Pobreza entre negros nos EUA.

1- Racismo
Os Estados Unidos, ao contrário do Brasil, é um país com um histórico vivo de racismo, que pode ser demonstrado por uma série de fatores. Bem ou mal, no sul dos EUA o racismo ainda existe. Muitos negros acabam perdendo oportunidades de trabalho devido ao racismo. Muitos empregadores evitam contratar negros por achar que tem má aparência, pior escolaridade ou maior envolvimento com o crime. Esse racismo é real e prejudica a ascenção social de muitos.

2-Escolaridade
Os negros em média têm notas inferiores a dos brancos. Como são mais pobres, têm mais dificuldade para conseguir pagar a universidade.

Os negros são 40 milhões de habitantes nos EUA, cerca de 13,1%. Para entender o porquê do problemas dos negros americanos, não basta apontar o chavões de sempre ( racismo e escravidão ), pois esses fatores já a muito foram mitigado. De 1930 a 1960, a renda dos negros americanos cresceu fortemente num período marcado pelo racismo. Hoje, com um nível de racismo infinitamente menor, a renda dos negros diminuI. O problema também não é racial. Um jovem negro tem o mesmo potencial de um branco. Portanto, se o problema não é o racismo ou a genética, existem motivos para crermos que os negros americanos estão numa pior situação por causa de sua cultura. (Dinesh D´Souza)


Filiação política dos negros americanos.

3- Medidas afirmativas
O que podemos perceber é que desde que foram criadas as “medidas afirmativas”( cotas ), a situação dos negros não tem mudado muito positivamente. As cotas apenas fizeram com que se criasse uma elite negra que entrou nas universidades, mas não levantou a média dos negros nas universidades. Explico. Negros de famílias estruturadas e abastadas têm chance assegurada de conseguir preencher as vagas destinadas para minorias, tendo os negros de famílias desestruturadas e pobres pouca chance de disputar com eles.  Em resumo, as cotas beneficiam apenas uma minoria entre os grupos ditos discriminados, criando um aumento das hostilidades raciais, pois as pessoas passam a ver os cotistas como privilegiados e também desconfiando de suas competências. Nos EUA, a maioria dos cotistas, inseridos em universidades de alto padrão, não conseguem se formar por não terem condições de acompanhar o nível dos demais alunos com formação pré-universitária adequada. 

4- Segregação
A segregação racial é cruel com os negros. No entanto, o fato de existir bairros só de negros acabou produzindo uma classe média negra. Bairros negros tinham a necessidade de ter um comerciante negro, um médico negro, um dentista negro, etc. Com o fim da segregaçâo, esses profissionais negros qualificados foram para vizinhanças onde são melhor remunerados e os bairros de maioria negra, que geralmente são mais pobres, acabam tendo de abrigar um médico branco, um dentista asiático, um comerciante latino. Logo, o próprio fim da segregação teve consequências ruins também.(Dinesh D’souza)

5- Vizinhanças
O acesso a casa própria é algo que enriquece os brancos, mas infelizmente o mesmo não ocorre com os negros americanos. Motivo? As vizinhanças ocupadas majoritariamente por negros costumam não ter a mesma valorização em seus imóveis que vizinhanças brancas. Em alguns casos, quando um bairro é ocupado por negros e minorias, os preços dos imóveis ficam desvalorizados, pois fica diminuída a procura de brancos ricos nessas vizinhanças.

6-Ilegitimidade
Em 1944, o índice de ilegitimidade ( índice que mede a taxa de bebês que nascem de uma mulher que é casada no civil e no religioso com o pai de seu filho ) era de 11%; já em 2010, o índice era de 73%. Só para comparar, entre brancos a iletimidade é de 29% e entre latinos, 53%. Isso significa que 70% das crianças negras cresceram sem a presença de seu pai biológico dentro de sua casa. Isso acaba criando a oportunidade para que esses jovens fiquem rebeldes e resolvam procurar como referência paterna pessoas fora de seu lar, o que pode fazer com que a criança tenha maior propensão para jogar sua rebeldia no uso de drogas, ou até mesmo ingressarem no mundo das gangues e do crime.


A maioria dos negros não se casam, diferente dos brancos.

Filhos de ilegitimidade têm chance maior de não fazerem seus deveres de casa, pelo fato de só terem um dos dois pais em casa. Parece apenas um detalhe, mas é um detalhe fundamental. Estudantes asiáticos são os que mais fazem suas lições de casa – devido a pressão de seus pais – e por isso são os detentores dos melhores resultados nas faculdades.


Composição dos negros nas universidades.

5- Prisão e crime
A cultura é perversa para os negros, principalmente quando o assunto é a rigidez com que os policiais agem contra seus jovens. Desde jovens, eles sabem que mesmo sendo 13% da população, formam 40% dos presidiários americanos (brancos são 33% ). Há mais negros  presos hoje do que o número de negros que estavam sendo escravizados em 1850 nos EUA. Nesse ponto, o racismo contribui para que jovens negros sejam mais alvo de policiais do que jovens brancos.

6- Gravidez na adolescência
O índice de gravidez na adolescência é de 11,7% para cada mulher entre 15 e 19 anos, em comparação com 10% das latinas e 9% das brancas. Isso faz com que um número considerável de negros já cresça num lar onde sua mãe foi obrigada a largar os estudos para começar a trabalhar mais cedo. .

