Os desenterrados

MST é  um movimento social brasileiro de inspiração marxista com influência da teologia da libertação, cujo objetivo é a realização da reforma agrária no Brasil. O MST teve origem na década de 1980. Defendem eles que a expansão da fronteira agrícola, os megaprojetos — dos quais as barragens são o exemplo típico — e a mecanização da agricultura contribuíram para eliminar as pequenas e médias unidades de produção agrícola e concentrar a propriedade da terra.

Só gostaria de salientar que nem todos os participantes do movimento são pessoas más. Tem muita gente lá que deve ter sido influenciada e doutrinada, não possuindo condições para contestar o movimento. Além do mais, não há problema algum em trabalhadores rurais se unirem em sindicatos, cooperativas, etc.

10 motivos para ser contra o MST

1- Parados no tempo

Aquilo que o MST defende é o passado. Fixar o homem no campo é um atraso, pois hoje a economia do Brasil se encontra focada no setor de serviços e na indústria, onde existem os melhores empregos.O correto seria o governo pegar todos esse manifestantes, ensiná-los uma profissão e dar-lhes uma moradia nas cidades. Apenas dessa forma o manifestante poderia ter uma vida descente.

Para quem não sabe, a esmagadora maioria das oportunidades de trabalho e crescimento agora estão nas cidades. Além do mais, acreditar que todo homem merece seu pedaço de chão é um delírio. Imagine se isso fosse aplicado no Japão. O que daria pra fazer com um cubículo de terra férfil que cada japonês “teria direito”?

2- Não adianta processar

Como o MST não existe no papel, todo o ataque e destruição que ele eventualmente causa sempre fica impune. Logo, quando o governo fomenta um movimento irresponsável como este, apenas esta alimentando a impunidade. Os líderes do MST sabem que o MST não pode ser punido e por isso promovem invasões e destruições do patrimônio privado.

3- Perpetuidade

O MST é um movimento que tem um fim impossível e sua existência apenas impede a solução do problema. Desde sua criação, participantes do MST já receberam do governo mais de 22 milhões de hectáres de terra, equivalente a 5 Dinamarca. Mesmo assim o movimento não termina e nem dá sinais que vai terminar. Muitas das pessoas que recebem terras do governo não tem como produzir, nem viabilizar o plantio. Logo, muitos desses recebedores de terras acabam vendendo suas terras para outros e voltando a ser sem-terra. Atualmente a competitividade e complexibilidade do mercado agrícula dificulta muito a atuação pequeno produtor, que depende do governo para conseguir produzir.

4- Dinheiro público
Apenas entre 2003 3 2007, o governo do PT destinou mais de 12 bilhões de reais para ONGs, muitas delas ligadas ao MST.Como pode um movimento que não pode pagar por seus crimes ser beneficiado por recursos públicos dos brasileiros contribuintes?

5- Capitalismo

A luta do MST é contra o grande latifúndio. No entanto, o Brasil é um dos países com a comida mais barata do mundo por causa dos latifúndios, que pela sua imensa produção acabam barateando a comida que chega na mesa do trabalhador. Se não fosse pelos métodos de produção arrojados dos grandes produtores, boa parte dos nossos alimentos simplesmente não seria nem colhido, pois os caríssimos métodos agrícolas atuais conseguem prevenir as pragas nas safras e otimizar os meios de produção. Acabar com o grande latifúndio é lutar contra uma realidade que põe comida na nossa mesa.

6- Injustiça

Por que motivo perseguir o grande latifúndio? Será que os grandes produtores de grãos são perversos apenas por serem grandes produtores? Então por que não perseguimos também as grandes empresas? Será que os grandes empresários são perversos apenas por serem grandes empresários. Sucesso não é crime. Os grandes agricultores recebem o dinheiro deles produzindo, assim como todos os demais brasileiros. Isso é o certo. O errado é viver às custas do governo sem produzir nada e reclamando de quem produz.

7- Direito de Propriedade

Todos nós temos o direito à propriedade. O que o MST faz quando invade uma propriedade é negar o direito à propriedade do dono das terras. Ter conivência com isso é ser a favor do crime.O esbulho possessório, habitualmente praticado pelo MST, é crime previsto no art. 161, II do Código Penal.Se permitirmos que o direito de propriedade de outros seja solapado, não poderemos reclamar quando o direito à propriedade violado for o nosso.

8- Doutrinação ideológica

A Escola Nacional Florestan Fernandes, assim como todos os empreendimentos educacionais do MST, tem sido apontada pela mídia como um foco de doutrinação da esquerda revolucionária. Em 2004, as escolas do MST abrigavam 160.000 alunos, empregando 4.000 professores. Esses alunos acabarão recebendo doutrinação esquerdista e acreditando que invadir patrimônia alheio é justificável. Se desde criança uma pessoa é ensinada a entender que o crime é justificável, não poderemos reclamar se depois de adulta se tornar criminosa.

9- Descrédito

É claro que existe muita coisa errada no MST: venda irregular de lotes, bloqueio de estradas, assentamentos com baixa produtividade, denúnciad de assassinatos, acordos políticos, lideranças corruptas e totalitárias, etc. Um movimento que no passado era conhecido por invadir latifúndios improdutivos, hoje, invade qualquer hortinha. Fica claro que o movimento já perdeu bastante do seu caráter inicial e que a tendência é só piorar conforme se aliem com o governo.

10- Seriedade

Desde muito tempo atrás o MST é visto como mais um braço radical de um certo partido que existe. Se eles fossem um movimento sério, protestariam todos os dias lá na porta do Congresso e do gabinete presidencial. No entanto, sabemos muito bem que não é lá que eles protestam, pois quem está lá em Brasília já está do lado deles. Por isso eles têm que protestar bloqueando estradas, depredando plantações e destruindo centros de pesquisa que seriam úteis a todos nós. Pois só dessa forma eles podem prejudicar o povo e assim tentar nos engajar na luta deles. Protesto sim, vandalismo não.

11-Reforma Agrária
Infelizmente a reforma agrária não é a solução para os nossos problemas. No Zimbábue a reforma agrária promovida por Robert Mugabe gerou inflação galopante e fome. No México, primeiro país a fazer uma reforma agrária, os resultados foram tão interessantes que o governo logo teve que agir para colocar a iniciativa privada denovo na agricultura. No Egito, a reforma agrária conduzida por Nasser tornou os agricultores ainda mais miseráveis. A realidade é que o momento de ter feito uma reforma agrária se foi a muito tempo. Se fosse feita hoje os benefícios talvez não compensassem os prejuízos que o país teria na produtividade.

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