorientada, sem identidade, sem referência de pátria, sem vontade própria, sem orgulho ou amor pelo seu país… Sem nada. Isso é destruir uma nação na sua essência. Esta República de Mentira nada acrescentou de útil, virtuoso e verdadeiro ao Brasil.

        46 • Existe um paradoxo entre as posturas das Repúblicas, quanto suas autoridades de opinarem sobre Golpe de Estado Inconstitucional, quando 99% delas principiaram com um criminoso Golpe de Estado. No caso da Fundação do primeiro Estado de Exceção da História do Brasil em 1889, houve um genocídio nos seus 10 primeiros anos de fracassos em nome da sua consolidação, onde 200.000 pessoas foram mortas; a maioria delas sumariamente, numa época em que a população brasileira era 11 vezes menor que a atual, o que corresponde quantitativamente na atualidade a 2.000.000 de mortos. Quando estas repúblicas questionam seus golpes menores dados nos Golpes delas mesmas, é o mesmo que se estivessem questionando suas próprias legitimidades.

        47 • A tragédia da experiência republicana brasileira definitivamente acabou com o Brasil. Esse Moralmente Ilegítimo Regime caricaturado das Repúblicas dos outros, principiou na ilegalidade inaugurando o primeiro e mais sanguinário Estado de Exceção da História do Brasil. Ditadura Militar que para se consolidar nos seus 10 primeiros anos de fracassos, massacrou impiedosamente em torno de 200.000 brasileiros, o que corresponderia na atualidade a um genocídio de 2.000.000 de pessoas (inclusive mulheres, crianças, anciões e ex-escravos), sendo a maioria monarquistas contrários a arbitrária ilegítima imposição republicana. A França quanto o Brasil que a imitou, possuem históricos de Repúblicas Malfadadas: 1ª República, 2ª República… 6ª República. Nesse Travestido Brasil Republicano, ainda não satisfeitos com a tragédia dos sucessivos fracassos que foram essas Seis Repúblicas que acabaram com o Brasil, Políticos priorizando suas ambições pessoais e coalizões, pretendem continuar insistindo nos mesmos erros, colando os cacos dessa moralmente Ilegítima Fracassada Decadente Republicana, com o lodo das suas lambanças, iludindo os brasileiros que desta vez os resultados finalmente serão diferentes, REFUNDANDO a desgraça que foram estas Seis Repúblicas no Brasil com as suas burrices, uma tal de 7ª República Salvadora da Pátria.

        48 • A maioria das mazelas do país, em todos os âmbitos, se resume neste Sistema Republicano Presidencialista de Governo alienígena as nossas raízes históricas. Há uma dívida genocida que esta República de Mentira finge que esqueceu. Enquanto essa dívida não for ao menos reconhecida oficialmente, a Nação Brasileira estará condenada ao fracasso. Este fato vem historicamente sendo comprovado nestes tortuosos meandros desta Ilegal República, que foi imposta por alguns maçons republicanos sem uma consulta popular. Ignorá-la tem sido o pior dos caminhos. O resultado desta insanidade republicana aí está para que todos vejam. Não existe saída para o Brasil mantendo-se esta Caricatura de Forma de Governo Republicano. As Crises Constitucionais cada vez mais se agigantam nesta Decadente REPÚBLICA. Fazem menções e comparações entre os Mandos e Desmandos dos Governos… Lembram dos 12 Estados de Sítios, 17 Atos Institucionais, 6 Dissoluções do Congresso, 19 Revoluções ou Intervenções Militares, 2 Renuncias Presidenciais, 3 Presidentes Impedidos, 4 Presidentes Depostos, 6 Constituições Diferentes, 4 Ditaduras e 9 Governos Autoritários… Ao longo destes últimos 125 anos dos tortuosos meandros de falcatruas, fracassos… Ilusões. Se limitam a discutir apenas os efeitos da desgraça que tem sido esta República, e ninguém, por conveniência ou burrice… Questiona a República em si.

        49 • E ainda tem gente que defende a manutenção desse Ilegítimo Modelo Republicano de Governo Brasileiro, iludido com não sei o mais o quê?… Acreditando que simplesmente basta colar os cacos com o lodo do fundo do fosso dessa fossa moral republicana pela 12ª vez, nestes tortuosos angustiantes meandros de retrocessos e fracassos, que já perdura por quase o dobro do nosso Período Imperial… Insistindo em investir nos mesmos erros históricos à partir da lambança desastrosa e criminosa de 15 de novembro de 1889, acreditando que reinventar uma nova República adubada com o esterco da 1ª Ditadura da História do Brasil, germinada com o sangue das execuções sumárias… Sem reconhecer oficialmente seus crimes a partir de 1889; sem discutir a legitimidade do Golpe em si, e do genocídio que se seguiu nos seus primeiros 7 anos de violenta repressão de “consolidação” republicana… E mesmo assim, alheio a todas estas mazelas republicanas, supõe que é o melhor caminho ou a solução. Ou por alguma outra razão estranha, ainda defende alguma tese admitindo uma suposta esperança de se obter desta vez resultados diferentes…

        50 • Não satisfeitos agora mais uma vez querem REFUNDAR a desgraça que foi e está sendo esta 6ª REPÚBLICA, reinventando uma tal 7ª República salvadora da pátria, porque finalmente descobrem que não tem funcionado como pretendiam ou pretendem… Nem a abusiva arrecadação de impostos tem sido suficiente para manter aFarra Republicana. Nada falam do GOLPE DE ESTADO, que numa trágica mágica reduziu o IMPÉRIO DO BRASIL que ombreava com as três mais poderosas nações do planeta, à condição de NAÇÃO DE TERCEIRA CATEGORIApertencente a um Terceiro-Mundismo que providencialmente inventaram, lambuzada no pegajoso lodo do submundo de um inimaginável Mar de Esgoto, Paraíso deste suposto Violentado Estado Democrático de Direito, dirigido por Organizações Criminosas Interpartidárias Aliadas e Coligadas ao Poder Constituído da República Federativa do Brasil. Isso à eles não interessa. Até parece, que por alguma razão estranha estes Senhores nas suas fúteis particulares utopias republicanas acreditam mesmo que o Brasil foi inventado pela República em 15 de novembro de 1889, marco fundamental da inauguração da primeira DITADURA BRASILEIRA.

        NOSSO DESTINO DE GRANDEZA FOI INTERROMPIDO POR UMA TRAIÇÃO.
        Essa República de Mentira nada acrescentou de útil, virtuoso e verdadeiro ao Brasil. Por mais que me esforce, não consigo ver nobreza alguma em vossos representantes políticos republicanos brasileiros… Tampouco algo em suas atitudes que os honrem ou engrandeçam.
        Emanuel Nunes Silva

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      • 2 – Vamos usar a lógica um momento: temos q sustentar alguém, isso é fato! Decida quem vc prefere. Eu prefiro o monarca, sai mais em conta;

        3 – As revoltas daquela época foram separatistas e msm assim a monarquia manteve a unidade nacional. Em sua maior parte ocorreram no período regencial (quando o pai´s teve como chefe de estado políticos). Dona Isabel assinou a Lei Aurea por mt mais q pressão, já era antigo o desejo de Dom Pedro de abolir a escravidão, inclusive ameaçando abdicar se o parlamento n declarasse ilegal o trafico de escravos no atlântico. O real motivo para o fim do Império foi a insatisfação dos oligarcas em perder seu patrimônio (escravos);

        4 – Há inúmeros exemplos de aceitação popular quanto à monarquia na época (como o dia-do-fico), porém, quanto à república: “o povo contemplou bestializado”;

        5 – O parlamentarismo e a monarquia constitucional se completam, uma garante rotatividade e a outra continuidade, além da monarquia garantir governabilidade e contra-peso. Imagine Lula presidente e Aécio primeiro-ministro? Um tentaria derrubar o outro. Imagine Lula presidente e Dilma primeira-ministra, Lula n a exoneraria se ela roubasse. O monarca suprapartidário garante neutralidade. Quanto aos exemplos… é claro q td há exceções. Há boas monarquias e más monarquias, assim como as repúblicas;

        6 – Contra-peso, neutralidade, continuidade… imagine uma empresa onde a cada 4 anos troca td: o diretor, o gerente, o salário, os direitos trabalhistas, as negociações. Onde a cada 4 anos eles desfazem oq foi feito e “começam dnv”, assim é a república.

        8 – O chefe de estado é o representante da pátria, mas tbm um juíz (moderador) e como tal n pode fazer parte de nenhum time (suprapartidário), senão, como exoneraria os companheiros de chapa?;

        9 – Os mecanismos constitucionais q permitem ao monarca coibir a corrupção n existem em uma república (nem poderiam, pois o presidente é comprometido com sua legenda) assim como os mecanismos q permitem ao parlamento exonerar o Imperador e coroar o herdeiro;

        10 – A verdadeira democracia n pode ser amparada somente pelo voto, é preciso existir plenamente, com o povo tomando decisões por meio de plebiscitos e referendos convocados pelo imperador (à exemplo do plebiscito q tirou a Inglaterra da UE).

        São muitos os motivos para se apoiar uma Monarquia Constitucional Parlamentar, eu nem citei os históricos, culturais, ideológicos, econômicos, só os políticos. Espero q compreenda meu ponto de vista, agradeço.

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      • ___ 3 ___

        E o movimento de independencia não foi separatista? A Republica era um desejo antigo já desde qdo foi bem-sucedida a independencia dos EUA q adotaram Republica. Desde dessa epoca e antes mesmo (já na Revolução Francesa) já se criticava despotismo, antigo regime, absolutismo, o “direito divino” dos reis, etc.

        Aliás a independencia fake do Brasil já teria sido combinada entre pai (D. Joao 6) e filho (D. Pedro) [Ele teria dito algo tipo “Filho caso o Brasil se torne independente, antes q seja pela sua mão do q por um aventureiro qualquer”], pois esse já sabia q movimentos de independencia ja iam ser tentados mais cedo ou mais tarde por influencia.

        Movimentos como esses ja demonstravam insatisfação com domínio e exploração por parte da casa real no Brasil:

        – Revolução Pernambucana –> Movimento pré-independencia. — Causas: influência das ideias Iluministas propagadas pelas sociedades maçônicas (sociedades secretas), a crise econômica regional, o absolutismo monárquico português e os enormes gastos da Família Real e seu séquito recém-chegados ao Brasil — o Governo de Pernambuco era obrigado a enviar para o Rio de Janeiro grandes somas de dinheiro para custear salários, comidas, roupas e festas da Corte, o que ocasionava o atraso no pagamento dos soldados, gerando grande descontentamento do povo brasileiro.

        – Confederação do Equador –> Era contra poder centralizador de Dom Pedro 1.

        A lista aqui:

        Conflitos na História do Brasil Império

        __ Primeiro Reinado

        Guerra da Independência: 1822-1823
        Independência da Bahia: 1821-1823
        Confederação do Equador: 1824
        Guerra contra as Províncias Unidas: 1825-1828
        Revolta dos Mercenários: 1828

        __ Período Regencial (se quiser pode ignorar essa ja q vc nao considera regencia como monarquia pra valer)

        Federação do Guanais: 1832
        Revolta dos Malês: 1835
        Cabanagem: 1835-1840
        Farroupilha: 1835-1845
        Sabinada: 1837-1838
        Balaiada: 1838-1841

        __ Segundo Reinado

        Revoltas Liberais: 1842
        Revolução Praieira: 1848-1850
        Guerra contra Oribe e Rosas: 1851-1852
        Ronco da Abelha: 1851-1852
        Questão Christie: 1863
        Guerra contra Aguirre: 1864
        Guerra do Paraguai: 1864-1870
        Questão Religiosa: 1872-1875
        Revolta dos Muckers: 1874
        Revolta do Quebra-Quilos: 1874-1875
        Questão Militar: década de 1880

        LEI AUREA –>

        Foi assinada mais por pressão sim. A Inglaterra derrubava muitos navios com escravos. Nao porque Inglaterra era boazinha, mas porque não compensava mais ter escravos; coisas como revolução industrial eliminaram necessidade de escravos, já que maquinas a vapor fazia trabalho de muitos escravos em muitas tarefas.

        Se D. Pedro II pessoalemnte queria extinguir escravidão, a contragosto ou não, isso não vem ao caso, ele manteve escravidão apenas pra se manter no poder. Não adianta dizer ou pensar ser contra escravidão e nao ter atitude.

        Eu não afirmo que REPUBLICA = DEMOCRACIA. Na Inglaterra Oliver Cromwell (puritano protestante) implantou uma DITADURA REPUBLICANA. Mas a questão é que não tem sentido se manter uma familia como herdeira de um imperio, seja ele simbolico (o q torna mais sem sentido ainda, seriam gastos desnecessarios, ainda q pequenos) ou não. Sou anti-vitalicio e anti-hereditariedade de poderes politicos, porque ainda q um governante tenha competencia isso não prova q seu parente (seja filho, sobrinho, etc) tenha. Ou vc acha q competencia é genética?

        ___ 4 ___

        Isso no inicio qdo população tava deslumbrada com “independencia” “executada” por Dom Pedro, e ain da tinha esperança de q o Brasil fosse algo tipo o q os EUA tavam se tornando.

        O Dia do fico era porque população receava que caso D. Pedro voltasse pra Portugal seria apenas um rei de submetido ao parlamento (q ja tinha tirado o PODER ABSOLUTO q D. João 6 teve), que tabem parecia demonstrar interesse na recolonização do Brasil.

        D. Pedro se aproveitou do carisma q tinha no começo e povo caiu direitinho se deixando levar pela emoção do momento (isso é comum é em países do terceiro mundo onde LÍDERES CARISMATICOS induzem o povo).

        Depois veio isso aqui: a decepção….

        OPOSIÇÃO POPULAR A D. PEDRO 1– NOITE DAS GARRAFADAS / MORTE DO JORNALISTA LIBERO BADARÓ –>

        A Noite das Garrafadas foi um episódio histórico do período do Brasil Imperial. Tudo começou no dia 20 de Novembro de 1830, com o assassinato do jornalista Líbero Badaró, fundador do “Observador Constitucional”, um periódico liberal, e conhecido por denunciar o autoritarismo de D. Pedro I em suas matérias.

        O crime foi cometido por quatro desconhecidos, mas a suspeita do assassinato ficou sobre o próprio governante, suspeita que foi aceita como fato por muitas pessoas na época. Cândido Jupiassu, ouvidor da comarca, chegou a ser preso como mandante do assassinato, mas acabou sendo libertado por falta de indícios que comprovassem seu envolvimento com o crime.

        A pressão ocasionada por esta situação fez com que D. Pedro viajasse para Minas Gerais em fevereiro de 1831. Porém, em cada cidade por onde passava ouvia os comentários de insatisfação do povo pela morte de Líbero Badaró, ao mesmo tempo que encontrava hostilidade por parte do povo mineiro, que murmurava contra ele à sua presença e vaiava aqueles que porventura o recebessem com educação.

        A morte do jornalista acabou dando a ele um título de mátir da liberdade, sendo amplamente divulgado pela impresa liberal.

        Com todos estes fatos que aumentavam a agitação no país, D. Pedro I volta ao Rio de Janeiro no dia 11 de Março, encontrando lá não só hostilidade mas oposição ferrenha, manifestada nas ruas da cidade. Durante os dias 12, 13 e 14 de Março aconteceram conflitos no Rio de Janeiro que envolviam os constitucionalistas, defensores da Assembléia Geral, e os absolutistas, portugueses adeptos do governo de D. Pedro.

        No dia 13 de Março, os portugueses organizaram uma festa de boas-vindas para D. Pedro, com o objetivo de promover suas ideias absolutistas e de tentar reanimar o governador. Aconteceu, porém que um conflito culminou com os ataques dos revoltosos liberais que utilizaram pedras e garrafas para destruir a ornamentação preparada para a recepção da Caravana Real. Aconteceu neste dia uma disputa violenta entre os aliados do imperador e os liberais que se opunham a ele.

        Os portugueses refugiaram-se em suas casas atirando de lá pedras e garrafas quebradas nos liberais. O conflito se prolongou nos dias seguintes, tendo D. Pedro feito várias tentativas para contê-lo, mas todas sem sucesso. A situação resultou na abdicação do trono por D. Pedro, em favor de seu filho que tinha apenas 5 anos de idade, D. Pedro de Alcântara, fato que aconteceu no dia 7 de Abril de 1831. D. Pedro deixou de ser imperador do Brasil e em seguida abandonou o pais.

        ___ 5 ___

        O parlamento da monarquia brasileira era uma piada. Poder moderador q nõa moderava nada, etc. Era só fachada e uma cópia e ainda malfeita do q seria um parlamentarismo monárquico constitucional.

        E parlamentarismo e a monarquia constitucional não são necessariamente complementares. Pode se ter República parlamentarista.

        O monarca suprapartidário garante neutralidade. isso no mundo das utopias. A parte principal da família real deixou bem claro inclinação pra direita (principalmente aqueles que querem manter direitos aristocraticos das elites), então qualquer partido que tivesse mais pontos em comum eles teriam tendencia de pender pra ele. Por que acha q um republicano nao poderia ser imparcial?

        ………………
        « é claro q td há exceções. Há boas monarquias e más monarquias, assim como as repúblicas; » ………………

        Se há boas e más monarquias/republicas então qual vantagem da monarquia sobre republica? Respondo: Na republica nao é vitalícia nem tem hereditariedade (nada de pessoas herdando o reino de mão beijada).

        Na republica o povo escolhe os lideres. Se eles são ruins isso é outra historia (afinal não dá pra ler pensamento nem prever o futuro). Mas pelo menos se dá pra fazer impeachment não é – e disso muitos anto-esquerda nao reclamam agora.

        ___ 6 ___

        Os monarquistas parecem sempre ignorar contra-exemplos como EUA, Alemanha, França, republicanos e desenvolvidos.

        ___ 7 ___

        Ver o item 5. Vc se repetiu nesse ponto.

        ___ 8 / 9 ___

        Vai dizer isso pros espanhois. Lá tem corrupção na familia real —>

        http://noticias.terra.com.br/mundo/europa/rei-da-espanha-e-criticado-por-cacar-elefantes-na-africa-durante-crise,cfebff0dfbada310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html

        ___ 10 ___

        Plesbiscistos podem ser feitos na Republica, isso já foi feito. Não há impedimento entre plesbiscito e Republica.

        ________________

        São muitos os motivos para NÃO apoiar uma Monarquia pseudo-Constitucional pseudo-Parlamentar (exemplo: Lesoto – Monarquia constitucional, nem por isso é desenvolvido e teve muitos golpes de estado), eu nem citei os históricos, culturais, ideológicos, econômicos, só os políticos. Espero q compreenda meu ponto de vista, agradeço.

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  3. Os países menos corruptos são Monarquias Parlamentaristas que possuem o poder moderador. Esse instrumento beneficia todas os partidos politicos pois faz com que haja alternancia entre as ideologias, para não ocorrer o q acontece hoje em dia: um unico partido rege a nação inteira a decadas (PT). A respeito do tamanho (Populacional e Territorial) o Brasil foi um dos maiores Impérios do mundo, graças à esse periodo, nosso pais manteve sua grandeza territorial (ao contrario das ex-colonias espanholas que se fraguimentavam em republiquetas), tambem foi uma das maiores potencias mundiais (Comparavel até com os EUA), possuiamos as maiores linhas ferroviarias do mundo e nossa inflação era praticamente NULA. Você também acusa a Família Imperial de ser mais cara do que sustentar um presidente, saiba que Dom Pedro II usava seu PRÓPRIO DINHEIRO (apesar de seu salário não ser grande quanto o dos seguintes presidentes) para viajar e até mesmo ajudar financeiramente pessoas que ele considerava realmente necessitadas o que foi o caso de Deodoro da Fonseca.

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  4. A Monarquia constitucional e parlamentarista é o sistema estatisticamente líder em IDH,o sistema mais democrático,menos corrupto,e muito mais barato,do que as concorrentes republicas,especialmente a republica presidencialista que é a mais cara e corrupta estatisticamente,basta um estudo simples de comparação e não haverá duvidas….o artigo acima é um ENGODO,nao confundam monarquia absolutista com monarquia parlamentarista onde o chefe de estado (rei) possui infinitamente menos poderes do que um presidente.

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  5. Rebatendo um Acid Black que de Nerd nada tem.

    1) Pura sacanagem? O fato de uma família real ter dever moral (mas não legal) de servir de exemplo aos súditos (a mesma coisa que cidadãos) não exige que ela deva ser perfeita, escândalos é algo que nenhuma família está isenta, ainda mais uma família tão exposta ao público quanto à realeza. E isso não a impede de dar exemplo, ainda mais se tratando de um Chefe de Estado politicamente isento e sem estar de rabo preso com partidos e financiadores de campanhas, que vira referência política para a sociedade e ela sabe que o monarca zela pela boa conduta dos políticos e pune os corruptos (demitindo um primeiro-minsitro incompetente e corrupto ou antecipando as eleições parlamentares ao dissilver um parlamento corrupto ou dividido demais). Sobre favorecimentos, talvez numa Monarquia absolutista, mas nunca numa Monarquia parlamentaristacujo monarca está tão sujeito às leis quanto qualquer um de seus súditos. Um monarca corrupto pederia seu cargo e iria para a cadeia. Por fim, aposto e ganho que a pessoa que comentou a idiotice de que o monarca não sabe o que é pobreza por ter nascido em berço de ouro, também não nasceu na miséria e tem empatia e dó dos menos favorecidos. Um monarca pode até nascer em berço de ouro, mas não nasce com um coração congelado. Prova maior disso foi a princesa Isabel, que nunca nasceu numa senzala, mas era declaradamente a favor do fim da escravidão por achar injusta sua situação e ter pavor das condições aos quais eram submetidos os escravos. Tanto lutou pela causa que, ao abolir a escravidão, foi deposta com seu pai, Pedro II, no ano seguinte.

    2) Privilégio – Numa Monarquia parlamamentarista (também chamada de republicana, democrática ou constitucional), todos são iguais perante as leis, inclusive o monarca e sua família. Logo, não há privilégios. O que há é um cargo vitalício e hereditário que não impede que o sucessor do monarca de renunciar ao cargo ou à herança e muito menos impede da população de tirar o trono do monarca e dá-lo ao próximo da linha de sucessão, a outro príncipe ou ao chefe de uma família ilustre e reconhecida por toda a população. O Trono pertence ao Povo, o monarca pode sofrer um recall político decidido pelo Povo nas urnas ou mesmo ter a Monarquia questionada e substituída por uma República. Quanto às Monarquias que têm títulos de nobreza, estes não concedem privilégios, isenções ou cargos (o modelo britânico é a única exceção de cargo). Quanto à pensão, nada mais é do que o salário do estadista pago anualmente (enquanto o presidente da República recebe mensalmente) e com a mesma pensão que o monarca sustenta toda sua família e mantém a residência oficial, enquanto seus outros filhos precisam arrumar alguma função remunerada para sobreviverem (geralmente carreira militar ou um negócio próprio). Engraçado é que se for pesquisar, verá que as Monarquias dão menos despesas que as Repúblicas, sendo a brasileira mais cara que a própria Monarquia britânica (que é a mais cara do mundo) e os políticos de Monarquias não têm privilégios e seus salários são inferiores aos dos políticos do Brasil. No passado, João VI vendeu seus bens particulares para dar caixa ao Banco do Brasil e garantir que o Estado bancasse as despesas de guerras contra os franceses e os vizinhos espanhóis, e Pedro I e Leopoldina também fizeram o mesmo para bancarem despesas militares durante a independência, Pedro II jamais permitiu que sua pensão fosse aumentada ao longo de todo seu reinado (que era de 670 contos de réis anuais), e quando todos os monarcas foram embora do Brasil, foram sem um puto no bolso e recusando dinheiro público (o dinheiro levado para Portugal era dos portugueses que acompanharam João VI e não dele). Já na República, uma das primeiras providências que Deodoro da Fonseca fez foi aumentar a pensão do chefe de Estado de 670 contos para 1.200 contos de réis. Já vimos por onde começa a farra com nosso dinheiro público.

