EUVÍ: Champinha e a redução da maioridade penal


Roberto Aparecido Alves Cardoso, o Champinha, é conhecido por ser o mais famoso marginal da nossa história. Pelos crimes cruéis cometidos por Champinha, muitos teriam garantida uma vida inteira atrás das grades; porém, pelo fato de ser menor, a nossa afável lei brasileira não só não permite que ele possa para uma prisão comum, mas o impede de ficar detido depois dos 21 anos de idade.

Champinha, filho de dona de casa e de um caseiro, sempre teve dificuldade para estudar, largando a escola no quarto ano. Já com 16 anos, não era novidade para ninguém o comportamento pertubado do menor, que numa discussão em 2001, havia execudo friamente com duas facadas Liberato de Andrade.

O que poderia fazer muitas pessoas apodrecerem na cadeia, parece ter sido apenas um detalhe na vida do menor, que deu prosseguimento ao seu estilo de vida sem ter sido punido pelo seu crime. No entanto, Champinha mostraria a sociedade que a tolerância para com ele não seria um ato que ficaria impune a sociedade.

Champinha, com 16 anos, já havia sabia o que era matar, se tratava de uma semente do mal, que se não fosse detida, ainda causaria estragos irreversíveis para vítimas inocentes.

A vida de Champinha e a de Liana Friendenbach fatalmente se cruzariam em 1 de novembro de 2003. Liana, uma jovem bela e abastada de origem judaica pouco tinha em comum com Champinha, a não ser fato de ambos terem 16 anos, não podendo responder pelos seus atos segundo a nossa lei. No entanto, Liana, mesmo menor de idade, se viu obrigada a responder de forma cruel pelos atos de Champinha, seu assassino.

O crime

Liana, juntamente com seu namorado, Felipe Caffé, tiveram a infeliz ideia de ir acampar numa afastada região de Embu-Guaçu. Para ir até o centro de Embu-Guaçu, os dois se utilizaram de uma van. Ela mal sabia, mas aquela seria a sua última viagem.

Liana e Felipe foram subitamente surpreendidos por um facão que rasgou a lona da barraca onde estavam acampando. Eram Champinha e seu parceiro Pernambuco, que de pronto ordenaram que o casal acordasse usando sútis cutucadas de espingarda.

Liana informou seus sequestradores que sua família tinha dinheiro para pagar por um possível resgate. Ela e Felippe, com panos nos rostos, foram guiados ao casebre de Antonio Caetano Silva, lugar onde Liana viveria os mais terríveis momentos de seus 16 de idade.

Felipe foi levado para um dos quartos do insalubre e encardido casebre, enquanto que Liana de pronto ouviu a seguinte frase de Champinha: “Abaixa a calça que eu vou te comer“. Liana, até então virgem, se viu obrigada a ser violada de forma violenta e insegura por um criminoso que conhecera minutos antes. O trauma e o desconforto fizeram com que derramasse lágrimas enquanto seu corpo tremia. Liana poderia não imaginar, porém seria estuprada seis vezes só naquela noite.

Na manhã do dia seguinte, Liana e Felipe foram obrigados a andar numa trilha mata a dentro, onde Felipe teve covardemente sua vida ceifada com um tiro de espingarda na nuca.

Liana voltou ao casebre, onde Champinha novamente a violou todo o domingo. Enquanto isso, Ari Friedenbach, pai de Liana, sentiu falta da filha e descobriu que ela não estava onde ela a disse que estaria – uma mentira que mais tarde causou verdades tenebrosas para ele.

Ari conseguiu descobrir que sua filha tinha ido acampar em Embu-Guaçu e preocupado com o sumiço da filha, registrou boletim de ocorrência por desaparecimento no distrito policial de Consolação.

Na segunda, Ari já estava em Embu, onde encontrou com o motorista da van que levou a filha dele dias antes. Naquela tarde, Ari conseguiu encontrar o celular de sua filha no caramachão onde ela foi quando saiu da van. Ari não podia presumir que sua filha estava a menos de 2 quilômetros dali, no barraco de Antonio Caetano da Silva.

