EUVÍ: Deputado João Campos quer abrir a CPI da verdade sobre o aborto – O Brasil merece saber a verdade!



Na contramão da vontade da mídia e de nossas esnobes elites progressistas, o deputado federal João Campos (PSDB-GO), presidente da Frente Parlamentar Evangélica, teve a coragem e a ousadia de apresentar no dia 10 de abril, solicitação para que o Congresso Nacional institua a CPI n. 21/2013, ou CPI do Aborto.
Oficialmente, a solicitação “requer a criação de Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar a existência de interesses e financiamentos internacionais para promover a legalização do aborto no Brasil, prática tipificada como crime no Código Penal Brasileiro, em seus artigos 124 a 127”.

A pergunta que não quer calar é se há ou não interesses estrangeiros por trás das persistentes campanhas pró-aborto no Brasil? A CPI vai procurar responder a essa pergunta.

Todos sabem que grandes fundações internacionais patrocinadas por milionários americanos (Ford, Soros e Rockfeller) fazem um ativismo fortíssimo a favor da legalização do aborto. Mas por que motivo? Seriam motivos “humanitários” ou econômicos? Quem se beneficiaria economicamente se o aborto fosse legalizado e a indústria da morte se instalasse no Brasil?

Os métodos já são conhecidos. Primeiro eles criam na sociedade a ideia de que o nascituro não é um ser humano. Segundo, com o apoio da mídia e de formadores de opinião, eles jogam o tema para a opinião pública. Por fim, atacam a religião e definem os defensores da vida como um bando de religiosos, criando assim a ideia de que a criminalização do aborto é uma prática meramente religiosa e ilegal no nosso Estado laico.

Já não é de hoje que fundações americanas se intrometem nos assuntos nacionais do Brasil. Para se ter uma ideia, em outubro de 2010, o Datafolha fez uma pesquisa para saber a opinião dos brasileiros sobre o aborto: 71% são contrários à legalização ou à ampliação das possibilidades de interrupção legal da gravidez. Ponto final! O brasileiro sustenta o direito à vida e fundações estrangeiras deveriam respeitar a lei e a vontade do nosso povo.

“Os abortistas são minoria, mas faziam mais barulho. Nós resolvemos fazer barulho também. As deputadas vão pressionar, mas também vamos. Vai ser pressão contra pressão. Veremos quem vai vencer”, desafia o deputado Miguel Martini (PHS-MG). ” Já temos 1 milhão de assinaturas. O aborto é um crime e tem de ser punido. Mas não vamos investigar as mulheres. Esse discurso é para angariar a simpatia dos abortistas. Vamos começar pelas clínicas ricas, o foco central é detonar as clínicas clandestinas”, diz o deputado do PHS.

A não-violência absoluta é a ausência absoluta de danos provocados a todo o ser vivo. A não-violência, na sua forma activa, é uma boa disposição para tudo o que vive. É o amor na sua perfeição.Mahatma Gandhi

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