10 motivos para ser a favor da monarquia


Enquanto o mundo se mobiliza para assistir o nascimento do mais novo membro da família real britânica, muitos monarquistas estão saindo de suas tocas afirmando que o modelo de monarquia parlamentarista seria melhor. Apesar de achar que a monarquia parlamentarista não é nem de longe a melhor forma de governo, acho que é melhor do que o presidencialismo (porém não porque a monarquia é melhor, e sim porque o parlamentarismo é).

10 motivos para ser a favor da monarquia

1. De natureza política

– o Rei é supra partidário – condição fundamental (única) para arbitragem dos Partidos ou forças políticas, e de toda a esfera política, deste modo, garantindo o interesse nacional. O Rei é, portanto, livre, não estando penhorado pelo seu passado político-partidário;

2. De natureza histórica

– A Chefia de Estado sendo efectuada por descendência confere uma linha de continuidade histórica à Nação. Neste sentido, incrementa e mantém o sentimento de pertença, tanto do Chefe de Estado como do Povo;

3. De competência

– O Rei tem uma formação específica para o cargo desde muito cedo, incomparável à formação arbitrária ou casual de um candidato presidencial; a formação é, desde o início, totalmente vocacionada para o exercício da Chefia do Estado;

4. De natureza Comunicacional/Institucional

– A permanência no cargo de Chefe de Estado confere ao Rei uma notoriedade inigualável. Isto permite uma maior projecção da imagem do País em todo o mundo;

5. De natureza ética e moral

– O Rei é o garante da preservação dos valores morais da Nação, permitindo a coesão e harmonia sociais;

6. De natureza patrimonial cultural

– Tendo uma profunda comunhão histórica, a Monarquia tem uma especial preocupação pelo património arquitectónico e cultural, tendo sempre presente uma política de conservação do mesmo, perspectivando-o como legado cultural e agente formador da cultura nacional.

7. De natureza sentimental/emocional

– O orgulho nacional constitui uma força anímica com efeitos muito surpreendentes, apenas sustentado por uma Monarquia;

8. De natureza diplomática

– Numa visita oficial a outro País, o Rei é uma figura nacional isenta não criando a possibilidade de colisão ideológica e política com a realidade política do País que visita;

9. Sustentabilidade da Paz

– Eventuais casamentos entre Casas Reais são autênticos pilares da Paz, que atenuam ou eliminam sentimentos de adversidades nacionais;

10. Despesa da Chefia do Estado

– A Monarquia pesa menos no Orçamento de Estado que a república. Na Monarquia não existem Chefes de Estado de 4 em 4 anos com as consequentes pensões vitalícias de reforma. Além disso, a Casa Real tem a fatia orçamental que o Parlamento decidir;

Fonte : Somos Portugueses

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10 comentários

  1. Excelente demonstração de sensatez trazendo pára os desvirtuosos motivos para crer que a monarquia é a MELHOR FORMA DE GOVERNO PARA O BRASIL.

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  2. Acredito que seria melhor a monarquia parlamentarista do que a república presidencialista, porque 126 anos dessa forma de governo (pra mim, a pior forma de governo que existe) já me convenceram que este modelo só funcionou nos EUA, e, aqui no Brasil, falhou miseravelmente. Tanto que tivemos mais ditadura (incluo aí a atual, que se disfarça de democracia) do que democracia, neste período de tempo.

    E se em 126 anos não funcionou, não acredito que é agora que isso vai começar a acontecer.

    Fora que a república no Brasil começou com o primeiro golpe de estado no pais. Como dizem, o que começa errado nunca pode dar certo…

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  3. Quem defende a monarquia no Brasil é simplesmente um idealista. Tanto que aponta erros na República(que, obviamente não é e nunca será perfeita, como nada é neste mundo), mas ignora ou finge ignorar os erros do que pensa só ter vantagens em relação à República, mas tais idéias não encontram respaldo nos fatos.

