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Privatizações, 10 motivos para ser contra, 10 motivos para ser a favor


Hoje apenas sugerir uma privatização já é considerado entreguismo. Por mais que o PT também tenha privatizado, os tucanos ficarão para sempre estigmatizados como privateiros que entregaram ao capital estrangeiro nosso patrimônio. Logo, para o PT, existem privatizações que são piores que outras.

Como sempre, darei 10 motivos para ambos os lados, colocando primeiro o que discordo.

10 motivos para ser contra as privatizações

1- Soberania Nacional
Ao privatizar determinado serviço, o Estado perde parte de sua soberania, pois entrega de bandeja ao capital externo o controle e o lucro de determinada finalidade, não podendo o Estado criar ferramentas para proteger a população da ambição capitalista.

2-Roubo
Ao privatizar uma empresa, o Estado entrega à iniciativa privada uma empresa construida com dinheiro público. Ou seja, o trabalhador paga com seus impostos ao Estado para que este invista em determinada empresa e depois o Estado vende a empresa à iniciativa privada. Logo, dinheiro público é usado para enriquecer a iniciativa privada.

3-Corrupção
Todos sabemos que os políticos privateiros sempre receberão favores das empresas que porventura façam ganhar as licitações e leilões. Logo, as privatizações servem para enriquecer e perpetuar no poder o partido privatizador.

4- Desemprego
As privatizações causam desemprego. A iniciativa privada, ao tomar o controle de uma empresa pública, não pensará duas vezes antes de demitir seus funcionárias. Logo, as privatizações são ruins para os trabalhadores dessas empresas, que ficarão ameaçados de perderem seus empregos, sendo muitos deles demitidos.

5- Finalidade
A empresa privada não tem o objetivo de prestar um bom serviço público, o objetivo da empresa privada é o lucro, não importando como. Logo, o serviço prestado ao cidadão é piorado.

6-Desigualdade
Com as privatizações, os serviços tem seus preços aumentados e os pobres ficam inaptos para acessá-los. Logo, só quem tem dinheiro poderá gozar pelo serviço privado e será aumentado ainda mais o abismo entre os ricos e os pobres.

7- Fuga de capitais
Com as privatizações, grupos estrangeiros passam a comprar as empresas estatais e a repassar ao exterior os lucros do trabalho do brasileiro. Logo, as privatizações geram fuga de recursos para o exterior e fazem o Brasil ficar mais pobre.

8- Universalização
Com a privatização, uma empresa pode se negar a oferecer determinado serviço importantíssimo em determinada localidade por causa de sua baixa viabilidade econômica. Logo, até os brasileiros com recursos podem ser prejudicados pela falta de serviços.

9- Crise
As crises do capitalismo são cíclicas. Logo, quando o Estado controla determinada atividade, existe mais segurança de que ela será cumprida e não será abalada por crises. Empresas estatais não costumam declarar falência, pois se resguardam no Estado.

10- Consequências
O resultado das políticas de privatizações promovida pelos governos neoliberais tornou o Brasil mais pobre, mais desigual e mais injusto, apenas enriquecendo uma pequena classe de empresários e políticos. Logo, as privatizações colaboram para que a sociedade seja mais desigual e aplica o capitalismo selvagem contra nossa sofrida população carente.

11- Constituição
Nossa Constituição é social e democrática de Direito, e determina que o Estado preste diretamente serviços como o de educação, saúde e assistência social, podendo a iniciativa privada atuar apenas de forma complementar/suplementar, não sendo possível a concessão de serviços públicos sociais.

12- Prejuízo
Com as privatizações o Estado perde uma importante fonte de receita. Imagine quantos hospitais e escolas poderíamos contruir com os lucros que as empresas privatizadas estão obtendo todo o ano. É um roubo bilionário. Dinheiro que deveria ser nosso enriquece poucos.

10 motivos para ser a favor das privatizações

1- Melhora nos serviços
Felizmente a realidade por si só já advoga a favor das privatizações. Experimente andar numa estrada controlada pela iniciativa privada e numa controlada pelo governo. Verifique a eficiência das empresas públicas e a das privadas.

O que podemos concluir é que as empresas privadas, por estar a todo momento sob risco e contra uma feroz concorrência, são obrigadas a buscar saídas e soluções para gerar dinamismo e optimizar suas funções – diferente das empresas públicas.

2- Corrupção
Diferente de uma empresa pública, os funcionários de uma empresa privada sabem muito bem quem é o dono da empresa e para quem trabalham. Os desvios de recursos nas empresas privadas são bem inferiores ao das empresas públicas, pois, diferente das empresas públicas, as empresas privadas não se capitalizam com apenas dinheiro público. Logo, com as privatizações a corrupção nas empresas será reduzida. Prova disso é que pagar a mensalidade de um aluno no serviço particular geralmente é mais barato do que sustentar o mesmo aluno no ensino público.