7- Cultura
Desde os anos 60, a cultura negra foi invadida pelas temáticas rap e hip-hop. Infelizmente, muitas das letras de rap e hip-hop fazem apologia a um estilo de vida bandida com ostentação de carros e com a valorização da mulher como um objeto sexual. Essa cultura acaba fazendo com que muitos jovens se desviem dos estudos para trabalhar, conseguindo gastar suas rendas de forma irresponsável e muitas vezes engravidando suas parceiras. Jay-Z, Nas e Puffy Daddy já falaram abertamente contra o atleta escolher ir para a faculdade para se tornar profissional dizendo que ele está sendo “enganado por pessoas brancas” e “ele precisa fazer dinheiro para seu povo enquanto ele pode”.

8-Genocídio
Se o aborto não fosse legalizado os negros já poderiam ser mais de um terço da população americana. O genocídio de negros no EUA já ceifou a vida de mais de 16 milhões de negros graças ao aborto. Cerca de 36% dos abortos são feitos por negras ( que são 13% da população ), enquanto que o índice de aborto de uma mulher WASP ( white anglo-saxon protestant = protestante branca anglo-saxã ) é de cerca de 1%. O aborto faz com que os negros sejam sempre uma minoria populacional e acaba evitando a ascenção política das suas demandas.


Participação religiosa dos negros dos EUA.

O problema da educação e da cultura do crime evidentemente atinge muito mais os jovens negros do sexo masculino do que do sexo feminino.

9- Marriage squeeze
Um fenômeno bem característico dos EUA é o marriage squeeze. O que seria marriage squeeze? Como muitos homens negros de sucesso acabam se casando com mulheres brancas “para se elevar socialmente”, muitas mulheres negras que querem um marido negro acabam ficando sem par. Esse é um fenomeno que mostra como o racismo agride as famílias negras, pois muitas mulheres negras de sucesso ficam sem par para constituir uma família negra rica.

10- Religião
Mesmo sendo predominantemente protestantes, os negros americanos não conseguem manter o mesmo conservadorismo social que existe entre brancos protestantes. A hipocrisia religiosa também é um fator que corrobora contra as famílias negras. Mesmo tendo mais assiduidade nas igrejas, negros americanos têm índices enormes de aborto, gravidez na adolescência, mãe solteiras, criminalidade, etc. Isso mostra que talvez a religiosidade não esteja combatendo efetivamente as mazelas morais os atingem.

Não é preciso pensar muito para reparar que a família negra está sendo vilipendiada desde os fim da segunda guerra, pois até então, os negros podiam ter renda inferior, mas tinham famílias muito estruturadas.


Religião dos negros.

11- Políticos
Além do mais, o racismo é algo muito precioso para muitos políticos americanos. Líderes negros como Al Sharpton e Jesse Jacksson construíram suas carreiras apontando racismo na sociedade americana, mesmo quando ele não existia. A pouco tempo atrás, foram as ruas com milhares de pessoas protestar contra a morte de Trayvon Martin, jovem baleado por um vigia latino, num crime que se configuraria num crime de ódio racial.

Afinal, se os negros estivessem numa posição igual à dos brancos, quem elegiria esses políticos negros que apelam para o combate ao racismo? A luta ao racismo perpetua uma determinada classe de políticos, que tem interesses de que ela jamais acabe, senão não haverá motivo para ela existir.

12- Coitadismo

A realidade é que uma parte significativa da população negra foi corrompida pelo assistencialismo, sendo mais de 90% deles democratas. O que acontece é que muitos ficam escravos dos benefícios que os governos liberais os oferecem, e mesmo estando desempregados, acabam votando religiosamente nos democratas. Na Filadélfia, cidade de maioria negra, muitos habitantes nem procuram mais emprego, pois recebem auxílio do Social Security para ficarem em casa. Tal fenômeno se espalha pelo país. É o que Ronald Reagan já denunciava como as Welfare Queens ( Rainhas do bem-estar social), geralmente mães solteiras negras e pobres que não trabalhavam ou se casavam para não perder os benefícios do governo.

O índice de empreendendorismo entre negros é muito baixo se comparado com o de brancos. O motivo seria que uma parcela se acomodaria com os benefícios do governo e não veria motivo para se arriscar abrindo um negócio. Outro fator preponderante é o coitadismo. Muitos negros culpam o racismo eternamente pelo seu fracasso pessoal, mesmo sendo favorecidos por medidas afirmativas das quais os brancos não gozam.

13- Economia
No sistema capitalista, os que estão em cima tenderão sempre a subir. Até medidas que favoreceriam os negros acabam sendo prejudiciais a eles, como grupo.Até a instituição de um salário mínimo, segundo o economista negro Thomas Sowell, foi algo que prejudicou os negros, pois teria diminuído a demanda de trabalhos ocupados por negros e aumentado o desemprego entre eles.

14- Empréstimos
Até bancos recusam empréstimos a negros numa taxa duas vezes maior do que a brancos. Logo, a mobilidade social deles fica comprometida e fica mais difícil para eles abrirem um negócio.

 

Para que os negros cresçam socialmente como grupo, será preciso que eles sejam menos grupo e mais individuais. Apenas quando as famílias negras se estruturarem e quando a cultura negra traduzir educação e trabalho poderemos ver as mazelas que os atingem serem mitigadas.( Dinesh D’Souza)

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