    1. De natureza política
    – o Rei é supra partidário – condição fundamental (única) para arbitragem dos Partidos ou forças políticas, e de toda a esfera política, deste modo, garantindo o interesse nacional. O Rei é, portanto, livre, não estando penhorado pelo seu passado político-partidário;
    Resposta – Puro idealismo. Não existe nenhum ser humano sem alguma ideologia política, mesmo que não saiba defini-la ou não queira expressá-la em palavras, abertamente. O rei pode até posar de neutro, mas obviamente tem suas preferências pessoais, como qualquer um. Além do que, no Brasil a cultura da corrupção e da compra e tráfico de influências é muito forte. É ingenuidade acreditar que um monarca, por mais honesto e bem-intencionado que seja, permaneceria incólume e moralmente firme frente aos rios de dinheiro da corrupção endêmica do Brasil. Qualquer um logo se venderia.

    2. De natureza histórica
    – A Chefia de Estado sendo efectuada por descendência confere uma linha de continuidade histórica à Nação. Neste sentido, incrementa e mantém o sentimento de pertença, tanto do Chefe de Estado como do Povo;
    Resposta – Alegações puramente subjetivas. Nada há que comprove que um simples “sentimento de pertença” e “continuidade histórica” ajudem no desenvolvimento de uma nação. Se assim fosse, não haveria países monárquicos subdesenvolvidos. E a realidade é que há mais países monárquicos pobres do que ricos. Nem toda Monarquia é Inglaterra ou Noruega. Basta verificar que Lesoto, Tailândia, Butão, Marrocos e Camboja, todos países atrasados e pobres, por exemplo, também são monarquias. O Butão, a título de ilustração, é tão atrasado economicamente que sua moeda sequer tem câmbio próprio, segue a cotação da Rúpia indiana, que é uma república parlamentarista.

    3. De competência
    – O Rei tem uma formação específica para o cargo desde muito cedo, incomparável à formação arbitrária ou casual de um candidato presidencial; a formação é, desde o início, totalmente vocacionada para o exercício da Chefia do Estado;
    Resposta – Diretamente relacionado ao item anterior: em que isso ajudou a desenvolver, por exemplo, países como os citados acima? As monarquias desenvolvidas não o são por serem monarquias, mas pelo trabalho e dedicação da população. O mesmo vale para Repúblicas desenvolvidas, como os EUA, a Alemanha, a Itália, a França… Não é o regime de governo ou a simples preparação de seu líder que desenvolvem um país, mas o seu povo. Exatamente o tipo de atitude e mentalidade que falta ao brasileiro médio. Não seria uma monarquia que mudaria isso.

    4. De natureza Comunicacional/Institucional
    – A permanência no cargo de Chefe de Estado confere ao Rei uma notoriedade inigualável. Isto permite uma maior projecção da imagem do País em todo o mundo;
    Resposta – E, como ele não precisa de apoio popular para isso, pois seu cargo é legalmente assegurado, e de forma vitalícia, não há qualquer incentivo ou pressão para que ele se preocupe e se empenhe em usar o cargo que ocupa em benefício do país, em vez do seu próprio. Tanto que escândalos são tão ou mais freqüentes em monarquias do que em repúblicas. Basta verificar a família real britânica, por exemplo.

    5. De natureza ética e moral
    – O Rei é o garante da preservação dos valores morais da Nação, permitindo a coesão e harmonia sociais; –
    Resposta – Como o príncipe Charles, que é um mulherengo incorrigível? Espelhar-se em uma única pessoa ou família como referência moral é um salto no escuro sem pára-quedas. Em tempo: quem conhece os valores defendidos pela família real brasileira, que é totalmente desconhecida da população e ignorada pela classe política? Se é para servir como referência moral, de que vale apostar em que nem sequer se conhece, ainda mais com o exemplo dado da família real britânica, onde nunca faltaram escândalos, especialmente sexuais, sendo que eles são famosos não só no país, mas igualmente no mundo?