Antonio chegou em sua casa com um amigo, Agnaldo Pires, que ao ver Liana jogada, logo escutou a seguinte explicação de Champinha: “É sequestro, o cara nós matou e essa eu já comi. Ela é gostosa, pode usar“. Com a permissão de Champinha, Agnaldo estuprou Liana. Mais tarde, Agnaldo confessou: “Não consegui gozar porque estava bêbado“. Durante todo aquele dia Liana foi estuprada por Agnaldo e Champinha, enquanto que o aflito Ari fazia de tudo para achá-la, apelando para a polícia, imprensa, governo e nada de achar sua filha.

Na terça, Champinha e seus dois parceiros levaram Liana a casa de Antonio Matias de Barro, onde Champinha apresentou Liana com sua “namorada”. Naquela terça, Champinha ficou sabendo de seu irmão que a polícia lhe enviara uma intimação para depor na delegacia no dia seguinte.

No dia seguinte, Champinha levou Liana para um riacho, onde Liana escutou de Champinha o que seria a sua última frase: “Agora você vai morrer!”

Os olhos azuis de Liana ainda viram Champinha dar um golpe de facão no seu pescoço. Ela caiu e Champinha a feriu várias vezes nas costas, acabando com a vida dela com golpe dados com o lado cego do facão na região craniana. Liana sofreu traumatismo craniano.

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A pena

Champinha voltou tranquilamente para casa e dormiu como se nada tivesse acontecido. Depois foi a delegacia, onde a polícia, depois de algumas perguntas, o liberou.

Tempos depois Champinha foi pêgo. O delegado do caso, com mais de 30 anos de experiência, sabendo do que aconteceria com Champinha de acordo com a lei, não conteve as lágrimas frente a imprensa.

Antonio Caetano Silva pegou 124 anos de prisão. Antonio Matias de Barros pegou 6 anos. Paulo Marques pegou 110 anos e Agnaldo Pires pegou 47 anos. E Champinha? Graças a nossa lei, Champinha, mesmo sendo assassino, sequestrador e torturador, não responde por crime. Ele foi “encaminhado à Fundação do Bem-Estar do Menor para um período excepcional de 3 anos de internação”.

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Champinha, terminado seu período de internação, foi interditado civilmente pelo Estado, estando hoje numa confortável Unidade Experimental de Saúde.

Boatos não confirmados da época diziam que Champinha teria arrancado os mamilos de Liana com dentadas e que teria teria inclusive introduzido uma faca no seu ânus. Ao saber do ocorrido, o próprio pai de Liana disse que a morte de sua filha teria sido “melhor”, pois ela jamais conseguiria viver depois do que passou.

Em 2007, Champinha fugiu da Fundação Casa, mas foi recapturado 11 horas depois. Ainda em 2007, a imprensa divulgou um vídeo que mostrava Champinha numa casa confortável e decorada, com tv e 5 refeições por dia, causando um custo de 12 mil reais ao mês aos cofres púbicos. Quando questionado sobre isso, o governador José Serra disse que era melhor ele estar ali do que na rua.
Em entrevista dada em 2011, Champinha disse que estava preparado para sair e até trabalhar e que “não via sentido em ainda estar preso uma vez que no Brasil não há lei para mantê-lo preso”.

O mais interessante é que na época do crime, muitos militantes dos “direitos humanos” quiseram garantir os direitos desse monstro que violou todas as leis de deus e dos homens.

Houve quem disse que o Champinha era apenas mais uma vítima da sociedade, mais um excluído do sistema, ou seja, que seus atos deveriam ser responsabilizados por toda a sociedade que não lhe ofereceu opções melhores. Esse discurso demagogo de muitos políticos não traduz o fato de que muitas pessoas muito mais carentes que Champinha são incapazes de conceber o que ele fez.