3- Cabide de emprego
Todos sabemos que as estatais servem apenas de cabide de empregos para que políticos indiquem pessoas desqualificadas para cargos altamente gabaritados. Até a Dilma foi indicada para um cargo na Petrobrás com salário de 100 mil reais.

Logo, as estatais abrigam muito mais funcionários do que deveriam para, às custas do nossos impostos, empregar apadrinhados do partido do poder, que irão desviar recursos das empresas públicas para seus partidos, que assim se perpetuarão no poder.

4- Crescimento

Numa empresa privada, os funcionários são promovidos através do mérito e esforço. Logo, o profissional evolui ou regride na sua carreira de acordo com seu desempenho. Numa empresa pública, é muito difícil demitir um funcionário improdutivo e há como evoluir na carreira através de um generoso plano de carreira ou de um apadrinhamento político.

Situações com essa desvalorizam o profissional que quer trabalhar e premiam os canalhas, pois no serviço público a diferenciação entre a remuneração é inferior a do serviço privado.

Logo, um ótimo professor do ensino público acaba ficando desmotivado com as péssimas condições de trabalho e de remuneração, acabando oferecendo um serviço pior do que o oferece no serviço privado.

5- Concorrência
Vejamos o exemplo da Vale. Não havia dinheiro para os investimentos necessários para a empresa crescer e se manter competitiva. Os balanços da empresa estavam sempre no vermelho. Depois de privatizada, a Vale cresceu, emprega mais brasileiros e paga muito mais impostos do que antes.

Antes das privatizações, só ricos podiam contar com uma linha telefônica. As privatizações aumentaram a concorrência e entre as companias, que passaram a oferecer um serviço cada vez mais acessível ao cidadão comum. Por pior que seja o serviço de algumas operadoras, certamente é melhor e mais barato aos nossos bolsos do que seria se elas fossem estatizadas.

6- Privilégios
Enquanto que a maioria esmagadora dos brasileiros que pagam impostos trabalham na iniciativa privada, não contando com nenhum privilégio, muitos trabalhadores da estatais têm estabilidade em seus cargos. Como pode o cidadão acabar sustentando via imposto o BNDES para que esse financie empresas onde os trabalhadores contam com privilégios?

7- Inchaço
Ao privatizar estatais, o Estado passa a contar com os recursos da compra e assim poder focar mais nas suas funções essenciais, as quais a iniciativa privada não pode atuar: defesa do país, segurança, saúde, infraestrutura, educação, etc. O Estado deve fazer menos e fazer melhor. De nada adianta o Estado atuar em todas as áreas se ele atua de forma ineficiente com o dinheiro do contribuinte.

8- Risco
A forte atuação do governo em empresas estatais acaba fazendo com essas empresas percam valor no mercado, como é o caso da Petrobrás.

O investidor internacional fica receoso de investir numa empresa onde o objetivo não é só lucrar, mas também regular inflação e apadrinhar pessoas nos altos cargos. Como resultado disso, todo o país perde, pois o Brasil investe seus investimentos de longo prazo comprando ações da Petrobrás. Logo, a má gestão do governo acaba afetando até o brasileiro comum, que não investe na bolsa.

9- Prejuízo

Nas empresas privadas, quando uma fraude acontece, quem sai prejudicado é o acionista. Nas empresas públicas é o contribuinte, ou seja, todos os cidadãos. Quem manda nas empresas privadas são os acionistas controladores. Nas empresas púbicas os funcionários mandam e desmandam através das corporações.

10-Contratação

Nas empresas privadas a área de recrutamento de pessoal existe para contratar os melhores para o desempenho das atividades sempre muito competitivas. Nas públicas a contratação é feita: 1- concurso (que só identifica a inteligência, mas não a produtividade); 2- por definição política (onde a técnica é desconsiderada); e, 3- por indicação de pessoas ligadas ao governo, para ocuparem os perigosos CCs;

11-Descontinuidade devido às eleições

As empresas privadas podem escolher o caminho da Governança Corporativa. As empresas públicas só podem esperar o resultado das eleições para que seja definido como será feita a administração das mesmas mais adiante;

12-Demora

As fraudes apuradas nas empresas privadas são, geralmente, de curta duração. As decisões do dono ou controlador tratam de minimizar as conseqüências ruins e novos controles tratam de prever melhor as crises. Já nas empresas públicas tudo é demorado e dificilmente empregado é demitido. O representante dos donos (cidadãos-contribuintes) jamais toma decisões drásticas;

13- Publicidade
A publicidade dos produtos da empresas privadas é, geralmente, medida pelo retorno das vendas e da institucionalização da imagem. No caso da publicidade das empresas públicas a decisão só tem como objetivo ajudar os amigos e aduladores;

14-Burocracia
As empresas privadas, como se sabe, não fazem licitações. Fazem negociações. Já as empresas públicas, além de serem obrigadas a licitar tudo, acabam por oportunizar fraudes por parte de quem quer vencer as licitações. Isto sem falar na demora que a burocracia impõe para as compras.