    6. De natureza patrimonial cultural
    – Tendo uma profunda comunhão histórica, a Monarquia tem uma especial preocupação pelo património arquitectónico e cultural, tendo sempre presente uma política de conservação do mesmo, perspectivando-o como legado cultural e agente formador da cultura nacional.
    Resposta – E o que impede que isso aconteça da mesma forma em uma República? Os EUA são uma república presidencialista e preservam sua história como ninguém no mundo. Isso é muito mais uma questão de educação e cultura do que de regime de governo. Esse argumento é totalmente irrelevante.

    7. De natureza sentimental/emocional
    – O orgulho nacional constitui uma força anímica com efeitos muito surpreendentes, apenas sustentado por uma Monarquia; –

    Resposta – Que certeza há de que os súditos se orgulham mesmo de seus reis? Em várias delas, como a Espanha e a Commonwealth britânica, já há vários movimentos pedindo o fim do reinado e o estabelecimento de uma república. Na Espanha, então ,a situação é emblemática, a Catalunha, exatamente a região mais desenvolvida do país, já tem fortes tendências a se desmembrar do reino e tornar-se uma república independente.

    8. De natureza diplomática
    – Numa visita oficial a outro País, o Rei é uma figura nacional isenta não criando a possibilidade de colisão ideológica e política com a realidade política do País que visita;
    Resposta – Isso é apenas a repetição do primeiro ponto, usando outras palavras. Nada a acrescentar.

    9. Sustentabilidade da Paz
    – Eventuais casamentos entre Casas Reais são autênticos pilares da Paz, que atenuam ou eliminam sentimentos de adversidades nacionais;
    Resposta – Isso acontecia nos tempos bíblicos e na idade média. Que caso desse tipo há no mundo atual? Puro idealismo subjetivista. Além do que, o Brasil é cercado de repúblicas. Que rainha ou princesa se casaria com algum rei ou príncipe brasileiro para firmar acordos de paz? Ilusão pura e simples.

    10. Despesa da Chefia do Estado
    – A Monarquia pesa menos no Orçamento de Estado que a república. Na Monarquia não existem Chefes de Estado de 4 em 4 anos com as consequentes pensões vitalícias de reforma. Além disso, a Casa Real tem a fatia orçamental que o Parlamento decidir;
    Resposta – Não existe nenhuma monarquia no mundo de hoje que sequer chegue perto de ter a população do Brasil. A monarquia atual mais populosa é o Japão, cujos habitantes mal passam da metade dos que existem aqui. Não existe qualquer garantia de que um regime monárquico funcionaria em um país com dimensões e população tão grandes como o nosso. Pelo contrário, com um país muito maior e mais populoso que a média das monarquias mundiais, sustentar uma família real incorreria em gastos igualmente muito acima dos existentes nessas monarquias. Além disso, um monarca não tem função prática, um poder político real, quando se trata de uma monarquia parlamentarista(apenas em absolutistas, onde os monarcas tem poder de vida e morte sobre seus súditos). Neste caso, sendo apenas uma simples figura decorativa, qualquer gasto com uma família real é dinheiro jogado pelo ralo. Pouco importa que a família real britânica seja mais barata do que o Palácio do Planalto, que é um argumento muito usado pelos defensores a monarquia. Sem ter utilidade prática(que é exatamente o que ocorreria em uma restauração da monarquia no Brasil), qualquer gasto é investimento nela seria um investimento sem nenhum retorno objetivo, ou seja, jogar dinheiro fora.

