Oportunista, Obama visita a África do Sul e encontra com a família de Mandela, que está a beira da morte


O novo Mandela

Nelson Mandela, o maior líder africano vivo, está a beira da morte. O primeiro presidente negro da África do Sul contraiu os problemas respiratórios com os quais sofre de forma recorrente nas prisões do apartheid, onde passou 27 anos das quase sete décadas de luta contra o racismo institucionalizado. A situação é gravíssima e muitos jornais sulafricanos já estão se referindo ao ex-presidente usando o verbo no passado.

Por uma incrível coincidência, o homem mais poderoso do mundo, Barack Obama, pousou esses dias na terra dos safaris. Tem muita gente achando que foi um oportunismo de Obama querer se fazer presente na morte de Mandela, para assim poder posar como o líder “negro” atual digno de receber o legado de Mandela.

Enquanto isso, nos EUA

O senado americano acabou de passar a reforma da imigração, que agora passará pela câmara, onde sofrerá resistência dos conservadores. Muitos republicanos creem que essa reforma seria a chave para a conquista do voto latino. Não poderiam estar mais errados. Por mais que a realidade atual favoreça os conservadores, as mudanças demográficas tende a massacrá-los.

Dilema republicano das minorias

Os republicanos sabem que, como Obama foi um péssimo presidente, suas chances em 2016 são boas. Os moderados (RINOs) creem que o partido, para vencer, deve tentar alcançar as minorias. Estão errados. Reagan tentou alcançar minorias anistiando 3 milhões de imigrantes ilegais, que caíram no colo dos demos.

Já os radicais (Tea Party) creem que o partido deve se esforçar para conseguir uma parcela cada vez maior do voto branco, uma vez que acham que os votos das minorias já estão no bolso dos democratas. Também estão errados. Como a cada eleição a proporção de brancos diminui 2%, seria necessário os republicanos alcançarem mais de 65% dos brancos.

Fórmula do sucesso

Segundo o “arquiteto” republicano Karl Rove, a fórmula da vitória é conseguir seduzir mais brancos da classe média assustados com as peripécias de Obama, assim como também tentar seduzir latinos católicos de classe média, que ainda não são acolhidos no partido. Sendo assim, com 60% dos votos dos brancos, 35% dos voto dos latinos e mais uns 10% dos votos negros e asiáticos, um republicano estaria limpando os erros de Obama em janeiro de 2017.

Fonte:

Karl Rove

4 comentários

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