15– Mito do “petróleo é nosso”
Da onde que as pessoas acreditam que o petróleo é nosso? Até onde eu sei o dinheiro do petróleo acaba sendo revestido para fins secundários. Como para financiar os esportes, a cultura, os filmes nacionais, fazer propaganda em revistas e jornais que apoiam o governo, criar comerciais de tv, etc.

Se os lucros do petróleo fossem destinados inteiramente à educação, poderia até não reclamar. Porém, a realidade é que ele é destinado para muitos fins que pouco ou nada beneficiam a população.

Por que uma propaganda da Petrobrás numa revista me beneficiaria? Por que o investimento da Petrobrás num filme que eu não quero ver me beneficia? A verdade é que esses incentivos à cultura acabam fazendo com que a nossa imprensa e classe artística acabe se tornando defensora desse sistema que os beneficiam. Logo, eles defendem que o petróleo é nosso, mas é porque o dinheiro do petróleo, na verdade, é deles.

Se o petróleo é nosso por que o ouro também não é nosso? Cadê a Ourobrás? Então por que a preciosa água também não é nossa? Cadê a Águabrás? Então por que a banana também não é nossa? Cadê a Bananobrás. Só acreditamos que temos que estatizar a produção daquilo que está no nosso território porque somos uns bananas que moramos na Banânia.

Nossos recursos naturais devem ser explorados, sendo o lucro repassado para o explorador e os impostos da exploração destinados aos nossos serviços. O Estado não necessariamente tem que ser o explorador, apenas o bom gastador dos recursos dos impostos da exploração.

30 comentários em “Privatizações, 10 motivos para ser contra, 10 motivos para ser a favor

  1. Ou seja, as privatizações são algo muito bom, certo? Até mesmo porque muitos dos itens que foram colocados em pauta, contradizem entre o “a favor” e o “contra”. Exemplo: “Finalidade” em um e “Melhora nos serviços” em outro

    • Paula, depende. Privatizações têm seu lado bom e seu lado ruim. Depende muito da empresa, de sua saúde financeira e de qual serviço ela presta. A telefonia foi privatizada e ainda ficamos horas reclamando da Tim, mas pelo menos temos a OI, a Vivo e a Claro como opção. A privatização da telefonia não fez mágica, mas diminuiu os preços e ofereceu um serviço melhor (ainda que não-muito bom) e trouxe a concorrência. Um hospital público bom seria bom se fosse privatizado. Agora, um hospital público num lugar pobre não ficaria melhor se fosse privatizado. Creio que apontei os argumentos que são utilizados pelos dois lados para que você possa fazer a sua decisão. Eu já fiz a minha. Posso até te informar, mas quem deve fazer a conclusão é você.

    • Depende muito… Não dá para generalizar dizendo que é contra ou a favor. Cada caso é um caso! O caso da Telefonia, por exemplo… foi excelente… Hoje temos a concorrencia a nosso favor. Imagina se tivessemos apenas uma empreza prestando serviço de telefonia!! Ia ser pessimo, se voce não gosta de uma empreza pode migrar para outra.

  2. Muito bom o texto, a exposição dos argumentos foi feita de forma imparcial no sentido de que ambos os argumentos “pró” e os “contra” são apelativos ao leitor e não existe a contra-argumentação logo a seguir desmoralizando o argumento antes que ele possa ser processado por quem lê. Parabéns!

  3. Cara, muito bom artigo. Me ajudou muito a entender o funcionamento do sistema enquanto permaneço anulando meu voto por falta de confiança nos dois candidatos. Mas só me explica uma coisa, porque tu afirma isso:

    “Prova disso é que pagar a mensalidade de um aluno no serviço particular
    geralmente é mais barato do que sustentar o mesmo aluno no ensino público.”

    Grato!

    • Em muitos casos o serviço particular de ensino, por visar o lucro, acaba mitigando custos que não são bem trabalhados no ensino público. Outros fatos que fazem o ensino público ser caro são os privilégios para os professores, o plano de carreira generoso que esses possuem, a dificuldade de demitir profissionais, a falta de meritocracia e etc.

      • Certo.Eu não sei ao certo quais são estes custos mal trabalhados no ensino público. Mas quero saber a quem tu te refere quando diz “pagar a mensalidade do aluno”. E não vejo de todo mal os professores terem benefícios, nada mais justo, mas se por obrigatoriedade deve sempre haver o ensino público, o que tu sugere para melhorias nisso que tu acha fatores que o encarecem?