    Se a monarquia tivesse sido desfeita há poucos meses ou anos e a família real fosse relevante para a população brasileira, até haveria algum sentido em se falar em restabelecer o regime, embora isso, como foi exposto acima, não trouxesse garantia nenhuma de melhora para o país. No entanto a existência da família real brasileira é praticamente ignorada pelo povo. A quem representariam, que tipo de apoio teriam, ainda mais depois de 126 anos de República? Absolutamente nenhum, isso é mais do que óbvio. Em 1993 houve um plebiscito onde a república presidencialista venceu com larga margem de votos, o que mais uma vez prova que o povo brasileiro não tem qualquer afinidade com o regime monárquico. Como já não tinha na época da proclamação da República, pois D. Pedro II sequer tentou reverter o processo, preferindo fugir para Portugal. Se ele tivesse apoio popular para isso, é claro que ele tentaria restabelecer seu regime. O povo brasileiro não tem mentalidade monárquica alguma, e isso não é de hoje.

    Além disso, o movimento monárquico costuma alegar que a monarquia representa resistência contra regimes de esquerda, o que igualmente é um equívoco. A Rússia Czarista não resistiu à revolução bolchevique, por exemplo. No Camboja, o rei deposto Norodum Shihanouk, apoiou a revolução do partido comunista de Pol Pot, o Khmer Rouge, movido unicamente pelo seu interesse pessoal de voltar a seu cargo. Um detalhe que de forma alguma pode ser ignorado é que nas monarquias sempre existe uma religião do estado, oficial. Quem não é parte dela não pode ser primeiro-ministro ou ministro de estado. No Brasil, temos uma família real com séculos de tradição católica, o que estabeleceria, com a restauração da monarquia, um estado católico. Com uma CNBB toda dominada pela esquerda e com papas cada vez mais inclinados ao marxismo com o passar do tempo, como o atual, a monarquia no Brasil apenas facilitaria a implantação da ditadura comunista.

    Dos mais de 200 países existentes no mundo atual, apenas cerca de 30 mantém regimes monárquicos. Grande parte deles é atrasada e subdesenvolvida, como já foi mencionado. Os maiores países do mundo em termos de população são repúblicas, sem exceção alguma. Monarquia, por si só, não é garantia de nada. No Brasil, seria uma armadilha contra o próprio país. Sem mencionar que a monarquia portuguesa, que deu origem à brasileira, igualmente hoje não mais existe, Portugal também é uma república. A Matriz desistiu do regime, a filial quer mantê-lo. Algo absurdamente irônico.

    O fato é que os defensores da monarquia idealizam um passado que não viveram. Lembram os ludistas ingleses e alemães, que tentavam ferrenhamente deter a revolução industrial e tornar os países novamente em economias baseadas na agricultura de subsistência.

    A história aponta sempre que o caminho do processo político natural é uma monarquia se tornar república, não o contrário.

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    • “(…) D. Pedro II sequer tentou reverter o processo, preferindo fugir para Portugal. (…)”

      12 • Imediatamente após o dia 15 de novembro, durante todo o dia 16 de novembro a Família Imperial ficou presa e praticamente incomunicável no Paço da Cidade (o povo neste ínterim, não sabia o que acontecia de fato). Por volta de três horas da tarde, ouviu-se o estrépito de patas de cavalos, era um esquadrão da cavalaria. Liderado pelo Major Frederico Solón, o mesmo que houvera espalhado o boato, na Rua do Ouvidor, de que Dom Pedro II decretara a prisão de Deodoro e Benjamin Constant (o que precipitou o golpe, com a cavalaria na rua). Este subiu as escadas do palácio com uma mensagem para o imperador. Foi introduzido no Salão chamado das Damas, onde se encontrava a Família Imperial. Era o comunicado do Governo Provisório da República, notificando o Imperador de sua destituição, e lhe dando um prazo de 24 horas para deixar o país. Mas os republicanos temiam que o povo, que vendo o Imperador e sua família sendo humilhados pelas ruas do Rio se rebelassem. Resolveram então que a Família Imperial deveria embarcar na madrugada de 17 de novembro de 1889, às escondidas, na calada da noite.

