Como refutar o feminismo e o coitadismo racial? Com fatos!


O vídeo acima é histórico e mostra o confronto de uma líder do movimento feminista com o brilhante economista afroamericano Thomas Sowell. A feminista achava que estava coberta de razão, até Sowel começar a destruí-la com fatos. O final é surpreendente.

Gravado em 1981 – programa do escritor William Buckley.

Quem ganha mais?

Segundo as estatísticas apresentadas pela feminista, a renda média anual de homens brancos nos EUA era de U$ 17.000, homens negros tinham renda média anual de U$ 12.000, mulheres brancas tinham renda média anual de U$ 10.ooo e mulheres negras tinha renda média de U$ 9.ooo. Portanto, a feminista concluiu, de acordo com esses números, que havia uma discriminação contra negros e mulheres. Feita esta análise, a feminista pergunta para Sowell qual seria a saída para criar igualdade no mercado de trabalho.

Desproporção normal

A resposta de Sowell é perfeita. Segundo ele, a desproporção de um determinado grupo de pessoas em determinado lugar da sociedade não implica que haja preconceito contra ele. Ex: o fato de existir uma proporção inferior a que existe na sociedade de obesos com diploma não significa que haja preconceito contra os obesos. Sowell ainda enfatiza que em nenhum lugar do mundo existe proporcionalidade perfeita entre grupos que compõe a sociedade no sistema de ensino ou no mercado de trabalho. Isso provaria que a desproporcionalidade não indica preconceito.

Números frios

A segunda parte da resposta de Sowell é ainda mais intrigante. Ele afirma que os números analisados pela feminista são frios, ou seja, apesar de serem de um fonte confiável, juntos, levam a uma conclusão errônea. Nem sempre é possível fazer conclusões de acordo com estatísticas, pois estas podem não estar explicando a matéria do seu estudo. Quem não atenta para esse fato corre o risco de chegar a uma conclusão que faz todo o sentido, mas que não encontra amparo na realidade, como é o caso da correlação entre legalização do aborto e queda na criminalidade.

Escolaridade ou racismo?

Sowell afirma que o fato da renda média dos brancos ser maior que a dos negros não significa que haja preconceito, o mesmo valendo para a discrepância entre homens e mulheres. Segundo ele, para afirmar que há preconceito, seria necessário utilizar estatísticas que comparassem brancos e negros da mesma faixa etária e escolaridade.

Como, na época, a escolaridade dos brancos era muito maior que a dos negros, estava explicado o porquê da discrepância. Ele ainda afirma que se fosse comparado um casal branco de ambos com diploma universitário e um casal negro de ambos com diploma universitário, descobríamos que o casal negro tinha renda média maior. Logo, os números apresentados não poderiam concluir que havia preconceito no mercado de trabalho americano.

Feminismo ou experiência?

Desmoralizada com a resposta sucinta de Sowell, a feminista afirmou que todos concordam que os números apontavam que mulheres ganhavam menos que homens para exercerem a mesma função. Sowell discordou. Para ele, mulheres ganhavam menos que homens porque tinham menos anos de experiência e menor escolaridade. A razão para essa disparidade é que um homem com 50 anos de idade, que trabalhou 30 anos inimtemrruptos, teve condição de ascender a várias promoções, enquanto que uma mulher com 50 anos, provavelmente parou durante alguns período para se dedicar à gravidezes ou a criação dos filhos. Sendo assim, está explicado o porquê da discrepância estrutural da renda entre homens e mulheres naquela época.

Mulheres casadas x mulheres solteiras

A verdadeira discrepância que existiria é entre mulheres casadas e solteiras que nunca se casaram. Mulheres casadas ganhariam menos do que as solteiras. A razão pela qual mulheres casadas ganhariam menos seria porque, além de cuidar dos afazeres domésticos, precisam ainda cuidar do filhos. Já que 15% dos lares americanos eram sustentados apenas por uma mãe, fica evidente que essa trabalhadora terá menos tempo para trabalhar do que um homem ou uma mulher solteira. Como têm menos tempo, acabam tendo que trabalhar em serviços de meio expediente. Como todo sabemos, serviços de meio expediente pagam menos do que serviços de expediente completo. Pronto. Tudo explicado!

 

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4 comentários

    • Cara Erin,sua pergunta é legítima mas não toca a raiz do problema. É muito fácil ficar colocando a culpa no racismo e no machismo quando existe toda uma série de fatores complexos que explicam melhor o problema.

      1- No caso das mulheres – falo dos EUA – as mulheres negras têm escolaridade superior a dos homens e recebem menos que eles. Por quê? Porque elas muitas vezes engravidam fora do casamento e precisam trabalhar cedo para se sustentar, em trabalhos de meio expediente, onde os salários são menores. O fato da gravidez na adolescencia atingir as negras numa taxa tão superior a da média faz com que muitas jovens larguem os estudos. Como você pode perceber, não dá pra culpar o racismo pela gravidez na adolescencia dessas mulheres.

      2- Quanto aos negros americanos,são muitos os fatores que relacionam eles a baixa escolaridade. O principal é a ilegitimidade. Fora isso, como há muitos negros pobres lá, acabam indo pra escolas públicas de péssima qualidade. Além disso, muitos largam os estudos para trabalhar.

      Abraços.

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