      • 1- A Coreia do Sul gasta 4% do seu PIB em educação. Lá, toda a educação de base é pública e de excelente qualidade. Aqui no Brasil se gasta 5% do PIB com educação e esta é de péssima qualidade. Faço essa comparação para comprovar que o problema não é o dinheiro e sim a forma como este é empregado. 2- É óbvio que é maravilhoso dar benefícios aos professores. Só que alguém paga por isso. Afinal, nada sai de graça. No ensino particular, um professor ruim é prontamente demitido, já no ensino público um professor com estabilidade não pode ser mandado embora. No ensino particular há meritocracia, ou seja, quanto melhor é o professor melhor seu salário. Já no ensino público o salário do professor varia de acordo com seu tempo de serviço, o que gera acomodação. No serviço privado os recursos que sobram são devolvidos ao caixa para não acarretar em prejuízo. No ensino público as diretorias gastam as sobras indiscriminadamente para que o governo não diminua suas verbas. 3- É claro que deve haver o ensino público mas é importante que ele seja residual. Creio que se o estado pagasse a mensalidade dos alunos que hoje estudam em colégios públicos para que estes estudassem em colégios particulares, onde o ensino é bem melhor e o preço por aluno é menor, o maior beneficiário seria o próprio aluno. Duvida? Pegue um aluno que hoje estuda num colégio público como foi o meu caso e coloque ele no ano seguinte num colégio particular. Você verá o desempenho dele melhorar muito. Caso tivesse ficado no colégio público hoje nem conseguiria escrever um texto coeso. 4- Quanto as melhorias para diminuir os custos no ensino público eu sou favorável a meritocracia, ou seja, que os professores bons possam ganhar mais e que os ruins possam ser demitidos. Fora isto, eu cobraria mensalidade de todos os alunos de colégio público que tivessem renda suficiente para estudar num bom colégio particular. Mas o principal problema é que a cada 4 em 4 anos os profissionais que cuidam da educação dos municípios são trocados ou realocados por causa de partidos. O lanche e os gastos das escolas são adquiridos por licitações quase sempre superfaturadas por estes partidos, o que acaba encarecendo tudo. 5- Espero ter respondido tudo, obrigado.

      • Pelo que entendi, o governo precisa ter coerência em seus serviços, para alguns serviços é bom ser privatizado, agora para outros não é. Enquanto, para a educação, ela deveria ser pública como Finlândia, Japão, Coréia do Sul e de qualidade, ou seja, não deveria existir a estabilidade, porém deve-se exigir dos profissionais maior qualificação profissional, o que irá refletir na sua valorização pela sociedade. Além disso, o Estado, assim como a China, deveria incentivar a formação continuada de maneira efetiva, que poderia ser nos moldes da China(onde os professores se reúnem re com outros da sua própria área e estudam novas ), e não o que vem acontecendo no serviço público, que um coordenador “indicado” e não qualificado para tal, forneça uma formação irrelevante.

  4. Uma pequena duvida, no ultimo tópico a favor vocês citam como exemplo que o lucro do petróleo vai para a cultura e o esporte, e não para fins que beneficiam a população, mas uma população que valoriza suas origens não é um dos maiores bens que uma população pode vi a ter? E também a parte dos esportes, ao meu ver eles tem vital importância na educação, obviamente que um investimento direto no setor do ensino nos traria mais benefícios, mas investir dinheiro em cultura e esportes mesmo assim não deveriam ser pontos positivos?

    • Muito importante seu ponto Tales. Aqui fica minha resposta: 1- Investir milhões em financiamento de filmes de qualidade duvidosa e que ninguém assiste é a forma correta de investir em cultura? Investir milhões em patrocínio de times de futebol é a forma correta de investir em esporte? Fica claro que esses investimentos escusos não tem por fim ajudar o país. Muito pelo contrário, apenas querem cooptar a classe artística e formadores de opinião para apoiar esse governo e despejar recursos valiosos nos bolsos de alguns. Se a Petrobrás fosse privatizada, em primeiro lugar, ela conseguiria mais investimento, iria conseguir produzir mais e os recursos provenientes de seus impostos poderiam ser muito melhor usados pelos gestores públicos.

      • Investir milhões em filmes de qualidade duvidosa, com puro caráter político como Olga, defensores radicais do esquerdismo, como Cacá Diegues, formado por atores e roteiristas da Globo, que podem conhecer muito bem de novelas, mas conhecem muito pouco de produção de filmes não traz nenhum benefício ao país. E também, injetar patrocínio em times de futebol, que já pagam menos impostos em comparação com empresas privadas e estes mesmos times vivem choramingando perdão de dívidas tributárias enquanto pagam salários milionários, servem apenas para desperdiçar mais recursos do suado contribuinte brasileiro. Quanto a estatais, precisam de 3 pessoas para fazer o serviço de uma: enquanto uma trabalha, a outra puxa o saco do chefe e a terceira está de licença médica por causa da unha encravada.