      ■ 50 Motivos para se Descartar a Predadora Forma de Governo Republicana Brasileira.
      ►http://emanuelnunessilva.blogspot.com.br/2013/11/50-motivos-para-se-descartar-predadora.html

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  4. Não sei de onde tiraste que é processo comum se tornar república…hahaha, que piada! Seja meno rapaz! Nossa monarquia era próspera e poderosa, respeitada…veio a república e a destruiu! Esse processo pode ser comum em absolutismos, assim como repúblicas ditatoriais se tornaram monarquias de volta!

    Quanto ao rei, nada de ideologia! O sustentáculo da monarquia atual é sua eficiência, tanto que as nações mais ricas,prósperas e com maiores igualdades SÃO AS MONARQUIAS PARLAMENTARES! É do interesse do Rei o país mais eficiente, pois o povo estando bem, o rei e sua família ficam bem! Isso sem contar a educação…Seja realista e menos leviando, desconsiderando fatos!

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  5. Não sei de onde tiraste que é processo comum se tornar república…hahaha, que piada! Seja meno rapaz! Nossa monarquia era próspera e poderosa, respeitada…veio a república e a destruiu! Esse processo pode ser comum em absolutismos, assim como repúblicas ditatoriais se tornaram monarquias de volta!

    Quanto ao rei, nada de ideologia! O sustentáculo da monarquia atual é sua eficiência, tanto que as nações mais ricas,prósperas e com maiores igualdades SÃO AS MONARQUIAS PARLAMENTARES! É do interesse do Rei o país mais eficiente, pois o povo estando bem, o rei e sua família ficam bem! Isso sem contar a educação…Seja realista e menos leviando, desconsiderando fatos!

    O mentiroso ainda diz que são atrasadas!!! Qualquer um pode ver que é justamente o oposto! E são mais de 50…bem menos, e conseguem estar entre 7 das 10 naç~eos mais ricas, hahaha!

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  6. Pra aqueles que pensam ser a monarquia uma meio pra desenvolver um país, facilmente são refutáveis, não só pelo exemplo da república dos EUA como exemplo de países monárquicos pobres:

    http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/conheca-as-28-monarquias-que-ainda-existem-no-mundo

    História do Brasil – As regências e rebeliões (1831 – 1840):

    http://www.laifi.com/laifi.php?id_laifi=2792

    Rebeliões durante o império no Brasil (ao contrário do que muitos dizem ser uma época “pacífica”):

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Confedera%C3%A7%C3%A3o_do_Equador
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Federa%C3%A7%C3%A3o_do_Guanais
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Sabinada
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Cabanada
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Balaiada

    Lesoto — monarquia constitucional, nem por isso é desenvolvido e teve muitos golpes de estado:

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Lesoto
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADtica_do_Lesoto

    Curiosamente, Tailandia (predominatemente Budista; mas mesmo essa teve golpe de estado em 2014) e Brunei (predominatemente Islamica; com Monarquia Democrática Unitária Parlamentarista e Sultanato Islâmico) ambos tem IDH alto, não devido a tradição moral conservadora ocidental cristã.

    FONTES:
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Brunei
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Tail%C3%A2ndia
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Golpe_de_Estado_na_Tail%C3%A2ndia_em_2014

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  7. Criticista, essas monarquias que você citou, são absolutas e não parlamentarista, que é a que nós monarquistas brasileiros queremos. Caso você tenha estudado a República Velha que é mesma forma de governo dos EUA ,não deu certo aqui no Brasil porque fez surgir o coronelismo..

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    • Muito bem colocado Renata. Esse rapaz não entendeu direito o que significa uma monarquia e não sabe a diferença que existe entre elas (porque existem vertentes). Se você perguntar para ele quais países ele gostaria de viver fora do Brasil, ele vai responder com certeza Japão ou Canadá (como vejo muitos dizendo). E veja que surpresa! São duas monarquias!

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