    3) Tamanho – O Canadá é uma Monarquia maior que o Brasil e a Austrália é quase do mesmo tamanho. O Japão é a Monarquia mais populosa do mundo e tem 140 milhões de habitantes, enquanto o Brasil tem 200 milhões. E funcionam muito bem, obrigado.

    4) Golpe de Estado – Realmente concordo que isso não mais se justifica desde que a população finalmente foi consultada sobre a forma de governo que desejava, uma promessa com mais de 100 anos de atraso feita pelos golpistas da República. Mas cabe à atual República consertar todos os estrados da imagem da Monarquia Brasileira feitos nos livros didáticos escolares, onde até hoje as crianças são ensinadas de forma errada sobre a História do Brasil, não só no períod Colonial e Imperial, mas Republicano também. Assim todos poderão saber o que foi o Brasil Império de verdade e poder compará-lo com o Brasil Republicano atual. Aliás, o único meio de acabarmos com esse ciclo de oligarquias frágeis e ditaduras presentes na História da República Brasileira é com a volta da Monarquia parlamentarista, a única que pode fazer o Brasil atual ser uma democracia de fato.

    5) Concentração do poder – A única base de sustentação de um monarca é o Povo, ele não tem um partido político ou um financiador de campanha (o padrinho político). Logo, ele não tem rabo preso com ninguém mais senão o Povo e se ele não andar na linha e não fizer a parte dele que é fiscalizar os políticos e cobrar do setor público a devida atenção à população, ele perde sua função e fica a um passo de perder o trono. Se muitos povos avansados e democráticos como os japoneses, canadenses, australianos, ingleses, espanhóis, holandeses, belgas, suecos, dinamarqueses, noruegueses etc não abrem mão de suas Monarquias, é porque ela tem essa função de fiscalizadora dos políticos e de moderadora dos impasses políticos. Logo, um monarca não seria louco de perder o trono, ele exerce sua única função: proteger o Povo, a Constituição e o País dos maus políticos.

    6) Preparação para o poder – Numa monarquia o rei é um indivíduo que se preparou desde criança para assumir o poder. Mas isso não quer dizer que os príncipes sucessores do rei serão reis, pois para isso eles precisam assumir a responsabilidade de um estadista tão logo se tornem adultos e devem desejar esta função. Ninguém é obrigado a ser o que não deseja, tanto que existe a hipótese de renúncia. E se o monarca não tiver preparo para exercer o cargo, ele pode ter seu cargo cassado pelos parlamentares, mediante consulta popular autorizando a prática. mas de uma coisa é certa, monarca algum é um aventureiro político mal intencionado e jamais eles admitiriam um primeiro-ministro com essas características tão comuns nos presidentes da República.

    7) Propriedade dos bens do Estado – Quando se diz que o monarca cuidaria do erário público como se fosse seu patrimônio não quer dizer que seja patrimõnio do monarca ou que há patrmonialismo do dinheiro público nas Monarquias parlamentaristas. É como se fosse, mas não é e isso é regulamentado por lei como em qualquer democracia de verdade. A diferença está no poder do monarca de punir um governante que fizer mau uso do dinheiro público e da máquina do Estado, além de abrir investigação contra qualquer político suspeito de fazer farra com dinheiro público. O monarca seria um poder a mais para investigar os políticos e os servidores públicos. A propriedade pivada do monarca e o erário público são duas coisas distintas e separadas.

    8) Corrupção – Sim, o Parlamentarismo é o principal fatos de transparência e democracia que contribuem para diinuir a corrupção, mas a única forma de o Parlamentarismo funcionar de forma eficiente é ele ser puro e isso só é possível com um presidente eleito indiretamente e que renuncie ao partido político e não tenha poder de governo algum. O problema é o presidente se portar assim. Já na Monarquia, ninguém é louco de dar poderes de governo ao monarca, o que permite que ele seja um chefe de Estado perfeito para o regime parlamentarista. Não à toa que das 10 países mais prósperos, com melhor IDH e mais democráticos, 7 são Monarquias parlamentaristas e apenas 3 são Repúblicas parlamentaristas.

    9) Continuidade – Os monaquistas dizem que o rei governa “para as próximas gerações e não para as próximas eleições”. O fato dele não governar paras as próximas eleições é verdade, uma vez que ele não precisa de respaldo popular para se manter no cargo. Como o monarca não é eleito, não necessita de aprovação popular. Somente a morte, a deposição ou a renúncia podem tirá-lo do governo, uma vez que ele exerce seu cargo de modo vitalício e hereditário. Isso é um trunfo da Moanrquia sobre a República, uma vez que ela dá continuidade aos programas de governo mesmo que haja mudança de governos, pois sempre serão cobrados para darem continuidade ao que os antecessores não tiveram tempo para concluírem.

    10- Democracia – Os cargos vitalícios e hereditários, desde que aceitos pelo Povo, são legítimos sim. E nas Monarquias parlamentaristas, como a função do moanrca não é de governo e nem político-partidária e sim de fiacal e jurídica, então é legítima como forma de democracia. Tanto que os juízes da República não são eleitos e muitos são até vitalícios, mas isso não ilegitima a República como democracia. E mais, o monarca pode ter seu cargo cassado por um recall político e poe responder pelos seus atos juridicamente falando.

    Obs.: Esse site das Diretas Já não tem nada de brilhante, só preconceitos.

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  6. Pura Utopia, achar que um dia o Brasil irá virar uma Monarquia novamente, a respeito dos comentários de que pagariam impostos, seria bem provável, que iriamos pagar impostos absurdos, mas vamos pelo lado mais brando da situação. Corrupção: Hoje o Brasil esta cheio de políticos corruptos e mesmo assim pagamos altos impostos e sustento dessa grande massa corrupta.
    Pois bem sustentaríamos os políticos e O Império, tais sustentação que eles ( imperadores, príncipes )iriam ostentar através de riquezas e mordomias( fato )assim de acordo com os padrões de outros monarcas no mundo.
    seguindo essa linha de raciocínio, vejo um país ainda engatinhando através dessa democracia, temos apenas 29 anos de democracia, o sistema partidário é podre e falho, muitos se vendem e compram votos, gastam milhões e ganham milhares.
    A exemplo dos USA um pais que se tornou independente e até hoje é uma potência, mas com portugueses? Não deu certo, tanto que em Portugal a muito tempo excluiu a Monarquia. Novamente digo utopia, a forma como nascem pessoas com a idéia de que o governo no pais deveria ser uma Monarquia, mas para que? Para vemos carruagem nas ruas, Príncipes e Princesas, Reis e Rainhas com aquela ostentação toda nas ruas ou em outros países pagando de dono de estado e nação a troco de que? Vemos o que aconteceu com a Espanha o povo esta cansado do tipo de governo onde o Rei Juan Carlos abdicou o trono para o seu filho, e mesmo assim a Espanha esta em um sistema politico pior que o nosso, destacando: desemprego, moradia e impostos.
    O que precisamos é mudar todos os políticos e uma reforma no sistema politico onde partidos se associam com outros para ter mais poder e ganhar cargos, precisamos mudar o sistema mas a forma democrática seria a mais plausível do que uma monarquia, não desejaria sustentar uma família imperial para dizer que moro em um pais monárquico. Sou contra o sistema politico no Brasil mas sou contra essa fantasia de Reis e Rainhas, achando que seria melhor o mundo com eles. São pessoas como nós apenas, a exemplo de um comentário onde falam que eles são mais preparados para o Governo, afirmo que não, eles não são diferentes de nós, e não nascem com preparação para Governo algum, quem garante que com eles as coisas pioram ou melhoram, achar é uma coisa garantir é outra, mas garanto que não são diferentes, se pessoas acham que eles são os melhores no governo porque estudaram fora, então digo o seguinte prestem bem atenção em quem vocês votam, procurem se informar quem e onde estudou ou trabalhou, procurem mudar o sistema sem ficar na mesmice de políticos, o povo esquece simplesmente em quem votou na ultima eleição, alias alguém sabe exatamente em que votou para deputado estadual, federal, senador e vereador nas ultimas eleições e procurou saber o que ele fez se cumpriu o que prometeu? Então antes de achar que o pais poderia ser uma ( Monarquia ), peço que vejam esses detalhes. O porque^, devemos ter um Rei então? Para ser um mero representante do País? Achando que sua prole será sempre a salvadora da Pátria, que suas formas de governo seria as melhores por que vem de uma doutrina de berço ( de ouro ), por que estudou em escola de outros países, tendo uma cultura internacional? Andar ostentando o conto de fadas, com Príncipes, Princesas, carruagens e palácios em desfiles temáticos? Se o povo não esta satisfeito, ele luta, faz protesto retira um Presidente ou Deputado e etc.. do poder, mas pergunto e um Rei? Podemos ter essa autonomia? De protestar, de poder falar, apesar de vivemos em um estado Democrático por Direito, existem certas restrições em questão da liberdade e censura, hoje as pessoas estão confundindo democracia com liberdade na qual pode fazer o que quiser, mas em uma Monarquia? Seriamos forçados a ter uma liberdade mais ríspida, controlada ou mais branda? Quem garante? Os Monarcas? Os Republicanos? O porque de Portugal não se manifesta mais em ter um Imperador no poder? Existem sim Monarcas a menoria assim como no Brasil. Monarcas com a idéia de que um dia o País será uma Monarquia, parlamentar, absolutista ou assim como definem, sem chegar em um denominador comum. ( Para conhecer a pessoa, Dar-se o poder e verás).
    Repito não sou a favor de Monarquia nenhuma, e não sou a favor de nenhum partido politico. Vamos pela realidade vamos se concentrar no que estamos passando agora, vamos prestar mais atenção em quem votamos, e assim mudar as coisas. Estamos cansados sim de roubos, violência, corrupção, mas nem por isso desejo como muitos a volta dos militares no poder, muito menos a Monarquia, e sim procurar de forma diferente ver em quem votamos. E a propósito. Tenho orgulho de minha pessoa, não fico falando de ter vergonha em ser brasileiro, sou e com orgulho, pessoas que pensam dessa forma procurem saber mais o significado da palavra vergonha. Achar que seriamos melhor, mais educado, mais ricos, fica a dica. Somos descendentes deles, os Portugueses, e mesmo assim não evoluímos, por serem da Europa.

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    • 29 anos? Tu quer dizer 192 anos. Confundir Democrcia com república é um erro bem grande. O Brasil foi democrático no império e em todas as repúblicas. Os momentos de menor democracia foram a terceira e a quinta república, respectivamente Estado Novo (1938) e Regime Militar (1967). E julgar que a família real vive de mordomias e ostentação? Olhe para o custo de um único deputado brasileiro.

      Mas é claro que a política brasileira é muito mais evoluída que a britânica, espanhola, holandesa, sueca, norueguesa, dinamarquesa, canadense, australiana e japonesa. Um dia talvez esses povos primitivos conheçam a que é um sistema político realmente capaz de levar um país ao futuro, não é?

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      • Brasil democratico no imperio, onde nem tinha voto popular. E ainda tinha a escravidão.

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    • Exato! Pessoal não parece ter pesquisado direito sobre o assunto, vai logo defendendo outro regime so porque ouviu falar de terceiros q aquilo seria bom. Mas…:

      Pra aqueles que pensam ser a monarquia uma meio pra desenvolver um país, facilmente são refutáveis, não só pelo exemplo da república dos EUA como exemplo de países monárquicos pobres:

      http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/conheca-as-28-monarquias-que-ainda-existem-no-mundo

      História do Brasil – As regências e rebeliões (1831 – 1840)
      http://www.laifi.com/laifi.php?id_laifi=2792

      Lesoto — monarquia constitucional, nem por isso é desenvolvido e teve muitos golpes de estado:

      https://pt.wikipedia.org/wiki/Lesoto
      https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADtica_do_Lesoto

      Curiosamente, Tailandia (predominatemente Budista; mas mesmo essa teve golpe de estado em 2014) e Brunei (predominatemente Islamica; com monarquia ) ambos tem IDH alto, não devido a tradição moral conservadora ocidental cristã.

      FONTES:
      https://pt.wikipedia.org/wiki/Brunei
      https://pt.wikipedia.org/wiki/Tail%C3%A2ndia
      https://pt.wikipedia.org/wiki/Golpe_de_Estado_na_Tail%C3%A2ndia_em_2014

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      • 10 MOTIVOS PARA SER A FAVOR DA MONARQUIA 1. De natureza política – o Rei é supra partidário – condição fundamental (única) para arbitragem dos Partidos ou forças políticas, e de toda a esfera política, deste modo, garantindo o interesse nacional. O Rei é, portanto, livre, não estando penhorado pelo seu passado político-partidário; 2. De natureza histórica – A Chefia de Estado sendo efetuada por descendência confere uma linha de continuidade histórica à Nação. Neste sentido, incrementa e mantém o sentimento de pertença, tanto do Chefe de Estado como do Povo; 3. De competência – O Rei tem uma formação específica para o cargo desde muito cedo, incomparável à formação arbitrária ou casual de um candidato presidencial; a formação é, desde o início, totalmente vocacionada para o exercício da Chefia do Estado; 4. De natureza Comunicacional/Institucional – A permanência no cargo de Chefe de Estado confere ao Rei uma notoriedade inigualável. Isto permite uma maior projeção da imagem do País em todo o mundo; 5. De natureza ética e moral – O Rei é o garante da preservação dos valores morais da Nação, permitindo a coesão e harmonia sociais; 6. De natureza patrimonial cultural – Tendo uma profunda comunhão histórica, a Monarquia tem uma especial preocupação pelo patrimônio arquitectónico e cultural, tendo sempre presente uma política de conservação do mesmo, perspectivando-o como legado cultural e agente formador da cultura nacional. 7. De natureza sentimental/emocional – O orgulho nacional constitui uma força anímica com efeitos muito surpreendentes, apenas sustentado por uma Monarquia; 8. De natureza diplomática – Numa visita oficial a outro País, o Rei é uma figura nacional isenta não criando a possibilidade de colisão ideológica e política com a realidade política do País que visita; 9. Sustentabilidade da Paz – Eventuais casamentos entre Casas Reais são autênticos pilares da Paz, que atenuam ou eliminam sentimentos de adversidades nacionais; 10. Despesa da Chefia do Estado – A Monarquia pesa menos no Orçamento de Estado que a república. Na Monarquia não existem Chefes de Estado de 4 em 4 anos com as consequentes pensões vitalícias de reforma. Além disso, a Casa Real tem a fatia orçamental que o Parlamento decidir;

        50 Motivos para não se apoiar o Regime Republicano Brasileiro

        A tragédia do Golpe de Traição e Lesa-Pátria, executada por alguns membros da Seita Positivista de Auguste Comte que acabou com o Brasil

        01 • O Brasil foi o único país das Américas que fez sua independência não se tornando uma República. – Mas e o Canadá?… O Canadá, um dos países mais desenvolvidos do mundo, é uma monarquia parlamentar constitucional, que tem como Chefe de Estado na atualidade a Rainha Elizabeth II (Isabel II). “Ao contrário de seus vizinhos (inclusive dos Estados Unidos da América do Norte, e do Canadá), o Brasil tornou-se independente e soberano sob um Imperador. D. Pedro I e seu filho D. Pedro II cumpriram um enorme trabalho histórico de criação e afirmação de um país gigantesco, entregando-o unido, indiviso, falando um mesmo idioma, sem enclaves estrangeiros, com suas fronteiras praticamente definidas, livre da escravidão e aceitando uma transição para a república democrática feita sem derramamento de sangue*. Como imperadores, personificavam um poder do Estado – o Poder Moderador – que dirimia dúvidas e dava a última palavra nos mais graves assuntos nacionais. Seus atos políticos não eram sujeitos a julgamento, pois eram inimputáveis.” *A princípio sim… Entretanto, principalmente após a morte de D. Pedro II em 5 de dezembro de 1891, a República massacrou impiedosamente nos seus 10 primeiros anos de consolidação em torno de 200.000 opositores ao novo regime, numa época em que a população brasileira era 11 vezes menor que a atual.

        02 • Segundo João Camillo Torres, a razão da existência do Poder Moderador era devido ao fato de que o monarca, pela continuidade dinástica, não fazendo parte de grupos, classes, nem possuindo ligações regionais, não devendo seu poder a partidos, grupos econômicos, não tendo promessas eleitorais a cumprir, não precisando de “pensar no futuro” – o futuro de sua família estará garantido se a paz e a grandeza nacional estiverem preservadas – que não está sujeito à tentação de valer-se de uma rápida passagem pelo seu governo para tirar benefícios e vantagens particulares à custa da nação, deixando o ônus a seus sucessores.

        03 • Dentre todas as Ex-Colônias até 1889, o Império do Brasil foi o que mais prosperou ombro a ombro com os EUA, chegando ao status de 4ª potência global. O Brasil do Reinado de Pedro II foi uma nação próspera e internacionalmente respeitada, que detinha a liderança incontestável na América Latina. De 1880 até o Golpe de 1889, a Armada Imperial (Marinha de Guerra) com os navios de guerra mais poderosos do hemisfério ocidental, foi a terceira do planeta, que somada à Marinha Mercante foi a segunda Marinha da terra. O Imperador era amado e venerado pelo povo brasileiro, e respeitado no exterior, tanto pelos seus ideais democráticos liberais e progressistas, quanto por suas ações.

        04 • O primeiro partido republicano no Brasil foi o Partido Republicano Paulista, (PRP), criado na Convenção de Itu em 1873. O PRP era um partido legalizado apesar de o Brasil ser uma Monarquia. O PRP conseguiu eleger apenas três deputados na Assembléia Geral de Deputados durante toda a sua existência no Império do Brasil (1822-1889), porém, conseguiu infiltrar-se no meio militar, o que foi decisivo para a Queda da Democracia daMonarquia Parlamentar Constitucional Representativa Imperial Brasileira, conseguintemente do Imperador Dom Pedro II. A despeito da intensa propaganda republicana, a idéia da mudança de regime político não ecoava no país. Em 1884, foram eleitos para a Câmara dos Deputados, apenas três republicanos. Na legislatura seguinte, apenas um conseguiu ser eleito. Na última eleição parlamentar realizada no Império do Brasil, a 31 de agosto de 1889, o Partido Republicano só elegeu dois Deputados. Percebendo que não conseguiriam realizar seu projeto político pelo voto, os republicanos contrariando a democracia da Monarquia Parlamentar (Constitucional) Representativa do Império do Brasil, optaram por concretizar seus ideais alienígenas adversos à autêntica Identidade Nacional pelos piores caminhos possíveis. Apelando sem honra ou grandeza pela traição. Com o Golpe Militar de 15 de novembro de 1889, foi inaugurada a primeira e mais sangrenta Ditadura da História do Brasil. Neste sentido a República Brasileira além de assassina, continua sendo moralmente ilegal (fora da lei) e marginal. O resultado aí está para que todos vejam e reflitam.

        05 • O fim do próspero e respeitado Império do Brasil foi decretado em 15 de novembro de 1889, pelo Marechal Deodoro da Fonseca com um Golpe de Traição e Lesa-Pátria, sob a forma de uma quartelada quase sem força política e nenhum apoio popular… É o início do primeiro Estado de Exceção Republicano da História do Brasil, que destituiu o último Imperador Brasileiro. Sem o conhecimento da população, Em 24 horas D. Pedro II com sua família foram expulsos sem o menor respeito do Território Nacional, como se fossem perigosos criminosos, às escondidas na calada da noite em exílio para a Europa, e seus bens foram espoliados. Esta República de Mentira alienígena às nossas Raízes Históricas e a Legítima Identidade Nacional, seguiu convertendo nas escolas segundo seus mórbidos interesses sabotando a História… Reduziu o povo numa legião desorientada, sem identidade, sem referência de pátria, sem vontade própria, sem orgulho ou amor pelo seu país… Sem nada. Isso é destruir uma nação na sua essência. Numa tentativa de consertar esta grande lambança, os militares antes do Golpe 31 março de 1964 (mais um Contra-Golpe aplicado no Golpe de 15 de novembro de 1889), tentaram reparar o erro cometido pelo Exército Brasileiro em 1889, devolvendo a Monarquia Parlamentar aos brasileiros – Aos 05:30 do vídeo.

        06 • Em 15 de novembro de 1889, Deodoro da Fonseca influenciado por intrigas de alguns republicanos, liderou um punhado de jovens Cadetes junto à tropa local, nada expressiva em relação ao efetivo do Exército e da Armada Imperial (Marinha de Guerra), na Cidade do Rio de Janeiro. À margem da Lei, traiu a Nação Brasileira apunhalando pelas costas o seu Imperador amado pelo povo. Assim! sem honra ou grandeza, Deodoro se promove Presidente da República dos Estados Unidos do Brasil que inventou, inaugurando a primeira Ditadura Militar da História do Brasil. O Golpe de Traição e Lesa-Pátria ocorreu na Praça da Aclamação (atual Praça da República) na Cidade do Rio de Janeiro, então Capital do Império do Brasil. Num ato inconstitucional, um grupo de militares do Exército Brasileiro liderados pelo aliciado Marechal Deodoro da Fonseca, destituiu arbitrariamente alheio a opinião pública o Imperador D. Pedro II amado pelo povo, assumindo o poder no país.

        07 • “Na noite de 15 de novembro de 1889, foi constituído o Governo Provisório da República recém-proclamada, tendo como chefe o Marechal Deodoro, com poderes ditatoriais. O Ministério foi composto de republicanos históricos, como Campos Sales, Benjamin Constant Botelho de Magalhães, Quintino Bocaiuva, e de liberais da Monarquia que aderiram de primeira hora ao novo regime, como Ruy Barbosa, Almirante Eduardo Wandenkolk e o Marechal Floriano Peixoto como Vice-Presidente do primeiro Estado de Exceção que inventaram. Toda a composição do novo governo republicano, era formada por membros regulares da Maçonaria Brasileira. Deodoro, o primeiro Ditador da História do Brasil, foi o 13º Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil, eleito a 19 de dezembro de 1889 e empossado a 24 de março de 1890.”

        08 • Ainda nesta mesma noite do dia 15, na casa de Deodoro, foi decidido pelo Decreto nº 1, de 15 de Novembro de 1889, que se faria um Referendo Popular, para que o povo brasileiro aprovasse ou não, por meio do voto, a República que inventaram. Porém esse Plebiscito só ocorreu 104 anos depois em 1993, pelo artigo segundo do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição de 1988, quando todos que possuíam algum parâmetro comparativo entre o Império e a República haviam morrido; além da República nestes 104 anos ter tido tempo mais do que suficiente para desconstruir a Aura Democrática (considerada a mais liberal do seu tempo) da Monarquia Parlamentar Constitucional Representativa do Império do Brasil, no decorrer de quatro gerações nos bancos das escolas… Obviamente que o povo na ocasião votou naquilo que mais conhecia: na República Presidencialista.

        09 • Em seu Art. 1º, o decreto informa que a proclamação da república inicialmente não foi um ato acabado, mas sim uma medida provisória. No Art. 7º, quando assume o compromisso de consultar a nação para saber se o povo concordava com a mudança do regime, o Governo Provisório se declara consciente de que isso, a consulta, era um dever do novo governo, e que então haveria um plebiscito para legitimar a nova forma de governo. Esse compromisso é bem claro no Art. 7º na parte em que diz: “aguardando, como lhe cumpre, o pronunciamento definitivo do voto da nação, livremente expressado pelo sufrágio popular”. Assim, o Decreto nº 1 do Governo Provisório, que se declara provisório, implicitamente porque o novo regime também o era, nos diz duas coisas bem claras que infelizmente foram esquecidas:
        1) Não houve uma mudança de regime de forma definitiva, logo de início, mas sim provisória.
        2) Foi prometido um plebiscito para confirmar a mudança, mas isso só foi feito mais de cem anos após, em 1993.