  5. Como assim Eh melhor privatizar?
    Acha q a qualidade melhora? Telefonia celular hoje no Brasil Eh boa? Funciona? Eh barata?! E tem concorrência, logo, não necessariamente a concorrência Eh um estímulo para a qualidade. Não somente telefonia, transporte, dentre outros serviços, inclusive estradas q pagamos pedágios absurdamente caros e as obras também demoram anos e anos para serem concluidas.
    Depende de pra quem seria bom a privatização, pra brasileirosttwbalhadores(no caso excluindo empresário) seria péssimo!
    O q vc vai ter Eh o rico ficando mais rico e o trabalhador mais pobre.
    Uma vez q em empresas privadas, os trabalhos são realizados, em sua maioria, sem segurança, os salários são menores e o produto consido pelo trabalhador Eh mais caro.
    Vou te explicar: as empresas privadas vendem seus produtos mais baratos para quem eles querem.
    Contratam quem eles querem e esse dinheiro não fica no nosso pais. O trabalhador brasileiro tem salário merreca enquanto os indicados da empresa tem o salário estupidamente mais alto. Se o Brasil não tiver um pilar público para segurar a economia, simplesmente vamos sofrer a crise dos outros países sempre.
    Uma das maiores ignorancias q eu ouço, Eh a q o petróleo Eh caro pq o governo rouba. O petróleo Eh caro em relação ao do afeganistao? Onde se pode colocar uma agulha no chão e extrair petróleo já com pressão, o q obviamente Eh muito mais barato do q ter uma plataforma para explorar no mar. Sem contar q este ano fui ao Peru e a Argentina e te falo, no Bradil Eh mais barato.Dentre outros fatos q n posso falar pq n tenho mais linhas…rsrs

  6. Nem todas as linhas do mundo conseguem defender a estatização..
    Talvez em uma utopia funcionasse. Mas mesmo assim seria necessário haver meritocracia e concorrência (ainda que de internamente).
    Faça uma reflexão: Que pai não gostaria de colocar o filho na melhor escola?

  7. Acho que devemos ser racionais quanto as privatizações, serviços como telefonia móvel ou fixa, administração de aeroportos e Correios (esse que já passou da hora de privatizar), devem ser privatizados… Mas riquezas estratégicas da nação, como a exploração dos minérios do Brasil (Vale) e a Petrobrás jamais deveriam / deverão ser privatizadas! São riquezas naturais soberanas e estratégicas, tá certo que a Petrobrás ta sendo assaltada pela situação, mas mesmo acontecendo isso, privatizar seria um erro. Deveríamos debater uma melhor forma de administração desses recursos com mais transparência, talvez uma administração apartidária e maior prestação de contas e fiscalização por parte da população, e destinar a maior parte dos lucros para a educação. Nem o Pinochet em sua ditadura no Chile, durante o choque de capitalismo imposto pela Escola de Chicago, em momento algum ousou privatizar as minas de cobre chilenas, pois o mesmo sabia da real importância delas.

    • Falou tudo. Petróleo e minérios são riquezas estratégicas de uma nação! Melhor administração para um melhor aproveitamento dos recursos e nada de privatizações nesses casos!

  8. Tem coisa errada ai e nem precisa ser “expert” no assunto para perceber. Por exemplo, a privatização das comunicações tornou as linhas telefônicas mais baratas e acessíveis além de permitir a modernização do serviço e geração de empregos. Por outro lado, demitiu maus profissionais e apadrinhados de políticos. Se 25 anos atrás uma linha telefônica custava o valor de um automóvel, hoje qualquer “Zé” que tenha um cpf pode ter acesso ao serviço. Enfim, ao contrário do que foi dito,a privatização serviu para “popularizar” e melhorar o serviço tornando este acessível às classes de baixa renda. Se a empresa foi constituída com dinheiro público, então que se venda 51% das ações a seus funcionários. O que não dá é transformá-la em cabide de emprego de ladrões, tal qual a PTbrás.

    • Meu camarada pelo que entendi as empresas poderão contratar o seu simplesmente porque a cor dos olhos são azuis, se os desmandos já são assim imagina então com a privatização.

      Eu temo bastante com relação à soberania do Estado, A cada dia a vida imita a arte, aqueles filmes sobre um futuro sombrio onde quem manda são as grandes corporações está se concretizando.