Infelizmente, esse caso só tem notoriedade porque a vítima era de uma família rica. Todos os dias várias Lianas são mortas por vários Champinhas e a lei até hoje continua a mesma. Continuamos pagando para alimentar bandidos na cadeia e pagar bolsa bandido, enquanto o povo luta para por comida na mesa.

Hoje Champinha está a 9 anos detido, o que não se compara aos anos de alegria que ele roubou de Liana, Felipe e suas respectivas famílias. Esse ladrão de vidas desprovido de qualquer moral é capaz de causar asco até mesmo em psicopatas. Imagino que até um Guilherme de Pádua da vida conseguiria se achar mais humano caso se deparasse com um fascínora da estirpe de Champinha.

Não é justo que o Estado gaste recursos do povo para recuperar quem é irrecuperável. Champinha sabia muito bem o que estava fazendo quando sequestrou, torturou e matou. Não existe idade mínima para matar, sequestrar e torturar. Quem faz isso tem que apodrecer na cadeia.

Sou contra a pena de morte porque ela não vai dar a Champinha o que ele merece. O ideal seria se ele fosse condenado a uma prisão perpétua com trabalhos forçados, onde seus rendimentos fossem para as famílias de suas vítimas.

Champinha é um monstro, um demônio preso dentro do corpo de um humano. Não há lei para o que ele fez, não há pena, não há perdão. Ele é a prova viva que as pessoas não devem ser julgada pelas sua idade, mas pelas suas ações.

Quanto mais reduzidas forem as penas dos marginais, menos pena eles terão de nós.

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25 comentários

  1. E dificil ficar sem comentar algo com que aconteceu e pricipalmente acreditar em tudo isoo parece até um história de terror mais sem final feliz que e um pena, quero dizer aos pais princilpalmente a pai de Liana que tenho um filha de 10anos e naum sei oq seria de mim se tivesse acontecido comigo isoO, em caso da pena para os criminosos perpetua naum importa há idade matou na verdade tem ki pagar com há vida poriço que para esse animais seguro na cadeia e o minimo porque se a cadeia vira eles seram os primeiros , e dificil saber que esse menor acabou com muitas vida e tem telivisão jogos e futebol mais os dias deles estão contados. da vontade de ir até embu-guaçu quando eles sair e cobrar eles sem exeção … pode deixar …

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  2. Os crimes se acumulam e o Brasil continua o mesmo. Esses marginais que já não temem nem a punição divina, dão risada da punição das nossas leis. O que devemos fazer é eleger para deputado homens de bem que queiram nos defender, como é o caso do pai da liana, o vereador ari friendenbach. Ele tem a proposta de emancipar o menor que comete crime hediondo. Enquanto ele não é eleito, mandei emails para o presidente da comissão de direitos humanos e outros deputados para que eles possam ajudar na criação dessa lei.

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  3. Perfeito, concordo em genero e grau! Nos paises de 1° mundo, menor responde conforme seu atos, podendo responder dependendo da gravidade dos seus atos.?

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  4. será que existem meios de se refazer a constituição simplesmente pegando essas partes mais polêmicas e provedoras de impunidades e botar a panos limpos perante da sociedade e através de plebiscitos saberem se de fato é isso que realmente queremos para nosso país?? não é possível que estamos condenados a ver nosso futuro destruído por causa de uma lei ultrapassada, e ninguém que detém o poder por meio dos votos de confiança do povo se presta a tomar alguma atitude pra mudar essa situação.

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  5. O PORQUE DE NÃO TER JUSTIÇA NESSE INFELIZ PAIS, É PORQUE A PRÓPRIA JUSTIÇA TEM MEDO DA JUSTIÇA DOS BANDIDOS,..QUE VERGONHA DESSA JUSTIÇA BRASILEIRA VIU..PERDENDO PRA JUSTIÇA DOS MARGINAIS..