        10 • Uma das alegações dos republicanos para a derrubada da Monarquia, era o que eles chamavam de custo excessivo da Família Imperial… Mesmo assim! o então recém Ditador Deodoro se remunera com um salário correspondente ao dobro do que esta família recebia. Além do banimento ocorreu confisco dos bens (particulares) da família imperial. Praticamente todos os bens e pertences dos Orleans e Bragança foram leiloados. (…) Sustentar uma Família Imperial ou Real é muito mais barato do que sustentar um Presidente e sua Família. Na monarquia sustenta-se apenas a Família do Monarca, em certos casos apenas o Monarca e o Herdeiro. Na República Brasileira, por exemplo, sustenta-se o presidente, sua família e assessores, sustentam-se também todos os ex-presidentes (pelas aposentadorias “concedidas” ao fim de seus mandatos), inclusive aqueles que por algum motivo, na falta do presidente eleito, ocuparam a presidência da república, ou seja, o vice-presidente, os presidentes do Senado e Câmara federal ou o ministro do Supremo Tribunal Federal que tenham ocupado, mesmo que por apenas um dia a presidência. Esta República também continua sustentando até os Ex-Presidentes depostos e/ou suas viúvas. (…)

        11 • Insuflados pelos radicais positivistas, pela maçonaria e apoiados pelos fazendeiros, os militares depuseram o gabinete do Visconde de Ouro Preto e instauraram uma ditadura republicana. O livro analisa as motivações do golpe republicano e traz informações importantes sobre as revoltas e ressentimentos pessoais do líder Benjamin Constant contra o monarca, fator considerado decisivo para a realização da quartelada que ensejou a proclamação a República. Os chamados “ideais republicanos”, na verdade, constituiriam um simples pano de fundo para justificar a insurreição que mudou a forma de Governo em 1889. “Na época da Proclamação da República o país passava por grande desenvolvimento. As novidades européias foram rapidamente absorvidas na moda, no transporte, nas comunicações, no turismo. Por exemplo, o navio a vapor fazia grande sucesso e na cosmopolita cidade do Rio de Janeiro falava-se ao lado do português, o francês. Ruas calçadas percorridas por charmosos bondes elétricos faziam parte da paisagem carioca. Indubitavelmente, o país mudava econômica e politicamente, pois novos Estados eram criados, exigindo sofisticada máquina administrativa. Cabo submarino ligava o Brasil à Europa e aos Estados Unidos facilitando as comunicações. A imprensa e o mercado editorial prosperavam. O Brasil, graças às dimensões e ao desenvolvimento, era um Império Tropical”.

        12 • Imediatamente após o dia 15 de novembro, durante todo o dia 16 de novembro a Família Imperial ficou presa e praticamente incomunicável no Paço da Cidade (o povo neste ínterim, não sabia o que acontecia de fato). Por volta de três horas da tarde, ouviu-se o estrépito de patas de cavalos, era um esquadrão da cavalaria. Liderado pelo Major Frederico Solón, o mesmo que houvera espalhado o boato, na Rua do Ouvidor, de que Dom Pedro II decretara a prisão de Deodoro e Benjamin Constant (o que precipitou o golpe, com a cavalaria na rua). Este subiu as escadas do palácio com uma mensagem para o imperador. Foi introduzido no Salão chamado das Damas, onde se encontrava a Família Imperial. Era o comunicado do Governo Provisório da República, notificando o Imperador de sua destituição, e lhe dando um prazo de 24 horas para deixar o país. Mas os republicanos temiam que o povo, que vendo o Imperador e sua família sendo humilhados pelas ruas do Rio se rebelassem. Resolveram então que a Família Imperial deveria embarcar na madrugada de 17 de novembro de 1889, às escondidas, na calada da noite.

        13 • D. Teresa Cristina, a Imperatriz do Brasil, que sempre tivera uma postura digna e reservada diante de assuntos políticos, chorava convulsamente no momento da partida forçada. Afirmaria ao Barão de Jaceguai que a tentava consolar, pedindo-lhe resignação. – “Tenho-a e muito. Mas a resignação não impede as lágrimas. E como deixar de verte-las, ao sair desta minha terra, que nunca mais hei de ver”. A madrugada do embarque para o exílio era chuvosa e o mar estava revolto com graves riscos para as embarcações. Dom Pedro II sofria uma crise aguda do diabetes e embarcou, com dificuldade, amparado por seu médico particular, o Dr. Mota Maia, que com ele seguiu viagem. Foi nesse contexto dramático que a Família Imperial rumou para o exílio. Segundo suas próprias palavras, Isabel deixou a pátria aos soluços, sob as ordens e intimações do tenente-coronel João Nepomuceno Mallet, que mais tarde iria insurgir-se contra o próprio Governo Republicano que ele ajudou a instalar.

        14 • Não faltou quem quisesse reagir, como foi o caso do Almirante Tamandaré, mas Dom Pedro II recusou qualquer reação e pacificamente deixou o território nacional, para entrar na História. O Imperador debilitado por uma crise de diabetes, não teve condições nem tempo de pensar. Preso com a sua família sem que o povo soubesse (detido segundo os republicanos), a Família Imperial brasileira foi banida às escondidas, na calada da noite em menos de 24 horas, e o Brasil inaugurou a República sob forte crise, com fechamento do Congresso, banimentos, censura à imprensa, perseguição de jornalistas, autoritarismos. A inflação disparou e a economia entrou em crise. E assim foi praticamente durante toda a primeira década do primeiro Regime de Exceção Republicano Brasileiro… (…)

        15 • A pequena Quadrilha de Conspiradores, logo descartou a Bandeira Imperial, substituindo-a por uma caricatura (Bandeira Provisória) da Bandeira dos Estados Unidos da América do Norte, idealizada por Ruy Barbosa. Simplesmente foram adulteradas as cores das 13 listras horizontais, para correspondentes verdes e amarelas, e a quantidade de estrelas referente aos Estados. Esta réplica republicana da bandeira dos E.U.A. foi hasteada ao Mastro do Navio Alagoas, que conduziu a Família Imperial banida do solo brasileiro rumo ao exílio. O nome Estados Unidos do Brasil só foi alterado em 1968 durante o último Regime Militar.

        16 • “Na manhã do dia 19 de novembro, o Marechal Deodoro recebia em sua casa alguns republicanos, liderados por Lopes Trovão, os quais iam submeter, já como fato consumado, à sua apreciação, o projeto da nova Bandeira do Brasil. Deodoro, porém, desejava manter a antiga Bandeira Imperial, dela retirando apenas a Coroa, e considerou a bandeira que lhe fora apresentada por Lopes Trovão como um arremedo grosseiro da bandeira dos Estados Unidos. Os republicanos insistiram que só restava a Deodoro oficializar a bandeira por eles apresentada, pois a mesma já tremulava em alto mar, no mastro do Alagoas, navio que conduzia o Imperador deportado com sua família ao exílio. Irritado, o Marechal deu um soco na mesa, exclamando: Senhores, mudamos o regime, não a Pátria! Nossa Bandeira é reconhecidamente bela e não vamos mudá-la de maneira nenhuma!”. URL da Primeira Bandeira Nacional da República dos Estados Unidos do Brasil (Bandeira Provisória)

        17 • Os republicanos ficaram sem resposta e a sua bandeira foi, posteriormente, para o Museu da Marinha, ficando conhecida como a “Bandeira Provisória da República”, embora nunca tenha sido oficializada. Diante da decisão inflexível de Deodoro, foram mantidos na bandeira nacional o losango amarelo no retângulo verde, da antiga Bandeira do Império, substituindo-se as Armas da Monarquia, por uma esfera celeste, tendo ao centro o Cruzeiro do Sul, e cortada por uma faixa branca, com o mote Ordem e Progresso. A bandeira foi desenhada por Teixeira Mendes, presidente do Apostolado Positivista do Brasil, com o auxílio de Miguel Lemos e do professor de Astronomia Manuel Pereira Reis. URL da atual Bandeira Nacional da República Brasileira.

        18 • As condições humilhantes a que foram submetidos a família imperial brasileira, provam o total despreparo, a incapacidade, e o desrespeito a nação brasileira pelos homens que usurparam o poder e proclamaram a República. A Imperatriz deposta D. Tereza Cristina, foi a primeira vítima do dia 15 de novembro. Durante o processo de expulsão/banimento “O traslado foi difícil. Chovia e o mar esta encrespado. Riscos de escorregões e afogamento não faltaram. O traslado se fez de madrugada. Praticamente pendurados por cabos, oscilando de uma embarcação para a outra, a Imperatriz dava gritos que penalizavam a todos”. Durante toda a viagem marítima que conduziu a Família Imperial Brasileira rumo ao exílio, Teresa Cristina esteve em estado de choque, entorpecida pelo tratamento rude que os republicanos dedicaram à dinastia deposta. Ao embaixador da Áustria presente no embarque, perguntou: “Que fizemos para sermos tratados como criminosos?” No desembarque em Portugal retirou-se para um hotel simples na cidade do Porto, onde sentiu-se mal. Um médico chamado às pressas nada pôde fazer.

        19 • D. Teresa Cristina, após o banimento (expulsão sumária da Família Imperial em 24 horas do Solo Brasileiro), não resistindo as atribulações das últimas semanas desde o Golpe de Traição e Lesa-Pátria de 15 de novembro de 1889, logo após a chegada do Vapor Alagoas à Portugal, acabou por falecer no exílio. Nos seus últimos instantes, ainda confidenciou à Baronesa de Japurá: “Maria Isabel, eu não morro de doença. Morro de dor e desgosto”. Suas últimas palavras teriam sido: “Brasil, terra abençoada que nunca mais verei”. Era 28 de dezembro de 1889. Os jornais europeus comentaram a morte da imperatriz. Le Figaro escreveu em 29 de dezembro de 1889: “A Europa saudará respeitosamente esta Imperatriz morta sem trono, e dir-se-á, falando-se dela: sua morte é o único desgosto que ela causou a seu marido durante quarenta e seis anos de casamento”. No Brasil de 1890 deram-se 13 leilões dos bens da Casa Imperial – objetos, móveis e semoventes. Procederam à avaliação dos móveis, carros, animais e objetos existentes na Quinta da Boa Vista, e os vindos do Paço da Cidade. O Juiz da 2ª vara, Dr. Honório Coimbra nomeou para proceder ao leilão o leiloeiro Joaquim Dias dos Santos. Francisco Marques dos Santos, em seu artigo intitulado O leilão do Paço de São Cristóvão, publicado no Anuário do Museu Imperial, vol. 1, 1940, fala dos absurdos, da desordem, da avaliação arbitrária e venda forçada dos bens da família.

        20 • Em uma viagem a Paris, Ruy Barbosa se encontra com D. Pedro II e fala: “Majestade, me perdoe, eu não sabia que a República era isso”, tamanha era a decepção com o estado do país após a proclamação da República. Em 1892 abandona a bancada do Senado, depois de feita a justificativa em discurso. Dias mais tarde lança um manifesto à nação no qual diz a famosa frase: “Com a lei, pela lei e dentro da lei; porque fora da lei não há salvação. Eu ouso dizer que este é o programa da República”. Em 23 de abril do mesmo ano sobe as escadarias do Supremo Tribunal Federal, sob ameaça de morte, para defender, como patrono voluntário, o habeas corpus dos desterrados de Cucui.

        21 • Em 14 de dezembro do mesmo ano, Ruy Barbosa, então ministro da Fazenda da República dos Estados Unidos do Brasil, mandou queimar os livros de matrícula de escravos existentes nos cartórios das comarcas e registros de posse e movimentação patrimonial envolvendo todos os escravos, o que foi feito ao longo de sua gestão e de seu sucessor. A razão alegada para o gesto teria sido apagar “a mancha” da escravidão do passado nacional. Todavia, especialistas afirmam que Ruy Barbosa quis, com a medida, inviabilizar o cálculo de eventuais indenizações que vinham sendo pleiteadas pelos antigos proprietários de escravos. Apenas onze dias depois da Abolição da Escravatura pelo ainda Regime Monárquico Imperial, um projeto de lei foi encaminhado à Câmara, propondo ressarcir senhores dos prejuízos gerados com a medida.

        22 • Certo dia D. Pedro II realizou um longo passeio pelo Rio Sena em carruagem aberta, apesar da temperatura extremamente baixa. Ao retornar para o Hotel Bedford à noite, sentiu-se resfriado. A doença evoluiu nos dias seguintes até tornar-se uma pneumonia. O estado de saúde de Pedro II rapidamente piorou até a sua morte às 00:35 da manhã do dia 5 de dezembro de 1891. Suas últimas palavras foram: “Deus que me conceda esses últimos desejos—paz e prosperidade para o Brasil.” Enquanto preparavam seu corpo, um pacote lacrado foi encontrado no quarto com uma mensagem escrita pelo próprio Imperador: “É terra de meu país, desejo que seja posta no meu caixão, se eu morrer fora de minha pátria”. O pacote que continha terra de todas as províncias brasileiras foi colocada dentro do caixão.

        23 • Os membros do governo republicano brasileiro, “temerosos da grande repercussão que tivera a morte do Imperador”, negaram qualquer manifestação oficial. Contudo, o povo brasileiro não ficou indiferente ao falecimento de Pedro II, pois a “repercussão no Brasil foi também imensa, apesar dos esforços do governo para a abafar. Houve manifestações de pesar em todo o país: comércio fechado, bandeiras a meio pau, toques de finados, tarjas pretas nas roupas, ofícios religiosos”. Foram realizadas “missas solenes por todo o país, seguidas de pronunciamentos fúnebres em que se enalteciam D. Pedro II e o Regime Monárquico”.

        24 • Os brasileiros se mantiveram apegados a figura do Imperador popular a quem consideravam um herói e continuaram a vê-lo como o Pai do Povo personificado. Esta visão era ainda mais forte entre os brasileiros negros ou de ascendência negra, que acreditavam que a monarquia representava a libertação. O fenômeno de apoio contínuo ao Monarca deposto é largamente devido a uma noção generalizada de que ele foi “um governante sábio, benevolente, austero e honesto” Esta visão positiva de Pedro II, e nostalgia por seu reinado, apenas cresceu a medida que a nação rapidamente caiu sob o efeito de uma série de crises políticas e econômicas que os brasileiros acreditavam terem ocorridas devido a deposição do Imperador. Ele nunca cessou de ser considerado um herói popular, mas gradualmente voltaria a ser um herói oficial.

        25 • Surpreendentemente fortes sentimentos de culpa se manifestaram dentre os republicanos, que se tornaram cada vez mais evidentes com a morte do Imperador no exílio. Eles elogiavam Pedro II, que era visto como um modelo de ideais republicanos, e a era imperial, que acreditavam que deveria servir de exemplo a ser seguido pela jovem república. No Brasil, as notícias da morte do Imperador “causaram um sentimento genuíno de remorso entre aqueles que, apesar de não possuirem simpatia pela restauração, reconheciam tanto os méritos quanto as realizações de seu falecido governante.”

        26 • Exilada, espoliada, com a saúde frágil, extremamente abalada pela morte de dois de seus filhos (Antônio, em 1918, e Luís, em 1920), a Princesa Isabel faleceu em 14 de novembro de 1921. Foi sepultada no cemitério local, de onde seria trasladada em 6 de julho de 1953 para um jazigo no Mausoléu Imperial da Catedral de Petrópolis. Como afirma Nelly Martins Ferreira Candeias: “A Princesa Isabel conviveu com o predomínio agrário do tempo e declínio dos escravagistas marginalizados pelo golpe fatal da Abolição. Enfrentou a ideologia republicana dos adversários, a extinção da monarquia e as tristezas do exílio.”

        27 • O período de 1889 até 1930, chamado de República Velha, também ficou conhecido como “Primeira República”, “República dos Bacharéis”, “República Maçônica” e “República da Bucha”, pois todos os presidentes civis daquela época eram bacharéis em direito. Quase todos foram formados na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da Universidade de São Paulo, exceto Epitácio Pessoa. Artur Bernardes iniciou os estudos de direito na Faculdade Livre de Direito (atual Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais) e o concluiu em São Paulo. Quase todos eram membros da Maçonaria.

        28 • Quase todos, menos Epitácio Pessoa, foram membros de uma sociedade secreta da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da Universidade de São Paulo, chamada de “Bürschenschaft Paulista”, ou “Studentenverbindung” (algo como confraria da camaradagem, em alemão), mais conhecida como “Bucha”, criada, em 1831, pelo professor Julius Frank (1808 – 1841). Os membros da Bucha procuravam, quando alcançavam um alto cargo político, chamar seus colegas da Bucha para sua equipe. Carlos Lacerda descreveu assim a Bucha: “Uma sociedade secreta em que os sujeitos confiavam nos companheiros, digamos “da mesma origem”, que passam pelas faculdades, futuras elites dirigentes. Um dia, um sobe e chama o outro para ser governador, para ser secretário, para ser ministro e assim por diante.” — Carlos Lacerda

        29 • Os candidatos de oposição à presidência da República também foram maçons: Ruy Barbosa, também membro da Bucha, foi três vezes candidato, o Grão-Mestre Lauro Sodré, foi duas vezes candidato e o Ex-Presidente da República (1909-1910) e Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil, Nilo Peçanha foi candidato de oposição em 1922. Afrânio de Melo Franco que governou de fato o Brasil quando Delfim Moreira adoeceu também era da Bucha. Epitácio Pessoa foi o único presidente civil que não pertenceu à Bucha, pois bacharelou-se em direito em Recife.

        30 • “De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.” (Ruy Barbosa) Frase de um dos Traidores da Pátria que após a tragédia do Golpe de estado de 15 de novembro de 1889, vendo a grande lambança na primeira Ditadura Republicana da História do Brasil que talvez ingenuamente ajudou que se consumasse… Arrependido, percebeu tardiamente as virtudes da Democracia da Monarquia Parlamentar (Constitucional) do Império do Brasil que desprezou, quando se deu conta que haviam substituído e reduzido o Respeitado Império que ombreava com as outras três potências do planeta, a um país ditatorial de terceira categoria. Pelas suas discordâncias e ameaças recebidas… Exilou-se na Monarquia da Inglaterra.

        31 • Eleito pelo Congresso Nacional (indiretamente), Deodoro iniciou seu mandato sob forte tensão política. Tinha a oposição do Congresso e da população devido à crise econômica que a mudança do regime provocou. Tal ato gerou violenta reação, fazendo com que, entre agosto e novembro de 1891, o Congresso tentasse aprovar a “Lei de Responsabilidades”, que reduzia os poderes do presidente. Deodoro contra-atacou a decisão do Congresso e em 3 de novembro de 1891, decretou a dissolução do Congresso, lançando um “Manifesto à Nação” para explicar as razões do seu ato. Enquanto isso, tropas militares cercaram os prédios do legislativo e prenderam líderes oposicionistas e a imprensa do Distrito Federal foi posta sob censura total, decretando, assim, o estado de sítio no país. Este fato entrou para a história como o Golpe de Três de Novembro e foi o último feito de Deodoro em sua carreira política, pois alguns dias depois renunciaria ao mandato de presidente.

        32 • A primeira Revolta da Armada (Marinha de Guerra) ocorreu no dia 23 de novembro de 1891, quando o Almirante Custódio de Melo, acionado por Floriano Peixoto, a bordo do Encouraçado Riachuelo, ameaçou bombardear o Rio de Janeiro caso Deodoro não renunciasse. O Marechal Deodoro, então, cedeu às pressões e renunciou ao cargo de Presidente da República, entregando o poder ao Vice-Presidente, Floriano Peixoto.

        33 • Os Estados Unidos, nação que os republicanos brasileiros preconizavam como padrão a ser imitado pelo Brasil, retardaram o reconhecimento oficial da República Brasileira até 29 de janeiro de 1890. De acordo com seu então presidente Benjamin Harrison, o reconhecimento foi adiado até que fosse comprovado que o novo governo teria apoio popular (…). O Império Alemão reconheceu o governo republicano brasileiro em 29 de novembro de 1890. A Grã-Bretanha aguardou que se promulgasse a nova Constituição, e só em 4 de maio de 1891 o representante diplomático do Brasil foi recebido pela Rainha Vitória do Reino Unido. Até o fim de 1891, a República Brasileira estava reconhecida por todas as nações civilizadas. Só o Império Russo é que não quis reconhecer o novo regime, senão depois do falecimento de D. Pedro II ocorrido em 5 de dezembro de 1891 (dois anos após ser traído), por ato de 26 de maio de 1892.

        34 • Os membros do governo republicano brasileiro, “temerosos da grande repercussão que tivera a morte do Imperador”, negaram qualquer manifestação oficial. Contudo, o povo brasileiro não ficou indiferente ao falecimento de Pedro II, pois a “repercussão no Brasil foi também imensa, apesar dos esforços do governo para a abafar. Houve manifestações de pesar em todo o país: comércio fechado, bandeiras a meio pau, toques de finados, tarjas pretas nas roupas, ofícios religiosos”. Foram realizadas “missas solenes por todo o país, seguidas de pronunciamentos fúnebres em que se enalteciam D. Pedro II e o Regime Monárquico.

        35 • “Maior prova de arrependimento e vergonha, daquele que encarnava a virtude do exército não poderia existir. A República foi proclamada sem grandeza à custa de mentiras, e seu proclamador quis ser enterrado sem a farda que caracterizava a instituição que dizia liderar. E hoje temos paradoxo do Brasil se pretender democrático e sério, e fazer um FERIADO NACIONAL em dia de GOLPE DE ESTADO.

        36 • Nos países desenvolvidos de verdade, não existe coisa semelhante. O que se comemora no dia 15 de novembro é o dia da Alta Traição, talvez seja por isso um feriado ao qual o povo brasileiro não dá a mínima importância. Inconscientemente nós sabemos que não há o que comemorar… Quem tem um pingo de dignidade e honra, sabe que é a data da Vergonha Nacional, pois a História do Brasil Republicano fala por si própria, e a realidade republicana que vivemos é a prova viva da tragédia começada naquela infeliz data.

        37 • Maior prova de que os protagonistas daquele movimento sabiam dos seus atos de traição contra àquele que juraram defender, é a atitude do Marechal Floriano nos movimentos de consolidação do regime, agindo com arbítrio e violência, numa seqüência de prisões e assassinatos de opositores, pois sabia o marechal, que restaurada a Monarquia, seu destino seria a forca, que está destinada aos traidores, então de ferro o marechal não tinha nada, pensava somente em garantir a integridade do seu pescoço.

        38 • “Concidadãos, contra a Constituição e contra a integridade da própria Nação, o Chefe do Executivo [Floriano Peixoto] mobilizou o Exército discricionariamente, pô-lo em pé de guerra e despejou-o nos infelizes Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Contra quem? Contra o inimigo do exterior, contra estrangeiros? Não. O Vice-Presidente armou brasileiros contra brasileiros; levantou legiões de supostos patriotas, levando o luto, a desolação e a miséria a todos os ângulos da República (…). Sentinela do Tesouro Nacional como prometera, o chefe do Executivo perjurou, iludiu a Nação, abrindo com mão sacrílega as arcas do erário público a uma política de suborno e corrupção. (…) Viva a Nação Brasileira! Viva a República! Viva a Constituição! – Capital da República, 6 de setembro de 1893. Contra-Almirante Custódio José de Melo” (in: Jornal do Brasil)”

        39 • Em 6 de setembro de 1893, um grupo de altos oficiais da Marinha exigiu a imediata convocação dos eleitores para a escolha dos governantes. Entre os revoltosos estavam os almirantes Saldanha da Gama, Eduardo Wandenkolk e Custódio de Melo, ex-ministro da Marinha e candidato declarado à sucessão de Floriano. Sua adesão refletia o descontentamento da Armada com o pequeno prestígio político da Marinha em comparação ao do Exército. No movimento encontravam-se também jovens oficiais e muitos monarquistas.

        40 • A revolta teve pouco apoio político e popular na Cidade do Rio de Janeiro, onde a partir de 13 de setembro diversas unidades encouraçadas trocaram tiros com a artilharia dos fortes em poder do Exército. Houve sangrenta batalha na Ponta da Armação, em Niterói, área guarnecida por aproximadamente 3.000 governistas, os quais eram compostos entre outros por batalhões da Guarda Nacional. A capital do estado do Rio de Janeiro, então a Cidade de Niterói, foi transferida para a Cidade de Petrópolis em 1894, de onde só retornou em 1903. Sem chance de vitória na Baía da Guanabara, os revoltosos dirigiram-se para sul do país. Alguns efetivos desembarcam na Cidade de Desterro (atual Florianópolis) e tentaram, inutilmente, articular-se com os federalistas gaúchos.

