Contribuição do blog parceiro Dies Irae.

Comentário

Ateísmo:

Sou obrigado a abrir uma pequena errata no texto em questão, pois num trecho existe a associação do ateísmo com a imoralidade. Até o autor se retratou. O ateísmo é algo legítimo no ser humano, e não devemos generalizar todos os ateus como se fossem ateístas militantes. Da mesma forma que não devemos generalizar todo o religioso com um fundamentalista religioso.

Liberdade de expressão x liberdade de culto:

Mesmo discordando de algumas bandeiras do movimento feminista, apoio o direito delas protestarem, desde que não afrontem a liberdade de culto alheia. No caso em questão, essas radicais foram presas porque se excederam desnecessariamente frente a uma paróquia. O direito de protestar não é mais importante do que o direito do cidadão praticar sua fé.

Defesa radical do “direito” de matar indefesos:

Ao defenderem que alguns seres humanos tem o direito a vida e outros não(legalização do aborto em todos os casos), essas feministas perdem toda a moral para fazer uso de algum tipo de discurso moralista.

Estado laico:

O Estado é laico (leigo), isso significa que não tem uma religião oficial. O que não quer dizer que uma decisão pólitica não possa ser tomada em função de crenças religiosas de seus cidadãos, se eles democraticamente exercerem seu direito de votar. Só porque uma religião defende algo, o Estado laico não é obrigado a ser contra esse algo. Se isso fosse verdade, o Estado não seria laico, mas irreligioso.

Ebrael

Ainda bem, não é mesmo? A manifestação (arruaça), também conhecida como Marcha das Vadias, planejada pelas baderneiras feministas do FEMEN,  para acontecer neste último sábado, 08/06, em frente à Catedral de Guarulhos/SP,  fora um desastre. Vejamos os motivos (felizes):

  1. Se haviam 30 vadias desocupadas, sem roupa para lavar em casa, era muito. Esperava-se uma súcia de umas 500 desmamicadas. Isso segundo testemunhas e fiéis presentes;
  2. A Polícia Militar cumpriu, exemplarmente, seu dever de garantir a ordem pública, proteger os locais de culto públicos (segundo o que reza o art. 208 do Código Penal) e impedir atentados violentos ao pudor (elas sempre tiram as camisetas e ficam com aqueles peitos caídos de fora, o que é uma agressão visual bem pior);
  3. Os católicos da cidade e região, mobilizados pelo Pároco da Catedral da cidade, por grupos de fiéis na internet e por muitos blogues, compareceram à Catedral para a…

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