  9. As 12 menções contrárias as privatizações são falácias, vou mostrar uma a uma:

    “1- Soberania Nacional
    Ao privatizar determinado serviço, o Estado perde parte de sua soberania, pois entrega de bandeja ao capital externo o controle e o lucro de determinada finalidade, não podendo o Estado criar ferramentas para proteger a população da ambição capitalista.”

    R: Falso. Primeiro que esse negócio de “Soberania nacional” é algo abstrato e sem nenhum sentido, qual o benefício concreto da tal “soberania nacional” para o cidadão comum? Outros países ignoram isso e estão em uma situação econômica e social melhor do que a nossa. Empresas estatais não garantem a qualidade do serviço para a população, pelo contrário, além de prestarem serviços ruins e caros, não temos como reclamar, afinal, são estatais, ninguém ali vai perder o emprego por estar prestando um serviço ruim. O que dá ao Estado o poder de garantir a oferta de serviços de qualidade nunca foi o propriedade estatal de uma empresa, mas sim o seu poder de legislar sobre contratos e marcos regulatórios que norteiam o funcionamento dos mercados.

    “2-Roubo
    Ao privatizar uma empresa, o Estado entrega à iniciativa privada uma empresa construida com dinheiro público. Ou seja, o trabalhador paga com seus impostos ao Estado para que este invista em determinada empresa e depois o Estado vende a empresa à iniciativa privada. Logo, dinheiro público é usado para enriquecer a iniciativa privada.”

    R: Falso. O Estado não produz riqueza, ele se sustenta mediante o confisco (impostos) do que a iniciativa privada produz, por tanto, empresas estatais é que são criadas com dinheiro roubado da iniciativa privada, ao privatizar uma empresa, o estado está apenas devolvendo o que ele confiscou a priori.

    “3-Corrupção
    Todos sabemos que os políticos privateiros sempre receberão favores das empresas que porventura façam ganhar as licitações e leilões. Logo, as privatizações servem para enriquecer e perpetuar no poder o partido privatizador.”

    R: Falso. O melhor mecanismo para enriquecimento e perpetuação de políticos no poder são as estatais, não as empresas privadas. Tome a operação Lava-Jato como referência, o dinheiro que o PT recebeu das empreiteiras não era delas, mas da Petrobras, elas apenas “lavavam” o dinheiro desviado da estatal para que o mesmo se caracterizasse por doação legal de campanha.

    “4- Desemprego
    As privatizações causam desemprego. A iniciativa privada, ao tomar o controle de uma empresa pública, não pensará duas vezes antes de demitir seus funcionárias. Logo, as privatizações são ruins para os trabalhadores dessas empresas, que ficarão ameaçados de perderem seus empregos, sendo muitos deles demitidos.”

    R: Falso. Esse é o mais falso de todos os argumentos, porque os fatos, empiricamente demonstráveis, apontam justamente o oposto. Os setores, que foram privatizados, ampliaram investimentos e elevaram exponencialmente a oferta de empregos, tando diretos quanto indiretos. A Vale, quando foi privatizada, tinha apenas 13.500 colaboradores, hoje tem mais de 90.000, apenas no Brasil. O setor de telefonia investiu mais de R$ 150 bilhões de reais entre 1998 e 2008, mais do que o sistema Telebrás em toda à sua existência, é óbvio que isso expandiu brutalmente a oferta de emprego no ramo.

    “5- Finalidade
    A empresa privada não tem o objetivo de prestar um bom serviço público, o objetivo da empresa privada é o lucro, não importando como. Logo, o serviço prestado ao cidadão é piorado.”

    R: Falso. O lucro depende do faturamento, o faturamento depende das vendas, as vendas dependem da demanda e a demanda depende da avaliação que o cliente faz da qualidade do produto ou serviço, face a outros produtos e serviços que ele eventualmente também tem acesso. Por tanto, a qualidade do produto ou serviço é pré-condição para o lucro. Não existe nenhum exemplo empírico de piora do serviço após privatização, essa é outra falácia tão ruim quanto a quarta falácia mencionada por você. Antes da privatização da telefonia, celular era coisa de filme de ficção científica no Brasil, telefone fixo era tão raro e caro, que as pessoas tinham que declarar no imposto de renda e levava até dois anos para ser instalado na residência, a qualidade das ligações era horrível e quase não existiam telefones públicos. A qualidade dos serviços atuais é ruim? Sim, é, mas por problemas da própria burocracia governamental, que carteliza o setor e dificulta o processo de expansão estrutural das linhas.

    “6-Desigualdade
    Com as privatizações, os serviços tem seus preços aumentados e os pobres ficam inaptos para acessá-los. Logo, só quem tem dinheiro poderá gozar pelo serviço privado e será aumentado ainda mais o abismo entre os ricos e os pobres.”