        41 • No conflito conhecido como Revolta da Armada, ao final do século XIX, no alvorecer da recém proclamada República Brasileira, o seu segundo Presidente da República, Marechal Floriano Peixoto, apoiado pelo Exército Brasileiro e pelo Partido Republicano Paulista, conteve esse movimento de rebelião surgido na Marinha de Guerra, em março de 1894, e para o qual fez adquirir, às pressas, no exterior, por meio do empresário e banqueiro estadunidense Charles R. Flint, alguns navios de guerra, a chamada “frota de papel”.

        42 • Essa frota, adquirida nos Estados Unidos, foi também denominada pelos governistas como “Esquadra Flint” e viajou, para o Brasil, do porto de Nova York nos Estados Unidos da América, até a Baía de Guanabara, no Estado do Rio de Janeiro, tripulada por mercenários estadunidenses. De acordo com Joaquim Nabuco, as tropas contratadas para auxiliar o Governo federal eram “a pior escória de filibusteiros americanos”. Era uma esquadra improvisada, com embarcações obsoletas e alguns navios de uso comercial transformados em navios de guerra.

        43 • A partir daí a República de Mentira dos Estados Unidos do Brasil praticamente desmantelou a imponente Indústria Naval do Império; passando a condição de ridículo país de terceira categoria, mero importador das sucatas dos outros. A dependência tecnológica só se agigantou. As Repúblicas da França e dos Estados Unidos da América do Norte agradeceram. No último gabinete do regime monárquico o Ministro da Marinha, o Almirante José da Costa Azevedo, Barão do Ladário, deixou um amplo projeto que estava preste a ser realizado (…) Entretanto jamais levado adiante com o mesmo espírito de Grandeza Imperial. É o início do retrocesso.

        44 • O Golpe de Estado que instaurou a República no Brasil não foi bem aceito pelos militares da Armada Imperial. Marinheiros foram rechaçados a tiros ao darem vivas ao Imperador quando este estava aprisionado no Paço Imperial. O Marquês de Tamandaré implorou ao seu amigo Dom Pedro II que o permitisse debelar o golpe, mas, este o negou tal possibilidade (talvez tenha sido o Grande erro de D. Pedro II). O idoso almirante, com quase noventa anos de idade, seria preso mais tarde por ordem do ditador Floriano Peixoto sob a acusação de financiar militares monarquistas na Revolução Federalista.

        45 • Não se consegue ver nada de sensato na curiosa sucessão de desastres ocorridos após o Golpe republicano que descaracterizou e mutilou este país, fazendo com que perdesse seu status de nação respeitada, perdesse o seu rumo, a autonomia e a auto-estima, adotando um permanente sentimento de inferioridade perante os outros povos, que numa ridícula postura submissa, suas culturas passou a admirar e imitar… Enquanto suas Raízes Históricas e a Legítima Identidade Nacional, criminosamente foram sabotadas por uma República de Mentira importada, que seguiu convertendo segundo seus mórbidos interesses, reduzindo o povo numa legião desorientada, sem identidade, sem referência de pátria, sem vontade própria, sem orgulho ou amor pelo seu país… Sem nada. Isso é destruir uma nação na sua essência. Esta República de Mentira nada acrescentou de útil, virtuoso e verdadeiro ao Brasil.

        46 • Existe um paradoxo entre as posturas das Repúblicas, quanto suas autoridades de opinarem sobre Golpe de Estado Inconstitucional, quando 99% delas principiaram com um criminoso Golpe de Estado. No caso da Fundação do primeiro Estado de Exceção da História do Brasil em 1889, houve um genocídio nos seus 10 primeiros anos de fracassos em nome da sua consolidação, onde 200.000 pessoas foram mortas; a maioria delas sumariamente, numa época em que a população brasileira era 11 vezes menor que a atual, o que corresponde quantitativamente na atualidade a 2.000.000 de mortos. Quando estas repúblicas questionam seus golpes menores dados nos Golpes delas mesmas, é o mesmo que se estivessem questionando suas próprias legitimidades.

        47 • A tragédia da experiência republicana brasileira definitivamente acabou com o Brasil. Esse Moralmente Ilegítimo Regime caricaturado das Repúblicas dos outros, principiou na ilegalidade inaugurando o primeiro e mais sanguinário Estado de Exceção da História do Brasil. Ditadura Militar que para se consolidar nos seus 10 primeiros anos de fracassos, massacrou impiedosamente em torno de 200.000 brasileiros, o que corresponderia na atualidade a um genocídio de 2.000.000 de pessoas (inclusive mulheres, crianças, anciões e ex-escravos), sendo a maioria monarquistas contrários a arbitrária ilegítima imposição republicana. A França quanto o Brasil que a imitou, possuem históricos de Repúblicas Malfadadas: 1ª República, 2ª República… 6ª República. Nesse Travestido Brasil Republicano, ainda não satisfeitos com a tragédia dos sucessivos fracassos que foram essas Seis Repúblicas que acabaram com o Brasil, Políticos priorizando suas ambições pessoais e coalizões, pretendem continuar insistindo nos mesmos erros, colando os cacos dessa moralmente Ilegítima Fracassada Decadente Republicana, com o lodo das suas lambanças, iludindo os brasileiros que desta vez os resultados finalmente serão diferentes, REFUNDANDO a desgraça que foram estas Seis Repúblicas no Brasil com as suas burrices, uma tal de 7ª República Salvadora da Pátria.

        48 • A maioria das mazelas do país, em todos os âmbitos, se resume neste Sistema Republicano Presidencialista de Governo alienígena as nossas raízes históricas. Há uma dívida genocida que esta República de Mentira finge que esqueceu. Enquanto essa dívida não for ao menos reconhecida oficialmente, a Nação Brasileira estará condenada ao fracasso. Este fato vem historicamente sendo comprovado nestes tortuosos meandros desta Ilegal República, que foi imposta por alguns maçons republicanos sem uma consulta popular. Ignorá-la tem sido o pior dos caminhos. O resultado desta insanidade republicana aí está para que todos vejam. Não existe saída para o Brasil mantendo-se esta Caricatura de Forma de Governo Republicano. As Crises Constitucionais cada vez mais se agigantam nesta Decadente REPÚBLICA. Fazem menções e comparações entre os Mandos e Desmandos dos Governos… Lembram dos 12 Estados de Sítios, 17 Atos Institucionais, 6 Dissoluções do Congresso, 19 Revoluções ou Intervenções Militares, 2 Renuncias Presidenciais, 3 Presidentes Impedidos, 4 Presidentes Depostos, 6 Constituições Diferentes, 4 Ditaduras e 9 Governos Autoritários… Ao longo destes últimos 125 anos dos tortuosos meandros de falcatruas, fracassos… Ilusões. Se limitam a discutir apenas os efeitos da desgraça que tem sido esta República, e ninguém, por conveniência ou burrice… Questiona a República em si.

        49 • E ainda tem gente que defende a manutenção desse Ilegítimo Modelo Republicano de Governo Brasileiro, iludido com não sei o mais o quê?… Acreditando que simplesmente basta colar os cacos com o lodo do fundo do fosso dessa fossa moral republicana pela 12ª vez, nestes tortuosos angustiantes meandros de retrocessos e fracassos, que já perdura por quase o dobro do nosso Período Imperial… Insistindo em investir nos mesmos erros históricos à partir da lambança desastrosa e criminosa de 15 de novembro de 1889, acreditando que reinventar uma nova República adubada com o esterco da 1ª Ditadura da História do Brasil, germinada com o sangue das execuções sumárias… Sem reconhecer oficialmente seus crimes a partir de 1889; sem discutir a legitimidade do Golpe em si, e do genocídio que se seguiu nos seus primeiros 7 anos de violenta repressão de “consolidação” republicana… E mesmo assim, alheio a todas estas mazelas republicanas, supõe que é o melhor caminho ou a solução. Ou por alguma outra razão estranha, ainda defende alguma tese admitindo uma suposta esperança de se obter desta vez resultados diferentes…

        50 • Não satisfeitos agora mais uma vez querem REFUNDAR a desgraça que foi e está sendo esta 6ª REPÚBLICA, reinventando uma tal 7ª República salvadora da pátria, porque finalmente descobrem que não tem funcionado como pretendiam ou pretendem… Nem a abusiva arrecadação de impostos tem sido suficiente para manter aFarra Republicana. Nada falam do GOLPE DE ESTADO, que numa trágica mágica reduziu o IMPÉRIO DO BRASIL que ombreava com as três mais poderosas nações do planeta, à condição de NAÇÃO DE TERCEIRA CATEGORIApertencente a um Terceiro-Mundismo que providencialmente inventaram, lambuzada no pegajoso lodo do submundo de um inimaginável Mar de Esgoto, Paraíso deste suposto Violentado Estado Democrático de Direito, dirigido por Organizações Criminosas Interpartidárias Aliadas e Coligadas ao Poder Constituído da República Federativa do Brasil. Isso à eles não interessa. Até parece, que por alguma razão estranha estes Senhores nas suas fúteis particulares utopias republicanas acreditam mesmo que o Brasil foi inventado pela República em 15 de novembro de 1889, marco fundamental da inauguração da primeira DITADURA BRASILEIRA.

        NOSSO DESTINO DE GRANDEZA FOI INTERROMPIDO POR UMA TRAIÇÃO.
        Essa República de Mentira nada acrescentou de útil, virtuoso e verdadeiro ao Brasil. Por mais que me esforce, não consigo ver nobreza alguma em vossos representantes políticos republicanos brasileiros… Tampouco algo em suas atitudes que os honrem ou engrandeçam.
        Emanuel Nunes Silva

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    • —- 1 —-> Pelo menos presidentes quando fazem coisas erradas pode-se fazer IMPEACHMENT. Já monarcas não dá né?
      Princesa Isabel tao boazinha assinou Lei Aurea por longos anos de pressão de Inglaterra pra parecer bem ao publico e aos olhos do munod daquela epoca. Arranja outra desculpa, esse papo de princesa boazinha só cola pra quem é muito ingenuo.
      Quem deposta foi familia real inteira, pela Republica, no ano de 1889 (1 ano após a Leia Aurea ser aprovada).

      —- 2 —-> Seu argumento não se sustenta. Se politicos da Republica aqui ganham mais que politicos britanicos isso é problemas das leis, injustiça e não do ssitema politico republicano em si. Esse argumento só dá credito quem é muito raso e cria falsas correlações entre Republica e maior corrupção. Como alguem citou por aí, a Espanha, mesmo na Europa com monarquia nem de longe é um exemplo economico e politico bom.

      —- 3 —-> Canadá não é um monarquia mas súdito de uma (e nem tem submissão como houve no passado colonial). Do jeito que os EUA foram durente periodo colonial.
      Alguns países do Caribe, como Jamaica, etc. também são monarquias se for usar Canadá como exmplo, e não são desenvolvidos.
      O Canadá também se beneficiou em morar proximo aos EUA, já que muitas empresas só tiveram que pôr filiais lá – e ainda por cima tinham cultura e língua comuns (exceto pelo Candá francês).
      Como Canadá é grande mas não uma monarquia de fato, isso invalida seu argumento.
      O Japão não é desenvolvido por causa de monarquia, mas porque se integrou ao mundo industrial através da Educação (essa sim uma das principais chaves do desenvolnvimento de um país), ao contrário do Brasil que no mesmo período de 1865 em diante não se modernizou como Japão fez.
      E um detalhe interessante: O Japão é o único país desenvolvido que não é cristão. Muitos conservadores são pró-monarquia, to curioso pra saber malabarismo lógico que eles iriam arranjar pra se justificar.

      —- 4 —-> Se população escolheu não voltar pra monarquia, então respeite decisão popular.
      Agora dane-se imagem da Monarquia. a imagem não importa mas verdade do interior. A Monarquia em si nunca trouxe desenvolvimento nenhum.
      E você falando que a volta da Monarquia parlamentarista (o parlamento monarquico aqui era um piada) seria única solução pro Brasil ser democracia de fato, isso não é argumento é um apelo irracional e desesperado pra que seu desejo seja atentido, dando uma de profeta. Que evidecias voce dá de que monarquia vai dar certo?

      —- 5 —-> Traduzindo: ele está acima do bem e do mal, acima de criticas de direita, esquerda, etc.
      Citar países que são desenvolvidos incluindo os que nem são monarquia diretamente (como Canadá, etc.) é de um desonestidade intelectual sem tamanho. E no caso dos espanhóis nem é tão bom assim.
      Faltou só citar, como já fiz acima, contra-exemplos como países do Caribe (Jamaica, etc.)
      O povo pode ser protegido por alguem que seja eleito por ele num Parlamento republicano. Por que um republicano seria menos preparado que um monarca? Não são so atributos pessoais que fazem uma pessoa se destacar em vez de títulos de nobreza? Então por que isso? Não tem sentido.

      —- 6 —-> Porque crianças não poderiam ser preparadas pra serem presidentes? Ainda não vi vantagem nesse seu argumento. Por que vocês monarquistas sempre batem nas mesmas falácias?
      Quando alguém diz “mas de uma coisa é certa” é um apelo a fé. Unica coisa certa que sei é que toda pessoa morre e alguns calculos de matematica exata, o resto não ponho não no fogo.
      Eu cito EUA como contra-exemplo republicano, mas acho que voce deve saber disso e não aceita.

      —- 7 —-> O minsiterio da Fazenda ja faz isso sobre erario publico.
      O monarca investigaria publico? E quem vigiaria o monarca? Pra que existe policia. corregedoria, etc.?

      —- 8 —-> Primeira parte do argumento a favor do Parlamentarismo tava boa, mas quando fala que na monarquia seria unica forma segura aí se perde como sempre.
      Monarquias com IDH alto como Tailandia (de maioria budista) e Brunei (maioria islamica; que muitos aqui devem repudiar). Mas tem Lesoto, país africano, monarquia constitucional e IDH baixo.
      O IDH aí nada tem haver com sistema de gorverno. Iso é falsa correlação. E se há paises republicanso com IDH já se vê q o problema nao é ssitema de governo e sim a forma como esse país se desenvolveu.

      —- 9 —-> BULLSHIT!
      KKKKKKKKKKK MAIOR TRUNFO DA MONARQUIA É NÃO SER ELEITO POR APROVAÇÃO POPULAR?! ôÕ
      Esse fopi seu pior argumento. Se depender dele monarquia deveria ser extinta a muito tempo.
      E programas de governo poderiam ser continuados se população fizesse pressão pra se manter compromissos.

      —- 10 —-> E um que voce disse é um ABSURDO IMENSO, se tem governante e juizes vitalicios e não-eleitos isso não é democratico.

      Na boa melhor melhora seus argumentos…. Melhor, esqueça monarquia.

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      • “!—- 1 —-> Pelo menos presidentes quando fazem coisas erradas pode-se fazer IMPEACHMENT. Já monarcas não dá né?
        Princesa Isabel tao boazinha assinou Lei Aurea por longos anos de pressão de Inglaterra pra parecer bem ao publico e aos olhos do munod daquela epoca. Arranja outra desculpa, esse papo de princesa boazinha só cola pra quem é muito ingenuo.
        Quem deposta foi familia real inteira, pela Republica, no ano de 1889 (1 ano após a Leia Aurea ser aprovada).”

        Fazer impeachment que demora 6 messes, pra entrar o vice ? ( Amigo dele, pra ser vice, precisa pelo menos ser aliado. ), ou pior, caso tenha eleições, quem ganha é sempre o populista e não o rei que ganha preparo desde o berço, não é?, E DA SIM PRA TIRAR UM REI, se ele perder apoio popular ele pode perder a linha sucessória e seu trono
        Você sabia que em 1850 a família real declarava sem 100% contra a escravidão, Princesa ISabel e Dom Pedro NUNCA TIVERAM 1 sequer escravo, Princesa isabel tinha planos e projetos sociais contra a escravidão, e como eles iriam aprovar a lei aurea se o congresso que era movido pelas elites era contra a escravidão ? ( Elites = Fazendeiros donos de escravos. )

        “—- 2 —-> Seu argumento não se sustenta. Se politicos da Republica aqui ganham mais que politicos britanicos isso é problemas das leis, injustiça e não do ssitema politico republicano em si. Esse argumento só dá credito quem é muito raso e cria falsas correlações entre Republica e maior corrupção. Como alguem citou por aí, a Espanha, mesmo na Europa com monarquia nem de longe é um exemplo economico e politico bom.”
        Ainda sim é melhor que portugal que tem além de uma republica mais cara que a da espanha, o país de portugal perde feio em vários quesitos para Espanha, fora que tem vários países Europeus que estão ótimos.

        “—- 3 —-> Canadá não é um monarquia mas súdito de uma (e nem tem submissão como houve no passado colonial). Do jeito que os EUA foram durente periodo colonial.
        Alguns países do Caribe, como Jamaica, etc. também são monarquias se for usar Canadá como exmplo, e não são desenvolvidos.
        O Canadá também se beneficiou em morar proximo aos EUA, já que muitas empresas só tiveram que pôr filiais lá – e ainda por cima tinham cultura e língua comuns (exceto pelo Candá francês).
        Como Canadá é grande mas não uma monarquia de fato, isso invalida seu argumento.
        O Japão não é desenvolvido por causa de monarquia, mas porque se integrou ao mundo industrial através da Educação (essa sim uma das principais chaves do desenvolnvimento de um país), ao contrário do Brasil que no mesmo período de 1865 em diante não se modernizou como Japão fez.
        E um detalhe interessante: O Japão é o único país desenvolvido que não é cristão. Muitos conservadores são pró-monarquia, to curioso pra saber malabarismo lógico que eles iriam arranjar pra se justificar.”

        Jamaica não é Monarquia leal em si, a princesa da inglaterra usa REPRESANTES para representar a Monarquia Canadense, morar perto dos EUA da muita vantagem ? Austrália mesmo querendo ou não, é uma Monarquia e mora bem longe dos EUA, e não fica nem na Europa, e é superior ao Canadá ( Segundo pesquisas. )… Mas como a princesa tem seus represantes na monarquia CAnadense, logo isso se torna uma Monarquia… Não depende do Ateísmo em si, o que é vários valores conservadores, conheço inclusive vários amigos ateus e agnósticos que são Conservadores, não por Jesus, e sim pelos valores morais, da família, respeito, anti-racismo, quem julga Conservadores todos como “todos acreditam fielmente em deus”, é uma mentira, boa parte sim, mas muitos ateus seguem os mesmos valores e leem até mesmo a Bíblia, não por deus, e sim pelos valores que Jesus nos ensina ( Não citei Neo-Ateu. )

        “—- 4 —-> Se população escolheu não voltar pra monarquia, então respeite decisão popular.
        Agora dane-se imagem da Monarquia. a imagem não importa mas verdade do interior. A Monarquia em si nunca trouxe desenvolvimento nenhum.
        E você falando que a volta da Monarquia parlamentarista (o parlamento monarquico aqui era um piada) seria única solução pro Brasil ser democracia de fato, isso não é argumento é um apelo irracional e desesperado pra que seu desejo seja atentido, dando uma de profeta. Que evidecias voce dá de que monarquia vai dar certo?”

        Pera aí, Dom Pedro tinha 90% de aprovação ( Ficou no governo por 50 anos. ), deram um golpe de madrugada, e começaram a matar e CENSURAR tudo quanto envolvia a Monarquia, MUDARAM ATÉ O INO NACIONAL, e isso durou por 90 anos, com o povo doutrinado pelos republicanos, aí é fácil ganhar em 93 com o Plebiscito, Monarquia gera mais estabilidade, vamos usar a Lógica

        Monarquia :

        Políticos roubam porque amam dinheiro, se roubarem na Monarquia serão demitidos, um político fala
        ” Pessoal, mas e se nós não roubarmos e tentarmos ficar fazendo um bom trabalho para ganharmos nosso salário, sem queimar nossa reputação, sem roubos, iai ? Pensa, ficar aqui por 10 anos, vamos ficar milionários e sem manchar de estrume nossa reputação”, e é quase impossível o rei virar corrupto, ele ganha preparo desde o berço, e já que já fomos republica, o rei vai pensar

        ” Será que eu roubo 50 milhõess agora pro meu filho tomar a culpa do país quebrado, e todo mundo vai saber que fui eu que roubei ? ”

        Esse é o primeiro, no segundo pensamento

        ” Mas pera, se eu roubar, vou estar arriscando perder a forma de governo Monarquica que lutamos por 127 anos, vou arriscar perder a minha família real como hereditária, vou arriscar perder meu trono, e ficar desempregado, porque se um roubar, todos iriam me julgar. ”

        REpublica

        Opa, sou o Presidente, mas pera, 7 messes pra mim ter um IMpeachment, posso roubar avonts, porque aí o vice que é meu parça, vai ficar no poder roubar mais um pouco pra nóis e fica suav,, além de que até abrir o processo de impeachment vai demorar décadas”

        Pensamento da corrupção :

        ” Será que eu melhoro o país agora mesmo, pra daqui 6 anos VIR A MUDANÇA, e aí quem ganha Crédito é o novo presidente, já que, o que eu fiz não vai surtir efeito agora, ou será que eu ROUBO TUDO E CAI TUDO NO NNOVO PRESIDENTE ? QUAL SERÁ QUE EU ESCOLHO ”
        Isso é pura lógica rapaz, PURA LÓGICA

        Se eleger num Presidencialismo

        POpulismo, o povo aqui não vai votar direito, vai votar nos populistas, populismo conquista o povo, por isso é melhor termos alguém que ganha preparo desde o Nascimento e que ama seu povo…

        ” Ah ah mas e num Parlamentarismo republicano ? ”

        É sério que quer acreditar mesmo que o parlamentarismo republicano ? Tentaram isso durante nossa história e fracassou miseravelmente, sem contar que nisso, o Presidente é inimigo do primeiro ministro, fora que o Presidente é de um partido, ou seja, ele tem uma “ideologia”, acha que se o partido dele roubar, ele não vai passar a mão ( Se roubar pouco, tipo uns 4 milhões, não muito, porque aí o povo inteiro vai cobrar e encher o saco dele, isso se fossemos atualizados em política, coisa que não somos, o que logo nós da a entender que se roubassem 80 milhões, o povo nao iria nem ver… ), e o Presidente do parlamentarismo não é neutro como já disse, ele não ganha preparo, ele pode dependendo da forma se é direta ou indireta, ser eleito por ser populista, fora as vantagens que ele vai dar pro seu partido e a intenção dele de foder as oposições até mesmo em boas ideias, ou coisas distorcidas só para crime.
        fora que ele vai se renovando a cada 4 anos.

        Rei normalmente é amigo do primeiro ministro, rei ganha preparo, rei não precisa do populismo pra se eleger, precisa de aprovação popular e você acha que ele falando vai adiantar ? Tipo, ele já tá no poder, o país ta sendo estuprado e ele que tá levadno a culpa, ou seja, ele TEM QUE FAZER ALGO AO INVÉS DE FALAR, pelo seu cargo vitalicio, tentaram a Monarquia, e o Brasil era de primeiro mundo, e economistas são unanimes ao dizer que se o Brasil ainda continuasse império, hoje nossa economia teria alavancado, a classe média seria mais rica, a classe baixa seria menos pobre, e fora que o Brasil teria sido um dos primeiros países a deixar a mulher votar se ELE TIVESSE CONTINUADO MONARQUIA ( Princesa Isabel : ” Se uma Mulher pode governar, ela pode votar. ” ), isso já entra em sua outra “afirmação” na época de 1800, me diz aí que Países deixavam minorais e mulheres votarem, diz isso aí, e o Capitalismo não estava tão desenvolvido, e até Inglaterra, EUA, eram países com alto indice de pobreza, ou seja, os problemas do Brasil imperial eram globais, diferente de hoje em dia….. Rei é neutro, rei tem que fazerp ara ficar no poder e manter a linhagem sucessória… Sabia que na Monarquia, historiadores dizem que só tiveram 2 registros de corrupção, e eles 2 foram processados e punidos severamente, um saiu do país e voltou na época republicana ( M1T0 )

        “—- 5 —-> Traduzindo: ele está acima do bem e do mal, acima de criticas de direita, esquerda, etc.
        Citar países que são desenvolvidos incluindo os que nem são monarquia diretamente (como Canadá, etc.) é de um desonestidade intelectual sem tamanho. E no caso dos espanhóis nem é tão bom assim.
        Faltou só citar, como já fiz acima, contra-exemplos como países do Caribe (Jamaica, etc.)
        O povo pode ser protegido por alguem que seja eleito por ele num Parlamento republicano. Por que um republicano seria menos preparado que um monarca? Não são so atributos pessoais que fazem uma pessoa se destacar em vez de títulos de nobreza? Então por que isso? Não tem sentido.”

