A Marcha das Vadias em Guarulhos, em 2013, foi um fiasco!


Contribuição do blog parceiro Dies Irae.

Comentário

Ateísmo:

Sou obrigado a abrir uma pequena errata no texto em questão, pois num trecho existe a associação do ateísmo com a imoralidade. Até o autor se retratou. O ateísmo é algo legítimo no ser humano, e não devemos generalizar todos os ateus como se fossem ateístas militantes. Da mesma forma que não devemos generalizar todo o religioso com um fundamentalista religioso.

Liberdade de expressão x liberdade de culto:

Mesmo discordando de algumas bandeiras do movimento feminista, apoio o direito delas protestarem, desde que não afrontem a liberdade de culto alheia. No caso em questão, essas radicais foram presas porque se excederam desnecessariamente frente a uma paróquia. O direito de protestar não é mais importante do que o direito do cidadão praticar sua fé.

Defesa radical do “direito” de matar indefesos:

Ao defenderem que alguns seres humanos tem o direito a vida e outros não(legalização do aborto em todos os casos), essas feministas perdem toda a moral para fazer uso de algum tipo de discurso moralista.

Estado laico:

O Estado é laico (leigo), isso significa que não tem uma religião oficial. O que não quer dizer que uma decisão pólitica não possa ser tomada em função de crenças religiosas de seus cidadãos, se eles democraticamente exercerem seu direito de votar. Só porque uma religião defende algo, o Estado laico não é obrigado a ser contra esse algo. Se isso fosse verdade, o Estado não seria laico, mas irreligioso.

Ebrael

Ainda bem, não é mesmo? A manifestação (arruaça), também conhecida como Marcha das Vadias, planejada pelas baderneiras feministas do FEMEN,  para acontecer neste último sábado, 08/06, em frente à Catedral de Guarulhos/SP,  fora um desastre. Vejamos os motivos (felizes):

  1. Se haviam 30 vadias desocupadas, sem roupa para lavar em casa, era muito. Esperava-se uma súcia de umas 500 desmamicadas. Isso segundo testemunhas e fiéis presentes;
  2. A Polícia Militar cumpriu, exemplarmente, seu dever de garantir a ordem pública, proteger os locais de culto públicos (segundo o que reza o art. 208 do Código Penal) e impedir atentados violentos ao pudor (elas sempre tiram as camisetas e ficam com aqueles peitos caídos de fora, o que é uma agressão visual bem pior);
  3. Os católicos da cidade e região, mobilizados pelo Pároco da Catedral da cidade, por grupos de fiéis na internet e por muitos blogues, compareceram à Catedral para a…

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2 comentários

  1. Pois então, você disse bem. Fiz questão de não editar o post para ressaltar a correção quanto ao ateísmo. Neo-ateísmo ou laicismo radical são termos mais condizentes com aqueles antiteístas que usam a bandeira ateísta para tentar legitimar seu discurso de ódio antirreligioso.

    A palavra “direito” está justamente sendo utilizada para a privação de direitos. Direitos irrestritos a uns com fins a uniformizar a conduta geral, buscando criminalizar a liberdade de consciência de outros como sectária e – por consequência – antissocial e anti-humana. É esse o jogo da esquerda: usar a emoção das massas como combustível para intimidar aqueles que reivindicam o direito de defender suas posições. Tal intimidação, que é declarada como defesa de direitos das minorias, é incorporada às massas para instaurar a tirania dos desejos e do materialismo radical e totalitário.

    Vou colar o que é Estado laico: laico vem do latim laicus (leigo), que é exatamente aquele que não está envolvido diretamente com religiões. Como você disse, o leigo não é antirreligioso. Ele se exime da atitude religiosa justamente para não atrapalhar a função educadora e moralizante da religião com sua própria visão secularizada. Lembremos: isso não é laicismo, mas antiteísmo (ser contra Deus ou as religiões).

    Ora, os ateus não agem como os laicistas, pois não creem em Deus. Para ateus de verdade, se a religião faz ou não sentido, pouco lhes importa, contanto que continuem seu papel de elevar o senso ético e o conhecimento do ser humano acerca de si mesmo e dos seus semelhantes. E isso beneficia a ateus e religiosos.

    Na verdade, o antiteísmo laicista também é uma atitude religiosa, pois luta contra a religião e crê em algo contrário ao que a religião prega. Logo, se crê em algo e luta contra esse algo imponderável, de duas, uma: ou creem e lutam contra o que lhes é contrário, ou não creem e vivem numa neurose.

    Obrigado por reblogar! Estamos às ordens!

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