Comentário da semana: Estatuto do Nascituro, bolsa estrupo, cenouras e abortistas recalcados


Olá amiguinhos!

Toda vez que fico com preguiça de postar – como é caso de hoje -, é hora de relembrar os excelentes comentários que já passaram por esse recanto da esgotosfera. Hoje veremos mais um caso de maucaratismo e desonestidade intelectual por parte de ideólogos do abortismo. Um sabichão quis criticar o Estatuto do Nascituro de acordo com o texto não atualizado da lei. Logo, criticou os absurdos da lei que já haviam sido retirados – e falou de outros que foram pura invencionice. Como na internet falar a verdade só é válido se for a favor do politicamente correto, me vi no direito de dá-lo a resposta que merece.

Comentário da semana do post Humanos 1 x abortistas 0

08/06/2013 @ 0:38 [Editar]

Daqui a pouco usar camisinha ou se masturbar vai ser considerado genocídio!
Antes do terceiro mês (24 semanas) o embrião não tem conexões nervosas no cérebro funcionando, portanto, não sente nenhum estímulo. Nem amor, nem dor. O O Embrião ainda é um amontoado de células, sem consciência, que pode vir a se tornar um bebê. Pode vir porque nem sempre isso acontece, por diversos motivos fisiológicos e sociais. E, se ainda não se sabe quando isso acontece, como pode se garantir direitos? É como garantir que uma cenoura não será comida, apostando em seu direito de vir a ser algo mais tarde.
Ou seja, sem cérebro, ele só poderia ser, no máximo, blogueiro…
Resposta
qeaasas
08/06/2013 @ 1:00 [Editar]

Caro Daniel, obrigado pelo comentário. Me desculpe por achar que o “amontoado de células” de um feto são tão importantes quanto o amontoado de células que te compõe.

1-Quer dizer que se o feto (antes de 3 semanas) é incapaz de sentir dor podemos matá-lo? Se a ausência de dor justificasse uma morte era só aplicar anestesia em você que não haveria problema em te matar.

2- A falta de consciência justifica matar um ser humano? Se fosse assim seria permitido te matar se você estivesse inconsciente.

3- A potencialidade do feto sair do útero não é motivo para matá-lo, uma vez que ele já é um ser humano que goza do direito a vida. Todos nós fomos fetos. Eles só se diferem de nós em nutrição, tempo e sorte de ser ou não destruido num aborto.

4- Você comparou um feto com uma cenoura. Aposto que você deve ter muito mais intimidade com uma cenoura do que com um ser humano igual a você. Prefiro não ter um cérebro dento da cabeça do que ter uma cenoura em outro lugar.
Resposta  da Tamiris, que, por sinal, achei bem melhor que a minha
Tamiris
11/06/2013 @ 14:36 [Editar]

Primeiro: um embrião humano não pode ser comparado a cenoura, pelo amor! Segundo: só porque não possui cérebro pode ser retirado como se fosse um tumor? Um parasita? No terceiro mês (12 semanas, não 24!) já se tem batimentos cardíacos e o embrião já passou por diversas transformações celulares. O que muita gente se esquece é que o zigoto (formado após a fecundação) é uma célula diploide com capacidade de multiplicação. Ou seja, é início de todo o desenvolvimento. O cérebro foi formado através de um processo de desenvolvimento, não se instala sob um passe de mágica na 12° semana. Quanto a consciência, um bebê nascido também não a possui. E continua dependendo da mãe para viver. Se uma mulher mata um bebê porque não quer criar todos ficam chocados. Mas qual a diferença de matar um no útero pelo mesmo motivo? Percebe a falta de lógica deste discurso abortista?
Resposta
qeaasas

Não satisfeito em ter mentido no primeiro comentário, o autor do comentário da semana ainda investiu numa segunda rodada de falácias, ainda maiores:
08/06/2013 @ 0:39 [Editar]