        Dinamarca, suécia, Japão Noruega, são Monarquias, eai ? Acima de críticas ? Sabia que no império se tinha o triplo de liberdade de expressão e 3 x menos de censuras ? Vários Jornais tiravam sarro do imperador ainda e faziam ofensas até… Republica, Compare os países mais pobres Monarquistas com os mais pobres republicanos E VAMOS VER quem vai perder…
        Povo ser protegido por um populista ? Eu posso fazer ou comprar o parlamento todo, posso falar isso e aquilo pro Parlamento e eles me colocam, o perigo disso é que o cara não tem o preparo de um rei ( que recebe desde o berço ), o Presidente que seria o chefe de estado, ou chefe de governo ( Nao me recordo agora. ), num Parlamentarismo republicano, está filiado a um partido, a uma ideologia, o que tira sua neutralidade.

        “—- 6 —-> Porque crianças não poderiam ser preparadas pra serem presidentes? Ainda não vi vantagem nesse seu argumento. Por que vocês monarquistas sempre batem nas mesmas falácias?
        Quando alguém diz “mas de uma coisa é certa” é um apelo a fé. Unica coisa certa que sei é que toda pessoa morre e alguns calculos de matematica exata, o resto não ponho não no fogo.
        Eu cito EUA como contra-exemplo republicano, mas acho que voce deve saber disso e não aceita.”

        Ah sério, os país colocam a criança pra ser treinada pra ser Presidente, MAS E SE A CRIANÇA NAO CONSEGUIR SER PRESIDENTE, se for numa PResdencialista, aí que fode meu amigo, que ele difícilmente será …. Num Parlamentarismo, ainda sim à problemas, pense bem, meu filho de 6-12 anos, vai treinar pra ser Presidente, mas e se ele quiser ser um médico, e eu ter desperdiçado esse tempo todo, fora que pode ter mais de uma criança treinando para ser Presidente, aí tu fala : ” Mas eles podem fazer uma linha presidencial, aí qual o sentido de termos republica se isso é a mesma coisa de uma Monarquia Parlamentar, mas aí tu fala ” Mas os presidentes seriam de famílias diferentes DARRRR “, mas receberiam o mesmo preparo da família real, DARRRRR, então seria a mesma coisa, mas e se colocasemos igual um rei, criarmos o bebe desde infância, COMO DIABOS, sem uma linha sucessória, como iriamos escolher os bebês que iriam ser Presidentes ? Esse argumento é 100% Fajuto. Enquanto um Rei já nasce com o proposito de ser rei, e caso nao queira, o próximo da linha já vai assumir…
        E nem vem falar ” Ensina nas escolas e pronto”, porque aí como fica as outras matérias, escola não foi feita pra te ensinar a governar um país, e sim pra ser inteligente em assuntos diversos, e pra que ensinar 30 alunos a governar um país se 1 só ia governar e o resto teria aprendido aquilo atoa ? Desperdiço de professores ( Salário dos profs. dessa matéria ) e desperdiço de tempo ( Muito mesmo. )

        “—- 7 —-> O minsiterio da Fazenda ja faz isso sobre erario publico.
        O monarca investigaria publico? E quem vigiaria o monarca? Pra que existe policia. corregedoria, etc.?”

        A policia pode vigiar o Monarca ? Sim…
        Quem vigia o Monarca ? Porque demônios ele precisaria ser investigado se ele tem só o poder “moderador”, ele não tem os mesmos acessos que um Presidente, mas ainda não entendi essa pergunta, mas ok…

        “—- 8 —-> Primeira parte do argumento a favor do Parlamentarismo tava boa, mas quando fala que na monarquia seria unica forma segura aí se perde como sempre.
        Monarquias com IDH alto como Tailandia (de maioria budista) e Brunei (maioria islamica; que muitos aqui devem repudiar). Mas tem Lesoto, país africano, monarquia constitucional e IDH baixo.
        O IDH aí nada tem haver com sistema de gorverno. Iso é falsa correlação. E se há paises republicanso com IDH já se vê q o problema nao é ssitema de governo e sim a forma como esse país se desenvolveu.”

        E Tailandai e Brunei não são só as únicas Monarquias boas, tem muito mais, muito mesmo, e diretas ainda………. Países africanos, me diz aí 5 países com IDH de primeiro mundo de países Africanos, HUR DUR, prefiro nem me aprofundar nesse quesito…

        Sistema de Governo é algo fundamental para ter IDH, sem sistema de governo = Sem IDH
        Um sistema pode aumentar o IDH, caso esse sistema seja bom e apresenta coisas positivas…

        “—- 9 —-> BULLSHIT!
        KKKKKKKKKKK MAIOR TRUNFO DA MONARQUIA É NÃO SER ELEITO POR APROVAÇÃO POPULAR?! ôÕ
        Esse fopi seu pior argumento. Se depender dele monarquia deveria ser extinta a muito tempo.
        E programas de governo poderiam ser continuados se população fizesse pressão pra se manter compromissos.

        —- 10 —-> E um que voce disse é um ABSURDO IMENSO, se tem governante e juizes vitalicios e não-eleitos isso não é democratico.”

        melhor ter um rei hereditario do que um presidente populista.

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  7. 1-PURA SACANAGEM
    De fato há alguns escândalos nas famílias reais. Coisas gravíssimas como adultério ou algúm porre de príncipe de segundo plano. Em contrapartida não me recordo de um presidente sequer que não tenha um escândalo no corrículo, só que normalmente de corrupção (o que em algum universo deve ser menos grave do que assuntos pessoais).

    2-PRIVILÉGIO
    A realeza não tem privilégios, ela simplesmente recebe pelo serviço público prestado. O monarca tem atribuições legais e jurídicas, seus herdeiros exercem funções diplomáticas. O mesmo não se pode dizer de presidentes aposentados, que recebem a vida toda por 4 anos de serviço. E desafio qualquer um a comparar economias semelhantes de república e monarquia a encontrar um trono mais caro do que a presidência.

    3- TAMANHO
    Ora, basta comparar repúblicas de tamanho semelhante às monarquias. O micro reflete o macro. Em contrapartida, grandes monarquias entraram em decadência quando tornaram-se pequenas repúblicas.

    4- GOLPE DE ESTADO
    Pergunte a qualquer cidadão republicano o que pensa da política em seu país e verá que a aceitação da república está mais associada ao comodismo do que à convicção. Diante do comodismo a instauração do governo é sim importante, já que golpes ferem o princípio democrático.

    5- CONCENTRAÇÃO DO PODER
    Infelizmente o principal argumento republicano é a própria ignorância. Quem define as políticas públicas (governa) é o parlamento, o monarca é um “seguro” do povo. Justamente por não ser eleito o poder do monarca é frágil, diante disso, a opinião pública é a única garantia que ele tem de não perder o trono. Do outro lado, o presidente que precisa do partido para ser candidato, além concentrar governo (finanças), estado (decisão) e executivo (força), precisa agradar o partido antes do povo.

    6- PREPARAÇÃO PARA O PODER
    Muito pelo contrário, na Monarquia PARLAMENTAR, a multiplicidade é muito mais valorizada, já que o parlamento (composto por representantes de todos os setores sociais) elege o governante entre seus membros. O preparo do monarca participa como um ponto de ponderação, ajudando a conciliar a multiplicidade em favor do povo.

    7- PROPRIEDADE DOS BENS DO ESTADO
    Realmente o patrimonialismo é um argumento estúpido (não entendo como o autor pode ver algum sentido nisso), já que na monarquia quem administra o erário público é o primeiro ministro. A vantagem monarquica está no vínculo do rei com o estado, por ser atingido diretamente pela má gestão de recursos públicos, o monarca é um fiscalizador muito mais difícil de ser “comprado” do que qualquer membro temporário da república.

    8- CORRUPÇÃO
    Concordo que o principal antídoto para a corrupção é o parlamentarismo e não a monarquia. Mas em uma república parlamentar, não se pode contar com as vantagens dos ítens 5, 6 e 7. Corrupção não é um argumento para a monarquia, mas atribuir uma utilidade maior ao chefe de estado, sem plenos poderes, é.

    9- CONTINUIDADE
    Reis não governam, é o primeiro ponto. Claro que como um representante do povo ele favorece projetos a longo prazo, como educação e programas de saúde preventiva, mas o faz aconselhando e fiscalizando. O governo fica a cargo de um primeiro ministro, que precisa do apoio constante do povo (já que não recebe um “alvará” de está certo por 4 anos). Em contrapartida, não existe direito divino no mundo atual, toda a forma de governo depende da aceitação popular, mesmo que implícita, a diferença é que o rei nã odeve nada a partido algum, apenas ao povo.
    A renúncia de Juan Carlos da Espanha ilustra bem isso: diante da corrupçã odo genro ele abdica em favor do filho para desvincular o trono dessa mácula, com Felipe VI, a linhagem da irmã está afastada do executivo. Alias a filha do rei está sob julgamento e o genro preso, bem diferente de alguns amigos do presidente por aqui.

    10- DEMOCRACIA
    Outra vez misturando Monarquia e Absolutismo, parece que esse é o único jeito de um republicano defender-se.
    Na monarquia o povo escolhe seus governantes de forma muito mais democrática. Veja bem, um candidato a presidência é indicado pelo partido antes de ser escolhido pelo povo, logo, se os partidos indicarem MERDA, BOSTA e CAGADA, quem será o legítimo presidente? No parlamentarismo, o povo escolhe os parlamentares que deseja, as bancadas partidárias são obrigadas a escolher o governo entre as opções dadas pelo povo. Diante disso, as monarquias são muito mais democráticas que os presidencialismos.
    Mas na dúvidad bas ta avaliar os bons e velhos dados, observe todas as ditaduras (tiranias) da história e se encontrar algum monarca me avise (seria uma excessão interessante)

    MINHA VEZ: Seria importante que as pessoas estudassem um pouco a respeito do assunto que pretendem falar, ao invés de argumentar apenas dentro de seu próprio mundinho que vai muito além da TV da sala…

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    • —- 1 —-> Claro o monraca não pode meter a mão diretamente na verba, eles já tem as dele garantida só por não fazer nada. POr que eles se arriscariam a prder o beneficio?
      Vc disse bem “Não se recorda”, o fato de vc nao lembrar ou nao conhecer presidentes honestos não quer dizer q eles não existam. Qrto a monracas corruptos sempre existiram nas historia da humanidade. Não foiu monraqui q tentou eliminra corrpução imperial, foi coisas como Carta Magna, Habeas Corpus, Revolução Francesa, Revolução Gloriosa, etc. Se monarquia fosse maravilha por que os franceses lutaram pra tirar ela? Porque tinha rei despota, absolutista e com vida pomposa enquanto o povo sofria.

      —- 2 —-> Se não tem privilegios entao pra que palacios, etc.? Vá mora na sua propria casa, com seu proprio salario, etc.[Serviço publico prestado? kkkkkk Até Chico Xavier poderia ter ganho por isso então. O que seria serviço puiblico prestado, sentar num trono e passear pro povo ver?
      Eu seria favoravel q um presidente nao recebesse durante vida toda. Aliás um ex-presidente pode ainda trabalhar como politico ele nao fica aposentado após terminar mandato.

      —- 3 —-> Essa foi falacia mais enrolada e furada que vi por aqui.
      Que republicas de tamanhos de monarquias? Mas são varios tipos de tamanhos, mas nenhum continental como Brasil. Mas vou citar exemplos de países pequenos republicanos e IDH alto: San Marino e Suiça.

      —- 4 —-> Sou um cidadão republicano e não vejo na Republica em si um mal. E não tem nada haver com comodismo. E não sou o único.
      Agora quanto a convicção, os monarquistas só passam convicção de que são teimosos nas suas crenças. Pare de usar apelo as massas. Voces monaqruistas são muito falaciosos e apelativos.

      —- 5 —-> Infelizmente o principal argumento monarquista é a própria ignorância.
      Sua opnião só dá a entender que monarquia é dispensavel.

      —- 6 —-> E quem avalia o preparao do monarca? pelo jeito que voce fala preparo do monarca dá a entender que algo genetico (hereditario).

      —- 7 —-> Então por que não atrelar os slarios de politicos republicanos ao estado de recusrsos publicos da população? Se população estiver mal desconta no sakario do politico, hã? Nem precisa de monarquia.

      —- 8 —-> Isso pode ser aplicado a politicos republicanos tambem. Mas pelo menos voce admitiu que na monaqruia é possivel haver corrupção tambem.
      Curiosamente muitos que eram favoraveis a monarquia que vi por aí eram a favor de Bolsonaro ser primeiro-ministro e que devaria haver golpe de tomada de poder.
      Voces monarquistas vão ter que transpirar muito o cerebro pra ter argumentos solidos a favor da monarquia.

      —- 9 —-> Se voce citar casos de combate a corrupção, pode citar que nos EUA la tambem tem isso, lá é republica e fim de papo. Arranje argumentos muitos melhores, até agora nada de voces se sustenta por um segundo.
      Acha que impunidade é exclusividade da republica?

      —- 10 —-> Não não unico meio de republicano defender-se, mas nenhum dos meios que vc citou e refutei todos, é meio pra monarquistas se defenderem.
      TE AVISAR QDO ACHAR TIRANIAS DE MONARCAS? KKKKK NEM VAI TER ESPAÇO AQUI PRA PÔR. QUER Q COME POR ONDE? MESOPOTAMIA? Melhor nem falar dos reis absolutistas, déspotas da maravilhosa e culta europa, como Luís 16, Czar nicolau 2 (esse bem mais recente; que foi deposto por comunistas insatisfeitos com opressão dele).
      Voce precisa estudar muita historia.

      MEU RECADO PRA VOCE (QUE VOCE MANDOU PROS OUTROS): Seria importante que as pessoas estudassem um pouco a respeito do assunto que pretendem falar, ao invés de argumentar apenas dentro de seu próprio mundinho que vai muito além da TV da sala

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  8. Bem furadinha esta lista. O título diz “10 motivos para ser contra a monarquia”, mas o item 9 (Continuidade) só fala a favor da monarquia. O item 8 fala que não é a monarquia, mas o parlamentarismo que leva crédito nos países menos democráticos. Até onde sei, apenas a Finlândia e a Singapura são países Republicanos Parlamentar a estarem na lista dos 10 mais honestos. Contra 7 que são Monarquias Parlamentares e 1 que é República Presidencialista. Vou ficar por aqui, mas os demais itens desta lista também possuem argumentação bem chula. Basta ler os outros comentários.

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  9. █████████ Nós brasileiros, da república, é que somos os espertos!
    A monarquia parlamentarista/representativa, como foi no Brasil – na dinastia Bourbon/Orleans -, e como é na Noruega, Reino Unido, Austrália, Canada, Nova Zelândia, Suécia, Bélgica, Espanha, Japão, Países Baixos/Holanda, no Brasil de hoje é coisa ultrapassada né? Afinal, nós brasileiros somos superiores, e este povo ai das monarquias (Noruega, Suécia, Dinamarca, Bélgica, Países Baixos/Holanda, Luxemburgo, Andorra, Mônaco, Reino Unido, Austrália, Canada, Nova Zelândia, Espanha, Japão), são uns trouxas inferiores, e nós republicano é que somos os espertos.

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    • Dos cerca de 200 países existentes no mundo, apenas cerca de 30 insistem em manter esse regime ultrapassado e arcaico chamando Monarquia. Defensores da monarquia sempre citam países desenvolvidos que vivem sob esse regime, mas sempre “esquecem” que o número de países monárquicos atrasadíssimos e miseráveis não fica atrás. Lesoto, Jamaica, Tailândia, Arábia Saudita, Butão, Marrocos, todos também são monarquias. Bobagem imaginar que o simples fato de se colocar alguém em um trono vai mudar os séculos de cultura de corrupção deste país.

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  10. Podemos constatar pelos comentários que o ideal republicano, patético e nojento, não é bem visto pela camada da população que LÊ AS MATÉRIAS ATÉ O FIM.
    Praticamente todos que postaram aqui são unânimes em favorecimento à MONARQUIA PARLAMENTARISTA, só mesmo aqueles que vão “na pilha” de pseudo revolucionários comunistas é que ainda apoiam essa tal REPÚBLICA, exatamente porque ficam limitados às coisas que lhes falaram ou mostraram em vídeo, pois se têm preguiça de ler, imagina de raciocinar…

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    • E vc fala como se o unico tipo de republica fosse a fracassada q tem no Brasil. A Republica pode ser parlamentarista, isso não é exclusividade da monarquia.

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  11. Seus argumento nao condiz com a realidade ,pois em nenhuma monarquia no mundo é tao cara como a republica brasileira , o reino unido que é a monarquia mais cara do mundo custa muito menos que o presidente , outro ponto os dois imperadores que o brasil teve nunca , jamais AUMENTARAM o proprio salario sempre tiveram austeridade com o dinheiro publico , lembrando um dos primeiros atos que deodoro fez quando deu o golpe de 15 de novembro foi aumenta o proprio salario e se justificou dizendo que o imperador se contetava com muito pouco , nenhum politico republicano se importou tanto com o povo como dom pedro 2 , na republica so outro estadista consequiu fazer beneficia o povo foi getulio vargas que todos nos sabemos que foi um ditador ( alquem ouviu monarquia ?) , nosso povo nao estar preparado para uma republica e nunca estara , republica no brasil e uma desgraça ( quem dizer isso foi deodoro da fonseca) o povo brasileiro é muito manipulavel , porque somos um povo hipocrita que queremos mostra uma coisa que nao somos , outra coisa na decada de 60 os militares convidaram o herdeiro do trono brasileiro para restabelece a monarquia ele nao aceito porque era uma escolha dos militares e nao do povo , no plebiscito de 93 o stj boicoto a propaganda dos Monarquista nao permitindo uma propaganda seria , ate 88 era proibido fala de monarquia no brasil sera porque ? Que pais democratico que nao permite expressa outra forma de governa ?

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  12. Argumentos fracos, sem objetividade! Necessário aprofundamento sobre o assunto! Sugiro ler as propostas sobre o Regime Monárquico Parlamentarista para o Brasil!

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  13. Argumentação precária, por confundir monarquia com tirania e por esquecer que a América Latina inteira – em grande parte atrasada, com baixo IDH -, chafurda em repúblicas à mercê de golpes e mais golpes!

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  14. O presidente pensa nas próximas eleições e o Imperador, nas próximas gerações!
    A Monarquia Parlamentar é menos custosa que a República !
    O Lula ficou MILIONÁRIO E A DILMA AFUNDOU O PAÍS !
    Em mais de um século se tornou público e notório a incapacidade desse sistema de governo ! Em outras palavras “ESTAMOS ÓRFÃOS DE PAI E MÃE DESDE 1889 !”
    QUE DEUS CLAREIE AS MENTES DESSE MEU POVO !

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  15. Refutando
    1-O monarca é treinado para amar o seu país,tanto que ama os pobres que D.Pedro II vendeu as joias da sua coroa para tentar resolver o problema da seca.
    2-não,o monarca recebia até menos que um presidente,D.Pedro II ganhava 800 contos de reis,Deodoro da Fonsceca ganhava 1.200 contos
    3-Infelizmente fica impossivel prever os efeitos de uma monarquia que acabou em 1889,a monarquia deu certo e transformou o Brasil em um país industrializado.
    4-Além do mais que a república foi proclamada por um monarquista,em 2013 o portal terra realizou uma enquete sobre o melhor regime de governo e a monarquia saiu com 87% de aprovação
    5-sim,pois se o monarca apresentar comportamento ilegítimo o parlamento pode destrona-lo com um proscesso semelhante com o de impeachment de um presidente.
    6-Esse eu sinceramente não entendi
    7-o monarca não prescisa desse dinheiro pois “nasce em berço de ouro”
    8-mas o monarca não é corrupto e pode dissolver o parlamento e convocar novas eleições caso haja escandalôs de corrupção e pode banir os corruptos da vida pública para sempre coisa que o presidente não pode
    9-Sim,o rei é rei simplismente porque nasceu,e passou pela aprovação do parlamento
    10-O rei é rei apenad porque nasceu,e não governa de fato,apenas representa o país e fiscaliza o parlamento para ver se eles estão na linha,quem governa mesmo é o primeiro ministro que se elege pela aprovação do monarca e da sua nação.
    Espero que leia

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    • PREZADOS leitores, sou parlamentarista por achar ser o regime menos corrupto e democrático. Creio que a monarquia parlamentarista é uma excelente forma de governo e que Dom Pedro II é o maior estadista que esse país já teve. Ainda acho que a república foi a maior bola fora que a maçonaria e as oligarquias poderiam ter feito mas a realidade é que o mal já foi feito. Muito da força monarquica para as pessoas é o poder conferido ao monarca por deus, sendo que na Inglaterra, Dinamarca e na Suécia, o monarca também representa a igreja do Estado. Como o Brasil não tem religião oficial e o número de seitas evangélicas e de ateus/agnósticos crescem abruptamente, creio que a monarquia já deixou seu legado positivo. Melhor é lutar pelo parlamentarismo que já é uma luta dificílima para depois pensar em monarquia. Também escrevi um textinho com 10 pontos favoráveis a monarquia, mas confesso que a realidade do Brasil hoje não tem nada a ver com monarquia e que se houvesse uma, nem saberia dizer se o ramo correto seria o de Vassouras ou o de Petrópolis.

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    • Detalhe, você refutou mesmo. Só não concordo que o Brasil era industrializado em 1889. O Brasil era predominantemente agrário e só veio a ter um maior crescimento industrial já depois da primeira guerra. Essa enquete do terra não tem legitimidade, tanto é que no plebiscito dos anos 90 a monarquia perdeu de lavada. O brasileiro comum é ignorante e acha que monarquia no Brasil seria igual como é em Game of Thrones. Outro ponto que as pessoas, inclusive eu, não gostam é o fato de alguém se gabaritar a algo simplesmente porque nasceu numa família específica. O brasileiro com viés de esquerda não gostamde privilégios porque sente inveja do sucesso alheio e um profundo recalque de quem já nasce rico.

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  16. Melhor submeter-se a alguém nascido em berço de ouro mas que foi orientado e preparado desde criança para liderar do que uma senhora que fala em mulher sapiens .

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  17. Monarquistas são tão utópicos quanto socialistas. Acham que uma monarquia parlamentarista acabaria/diminuiria a corrupção e as mazelas do brasileiro. Sempre aqueles exemplos de meia dúzia de reinos de sucesso, sem mencionar outras tantas dezenas de repúblicas eficazes. Qualquer forma de governo no Brasil que passar pelo crivo do povo brasileiro (parlamento) será corrupta. Nós fomos moldados socialmente no espírito corrupto por centenas de anos e isso não mudaria em absolutamente NADA agora caso fôssemos comandados por uma monarquia neste país continental. Pensar em monarquia hoje é um absurdo e descalabro. Só de imaginar em recomeçar do zero novamente ao invés de aprimorar o que hoje está consolidado é um retrocesso sem tamanho.

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  18. Outra mentira é dizer que na monarquia absolutista só tinha pobreza,vários mitos
    da idade média estão sendo derrubados!

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  19. Amigo reveja seus conceitos, o Japão tem uma monarquia constitucional com cerca de 130 milhões de abitantes a vai muito bem obrigado, veja qual são os 10 países mais desenvolvidos e democráticos ok

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  20. o papel de um rei não é servir de exemplo, é representar o povo. Hoveram escandolos em monarquias, desvios de moral mas ninguém é perfeito. Nas republica há muito mais escandalos pois não há há um topo na pirâmide as oligarquias fazem sua propria lei. por isso vivemos num pais da impunidade, os julgamentos são ridículos, as investigações paralisadas, acobertadas, desviadas, e juizes, ministros, primeiro ministro ou presidente não prestam contas. As coisas caminham a passos de formiga. Ninguém assume responsabilidade.