    R: Falso. As privatizações no Brasil baratearam serviços e ampliaram o acesso dos mais pobres a eles. Na telefonia, menos de 15% das residências tinham telefone fixo e menos de 5% da população tinha telefone celular, hoje, mais de 50% das residências possuem linhas fixas e o número de linhas móveis supera a população brasileira, chegando a marca de mais de um telefone celular por pessoa.

    “7- Fuga de capitais
    Com as privatizações, grupos estrangeiros passam a comprar as empresas estatais e a repassar ao exterior os lucros do trabalho do brasileiro. Logo, as privatizações geram fuga de recursos para o exterior e fazem o Brasil ficar mais pobre.”

    R: Falso. Muito pelo contrário, privatizações atraem investimentos da iniciativa privada e os maiores compradores das ex-estatais foram empresas brasileiras e fundos de pensões do funcionalismo público, como a Funcef (Caixa), a Previ (Banco do Brasil) e a Petros (Petrobras). O lucro das grandes corporações mal chega a 5%, do faturamento, por tanto, ele corresponde apenas a uma parte ínfima do dinheiro que uma empresa privada movimenta. Por tanto, uma empresa privatizada, ainda que tenha sido para o capital estrangeiro, irá movimentar quase a totalidade dos recursos aqui no Brasil, através de pagamento de salários, impostos e fornecedores locais.

    “8- Universalização
    Com a privatização, uma empresa pode se negar a oferecer determinado serviço importantíssimo em determinada localidade por causa de sua baixa viabilidade econômica. Logo, até os brasileiros com recursos podem ser prejudicados pela falta de serviços.”

    R: Falso. Aqui entramos na teoria econômica, grandes empresas, principalmente as que possuem muito capital (estrutura intensiva) lucram com base nas chamadas “economias de escala”, ou seja, seu lucro deriva da pulverização de seus custos operacionais pelo volume de produtos ou serviços ofertados. Isso significa que uma empresa que opere em todo o território nacional, poderá aumentar seus lucros elevando a amplitude do serviço ofertado. O que temos testemunhado, no Brasil, é que setores controlados por estatais não conseguem universalizar seus serviços.

    “9- Crise
    As crises do capitalismo são cíclicas. Logo, quando o Estado controla determinada atividade, existe mais segurança de que ela será cumprida e não será abalada por crises. Empresas estatais não costumam declarar falência, pois se resguardam no Estado.”

    R: Falso. É mesmo? A ingerência governamental na Petrobras não apenas torna o Brasil dependente das importações de petróleo, como sua política de congelamento de preços quebrou o setor sucroalcooleiro. Inclusive, isso aconteceu nos anos 70, quando o regime militar não quis abrir o setor de petróleo, limitando nossa capacidade produtiva ao fluxo de caixa de uma única empresa, a Petrobras. Resultado, quase metade do petróleo que demandávamos, à época, era importada, quando ocorreu o choque do petróleo e o preço do barril explodiu, nossa economia quebrou.

    “10- Consequências
    O resultado das políticas de privatizações promovida pelos governos neoliberais tornou o Brasil mais pobre, mais desigual e mais injusto, apenas enriquecendo uma pequena classe de empresários e políticos. Logo, as privatizações colaboram para que a sociedade seja mais desigual e aplica o capitalismo selvagem contra nossa sofrida população carente.”

    R: Falso. As privatizações atraíram mais investimentos, geraram mais emprego e renda, ajudaram a ampliar a arrecadação de impostos, que bateu recordes ano após ano, beneficiando, ironicamente, o governo do partido que foi contra elas, tanto é que, muito embora criticasse as privatizações, o PT não reestatizou nenhuma empresa. O índice Gini, que mede a desigualdade no Brasil, começou a cair a partir de 1994, dois anos após o início do programa nacional de desestatizações, comandado pelo BNDES.

    “11- Constituição
    Nossa Constituição é social e democrática de Direito, e determina que o Estado preste diretamente serviços como o de educação, saúde e assistência social, podendo a iniciativa privada atuar apenas de forma complementar/suplementar, não sendo possível a concessão de serviços públicos sociais.”

    R: Falso. Em que artigo diz isso? E com qual base legal você fez essa interpretação? Porque, segundo sua linha de raciocínio, todos os Hospitais, escolas e empresas farmacêuticas privadas seriam ilegais e deveriam ser estatizadas. Você quer mesmo que seus filhos frequentem escolas públicas, que você vá se tratar em hospitais públicos? O Estado é e sempre será um péssimo gestor, ele é bom para cobrar dos outros, não para fazer. A sabedoria popular é baseada nisso; “Todo bom cobrador, é péssimo pagador”.

    “12- Prejuízo
    Com as privatizações o Estado perde uma importante fonte de receita. Imagine quantos hospitais e escolas poderíamos contruir com os lucros que as empresas privatizadas estão obtendo todo o ano. É um roubo bilionário. Dinheiro que deveria ser nosso enriquece poucos.”