Em caso de estupro, a mulher tem que carregar o bebê e tê-lo. Ela tem como opção, depois de passar 9 meses lembrando o momento em que foi violentada, de dar o, então, bebê para adoção, afinal orfanatos são lugares extremamente bacanas e que deixarão a mulher com a consciência levíssima por deixar qualquer um por lá.
Ainda não foi ruim o suficiente? Fique tranquila, pode piorar. Se for descoberto quem é o estuprador o governo quer obriga-lo a assumir o filho. Olha que coisa linda. Além de você sofrer um abuso ainda vai criar laços com o cara e ter de lidar com isso para o resto da vida. Esse é um parágrafo único do artigo 13º: “Se for identificado o genitor, será ele o responsável pela pensão alimentícia a que se refere o inciso II deste artigo; se não for identificado, ou se for insolvente, a obrigação recairá sobre o Estado”.
Ah, quer que fique melhor? Isso vale também para CRIANÇAS abusadas, tá? Afinal, quem já menstrua já pode ser mãe. E isso acontece por voltados 10 ou 12 anos. Sim, uma criança dessa idade que for abusada – pode ser por seu pai, tio ou irmão, como acontece na maior parte dos casos – terá que ser mãe. Gostou?
Resposta
qeaasas
08/06/2013 @ 1:12 [Editar]

Caro Daniel, você está equivocado. O Estatuto ainda mantém a concessão de aborto em caso de estupro. Informe-se.

1-Sou favorável ao aborto em caso de estupro. No entanto, o Estatuto protege a vida inocente do feto decorrente do estupro. Me desculpe, mas creio que não existe comparação entre a dor da mãe estuprada e do feto destroçado. Eu prefiro – e acho que você também – ter um filho do que ser triturado. Afinal de contas, uma gravidez não é tão ruim assim,

2- Você não tem o direito de decidir sobre a vida alheia da mesma forma que eu não tenho direito de decidir sobre a sua vida..

3- Você não leu o texto, é o que parece, não votaria para aprovar essa lei, mas creio que ela é infinitamente melhor do que a carnificina genocida que os abortistas propõe.

4- Você está repetindo mentiras atrás de mentiras. Acho que você não está de má-fé. A mulher ainda poderá abortar em caso de estupro,
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/a-gritaria-mentirosa-e-potencialmente-homicida-contra-o-estatuto-do-nascituro-ou-texto-aprovado-e-explicito-ao-preservar-artigo-do-codigo-penal-que-permite-
aborto-em-caso-de-estupro-e-risco-de-morte/

Pare de mentir pelo amor de deus, A MULHER ESTUPRADA CONTINUA PODENDO ABORTAR EM CASO DE ESTUPRO DE ACORDO COM O ARTIGO 128 DO CÓDIGO PENAL

SÓ PARA CALAR SUA BOCA, AQUI A LEI COMO ELA ESTÁ – AINDA PODE SER MUDADA:

Art. 1º Esta lei dispõe sobre normas de proteção ao nascituro.

Art. 2º Nascituro é o ser humano concebido, mas ainda não nascido.
Parágrafo único. O conceito de nascituro inclui os seres humanos concebidos ainda que “in vitro”, mesmo antes da transferência para o útero da mulher.

Art. 3º Reconhecem-se desde a concepção a dignidade e natureza humanas do nascituro conferindo-se ao mesmo plena proteção jurídica.
§ 1º Desde a concepção são reconhecidos todos os direitos do nascituro, em especial o direito à vida, à saúde, ao desenvolvimento e à integridade física e os demais direitos da personalidade previstos nos arts. 11 a 21 da Lei nº10.406, de 10 de janeiro de 2002.3
§ 2º Os direitos patrimoniais do nascituro ficam sujeitos à condição resolutiva, extinguindo-se, para todos os efeitos, no caso de não ocorrer o nascimento com vida.

Art. 4º É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar ao nascituro, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, ao desenvolvimento, à alimentação, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à família, além de colocá-lo a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.

Art. 5º Nenhum nascituro será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, sendo punido na forma da lei, qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos.

Art. 6º Na interpretação desta lei, levar-se-ão em conta os fins sociais a que ela se destina, as exigências do bem comum, os direitos e deveres individuais e coletivos, e a condição peculiar do nascituro como pessoa em desenvolvimento.

Art. 7º O nascituro deve ser destinatário de políticas sociais que permitam seu desenvolvimento sadio e harmonioso e o seu nascimento, em condições dignas de existência.

Art. 8º Ao nascituro é assegurado atendimento através do Sistema Único de Saúde – SUS.