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  21. 1-Escândalos são recorrentes em qualquer forma de governo, mas com certeza a monarquia sabe resolvê-los com mais discrição e eficiência que a República, basta prestar bem a atenção nos atuais que parecem não ter fim.
    2- Ao dizer que “A máquina pública brasileira numa monarquia seria muito maior e provavelmente muito mais cara…” Cai por água abaixo sua teoria. Não comprava esta que nem mesmo é uma afirmação e sim uma suposição.
    3- Afirmar que um sistema governamental como a monarquia não daria certo por causa do tamanho do país é no mínimo estupidez. Deu certo durante o reinado de Dom Pedro II que elevou o Brasil a segunda potência mundial e daria mais certo ainda hoje haja visto o sistema monárquico se moderniza a cada passo da história.
    4- A República realmente nunca foi proclamada, foi sim um golpe. O Imperador foi banido para a Europa sendo embarcado na madrugada, para evitar levante popular. Na sua instalação ficaram de fazer plebiscito para definir o sistema de governo que dirigiria o Brasil e nunca o fizeram pois sabiam que o povo votaria pela continuidade do Império. Ao invés disso o que houve foi a instalação da primeira ditadura militar republicana. Hoje muitos brasileiros se quer conhecem a verdadeira história ou sabem da existências dos herdeiros do trono brasileiro por que a República sufocou os movimentos monarquistas e abafou a verdade através da doutrinação escolar.
    5- O monarca depende sim de aprovação popular e sua destituição pode ser requerida pelo povo, tendo o monarca que renunciar e outro assuma seu lugar, sem eleições já que o cargo é hereditário, gerando inclusive despesas eleitorais.
    6- O monarca é sim preparado desde o berço para dirigir a nação e como todo brasileiro também cursa uma universidade e por tanto tem uma profissão. Não se pode comparar um presidente seja qual for sua formação profissional com um Imperador que além de um profissional conta com a vantagem da preparação para dirigir um nação.Outra vantagem é que na monarquia um ministério é administrado por profissional ligado a pasta que assume, Exemplos: Ministério da Saúde -Médico. Ministério da Educação – Professor. Ao contrário do que acontece no Brasil e que resulta no que vem acontecendo.
    7- Ao contrário os monarquistas não afirmam a besteira que você menciona aqui. O dinheiro público em uma monarquia é muito bem controlado e utilizado para servir a população. Hoje todos percebem que em uma República o dinheiro é usado como se pertencesse aos políticos que fazem uso dele como bem entendem e para proveito próprio.
    8- Está provado que o sistema parlamentarista só funciona e muito bem quando ligado a monarquia. Pesquise Presidencialismo Parlamentar no Brasil para ver se você encontra algo de proveitoso. Os países mais desenvolvidos e com melhor desenvoltura parlamentar são monarquias.
    9- O Monarca precisa sim da aprovação popular para se manter no cargo. Por isso presta um bom serviço a nação. Tanto que suas obras são iniciadas e concluídas, sendo ao contrário de um presidente que inicia e abandona pois não pode concluir o que iniciou por permanecer pouco tempo a frente do governo. As obras que deixa ao sair geralmente são abandonadas pelo seu sucessor. O que gera prejuízos incalculáveis para o país. Um exemplo são as estradas de ferro deixadas pelo Imperador e que hoje estão abandonadas pela república.
    10- Isso é piada? O povo tem sim o direito de escolher seus representantes políticos,. Em uma monarquia, o povo elege os deputados que o representarão, ao Imperador cabe fiscalizar a política do país. Outro erro é afirmar que todos os cargos políticos são vitalícios ou hereditários. Sua afirmativa não conduz com a realidade. Aqui se percebe o quanto você desconhece o sistema monárquico brasileiro. E vou além, se a monarquia brasileira fosse uma Monarquia Autoritária, ai sim seria injusta para com o povo, mas ao contrário disso a Monarquia no Brasil o Imperador nunca comandou o país com autoritarismo sendo que acima dele existe uma constituição.
    Nenhuma das suas alegações correspondem com a realidade. Nunca vi em nenhuma outra página tanta asneira sendo usada como referência para desmoralizar um sistema de governo que foi o berço deste país e que desenhou o mapa o qual hoje todo o mundo reconhece como sendo o Brasil. Desconhece claramente o assunto Parlamentarismo e se sua alegação estivesse correta deveria ter mencionado o ocorrido no Brasil em 1961 quando tivemos aqui um Parlamentarismo Presidencialista que foi um desastre.

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  22. Conheço todas as monarquias constitucionais, para ser mais exato a 30 anos, moro na Noruega, este blog foi bastante infeliz e desconhecedor completo sobre o sistema monarquico constitucional, o certo é que não existe países mais desenvolvidos que as monarquias, os números não mentem. a verdadeira democracia é ter o direito a liberdade, é ter o direito de expressao, é ter direito a vida, é ter direito a decidir, é ter direito de ir e vir, é ter o direito de igualdade, é ter direito a proteção , é ter o direito a “plena” democracia e isso nos temos na monarquia constitucional. Nossas Reservas de niobio, petroleo, ouro, urânio, tório, terras raras, minério de ferro, café, cana de acucar, frutas, verduras, legumes, cereais, pesca, aves, bovinos, suinos, amazonas, sol e agua, fazem do Brasil o unico pais do mundo com a maior energia natural do planeta, matematicamente é impossível ter uma pessoa pobre neste país, é impossivel nao termos desenvolvido nenhuma industria tecnológica genuína , 125 anos de republica e nao temos nada, tudo o que temos sao tecnologias dos países
    hegemonicos, somos o celeiro do mundo, somos um pais subdesenvolvido. Perguntei-se onde esta o erro?, o erro é a republica e lembrem-se a diferença é o quarto poder moderador…..Sorte Brasil……
    nota: Noruega tem o maior fundo soberano econômico do mundo, 1 trilhão de USS, e temos apenas batatas, peixe e petróleo “recente” 30 anos.

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  23. Pra aqueles que pensam ser a monarquia uma meio pra desenvolver um país, facilmente são refutáveis, não só pelo exemplo da república dos EUA como exemplo de países monárquicos pobres:

    http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/conheca-as-28-monarquias-que-ainda-existem-no-mundo

    História do Brasil – As regências e rebeliões (1831 – 1840):

    http://www.laifi.com/laifi.php?id_laifi=2792

    Rebeliões durante o império no Brasil (ao contrário do que muitos dizem ser uma época “pacífica”):

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Confedera%C3%A7%C3%A3o_do_Equador
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Federa%C3%A7%C3%A3o_do_Guanais
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Sabinada
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Cabanada
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Balaiada

    Lesoto — monarquia constitucional, nem por isso é desenvolvido e teve muitos golpes de estado:

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Lesoto
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADtica_do_Lesoto

    Curiosamente, Tailandia (predominatemente Budista; mas mesmo essa teve golpe de estado em 2014) e Brunei (predominatemente Islamica; com Monarquia Democrática Unitária Parlamentarista e Sultanato Islâmico) ambos tem IDH alto, não devido a tradição moral conservadora ocidental cristã.

    FONTES:
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Brunei
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Tail%C3%A2ndia
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Golpe_de_Estado_na_Tail%C3%A2ndia_em_2014

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  24. Foi a maior idiotisse que já ouvir na vida sobre o rei nascer em berço de ouro e não ligar pros pobres todos os presidentes desde marechal deodoro a dilma que dizem ter sofrido no passado inclusive o lula nunca deram a mínima pros pobres e já foi confirmado por pesquisas que dilma com a republica gasta mais que a rainha Elizabeth ii com sua monarquia sejamos francos esse negossio de republica e uma farça para botarem sertos vagabundos no poder engana os pobres dizendo que o povo tem o poder e a tudo a favor do povo só para ganhar voto depois que ganha a política o povo do volta a ver os abutres novamente nas próximas eleições o povo nunca mandou em nada na vida e enganado pela labia dos vagabundos sobre menos fome inflação 0 …. depois que ganham nao fazem nada a nao ser embolsar pra si e mesmo em países com monarquia constitucional e absolutista estão melhores que o Brasil podem conferir .então senhor escritor dessa burrice sobre os monarcas informasse melhor antes de falar qualquer bobagem se não o senhor fica envergonhado.

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  25. Monarquia no Brasil NUNCA irá voltar. Podem sonhar a vontade, choro é livre. Ideia mais esdruxula, achar que há imunidade da realeza contra a corrupção… E a corrupção da família real da Espanha? Coitadinhos, ninguém da realeza sabia, tipo Lula e Dilma, não sabiam de nada do que acontecia do lado.

    Brasil Império, uma das últimas nações a abolir a escravidão, e por toda riqueza natural que possuía, era um dos mais atrasados em comparação com os países vizinhos da América espanhola (na época). A primeira Universidade brasileira, por ex., só veio surgir em 1909, no período republicano, porque o que existia antes nem Universidade não era, era apenas o que seria espécie de “faculdade” para profissões de necessidade primária, como médico e militar (e isso lá para 1810). Ciências de base? Necas, só na República. Nos nossos irmãos vizinhos, já havia Universidade desde 1538! É por isso que até na época do último imperador do Brasil, a família real, incluindo ele, foram estudar fora do Brasil, nas Universidades europeias. Parabéns.

    Família real brasileira que vendia títulos de nobreza para recompor as riquezas que perdeu em Portugal (corrupção? licitação de títulos, ganha quem pagar mais?), que promovia nepotismo (colocando membros da família real nas grandes posições públicas, na maior cara de pau). E a “questão dinástica” atual? Voltar essa porcaria para a boca do povo? Que envolve até falsificação de documentos por pessoas da realeza, é de rir. Ô povo santo e incorruptível.

    E porque os monarquistas não comparam o sistema da monarquia que defendem com as monarquias mais pobres e corruptas do mundo? Só pegam o caso europeu… Outra falácia risível. Por que não comparam com as monarquias constitucionais parlamentaristas de nações como: Antígua e Barbuda, Aruba, Bahamas, Bahrein, Barbados, Butão, Camboja, Curaçao, Granada, Jamaica, Jordânia, Kuwait, Lesoto, Malásia, Marrocos, Papua-Nova Guiné, Ilhas Salomão, Santa Lúcia, São Cristóvão e Nevis, São Vicente e Granadinas, Tailândia, Tonga, Tuvalu. São mais casos (20) que na própria Europa, onde só existem 11 monarquias constitucionais. E aí? Até algumas dessas monarquias, algumas representadas por Elizabeth II, têm casos graves de corrupção.

    E atualmente, por que a família real brasileira não tenta fazer a gestão pública até mesmo na Prefeitura de Petrópolis? Ficam na ladainha de que não podem se filiar a partidos políticos, têm que ser neutros, etc., mas toda vez que juntam políticos e movimentos pró monarquia, ficam de tietagem, assumindo posições políticas muito claras (que extrapolam a simples defesa de uma forma de Governo).

    Ora, fundem um partido de vocês mesmos, e passem a assumir coisas mais simples, como essa prefeitura ou como vereadores. Como é que o povo vai saber a competência dos membros da família real sem ver eles atuando na prática? Que eles conquistem o respeito do povo e, por outro lado, respeitem as liberdades que o povo conquistou, pois muito sangue foi derramado ao longo da história da humanidade, desde de que se criou a ideia de monarquia (para instituí-la, pois ninguém nasceu rei) há milênios, como também na instituição da democracia e da República, novel forma de Governo, que irá perdurar por outros milênios. Trata-se de uma evolução natural. Se querem o melhor para o país, deixem de frescura e passem a concorrer no cenário político, serão bem vindos. Quem sabe se mostrarem competência, espírito incorruptível, etc., o povo decida retornar a monarquia. Mas fazendo corpo mole e dizendo que não podem se envolver com política, é muito contraproducente e demonstra mais interesse no status de realeza do que em melhorar a sociedade brasileira.

    Por fim, a corrupção sempre existiu e sempre existirá no mundo inteiro. Não é monarquia que irá salvaguardar a nação, porque existem inúmeros casos de corrupção dentro dessa forma de Governo, ao longo da história, todos sabem disso. Inclusive atualmente, com o caso da família real espanhola.

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    • Teu comentario é um dos mais sensatos. Mas acho muito pouco provavel q eles vao repensar. Eles sempre usam mesmo argumentos pra defender monarquia.

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    • Eu estou em cima do muro sobre o Brasil voltar a ser uma monarquia, mas o brasil é um país com riquezas incalculáveis que se fosse bem administrada seriamos a maior potencia econômica do mundo ao contrario desses países citados por vcs, que países pobres e quase sem recursos minerais e naturais

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  26. Olá Lena e Criticista
    Gosto de ser sincero, então serei. Nunca li tanta idiotice como a que escreveu Lena. Desculpe-me se estou sendo indelicado. Peço que leia o texto abaixo, retirado do site da scielo (site científico), que fala sobre a educação superior no tempo do império.

    Com relação ao Brasil, a história da origem das universidades é bastante complexa. Dizer que a universidade só surgiu no Brasil no início do século XX é uma meia verdade. De fato, o nome universidade só passou a ser utilizado para conjuntos de escolas superiores nessa época, bem tardia em relação ao resto do mundo ocidental. Ao mesmo tempo, é preciso reconhecer que as universidades brasileiras fundadas nos albores do século passado não surgiram do nada. Havia já uma larga tradição de ensino superior, e foi sobre esta tradição que se constituíram as primeiras universidades no país. As universidades brasileiras foram precedidas por escolas profissionais, algumas bastante vetustas, além de academias militares e outras escolas e sociedades de tipo variado. O Brasil teve antes do século XX, desde a época colonial, algumas instituições docentes notáveis em certos aspectos. Em várias delas havia algum ensino científico ou técnico. A criação de universidades, e não mais apenas escolas superiores isoladas, só se efetivou no século XX, num fenômeno singular brasileiro. Qual terá sido a diferença em termos práticos, com relação a outros países? Não será legítimo buscar a origem de nossas universidades em instituições anteriores ao século XX, algumas com continuidade mais que secular?

    FONTE: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-40422007000700050
    Recomendo que leia, irá te fazer bem.

    São muitas as discrepâncias que escreve em seu texto, quando fala sobre educação no Brasil Imperial. Por exemplo essas:
    1- Nos nossos irmãos vizinhos, já havia Universidade desde 1538!
    Sinto em informar-lhe que nessa época o Brasil era uma colônia. Você sabe quando o Brasil veio a se tornar uma império? O ano foi em 1822. Bem, podemos dize que, foi a partir desse período que o pais de posse de sua Soberania, começou a se estruturar como Estado.
    2 -…porque o que existia antes nem Universidade não era, era apenas o que seria espécie de “faculdade” para profissões de necessidade primária, como médico e militar (e isso lá para 1810).
    Nesse trecho existe palavras distorcidas com poucas verdade. Mas mesmo assim, podemos observar que antes do Brasil ter sua Soberania, já existia, como atesta o texto postado acima, lugares que apenas não recebiam o nome de Universidade, mas já atuava sendo uma.
    3 – Quando o assunto é nepotismo, corrupção e monarquias corruptas existente no mundo.
    Na Monarquia brasileira a corrupção era bem menor. Mesmo assim a noção de governabilidade não tinha a maturidade que temos hoje em dia, inclusive sobre os direitos humanos. Muitas das atitudes que hoje consideramos ilícitas, na época era normal e aceitável.
    Se formas por seu raciocínio em termos de monarquias corruptas (diga-se de passagem, coloco abaixo a lista de vários países presidencialistas corruptos.
    1 Somália 8 República Presidencialista
    2 Coréia do Norte 8 República Presidencialista
    3 Afeganistão 8 República Presidencialista
    4 Sudão 13 República Presidencialista
    5 Myanmar 15 República Presidencialista
    6 Uzbequistão 17 República Presidencialista
    7 Turcomenistão 17 República Presidencialista
    8 Iraque 18 República Parlamentarista
    9 Venezuela 19 República Presidencial

    Depois de acreditar muito no presidencialismo, venho estudando mais sobre outras formas de governo. Nos brasileiros não devemos achar que, por um tipo de governo ter dado certo em algum lugar, irá dar certo aqui também. Estão não estou defendendo a Monarquia, ainda. O que acho é que com essa estrutura viciosa não podemos mais continuar. Não importa quem entrar na politica brasileira. Esse ou essa, pode ser a pessoal mais integra do mundo, que será corrompido ou expulso do meio. Existem lugares que o presidencialismo deu certo? SIM. Existem lugares que a Monarquia deu certo? SIM. Mas isso não nos garante nada.
    Começo a ver a Monarquia com bons olhos, depois de ver que, mesmo em um tempos diferentes, com visão e estilo de vida diferente de nossa realidade hoje, eles conseguiram grandes avanços para o Brasil. Na época colonial tínhamos uma das maiores linhas de estradas de ferro. Enquanto com a republica, principalmente nos dias atuais, o meio de escoação de nossa produção é através de caminhões, gerando mais gastos, dificuldade e encarecendo o produto.
    Um Rei é para ser preparado desde criança para Governar.Tem toda uma estrutura educacional baseada na ética e moral. Esse mesmo, serviria não apenas como exemplo, mas para atuar dentro das Leis Constitucionais combatendo atos ilícitos dos parlamentares, caso a Monarquia seja parlamentarista. Precisamos de um figura assim que não se corrompa. Me diz qual o Presidente, Governador, Prefeito que não irá se corromper, já que tem de aceitar, mesmo se for a contra gosto, acordos ilícitos para assegurar pessoas importantes, que tenham em seu poder uma quantidade de votos necessárias para eleger esse? Um Rei poderia funcionar, desde que, não absolutista e amparada suas ações dentro da Égide da lei.
    Fica minha opinião.

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  27. 50 Motivos para não se apoiar o Regime Republicano Brasileiro

    A tragédia do Golpe de Traição e Lesa-Pátria, executada por alguns membros da Seita Positivista de Auguste Comte que acabou com o Brasil

    01 • O Brasil foi o único país das Américas que fez sua independência não se tornando uma República. – Mas e o Canadá?… O Canadá, um dos países mais desenvolvidos do mundo, é uma monarquia parlamentar constitucional, que tem como Chefe de Estado na atualidade a Rainha Elizabeth II (Isabel II). “Ao contrário de seus vizinhos (inclusive dos Estados Unidos da América do Norte, e do Canadá), o Brasil tornou-se independente e soberano sob um Imperador. D. Pedro I e seu filho D. Pedro II cumpriram um enorme trabalho histórico de criação e afirmação de um país gigantesco, entregando-o unido, indiviso, falando um mesmo idioma, sem enclaves estrangeiros, com suas fronteiras praticamente definidas, livre da escravidão e aceitando uma transição para a república democrática feita sem derramamento de sangue*. Como imperadores, personificavam um poder do Estado – o Poder Moderador – que dirimia dúvidas e dava a última palavra nos mais graves assuntos nacionais. Seus atos políticos não eram sujeitos a julgamento, pois eram inimputáveis.” *A princípio sim… Entretanto, principalmente após a morte de D. Pedro II em 5 de dezembro de 1891, a República massacrou impiedosamente nos seus 10 primeiros anos de consolidação em torno de 200.000 opositores ao novo regime, numa época em que a população brasileira era 11 vezes menor que a atual.

    02 • Segundo João Camillo Torres, a razão da existência do Poder Moderador era devido ao fato de que o monarca, pela continuidade dinástica, não fazendo parte de grupos, classes, nem possuindo ligações regionais, não devendo seu poder a partidos, grupos econômicos, não tendo promessas eleitorais a cumprir, não precisando de “pensar no futuro” – o futuro de sua família estará garantido se a paz e a grandeza nacional estiverem preservadas – que não está sujeito à tentação de valer-se de uma rápida passagem pelo seu governo para tirar benefícios e vantagens particulares à custa da nação, deixando o ônus a seus sucessores.

    03 • Dentre todas as Ex-Colônias até 1889, o Império do Brasil foi o que mais prosperou ombro a ombro com os EUA, chegando ao status de 4ª potência global. O Brasil do Reinado de Pedro II foi uma nação próspera e internacionalmente respeitada, que detinha a liderança incontestável na América Latina. De 1880 até o Golpe de 1889, a Armada Imperial (Marinha de Guerra) com os navios de guerra mais poderosos do hemisfério ocidental, foi a terceira do planeta, que somada à Marinha Mercante foi a segunda Marinha da terra. O Imperador era amado e venerado pelo povo brasileiro, e respeitado no exterior, tanto pelos seus ideais democráticos liberais e progressistas, quanto por suas ações.

    04 • O primeiro partido republicano no Brasil foi o Partido Republicano Paulista, (PRP), criado na Convenção de Itu em 1873. O PRP era um partido legalizado apesar de o Brasil ser uma Monarquia. O PRP conseguiu eleger apenas três deputados na Assembléia Geral de Deputados durante toda a sua existência no Império do Brasil (1822-1889), porém, conseguiu infiltrar-se no meio militar, o que foi decisivo para a Queda da Democracia daMonarquia Parlamentar Constitucional Representativa Imperial Brasileira, conseguintemente do Imperador Dom Pedro II. A despeito da intensa propaganda republicana, a idéia da mudança de regime político não ecoava no país. Em 1884, foram eleitos para a Câmara dos Deputados, apenas três republicanos. Na legislatura seguinte, apenas um conseguiu ser eleito. Na última eleição parlamentar realizada no Império do Brasil, a 31 de agosto de 1889, o Partido Republicano só elegeu dois Deputados. Percebendo que não conseguiriam realizar seu projeto político pelo voto, os republicanos contrariando a democracia da Monarquia Parlamentar (Constitucional) Representativa do Império do Brasil, optaram por concretizar seus ideais alienígenas adversos à autêntica Identidade Nacional pelos piores caminhos possíveis. Apelando sem honra ou grandeza pela traição. Com o Golpe Militar de 15 de novembro de 1889, foi inaugurada a primeira e mais sangrenta Ditadura da História do Brasil. Neste sentido a República Brasileira além de assassina, continua sendo moralmente ilegal (fora da lei) e marginal. O resultado aí está para que todos vejam e reflitam.

    05 • O fim do próspero e respeitado Império do Brasil foi decretado em 15 de novembro de 1889, pelo Marechal Deodoro da Fonseca com um Golpe de Traição e Lesa-Pátria, sob a forma de uma quartelada quase sem força política e nenhum apoio popular… É o início do primeiro Estado de Exceção Republicano da História do Brasil, que destituiu o último Imperador Brasileiro. Sem o conhecimento da população, Em 24 horas D. Pedro II com sua família foram expulsos sem o menor respeito do Território Nacional, como se fossem perigosos criminosos, às escondidas na calada da noite em exílio para a Europa, e seus bens foram espoliados. Esta República de Mentira alienígena às nossas Raízes Históricas e a Legítima Identidade Nacional, seguiu convertendo nas escolas segundo seus mórbidos interesses sabotando a História… Reduziu o povo numa legião desorientada, sem identidade, sem referência de pátria, sem vontade própria, sem orgulho ou amor pelo seu país… Sem nada. Isso é destruir uma nação na sua essência. Numa tentativa de consertar esta grande lambança, os militares antes do Golpe 31 março de 1964 (mais um Contra-Golpe aplicado no Golpe de 15 de novembro de 1889), tentaram reparar o erro cometido pelo Exército Brasileiro em 1889, devolvendo a Monarquia Parlamentar aos brasileiros – Aos 05:30 do vídeo.

    06 • Em 15 de novembro de 1889, Deodoro da Fonseca influenciado por intrigas de alguns republicanos, liderou um punhado de jovens Cadetes junto à tropa local, nada expressiva em relação ao efetivo do Exército e da Armada Imperial (Marinha de Guerra), na Cidade do Rio de Janeiro. À margem da Lei, traiu a Nação Brasileira apunhalando pelas costas o seu Imperador amado pelo povo. Assim! sem honra ou grandeza, Deodoro se promove Presidente da República dos Estados Unidos do Brasil que inventou, inaugurando a primeira Ditadura Militar da História do Brasil. O Golpe de Traição e Lesa-Pátria ocorreu na Praça da Aclamação (atual Praça da República) na Cidade do Rio de Janeiro, então Capital do Império do Brasil. Num ato inconstitucional, um grupo de militares do Exército Brasileiro liderados pelo aliciado Marechal Deodoro da Fonseca, destituiu arbitrariamente alheio a opinião pública o Imperador D. Pedro II amado pelo povo, assumindo o poder no país.