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  6. suicídio é a única saída para esquecer de tanta dor e sofrimento que se pode ter neste maldito lugar chamado de país e brasil! esperança é para os tolos! justiça feita a sangue é a unica coisa que pode confortar!odeio este povo hipócrita, falso ,assassino, mentiroso, malandro, preguiçoso, ladrão, estuprador e traçoeiro, aqui deve ser ser o pior lugar do mundo seguido de áfrica e ásia!HIPÓCRITAS!!! não sou fã do U.S., mas lá as coisas se resolvem como se deve:na bala e na hora!!!

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  7. Já que estamos num pais sem lei, deveriam alguém pega-lo qndo sair e fazer com ele exatamente o que ele fez com ela e depois mata-lo.

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  8. Eu não sei como ainda não mataram esse monstro. Sempre vemos casos de estupradore que sofrem nas mãos de outros bandidos e essa criatura monstruosa até hoje ileso.

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  9. Eu tenho absoluta certeza que, assim que for solto, ele não passará muito tempo nas ruas, creio que a própria polícia dará cabo dele. Melhor cortar o mal pela raiz do que esperar que ele apronte mais uma vez. O melhor seria desaparecer com ele, levar ele pra uma fazenda distante e fazer com ele a mesma coisa que ele fez com a garota, com uma diferença, ele ficaria sob tortura por muitos anos, implorando pra morrer, mas não… O correto seria mantê-lo vivo para que pudesse sofrer o máximo possível.

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  10. “Eu, se o encontrasse o mataria, bem devagar… para que ele sinta pelo menos um pouco da dor que suas vitimas sentiram”. Pois sempre que vejo ou leio alguma matéria a respeito, sinto uma tristeza profunda, como se tivesse perdido meus irmão ou meus filhos. Pois só assim, esses “lixos atômicos” pensariam várias antes de cometerem tais atrocidades. Pois, “a nossa justiça só punem pessoas de bem”.

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  11. Ao invés de ficarmos exigindo o diminuição da idade penal deveríamos nos concentrar em exigir uma educação maior, muitos comparam o Brasil nesse quesito, se querem a verdade só a diminuição da maioridade penal não muda em nada, só se muda esse fato começando da base. Esse e a maioria dos outros problemas que o Brasil tem é quase que exclusivamente por conta da falta de educação, sim falo de escolas. No EUA, por exemplo, a maioridade penal varia entre 6 e 12 anos, olha só um exemplo, mas invés de olhar desse ângulo, podemos olhar a qualidade de educação PÚBLICA no mesmo. Mudar só a maioridade penal só vai fazer com que as cadeias fiquem ainda mais cheias.

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  12. É de se chorar ao ler a descrição do que esta menina passou nas mãos destes… Não há palavras que descrevam o que estes indivíduos são. Imagino, e tenho pesadelos com estas imagens, o sofrimento, a dor, a humilhação e a sensação de impotência desta menina enquanto estava na mãos destas coisas. Não há educação que resolva: sou professora e o que eu vejo é gente mandando os filhos para a escola para terem paz, sossego. Escola, Educação é para quem quer. Este “di menor” em questão deveria ter um acompanhamento psiquiátrico ANTES do que aconteceu. Agora, deve permanecer o RESTO da vida afastado da sociedade, porque depois que tomou gosto pela coisa, é um forte candidato a ser estuprador fora da prisão. A maioridade penal, a rigidez penal resolverá problemas já existentes. A Educação e Prevenção, o que pode vir futuramente.

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  13. infelizmente quando alguém não tem caráter para seguir uma vida honesta e digna,
    vai apelar de qualquer maneira, se o individuo for burro no mínimo vai seguir uma vida de assaltante, trombadinha, pau-mandado de traficantes, mula, e quem sabe até virar um assassino de aluguel….se for inteligente, talvez vire traficante (tem que saber um pouco de Matemática básica para saber as margens de lucro), assaltantes de bancos e detonadores de caixas eletrônicos (ter uma boa noção de sociologia aplicável para fins nefastos e conhecimentos de química para armamentos de explosivos e limpeza de notas manchadas), estelionatário (conhecimento em ciências contábeis e suas variantes nas aplicações de 171), político corrupto (não precisa ser muito bom em português, mas a parte da sociologia compete com atuantes igualmente corruptos para que seus rombos aos cofres públicos sejam ainda maiores)…e por aí vai, solução cadeia nunca é demais pra quem merece.