    R: Falso. O Estado não tem nenhum prejuízo, muito pelo contrário, ao se livrar de uma estatal, o Estado elimina despesas correntes e eleva suas receitas com recolhimento de impostos. Uma vez que, comprovadamente, empresas que foram privatizadas crescem estruturalmente gerando mais empregos, rendas e recolhimento de tributos.

  10. “Logo, o serviço prestado ao cidadão é piorado.(…)
    1- Melhora nos serviços
    Felizmente a realidade por si só já advoga a favor das privatizações. Experimente andar numa estrada controlada pela iniciativa privada e numa controlada pelo governo. Verifique a eficiência das empresas públicas e a das privadas.

    O que podemos concluir é que as empresas privadas, por estar a todo momento sob risco e contra uma feroz concorrência, são obrigadas a buscar saídas e soluções para gerar dinamismo e optimizar suas funções – diferente das empresas públicas.”

    Fundiu minha mente cara.

  11. Okay cara, conclusão de texto perfeita, o estado deve servir para administrar nossos impostos de forma que nos beneficie, o Brasil sempre está entre os 10 paises que mais pagam impostos, e ninguem ve esse retorno, ninguem tem saude de qualidade ninguem tem educação de qualidade, o estado não deve dar uma de empreendedor se não consegue nem cumprir suas obrigações basicas.
    Porque a maior empresa do Brasil é uma petroleira e ninguem compra combustivel barato?
    O Brasil realmente está sem rumo.

  12. cuidado ao comparar! No caso, refiro-me a que é gasto na coreia em educação. Lá é uma situação bem diferente e um país com uma demografia muito menor. Ou seja, a eficiência de seus esforços tendem a ser mais eficazes

  13. Obrigada ao autor(autores) do artigo e suas respostas aos comentários,e agradeço especialmente a Tiago Moraes pelo comentário tão bem justificado!

  14. Para os que gostam de coletar mais informações e exemplos antes de concretizar sua opinião sugiro ler um pouco sobre:
    Statoil -petroleira Norueguesa (atualmente a segunda maior atuante no Brasil).

    “Essencialmente não há diferença entre empresa privatizada e estatal, existe diferença entre empresa mal e bem administrada.” -Um economista, cujo o nome me foge.

  15. Funcionário público é uma praga que deve ser extinta como tal. Privatização é a solução. Não há interesse da classe em melhorar os serviços prestados para a sociedade, pois os seus salários são certos no início ou no final do mês. Um processo que poderia demorar de 10 a 15 dias para ser finalizado demora na verdade meses. Todos que dependem dessa atividade sabe que é má vontade deles (funcionários públicos).
    Se alguma empresa que presta serviço de limpeza fizer greve, ninguém, mas ninguém mesmo, tem a coragem de limpar o próprio setor de trabalho. Acumula-se lixo, pois afinal não é função desse funcionário fazer a higienização. Escuta-se aquela frase: “não recebo pra isso”, ou “minha função não é a de limpeza”. Essa gente me dá nojo.
    Professores não ensinam como deveriam, não pelas condições de trabalho, mas pelo simples fato de não receber um salário digno de um profissional da educação. O mais interessante é que outros professores, de regiões hostis, ensinam em condições piores, a ponto de nem existir um teto nas salas de aula, cadeiras enferrujadas, entre outros problemas. Enfim, ensinam de forma eficaz e eficiente. Não justificam a péssima qualidade nas condições de trabalho e muito menos no salário.
    E aquelas pessoas que dependem do serviço de saúde, foi o meu caso. Vi meu pai dar entrada num hospital público com quadro de AVC e em três horas na emergência, nem a pressão arterial mediram. Alguns dias depois veio a óbito. Todos os funcionários que nesse setor trabalham justificam as péssimas condições, falta de profissionais, excesso de pacientes, etc, etc e tal. Mas ninguém comenta que diversos funcionários não gastam um centavo com medicamentos em farmácias, Se investigarem as residências desses “funcionários” quase todos vão presos por furto. E quando quebram os equipamentos de importância vital para o hospital, justificando não saber o manuseio ou falta de manutenção, quando na verdade não querem trabalhar. E os médicos/doutores, profissionais que estão presentes apenas no papel, quando na verdade estão nas redes privadas trabalhando. Durante o seu horário de efetivo plantão. Marcam presença e saem para trabalhar não na rede pública, mas na privada.
    Entre todos os setores públicos, não há um que se salve. É ridículo ver um profissional desse reclamando. Bando de vagabundos!!!!! Pragas!!!!

    PRIVATIZAÇÃO É A SOLUÇÃO!!!!!!!!!!!!

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