    07 • “Na noite de 15 de novembro de 1889, foi constituído o Governo Provisório da República recém-proclamada, tendo como chefe o Marechal Deodoro, com poderes ditatoriais. O Ministério foi composto de republicanos históricos, como Campos Sales, Benjamin Constant Botelho de Magalhães, Quintino Bocaiuva, e de liberais da Monarquia que aderiram de primeira hora ao novo regime, como Ruy Barbosa, Almirante Eduardo Wandenkolk e o Marechal Floriano Peixoto como Vice-Presidente do primeiro Estado de Exceção que inventaram. Toda a composição do novo governo republicano, era formada por membros regulares da Maçonaria Brasileira. Deodoro, o primeiro Ditador da História do Brasil, foi o 13º Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil, eleito a 19 de dezembro de 1889 e empossado a 24 de março de 1890.”

    08 • Ainda nesta mesma noite do dia 15, na casa de Deodoro, foi decidido pelo Decreto nº 1, de 15 de Novembro de 1889, que se faria um Referendo Popular, para que o povo brasileiro aprovasse ou não, por meio do voto, a República que inventaram. Porém esse Plebiscito só ocorreu 104 anos depois em 1993, pelo artigo segundo do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição de 1988, quando todos que possuíam algum parâmetro comparativo entre o Império e a República haviam morrido; além da República nestes 104 anos ter tido tempo mais do que suficiente para desconstruir a Aura Democrática (considerada a mais liberal do seu tempo) da Monarquia Parlamentar Constitucional Representativa do Império do Brasil, no decorrer de quatro gerações nos bancos das escolas… Obviamente que o povo na ocasião votou naquilo que mais conhecia: na República Presidencialista.

    09 • Em seu Art. 1º, o decreto informa que a proclamação da república inicialmente não foi um ato acabado, mas sim uma medida provisória. No Art. 7º, quando assume o compromisso de consultar a nação para saber se o povo concordava com a mudança do regime, o Governo Provisório se declara consciente de que isso, a consulta, era um dever do novo governo, e que então haveria um plebiscito para legitimar a nova forma de governo. Esse compromisso é bem claro no Art. 7º na parte em que diz: “aguardando, como lhe cumpre, o pronunciamento definitivo do voto da nação, livremente expressado pelo sufrágio popular”. Assim, o Decreto nº 1 do Governo Provisório, que se declara provisório, implicitamente porque o novo regime também o era, nos diz duas coisas bem claras que infelizmente foram esquecidas:
    1) Não houve uma mudança de regime de forma definitiva, logo de início, mas sim provisória.
    2) Foi prometido um plebiscito para confirmar a mudança, mas isso só foi feito mais de cem anos após, em 1993.

    10 • Uma das alegações dos republicanos para a derrubada da Monarquia, era o que eles chamavam de custo excessivo da Família Imperial… Mesmo assim! o então recém Ditador Deodoro se remunera com um salário correspondente ao dobro do que esta família recebia. Além do banimento ocorreu confisco dos bens (particulares) da família imperial. Praticamente todos os bens e pertences dos Orleans e Bragança foram leiloados. (…) Sustentar uma Família Imperial ou Real é muito mais barato do que sustentar um Presidente e sua Família. Na monarquia sustenta-se apenas a Família do Monarca, em certos casos apenas o Monarca e o Herdeiro. Na República Brasileira, por exemplo, sustenta-se o presidente, sua família e assessores, sustentam-se também todos os ex-presidentes (pelas aposentadorias “concedidas” ao fim de seus mandatos), inclusive aqueles que por algum motivo, na falta do presidente eleito, ocuparam a presidência da república, ou seja, o vice-presidente, os presidentes do Senado e Câmara federal ou o ministro do Supremo Tribunal Federal que tenham ocupado, mesmo que por apenas um dia a presidência. Esta República também continua sustentando até os Ex-Presidentes depostos e/ou suas viúvas. (…)

    11 • Insuflados pelos radicais positivistas, pela maçonaria e apoiados pelos fazendeiros, os militares depuseram o gabinete do Visconde de Ouro Preto e instauraram uma ditadura republicana. O livro analisa as motivações do golpe republicano e traz informações importantes sobre as revoltas e ressentimentos pessoais do líder Benjamin Constant contra o monarca, fator considerado decisivo para a realização da quartelada que ensejou a proclamação a República. Os chamados “ideais republicanos”, na verdade, constituiriam um simples pano de fundo para justificar a insurreição que mudou a forma de Governo em 1889. “Na época da Proclamação da República o país passava por grande desenvolvimento. As novidades européias foram rapidamente absorvidas na moda, no transporte, nas comunicações, no turismo. Por exemplo, o navio a vapor fazia grande sucesso e na cosmopolita cidade do Rio de Janeiro falava-se ao lado do português, o francês. Ruas calçadas percorridas por charmosos bondes elétricos faziam parte da paisagem carioca. Indubitavelmente, o país mudava econômica e politicamente, pois novos Estados eram criados, exigindo sofisticada máquina administrativa. Cabo submarino ligava o Brasil à Europa e aos Estados Unidos facilitando as comunicações. A imprensa e o mercado editorial prosperavam. O Brasil, graças às dimensões e ao desenvolvimento, era um Império Tropical”.

    12 • Imediatamente após o dia 15 de novembro, durante todo o dia 16 de novembro a Família Imperial ficou presa e praticamente incomunicável no Paço da Cidade (o povo neste ínterim, não sabia o que acontecia de fato). Por volta de três horas da tarde, ouviu-se o estrépito de patas de cavalos, era um esquadrão da cavalaria. Liderado pelo Major Frederico Solón, o mesmo que houvera espalhado o boato, na Rua do Ouvidor, de que Dom Pedro II decretara a prisão de Deodoro e Benjamin Constant (o que precipitou o golpe, com a cavalaria na rua). Este subiu as escadas do palácio com uma mensagem para o imperador. Foi introduzido no Salão chamado das Damas, onde se encontrava a Família Imperial. Era o comunicado do Governo Provisório da República, notificando o Imperador de sua destituição, e lhe dando um prazo de 24 horas para deixar o país. Mas os republicanos temiam que o povo, que vendo o Imperador e sua família sendo humilhados pelas ruas do Rio se rebelassem. Resolveram então que a Família Imperial deveria embarcar na madrugada de 17 de novembro de 1889, às escondidas, na calada da noite.

    13 • D. Teresa Cristina, a Imperatriz do Brasil, que sempre tivera uma postura digna e reservada diante de assuntos políticos, chorava convulsamente no momento da partida forçada. Afirmaria ao Barão de Jaceguai que a tentava consolar, pedindo-lhe resignação. – “Tenho-a e muito. Mas a resignação não impede as lágrimas. E como deixar de verte-las, ao sair desta minha terra, que nunca mais hei de ver”. A madrugada do embarque para o exílio era chuvosa e o mar estava revolto com graves riscos para as embarcações. Dom Pedro II sofria uma crise aguda do diabetes e embarcou, com dificuldade, amparado por seu médico particular, o Dr. Mota Maia, que com ele seguiu viagem. Foi nesse contexto dramático que a Família Imperial rumou para o exílio. Segundo suas próprias palavras, Isabel deixou a pátria aos soluços, sob as ordens e intimações do tenente-coronel João Nepomuceno Mallet, que mais tarde iria insurgir-se contra o próprio Governo Republicano que ele ajudou a instalar.

    14 • Não faltou quem quisesse reagir, como foi o caso do Almirante Tamandaré, mas Dom Pedro II recusou qualquer reação e pacificamente deixou o território nacional, para entrar na História. O Imperador debilitado por uma crise de diabetes, não teve condições nem tempo de pensar. Preso com a sua família sem que o povo soubesse (detido segundo os republicanos), a Família Imperial brasileira foi banida às escondidas, na calada da noite em menos de 24 horas, e o Brasil inaugurou a República sob forte crise, com fechamento do Congresso, banimentos, censura à imprensa, perseguição de jornalistas, autoritarismos. A inflação disparou e a economia entrou em crise. E assim foi praticamente durante toda a primeira década do primeiro Regime de Exceção Republicano Brasileiro… (…)

    15 • A pequena Quadrilha de Conspiradores, logo descartou a Bandeira Imperial, substituindo-a por uma caricatura (Bandeira Provisória) da Bandeira dos Estados Unidos da América do Norte, idealizada por Ruy Barbosa. Simplesmente foram adulteradas as cores das 13 listras horizontais, para correspondentes verdes e amarelas, e a quantidade de estrelas referente aos Estados. Esta réplica republicana da bandeira dos E.U.A. foi hasteada ao Mastro do Navio Alagoas, que conduziu a Família Imperial banida do solo brasileiro rumo ao exílio. O nome Estados Unidos do Brasil só foi alterado em 1968 durante o último Regime Militar.

    16 • “Na manhã do dia 19 de novembro, o Marechal Deodoro recebia em sua casa alguns republicanos, liderados por Lopes Trovão, os quais iam submeter, já como fato consumado, à sua apreciação, o projeto da nova Bandeira do Brasil. Deodoro, porém, desejava manter a antiga Bandeira Imperial, dela retirando apenas a Coroa, e considerou a bandeira que lhe fora apresentada por Lopes Trovão como um arremedo grosseiro da bandeira dos Estados Unidos. Os republicanos insistiram que só restava a Deodoro oficializar a bandeira por eles apresentada, pois a mesma já tremulava em alto mar, no mastro do Alagoas, navio que conduzia o Imperador deportado com sua família ao exílio. Irritado, o Marechal deu um soco na mesa, exclamando: Senhores, mudamos o regime, não a Pátria! Nossa Bandeira é reconhecidamente bela e não vamos mudá-la de maneira nenhuma!”. URL da Primeira Bandeira Nacional da República dos Estados Unidos do Brasil (Bandeira Provisória)

    17 • Os republicanos ficaram sem resposta e a sua bandeira foi, posteriormente, para o Museu da Marinha, ficando conhecida como a “Bandeira Provisória da República”, embora nunca tenha sido oficializada. Diante da decisão inflexível de Deodoro, foram mantidos na bandeira nacional o losango amarelo no retângulo verde, da antiga Bandeira do Império, substituindo-se as Armas da Monarquia, por uma esfera celeste, tendo ao centro o Cruzeiro do Sul, e cortada por uma faixa branca, com o mote Ordem e Progresso. A bandeira foi desenhada por Teixeira Mendes, presidente do Apostolado Positivista do Brasil, com o auxílio de Miguel Lemos e do professor de Astronomia Manuel Pereira Reis. URL da atual Bandeira Nacional da República Brasileira.

    18 • As condições humilhantes a que foram submetidos a família imperial brasileira, provam o total despreparo, a incapacidade, e o desrespeito a nação brasileira pelos homens que usurparam o poder e proclamaram a República. A Imperatriz deposta D. Tereza Cristina, foi a primeira vítima do dia 15 de novembro. Durante o processo de expulsão/banimento “O traslado foi difícil. Chovia e o mar esta encrespado. Riscos de escorregões e afogamento não faltaram. O traslado se fez de madrugada. Praticamente pendurados por cabos, oscilando de uma embarcação para a outra, a Imperatriz dava gritos que penalizavam a todos”. Durante toda a viagem marítima que conduziu a Família Imperial Brasileira rumo ao exílio, Teresa Cristina esteve em estado de choque, entorpecida pelo tratamento rude que os republicanos dedicaram à dinastia deposta. Ao embaixador da Áustria presente no embarque, perguntou: “Que fizemos para sermos tratados como criminosos?” No desembarque em Portugal retirou-se para um hotel simples na cidade do Porto, onde sentiu-se mal. Um médico chamado às pressas nada pôde fazer.

    19 • D. Teresa Cristina, após o banimento (expulsão sumária da Família Imperial em 24 horas do Solo Brasileiro), não resistindo as atribulações das últimas semanas desde o Golpe de Traição e Lesa-Pátria de 15 de novembro de 1889, logo após a chegada do Vapor Alagoas à Portugal, acabou por falecer no exílio. Nos seus últimos instantes, ainda confidenciou à Baronesa de Japurá: “Maria Isabel, eu não morro de doença. Morro de dor e desgosto”. Suas últimas palavras teriam sido: “Brasil, terra abençoada que nunca mais verei”. Era 28 de dezembro de 1889. Os jornais europeus comentaram a morte da imperatriz. Le Figaro escreveu em 29 de dezembro de 1889: “A Europa saudará respeitosamente esta Imperatriz morta sem trono, e dir-se-á, falando-se dela: sua morte é o único desgosto que ela causou a seu marido durante quarenta e seis anos de casamento”. No Brasil de 1890 deram-se 13 leilões dos bens da Casa Imperial – objetos, móveis e semoventes. Procederam à avaliação dos móveis, carros, animais e objetos existentes na Quinta da Boa Vista, e os vindos do Paço da Cidade. O Juiz da 2ª vara, Dr. Honório Coimbra nomeou para proceder ao leilão o leiloeiro Joaquim Dias dos Santos. Francisco Marques dos Santos, em seu artigo intitulado O leilão do Paço de São Cristóvão, publicado no Anuário do Museu Imperial, vol. 1, 1940, fala dos absurdos, da desordem, da avaliação arbitrária e venda forçada dos bens da família.

    20 • Em uma viagem a Paris, Ruy Barbosa se encontra com D. Pedro II e fala: “Majestade, me perdoe, eu não sabia que a República era isso”, tamanha era a decepção com o estado do país após a proclamação da República. Em 1892 abandona a bancada do Senado, depois de feita a justificativa em discurso. Dias mais tarde lança um manifesto à nação no qual diz a famosa frase: “Com a lei, pela lei e dentro da lei; porque fora da lei não há salvação. Eu ouso dizer que este é o programa da República”. Em 23 de abril do mesmo ano sobe as escadarias do Supremo Tribunal Federal, sob ameaça de morte, para defender, como patrono voluntário, o habeas corpus dos desterrados de Cucui.

    21 • Em 14 de dezembro do mesmo ano, Ruy Barbosa, então ministro da Fazenda da República dos Estados Unidos do Brasil, mandou queimar os livros de matrícula de escravos existentes nos cartórios das comarcas e registros de posse e movimentação patrimonial envolvendo todos os escravos, o que foi feito ao longo de sua gestão e de seu sucessor. A razão alegada para o gesto teria sido apagar “a mancha” da escravidão do passado nacional. Todavia, especialistas afirmam que Ruy Barbosa quis, com a medida, inviabilizar o cálculo de eventuais indenizações que vinham sendo pleiteadas pelos antigos proprietários de escravos. Apenas onze dias depois da Abolição da Escravatura pelo ainda Regime Monárquico Imperial, um projeto de lei foi encaminhado à Câmara, propondo ressarcir senhores dos prejuízos gerados com a medida.

    22 • Certo dia D. Pedro II realizou um longo passeio pelo Rio Sena em carruagem aberta, apesar da temperatura extremamente baixa. Ao retornar para o Hotel Bedford à noite, sentiu-se resfriado. A doença evoluiu nos dias seguintes até tornar-se uma pneumonia. O estado de saúde de Pedro II rapidamente piorou até a sua morte às 00:35 da manhã do dia 5 de dezembro de 1891. Suas últimas palavras foram: “Deus que me conceda esses últimos desejos—paz e prosperidade para o Brasil.” Enquanto preparavam seu corpo, um pacote lacrado foi encontrado no quarto com uma mensagem escrita pelo próprio Imperador: “É terra de meu país, desejo que seja posta no meu caixão, se eu morrer fora de minha pátria”. O pacote que continha terra de todas as províncias brasileiras foi colocada dentro do caixão.

    23 • Os membros do governo republicano brasileiro, “temerosos da grande repercussão que tivera a morte do Imperador”, negaram qualquer manifestação oficial. Contudo, o povo brasileiro não ficou indiferente ao falecimento de Pedro II, pois a “repercussão no Brasil foi também imensa, apesar dos esforços do governo para a abafar. Houve manifestações de pesar em todo o país: comércio fechado, bandeiras a meio pau, toques de finados, tarjas pretas nas roupas, ofícios religiosos”. Foram realizadas “missas solenes por todo o país, seguidas de pronunciamentos fúnebres em que se enalteciam D. Pedro II e o Regime Monárquico”.

    24 • Os brasileiros se mantiveram apegados a figura do Imperador popular a quem consideravam um herói e continuaram a vê-lo como o Pai do Povo personificado. Esta visão era ainda mais forte entre os brasileiros negros ou de ascendência negra, que acreditavam que a monarquia representava a libertação. O fenômeno de apoio contínuo ao Monarca deposto é largamente devido a uma noção generalizada de que ele foi “um governante sábio, benevolente, austero e honesto” Esta visão positiva de Pedro II, e nostalgia por seu reinado, apenas cresceu a medida que a nação rapidamente caiu sob o efeito de uma série de crises políticas e econômicas que os brasileiros acreditavam terem ocorridas devido a deposição do Imperador. Ele nunca cessou de ser considerado um herói popular, mas gradualmente voltaria a ser um herói oficial.

    25 • Surpreendentemente fortes sentimentos de culpa se manifestaram dentre os republicanos, que se tornaram cada vez mais evidentes com a morte do Imperador no exílio. Eles elogiavam Pedro II, que era visto como um modelo de ideais republicanos, e a era imperial, que acreditavam que deveria servir de exemplo a ser seguido pela jovem república. No Brasil, as notícias da morte do Imperador “causaram um sentimento genuíno de remorso entre aqueles que, apesar de não possuirem simpatia pela restauração, reconheciam tanto os méritos quanto as realizações de seu falecido governante.”

    26 • Exilada, espoliada, com a saúde frágil, extremamente abalada pela morte de dois de seus filhos (Antônio, em 1918, e Luís, em 1920), a Princesa Isabel faleceu em 14 de novembro de 1921. Foi sepultada no cemitério local, de onde seria trasladada em 6 de julho de 1953 para um jazigo no Mausoléu Imperial da Catedral de Petrópolis. Como afirma Nelly Martins Ferreira Candeias: “A Princesa Isabel conviveu com o predomínio agrário do tempo e declínio dos escravagistas marginalizados pelo golpe fatal da Abolição. Enfrentou a ideologia republicana dos adversários, a extinção da monarquia e as tristezas do exílio.”

    27 • O período de 1889 até 1930, chamado de República Velha, também ficou conhecido como “Primeira República”, “República dos Bacharéis”, “República Maçônica” e “República da Bucha”, pois todos os presidentes civis daquela época eram bacharéis em direito. Quase todos foram formados na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da Universidade de São Paulo, exceto Epitácio Pessoa. Artur Bernardes iniciou os estudos de direito na Faculdade Livre de Direito (atual Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais) e o concluiu em São Paulo. Quase todos eram membros da Maçonaria.

    28 • Quase todos, menos Epitácio Pessoa, foram membros de uma sociedade secreta da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da Universidade de São Paulo, chamada de “Bürschenschaft Paulista”, ou “Studentenverbindung” (algo como confraria da camaradagem, em alemão), mais conhecida como “Bucha”, criada, em 1831, pelo professor Julius Frank (1808 – 1841). Os membros da Bucha procuravam, quando alcançavam um alto cargo político, chamar seus colegas da Bucha para sua equipe. Carlos Lacerda descreveu assim a Bucha: “Uma sociedade secreta em que os sujeitos confiavam nos companheiros, digamos “da mesma origem”, que passam pelas faculdades, futuras elites dirigentes. Um dia, um sobe e chama o outro para ser governador, para ser secretário, para ser ministro e assim por diante.” — Carlos Lacerda

    29 • Os candidatos de oposição à presidência da República também foram maçons: Ruy Barbosa, também membro da Bucha, foi três vezes candidato, o Grão-Mestre Lauro Sodré, foi duas vezes candidato e o Ex-Presidente da República (1909-1910) e Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil, Nilo Peçanha foi candidato de oposição em 1922. Afrânio de Melo Franco que governou de fato o Brasil quando Delfim Moreira adoeceu também era da Bucha. Epitácio Pessoa foi o único presidente civil que não pertenceu à Bucha, pois bacharelou-se em direito em Recife.

    30 • “De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.” (Ruy Barbosa) Frase de um dos Traidores da Pátria que após a tragédia do Golpe de estado de 15 de novembro de 1889, vendo a grande lambança na primeira Ditadura Republicana da História do Brasil que talvez ingenuamente ajudou que se consumasse… Arrependido, percebeu tardiamente as virtudes da Democracia da Monarquia Parlamentar (Constitucional) do Império do Brasil que desprezou, quando se deu conta que haviam substituído e reduzido o Respeitado Império que ombreava com as outras três potências do planeta, a um país ditatorial de terceira categoria. Pelas suas discordâncias e ameaças recebidas… Exilou-se na Monarquia da Inglaterra.

    31 • Eleito pelo Congresso Nacional (indiretamente), Deodoro iniciou seu mandato sob forte tensão política. Tinha a oposição do Congresso e da população devido à crise econômica que a mudança do regime provocou. Tal ato gerou violenta reação, fazendo com que, entre agosto e novembro de 1891, o Congresso tentasse aprovar a “Lei de Responsabilidades”, que reduzia os poderes do presidente. Deodoro contra-atacou a decisão do Congresso e em 3 de novembro de 1891, decretou a dissolução do Congresso, lançando um “Manifesto à Nação” para explicar as razões do seu ato. Enquanto isso, tropas militares cercaram os prédios do legislativo e prenderam líderes oposicionistas e a imprensa do Distrito Federal foi posta sob censura total, decretando, assim, o estado de sítio no país. Este fato entrou para a história como o Golpe de Três de Novembro e foi o último feito de Deodoro em sua carreira política, pois alguns dias depois renunciaria ao mandato de presidente.

    32 • A primeira Revolta da Armada (Marinha de Guerra) ocorreu no dia 23 de novembro de 1891, quando o Almirante Custódio de Melo, acionado por Floriano Peixoto, a bordo do Encouraçado Riachuelo, ameaçou bombardear o Rio de Janeiro caso Deodoro não renunciasse. O Marechal Deodoro, então, cedeu às pressões e renunciou ao cargo de Presidente da República, entregando o poder ao Vice-Presidente, Floriano Peixoto.

    33 • Os Estados Unidos, nação que os republicanos brasileiros preconizavam como padrão a ser imitado pelo Brasil, retardaram o reconhecimento oficial da República Brasileira até 29 de janeiro de 1890. De acordo com seu então presidente Benjamin Harrison, o reconhecimento foi adiado até que fosse comprovado que o novo governo teria apoio popular (…). O Império Alemão reconheceu o governo republicano brasileiro em 29 de novembro de 1890. A Grã-Bretanha aguardou que se promulgasse a nova Constituição, e só em 4 de maio de 1891 o representante diplomático do Brasil foi recebido pela Rainha Vitória do Reino Unido. Até o fim de 1891, a República Brasileira estava reconhecida por todas as nações civilizadas. Só o Império Russo é que não quis reconhecer o novo regime, senão depois do falecimento de D. Pedro II ocorrido em 5 de dezembro de 1891 (dois anos após ser traído), por ato de 26 de maio de 1892.

    34 • Os membros do governo republicano brasileiro, “temerosos da grande repercussão que tivera a morte do Imperador”, negaram qualquer manifestação oficial. Contudo, o povo brasileiro não ficou indiferente ao falecimento de Pedro II, pois a “repercussão no Brasil foi também imensa, apesar dos esforços do governo para a abafar. Houve manifestações de pesar em todo o país: comércio fechado, bandeiras a meio pau, toques de finados, tarjas pretas nas roupas, ofícios religiosos”. Foram realizadas “missas solenes por todo o país, seguidas de pronunciamentos fúnebres em que se enalteciam D. Pedro II e o Regime Monárquico.

    35 • “Maior prova de arrependimento e vergonha, daquele que encarnava a virtude do exército não poderia existir. A República foi proclamada sem grandeza à custa de mentiras, e seu proclamador quis ser enterrado sem a farda que caracterizava a instituição que dizia liderar. E hoje temos paradoxo do Brasil se pretender democrático e sério, e fazer um FERIADO NACIONAL em dia de GOLPE DE ESTADO.