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  14. Concordo plenamente. Pensar em medidas à longo prazo é importantíssimo, mas não se pode deixar de lado o que aconteceu e o que está acontecendo a todo momento nesse país. Alguns gostam de falar que saúde e educação é que resolveria o problema e não cadeia ou alterações na nossa defasada legislação, mas deve-se pensar que não existe uma solução isolada e sim um conjunto de medidas que devem ser tomadas urgentemente. Temos que pensar no amanhã mas sem fechar os olhos para o que está acontecendo agora.

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  15. A única solução para um inseto como esse e seus amigos desgraçados, é tortura brutal até amorte e sendo tudo gravado para que todo mundo assista até o fim dos tempos!!!!

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  16. ele e um lixo como a lei brasileira e desrespeito ele tem que pagar com um pau de vassoura enfiada no…..vichi esse caso me abalou de uma forma,,,,,teria q pagar da mesma forma lixxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

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  17. Por isso que, enquanto nossa sociedade não atinge um nível cultural e de civismo que preste, sou a favor do azeitonamento.

    Uma azeitona (bala, se preferirem) recondicionada na cabeça de cada um dos participantes, Danem-se os direitos humanos, esses bandidos não podem sequer serem considerados humanos, menos lotação nos presídios, menos custo ao estado e a suprema garantia de que, ESTES, NÃO INCOMODAM MAIS!

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  18. Esses caras tinham que serem caçados e mortos. Rancar a cabeça de cada um deles seria um privilégio para toda a população que acompanhou este crime bárbaro. Eles estão acostumados com a punição do país que é e sempre foi uam merda. Tem que matar eles. Pena de morte assino embaixo.

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  19. Não importa se ele é doente mental ou não. Esse monstro já deveria ter sido incinerado há muito tempo.Sinto muita pena deste família, que, depois de tudo o que passou, é obrigada a aceitar essas decisões da justiça, que é totalmente cega!

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  20. Esse caso, é apenas mais um em questão.. Só em ler os fatos já fico com um sentimento de revolta junto com uma sensação de que nada posso fazer….
    Não entendo o que se passa na cabeça de uma “pessoa” que luta para garantir “os direitos humanos” desse lixo humano….
    Se eu fosse o pai dessa menina, eu me vingaria de Champinha da seguinte forma… Primeiro, eu iria enche-lo de pó de guaraná e em seguida, castra-lo a sangue frio…. Para ele sentir a dor em cada célula do corpo… e depois iria mante-lo vivo, e arrancando 1 cm cúbico de seu corpo a cada 8 horas.. Até não sobrar nada dele…

    95% da população brasileira é a favor da redução da maioridade penal… Então o que falta para acontecer???

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  21. hahahaha… Falta de noção dos perigos da vida, geram comentários como este!!! Ficar observando a vida dentro da janela de um quarto é mole!!! Champinha é um psicopata, perigo a qualquer um!!!

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  22. Pena de morte resolveria… por mais “humanizada” que seja hoje (sem cadeira elétrica torturante e tal) resolveria o problema. Uma vez morto o bandido não rouba, não mata, não estupra, não sequestra e não temos q bancar eles nos presídios para terem refeição, cama quente, banho de sol e saírem piores do que já estavam.
    Pena de morte resolveria esse problema fácil.

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  23. O problema aqui no Brasil meu amigo é que muitos parlamentares e muitos mesmo são eleitos com dinheiro de traficantes e isso não seria bom para eles sem contar com o incontável número de juízes e promotores que são introduzidos pelo tráfico. SÒ DEUS!

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  24. Eu mesma daria a pena de morte se um monstro desse fizesse isso com minha filha,mas primeiro eu colocaria ele com mais 4 homens e fazendo o mesmo que ele fez com esta menina, pra ele sentir na pele o que é sofrer,esse desgraçado!

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