Art. 9º É vedado ao Estado e aos particulares discriminar o nascituro, privando-o de qualquer direito, em razão do sexo, da idade, da etnia, da origem, de deficiência física ou mental.

Art. 10. O nascituro terá à sua disposição os meios terapêuticos e profiláticos disponíveis e proporcionais para prevenir, curar ou minimizar deficiências ou patologia.

Art. 11. O diagnóstico pré-natal é orientado para respeitar e salvaguardar o desenvolvimento, a saúde e a integridade do nascituro.
§ 1º O diagnostico pré–natal deve ser precedido de consentimento informado da gestante.
§ 2º É vedado o emprego de métodos para diagnóstico pré-natal que causem à mãe ou ao nascituro, riscos desproporcionais ou desnecessários.

Art. 12. É vedado ao Estado ou a particulares causar dano ao nascituro em razão de ato cometido por qualquer de seus genitores.

Art. 13. O nascituro concebido em decorrência de estupro terá assegurado os seguintes direitos, ressalvados o disposto no Art. 128 do Código Penal Brasileiro:
I – direito à assistência pré-natal, com acompanhamento psicológico da mãe;
II – direito de ser encaminhado à adoção, caso a mãe assim o deseje.
§ 1º Identificado o genitor do nascituro ou da criança já nascida, será este responsável por pensão alimentícia nos termos da lei.
§ 2º Na hipótese de a mãe vítima de estupro não dispor de meios econômicos suficientes para cuidar da vida, da saúde do desenvolvimento e da educação da criança, o Estado arcará com os custos respectivos até que venha a ser identificado e responsabilizado por pensão o genitor ou venha a ser adotada a criança, se assim for da vontade da mãe.

Art. 14. Esta lei entra em vigor na data da sua publicação

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7 comentários

  1. ai, tá tão dificil achar alguém na internet falando verdades sobre esse estatuto! ameeeeeem, achei um blog falando a verdade!

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  2. Obrigado pelo comentário Tati, é bom saber que ainda existem pessoas que procuram a verdade, e não reafirmar o preconceito e a ignorância promovida pela mídia.

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  3. I really like your writing style, great info, thanks for posting mytechnwp-includesimagessmiliesicon_biggrin” . “Let every man mind his own business.” by Miguel de Cervantes.

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  4. Vou participar de um debate cujo tema é o aborto. Meu grupo ficou contra o aborto, você teria alguma dica para nos dar?

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  5. Use argumentos, aqui nesse blog você achará vários.

    1-Fuja o máximo possível de concepções religiosas.

    2-Afirme que o feto não faz parte do corpo da mulher e sinal disso é que possui até um tipo sanguíneo diferente.

    3-Explicite como o aborto é uma agressão a vida da própria mulher e como ele pode causar doenças e traumas psicológicos a elas, além de aumentar chances de contrair câncer.

    4- Fuja dos radicalismos e releve o aborto em caso de estupro e anencefalia.

    5- Use a lei e diga como todos deveriamos ter a vida protegida pela constituição.

    6- Use dados fidedignos que apontam que países que legalizaram o aborto tiveram drásticas reduções em suas taxas de natalidade, o que acaba com a economia e o sistema previdenciário. Use os exemplos da Rússia e do Japão, que tem mais abortos que nascimentos.

    7- Explicite a hipocrisia dos abortistas, que querem esmagar os fetos, mas são incapazes de querer para si o que defendem para os indefesos.

    8- Aponte que sua posição se consiste na defesa da raça humana e na proteção dos mais fracos e indefesos. Mostre como o aborto é o uso desmedido da força daqueles que podem tudo contra aqueles que não podem nada.

    9- Mostre como os abortistas falsificam os números mostrando que 200 mil mulheres morrem por causa do aborto, quando na verdade são apenas 2 mil. Mostre como o aborto serve como uma tática de etnocídio falando do caso americano, onde 75% dos abortados são negros.
    10- No final das contas faça a única escolha que vale a pena ser escolhida: escolha a vida.

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  6. Conheci hoje esse site, li uns 30 minutos até agora, pincelando alguns temas, e a sensação foi essa, achei um blog falando “coisas interessantes”, não direi, “verdade”, mas fato de forma “democrática”, sem a farsa intelectual apresentada pelos politicamente corretos. Parabéns ao ACID

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