    36 • Nos países desenvolvidos de verdade, não existe coisa semelhante. O que se comemora no dia 15 de novembro é o dia da Alta Traição, talvez seja por isso um feriado ao qual o povo brasileiro não dá a mínima importância. Inconscientemente nós sabemos que não há o que comemorar… Quem tem um pingo de dignidade e honra, sabe que é a data da Vergonha Nacional, pois a História do Brasil Republicano fala por si própria, e a realidade republicana que vivemos é a prova viva da tragédia começada naquela infeliz data.

    37 • Maior prova de que os protagonistas daquele movimento sabiam dos seus atos de traição contra àquele que juraram defender, é a atitude do Marechal Floriano nos movimentos de consolidação do regime, agindo com arbítrio e violência, numa seqüência de prisões e assassinatos de opositores, pois sabia o marechal, que restaurada a Monarquia, seu destino seria a forca, que está destinada aos traidores, então de ferro o marechal não tinha nada, pensava somente em garantir a integridade do seu pescoço.

    38 • “Concidadãos, contra a Constituição e contra a integridade da própria Nação, o Chefe do Executivo [Floriano Peixoto] mobilizou o Exército discricionariamente, pô-lo em pé de guerra e despejou-o nos infelizes Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Contra quem? Contra o inimigo do exterior, contra estrangeiros? Não. O Vice-Presidente armou brasileiros contra brasileiros; levantou legiões de supostos patriotas, levando o luto, a desolação e a miséria a todos os ângulos da República (…). Sentinela do Tesouro Nacional como prometera, o chefe do Executivo perjurou, iludiu a Nação, abrindo com mão sacrílega as arcas do erário público a uma política de suborno e corrupção. (…) Viva a Nação Brasileira! Viva a República! Viva a Constituição! – Capital da República, 6 de setembro de 1893. Contra-Almirante Custódio José de Melo” (in: Jornal do Brasil)”

    39 • Em 6 de setembro de 1893, um grupo de altos oficiais da Marinha exigiu a imediata convocação dos eleitores para a escolha dos governantes. Entre os revoltosos estavam os almirantes Saldanha da Gama, Eduardo Wandenkolk e Custódio de Melo, ex-ministro da Marinha e candidato declarado à sucessão de Floriano. Sua adesão refletia o descontentamento da Armada com o pequeno prestígio político da Marinha em comparação ao do Exército. No movimento encontravam-se também jovens oficiais e muitos monarquistas.

    40 • A revolta teve pouco apoio político e popular na Cidade do Rio de Janeiro, onde a partir de 13 de setembro diversas unidades encouraçadas trocaram tiros com a artilharia dos fortes em poder do Exército. Houve sangrenta batalha na Ponta da Armação, em Niterói, área guarnecida por aproximadamente 3.000 governistas, os quais eram compostos entre outros por batalhões da Guarda Nacional. A capital do estado do Rio de Janeiro, então a Cidade de Niterói, foi transferida para a Cidade de Petrópolis em 1894, de onde só retornou em 1903. Sem chance de vitória na Baía da Guanabara, os revoltosos dirigiram-se para sul do país. Alguns efetivos desembarcam na Cidade de Desterro (atual Florianópolis) e tentaram, inutilmente, articular-se com os federalistas gaúchos.

    41 • No conflito conhecido como Revolta da Armada, ao final do século XIX, no alvorecer da recém proclamada República Brasileira, o seu segundo Presidente da República, Marechal Floriano Peixoto, apoiado pelo Exército Brasileiro e pelo Partido Republicano Paulista, conteve esse movimento de rebelião surgido na Marinha de Guerra, em março de 1894, e para o qual fez adquirir, às pressas, no exterior, por meio do empresário e banqueiro estadunidense Charles R. Flint, alguns navios de guerra, a chamada “frota de papel”.

    42 • Essa frota, adquirida nos Estados Unidos, foi também denominada pelos governistas como “Esquadra Flint” e viajou, para o Brasil, do porto de Nova York nos Estados Unidos da América, até a Baía de Guanabara, no Estado do Rio de Janeiro, tripulada por mercenários estadunidenses. De acordo com Joaquim Nabuco, as tropas contratadas para auxiliar o Governo federal eram “a pior escória de filibusteiros americanos”. Era uma esquadra improvisada, com embarcações obsoletas e alguns navios de uso comercial transformados em navios de guerra.

    43 • A partir daí a República de Mentira dos Estados Unidos do Brasil praticamente desmantelou a imponente Indústria Naval do Império; passando a condição de ridículo país de terceira categoria, mero importador das sucatas dos outros. A dependência tecnológica só se agigantou. As Repúblicas da França e dos Estados Unidos da América do Norte agradeceram. No último gabinete do regime monárquico o Ministro da Marinha, o Almirante José da Costa Azevedo, Barão do Ladário, deixou um amplo projeto que estava preste a ser realizado (…) Entretanto jamais levado adiante com o mesmo espírito de Grandeza Imperial. É o início do retrocesso.

    44 • O Golpe de Estado que instaurou a República no Brasil não foi bem aceito pelos militares da Armada Imperial. Marinheiros foram rechaçados a tiros ao darem vivas ao Imperador quando este estava aprisionado no Paço Imperial. O Marquês de Tamandaré implorou ao seu amigo Dom Pedro II que o permitisse debelar o golpe, mas, este o negou tal possibilidade (talvez tenha sido o Grande erro de D. Pedro II). O idoso almirante, com quase noventa anos de idade, seria preso mais tarde por ordem do ditador Floriano Peixoto sob a acusação de financiar militares monarquistas na Revolução Federalista.

    45 • Não se consegue ver nada de sensato na curiosa sucessão de desastres ocorridos após o Golpe republicano que descaracterizou e mutilou este país, fazendo com que perdesse seu status de nação respeitada, perdesse o seu rumo, a autonomia e a auto-estima, adotando um permanente sentimento de inferioridade perante os outros povos, que numa ridícula postura submissa, suas culturas passou a admirar e imitar… Enquanto suas Raízes Históricas e a Legítima Identidade Nacional, criminosamente foram sabotadas por uma República de Mentira importada, que seguiu convertendo segundo seus mórbidos interesses, reduzindo o povo numa legião desorientada, sem identidade, sem referência de pátria, sem vontade própria, sem orgulho ou amor pelo seu país… Sem nada. Isso é destruir uma nação na sua essência. Esta República de Mentira nada acrescentou de útil, virtuoso e verdadeiro ao Brasil.

    46 • Existe um paradoxo entre as posturas das Repúblicas, quanto suas autoridades de opinarem sobre Golpe de Estado Inconstitucional, quando 99% delas principiaram com um criminoso Golpe de Estado. No caso da Fundação do primeiro Estado de Exceção da História do Brasil em 1889, houve um genocídio nos seus 10 primeiros anos de fracassos em nome da sua consolidação, onde 200.000 pessoas foram mortas; a maioria delas sumariamente, numa época em que a população brasileira era 11 vezes menor que a atual, o que corresponde quantitativamente na atualidade a 2.000.000 de mortos. Quando estas repúblicas questionam seus golpes menores dados nos Golpes delas mesmas, é o mesmo que se estivessem questionando suas próprias legitimidades.

    47 • A tragédia da experiência republicana brasileira definitivamente acabou com o Brasil. Esse Moralmente Ilegítimo Regime caricaturado das Repúblicas dos outros, principiou na ilegalidade inaugurando o primeiro e mais sanguinário Estado de Exceção da História do Brasil. Ditadura Militar que para se consolidar nos seus 10 primeiros anos de fracassos, massacrou impiedosamente em torno de 200.000 brasileiros, o que corresponderia na atualidade a um genocídio de 2.000.000 de pessoas (inclusive mulheres, crianças, anciões e ex-escravos), sendo a maioria monarquistas contrários a arbitrária ilegítima imposição republicana. A França quanto o Brasil que a imitou, possuem históricos de Repúblicas Malfadadas: 1ª República, 2ª República… 6ª República. Nesse Travestido Brasil Republicano, ainda não satisfeitos com a tragédia dos sucessivos fracassos que foram essas Seis Repúblicas que acabaram com o Brasil, Políticos priorizando suas ambições pessoais e coalizões, pretendem continuar insistindo nos mesmos erros, colando os cacos dessa moralmente Ilegítima Fracassada Decadente Republicana, com o lodo das suas lambanças, iludindo os brasileiros que desta vez os resultados finalmente serão diferentes, REFUNDANDO a desgraça que foram estas Seis Repúblicas no Brasil com as suas burrices, uma tal de 7ª República Salvadora da Pátria.

    48 • A maioria das mazelas do país, em todos os âmbitos, se resume neste Sistema Republicano Presidencialista de Governo alienígena as nossas raízes históricas. Há uma dívida genocida que esta República de Mentira finge que esqueceu. Enquanto essa dívida não for ao menos reconhecida oficialmente, a Nação Brasileira estará condenada ao fracasso. Este fato vem historicamente sendo comprovado nestes tortuosos meandros desta Ilegal República, que foi imposta por alguns maçons republicanos sem uma consulta popular. Ignorá-la tem sido o pior dos caminhos. O resultado desta insanidade republicana aí está para que todos vejam. Não existe saída para o Brasil mantendo-se esta Caricatura de Forma de Governo Republicano. As Crises Constitucionais cada vez mais se agigantam nesta Decadente REPÚBLICA. Fazem menções e comparações entre os Mandos e Desmandos dos Governos… Lembram dos 12 Estados de Sítios, 17 Atos Institucionais, 6 Dissoluções do Congresso, 19 Revoluções ou Intervenções Militares, 2 Renuncias Presidenciais, 3 Presidentes Impedidos, 4 Presidentes Depostos, 6 Constituições Diferentes, 4 Ditaduras e 9 Governos Autoritários… Ao longo destes últimos 125 anos dos tortuosos meandros de falcatruas, fracassos… Ilusões. Se limitam a discutir apenas os efeitos da desgraça que tem sido esta República, e ninguém, por conveniência ou burrice… Questiona a República em si.

    49 • E ainda tem gente que defende a manutenção desse Ilegítimo Modelo Republicano de Governo Brasileiro, iludido com não sei o mais o quê?… Acreditando que simplesmente basta colar os cacos com o lodo do fundo do fosso dessa fossa moral republicana pela 12ª vez, nestes tortuosos angustiantes meandros de retrocessos e fracassos, que já perdura por quase o dobro do nosso Período Imperial… Insistindo em investir nos mesmos erros históricos à partir da lambança desastrosa e criminosa de 15 de novembro de 1889, acreditando que reinventar uma nova República adubada com o esterco da 1ª Ditadura da História do Brasil, germinada com o sangue das execuções sumárias… Sem reconhecer oficialmente seus crimes a partir de 1889; sem discutir a legitimidade do Golpe em si, e do genocídio que se seguiu nos seus primeiros 7 anos de violenta repressão de “consolidação” republicana… E mesmo assim, alheio a todas estas mazelas republicanas, supõe que é o melhor caminho ou a solução. Ou por alguma outra razão estranha, ainda defende alguma tese admitindo uma suposta esperança de se obter desta vez resultados diferentes…

    50 • Não satisfeitos agora mais uma vez querem REFUNDAR a desgraça que foi e está sendo esta 6ª REPÚBLICA, reinventando uma tal 7ª República salvadora da pátria, porque finalmente descobrem que não tem funcionado como pretendiam ou pretendem… Nem a abusiva arrecadação de impostos tem sido suficiente para manter aFarra Republicana. Nada falam do GOLPE DE ESTADO, que numa trágica mágica reduziu o IMPÉRIO DO BRASIL que ombreava com as três mais poderosas nações do planeta, à condição de NAÇÃO DE TERCEIRA CATEGORIApertencente a um Terceiro-Mundismo que providencialmente inventaram, lambuzada no pegajoso lodo do submundo de um inimaginável Mar de Esgoto, Paraíso deste suposto Violentado Estado Democrático de Direito, dirigido por Organizações Criminosas Interpartidárias Aliadas e Coligadas ao Poder Constituído da República Federativa do Brasil. Isso à eles não interessa. Até parece, que por alguma razão estranha estes Senhores nas suas fúteis particulares utopias republicanas acreditam mesmo que o Brasil foi inventado pela República em 15 de novembro de 1889, marco fundamental da inauguração da primeira DITADURA BRASILEIRA.

    NOSSO DESTINO DE GRANDEZA FOI INTERROMPIDO POR UMA TRAIÇÃO.
    Essa República de Mentira nada acrescentou de útil, virtuoso e verdadeiro ao Brasil. Por mais que me esforce, não consigo ver nobreza alguma em vossos representantes políticos republicanos brasileiros… Tampouco algo em suas atitudes que os honrem ou engrandeçam.
    Emanuel Nunes Silva

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    • Não li tudo mas nessa parte eu ri kkkkkk ———————>

      26 • Exilada, espoliada, com a saúde frágil, extremamente abalada pela morte de dois de seus filhos (Antônio, em 1918, e Luís, em 1920), a Princesa Isabel faleceu em 14 de novembro de 1921. Foi sepultada no cemitério local, de onde seria trasladada em 6 de julho de 1953 para um jazigo no Mausoléu Imperial da Catedral de Petrópolis. Como afirma Nelly Martins Ferreira Candeias: “A Princesa Isabel conviveu com o predomínio agrário do tempo e declínio dos escravagistas marginalizados pelo golpe fatal da Abolição. Enfrentou a ideologia republicana dos adversários, a extinção da monarquia e as tristezas do exílio.”

      —————————>

      Tadinha da Princesa Isabel e mais tadinhos dos EX-ESCRAVOCRATAS, FICARAM SEM OS ESCRAVOS E FICARAM MARGINALIZADOS.

      ENTÃO POR QUE NÃO TRABALHARAM EM VEZ DE TER ESCRAVOS?

      Seu post da impressão de q libertar o escravos foi um grande erro. SEGUNDO SEU POST OS NEGROS DEVERIAM SER ESCRAVOS?! É SÉRIO?!

      Foi mal ai o Caps lock mais tive q realçar pra mostrar o disparate do trecho q vi acima.

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  28. 10 MOTIVOS PARA SER A FAVOR DA MONARQUIA 1. De natureza política – o Rei é supra partidário – condição fundamental (única) para arbitragem dos Partidos ou forças políticas, e de toda a esfera política, deste modo, garantindo o interesse nacional. O Rei é, portanto, livre, não estando penhorado pelo seu passado político-partidário; 2. De natureza histórica – A Chefia de Estado sendo efetuada por descendência confere uma linha de continuidade histórica à Nação. Neste sentido, incrementa e mantém o sentimento de pertença, tanto do Chefe de Estado como do Povo; 3. De competência – O Rei tem uma formação específica para o cargo desde muito cedo, incomparável à formação arbitrária ou casual de um candidato presidencial; a formação é, desde o início, totalmente vocacionada para o exercício da Chefia do Estado; 4. De natureza Comunicacional/Institucional – A permanência no cargo de Chefe de Estado confere ao Rei uma notoriedade inigualável. Isto permite uma maior projeção da imagem do País em todo o mundo; 5. De natureza ética e moral – O Rei é o garante da preservação dos valores morais da Nação, permitindo a coesão e harmonia sociais; 6. De natureza patrimonial cultural – Tendo uma profunda comunhão histórica, a Monarquia tem uma especial preocupação pelo patrimônio arquitectónico e cultural, tendo sempre presente uma política de conservação do mesmo, perspectivando-o como legado cultural e agente formador da cultura nacional. 7. De natureza sentimental/emocional – O orgulho nacional constitui uma força anímica com efeitos muito surpreendentes, apenas sustentado por uma Monarquia; 8. De natureza diplomática – Numa visita oficial a outro País, o Rei é uma figura nacional isenta não criando a possibilidade de colisão ideológica e política com a realidade política do País que visita; 9. Sustentabilidade da Paz – Eventuais casamentos entre Casas Reais são autênticos pilares da Paz, que atenuam ou eliminam sentimentos de adversidades nacionais; 10. Despesa da Chefia do Estado – A Monarquia pesa menos no Orçamento de Estado que a república. Na Monarquia não existem Chefes de Estado de 4 em 4 anos com as consequentes pensões vitalícias de reforma. Além disso, a Casa Real tem a fatia orçamental que o Parlamento decidir;

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  29. .Motivos para ser CONTRA a república:

    1. Projetos abandonados: A cada 4 anos o povo acha que tem direito de eleger alguém (e elege mesmo), e esse alguém não continua os projetos do seu antecessor, deixando obras paradas por aí.

    2. Golpe de Estado: Quantas Monarquias você ouviu falar que sofreram golpes e viraram ditaduras? E quantas repúblicas não sofreram golpes? Lembre-se que na época do golpe militar, o Brasil era república.

    3. Custos: Como os projetos são abandonados pelo novo presidente, o dinheiro é torrado mais ainda com novos projetos, que em 4 anos um novo presidente será eleito e abandonará os projetos do outro, gastando mais e mais dinheiro.

    4. Corrupção: Na república sempre tem corrupção. Votos são comprados e se fosse uma Monarquia, ninguém votava para ser “líder”.

    5. Injustiça: O governo não olha todos os seus, e no Brasil principalmente: Lembre-se que os ratos estrangeiros são mais bem-atendidos do que o povo do Brasil.

    6. Falta de segurança: Numa Monarquia, é tradicional ter guardas patrulhando o tempo todo. Numa república, você tem que esperar a policia chegar para dizer o que aconteceu e você nem sabe se vão prender o cara ou não. Se um guarda em uma Monarquia flagrar alguém cometendo crimes, automaticamente já pode prende-lo, não importa o motivo.

    7. Muito para custear: O que é melhor: Sustentar uma família ou 35 partidos? Em uma monarquia, 35 partidos não existiriam nem em sonhos. Existiriam no máximo uns 12 (se fosse constitucional).

    8. Muitos políticos: Quanto mais políticos, mais ladrões: Pra que eu quero vereadores, deputados e prefeitos? Muitos políticos significa mais corrupção.

    9. Direitos Humanos: Numa República “todos são iguais”, então por que no Brasil se você mata um ladrão você vai preso e se o contrário acontecer ele é solto?

    10. Democracia: O povo não deve ter direito de escolher o representante do país. O povo deve escolher os representantes próprios que vão auxiliar o Monarca a governar o país. Veja a lista dos 10 países mais democráticos do mundo e depois compare com a lista de monarquias existentes. Quantos dos países mais democráticos são repúblicas?

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  30. O Brasil foi uma colônia de exploração e essa família só veio para cá, pois Dom Pedro VI estava fugindo de Napoleão Bonaparte.É um absurdo ler e ver pessoas apoiando e querendo a monarquia novamente em nossa terra.Claro que temos problemas, mas qual país não os têm? Os países da Europa só se desenvolveram, pois sucatearam, roubaram, mataram e escravizarão outros povos. Se o governo de hoje é corrupto, ele foi eleito por um povo corrupto. Se eles querem governar alguma coisa, que voltem para Portugal!

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  31. Pude perceber que não entende nada de monarquia parlamentarista. O rei é o poder moderador, que serve para garantir a independência dos três poderes, que não há hoje. Eles gastão menos que presidentes e arrecadam também, logo não são decorativos. E o rei não pode “representar” os pobres, porque o seu dever não é representar e sim manter o sistema funcionando para o bem de TODOS, não só dos pobres. E sobre aceitação do golpe de 1889, um sistema que veio de um golpe que aconteceu porque não queria o fim das escravatura, não poderia dar certo. 10 motivos, faz o da república, vai ter uns 10000 motivos!

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  32. O rei não assumiria o executivo e sim o Poder Moderador. Não justifica chamar monarquia de tirania só porque o rei não é eleito, no Poder Judiciário os magistrados também não são eleitos pelo povo.
    Por mais que o titular desse site tente negar, a monarquia é a forma de governo mais estável que existe atualmente. Existem repúblicas parlamentaristas que não são estáveis como as monarquias parlamentares, e os gastos com o monarca não chegam a ser exorbitantes como com os presidentes e ex-presidentes: prova disso são os gastos do Lula só no ano de 2006, que foram maiores que as despesas das coroas inglesas, holandesas e espanholas juntas.
    Outro ponto que deve ser lembrado é que, numa república parlamentar quem é que garante que alguém dissolva o parlamento quando necessário? Um presidente? Talvez, a menos que não estivesse interferindo em seus interesses partidários. Imaginemos Dilma como presidente e Lula como primeiro ministro, sendo que este não conseguisse formar uma base governista solida no Congresso, será que Dilma dissolveria o parlamento convocando novas eleições? Acho que não. Já o rei não teria interesses partidários ao fazê-lo, a probabilidade dele declarar dissolução seria bem maior, pois não depende de partidos para permanecer no cargo.
    Todo sistema é falho, no entanto a monarquia parlamentar é de longe o melhor caminho: tudo de bom sempre vem por meio de sacrifícios, se os caros leitores enxergam como um fardo o fato de sustentar alguém que possui direitos hereditários, encarem como um preço a ser pago pela estabilidade política e diplomática nacional.
    Para finalizar lembremos que o Brasil nasceu por meio de uma monarquia, que conseguiu conservar toda unidade territorial que temos hoje, algo que nossos vizinhos republicanos não conseguiram devido a natureza da forma de governo que adotaram. Melhor ser súdito da monarquia que escravo do caudilhismo e da oligarquia que a Republiqueta do Brasil nos proporciona.

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  33.  1 – Penso que muitas das vantagens da monarquia advém da semelhança desta forma de governo com a estrutura do Estado: o chefe do Estado é, continua independente da política; o chefe do governo está, altera-se conforme as necessidades dos eleitores.

     2 – Um monarca é o reflexo da cultura e da tradição. Por ser apenas o chefe do Estado, não possui poderes no governo. Não faz sentido achar um rei inútil porque ele não pode tomar medidas como, por exemplo, promulgar ou criar leis e decretos. Não é de sua competência. Por comandar o Estado, um monarca tão somente possui atribuições de Estado: ratificar tratados internacionais, declarar guerra e fazer paz, comando supremo das forças armadas, convocar eleições, dissolver e abrir o parlamento, etc.

     3 – A monarquia é, portanto, suprapartidária, pois o monarca, na gestão do Estado, não apoia a situação ou a oposição: ele apenas defende e protege o Estado. Um presidente presidencialista dirige-se contrariamente à natureza diversa que o Estado tem do governo, e junta em uma só pessoa a liderança de ambos, tornando a gestão do Estado partidária e efêmera, tal qual o governo.

     4 – É um fato sistemático que a forma monárquica de governo moderna facilita existirem chefes de Estado íntegros e interessados somente na boa-aventurança do país, mas isto é uma vantagem secundária, material. Não legitima a monarquia. Embora tenha dito que facilita isto de ocorrer, nem sempre o monarca é moral ou bem intencionado. A solução para este cenário está na própria natureza da monarquia e será mais adiante revista. Em suma, a monarquia é legítima pois reflete corretamente a natureza do Estado conforme ele é e deve ser.

     5 – A hereditariedade do trono não fere a democracia ou quaisquer direitos fundamentais. O caráter hereditário e vitalício da família reinante possui razões finalísticas: continuidade, estabilidade, segurança. Não é, no entanto, absoluto: da mesma forma que são os nacionais que aclamam o monarca, são estes que derrubam um. O voto de desconfiança da população em relação ao monarca é, aliás, muito mais prático e eficiente que os processos de impeachment republicanos, pois por estar somente relacionado ao Estado e não ao governo, seu sustentáculo é tão somente a aclamação. Sua retirada derruba-o.

     6 – Um mau monarca coloca em risco sua imagem, a de sua família e a própria existência da forma de governo. Em contrapartida, perante um mau presidente, ninguém cogita alterar a forma de governo: espera-se sofridamente quatro anos para substituí-lo, na esperança de que algo melhore.

     7 – A monarquia se adaptou conforme a evolução das ideias humanas e da ciência política; não possui nada de ultrapassada ou retrógrada. Não existe nenhuma base para se afirmar o contrário.

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  34. A MONARQUIA É O MELHOR REGIME SEM SOMBRA DE DÚVIDAS, O QUE ESSE BLOG FAZ É UMA BELA DE UMA DESINFORMAÇÃO, TEM DÚVIDAS? PESQUISE O TIPO DE SISTEMA DE GOVERNO DOS PAÍSES MAIS DESENVOLVIDOS DO MUNDO, A MAIORIA DELES SÃO MONARQUIAS PARLAMENTARISTAS!!

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